NCM Buscador
CBO 2002 Família 7683 R$ 2.516 na admissão -10 postos em 12 meses 41 atividades

CBO 7683-10 — Cortador de calçados, a mão (exceto solas)

O código 7683-10 identifica a ocupação cortador de calçados, a mão (exceto solas) na CBO 2002, dentro da família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um cortador de calçados, a mão (exceto solas)

Cortam, montam e costuram calçados de couro, à mão. Confeccionam bolsas, carteiras, cintos, selas e arreios de couro. Realizam acabamento em calçados e em artefatos de couro.

Descrição oficial da família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Essas ocupações são exercidas por profissionais com carteira assinada, empregados na indústria de preparação de couros e fabricação de artefatos de couro. O trabalho é presencial, individual com supervisão permanente, realizado em ambiente fechado, no período diurno. Em algumas atividades, os profissionais estão sujeitos a materiais tóxicos e a permanecerem em posições desconfortáveis durante longos períodos.

Recursos de trabalho

Chanfradeira; Esmeril; Facas; Forma de calçados; Máquina de costura; Martelo; Mesa de zinco; Pedra de mármore; Torquesa; Vazador.

Quanto ganha um cortador de calçados, a mão (exceto solas)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.73510% ganham até R$ 2.516mediana R$ 3.46510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.638

Entrada × quem já está

R$ 2.516 ao ser admitido · R$ 2.638 para quem tem vínculo ativo +4,8%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de cortador de calçados, a mão (exceto solas) foi de R$ 2.516 — metade das 134 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.735 e os 10% de maior, acima de R$ 3.465.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.638, ou seja, 4,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 33 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.516
Por ano (12 salários)R$ 30.192
Por semanaR$ 579
Por hora (43.8h/sem)R$ 13,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.619 89,6%
  • Mulheres — R$ 1.913 10,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.775 84,9%
  • Mulheres — R$ 2.288 15,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste 2.713
  • Sul 2.175

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 76 +14 — R$ 2.763 —
RS 39 -7 — R$ 2.100 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

140

Desligamentos

150

Saldo

-10

Rotatividade

43,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+7) saldo negativo · pior: dez/25 (-14)

Em 12 meses houve 140 admissões e 150 desligamentos de cortador de calçados, a mão (exceto solas), o que significa que o mercado formal fechou 10 postos de trabalho no período, com rotatividade de 43,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 16% foram a pedido do próprio trabalhador e 67,3% por dispensa sem justa causa, além de 14% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 16%
  • Dispensa sem justa causa 67,3%
  • Fim de contrato 14%

Sobre 150 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 8,8%
  • 1 a 4 empregados 8,8%
  • 5 a 9 empregados 17,6%
  • 10 a 19 empregados 16,8%
  • 20 a 49 empregados 30,4%
  • 50 a 99 empregados 8,8%
  • 100 a 249 empregados 4,8%
  • 250 a 499 empregados 0,8%
  • 500 a 999 empregados 2,4%
  • 1.000 ou mais empregados 0,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata cortador de calçados, a mão (exceto solas)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de calçados de couro 1531901 · 45% das admissões 63 44h R$ 2.125 R$ 2.836 R$ 3.319 2% 3
Fabricação de partes para calçados, de qualquer material 1540800 · 11,4% das admissões 16 44h — R$ 2.394 — 3% 3
Acabamento de calçados de couro sob contrato 1531902 · 11,4% das admissões 16 44h — R$ 2.484 — 3% 3
Fabricação de calçados de material sintético 1533500 · 10% das admissões 14 43.7h — R$ 1.974 — 2% 3
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material 1521100 · 9,3% das admissões 13 43.3h — R$ 2.500 — 2% 2
Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente 1539400 · 5,7% das admissões 8 — — — — 3% 3
Comércio varejista de calçados 4782201 · 2,1% das admissões 3 — — — — 2% 1
Edição integrada à impressão de cadastros, listas e de outros produtos gráficos 5829800 · 0,7% das admissões 1 — — — — 2% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como cortador de calçados, a mão (exceto solas)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 344 vínculos

Idade mediana

50 anos

Tempo de casa

33 meses

Em empresa do Simples

55,2%

Sexo

  • Homem 85,5%
  • Mulher 14,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada44h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial0,3%

Sobre os 344 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 72,8%
  • Parda 23,8%
  • Preta 3,1%
  • Amarela 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto 4,4%
  • 5º ano completo 7%
  • 6º ao 9º ano 10,2%
  • Fundamental completo 15,4%
  • Médio incompleto 9,9%
  • Médio completo 52%
  • Superior incompleto 0,3%
  • Superior completo 0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 4,3%
  • 5º ano completo 6,4%
  • 6º a 9º ano 6,4%
  • Fundamental completo 7,9%
  • Médio incompleto 8,6%
  • Médio completo 65,7%
  • Superior incompleto 0,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 8,7%
  • 5 a 9 empregados 13,4%
  • 10 a 19 empregados 16,9%
  • 20 a 49 empregados 32%
  • 50 a 99 empregados 8,7%
  • 100 a 249 empregados 14,2%
  • 250 a 499 empregados 4,7%
  • 500 a 999 empregados 0,3%
  • 1.000 ou mais empregados 1,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com o ensino fundamental concluído, exceto o artífice do couro do qual não é exigida nenhuma escolaridade. A experiência para os profissionais é de menos de um ano e a qualificação profissional ocorre na prática. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7683.

Qual especialização paga mais na família 7683

Todas as ocupações de trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7683-10 Cortador de calçados, a mão (exceto solas) (esta página) R$ 2.516 R$ 2.638 344
7683-05 Artífice do couro R$ 2.077 R$ 2.545 2.059
7683-15 Costurador de artefatos de couro, a mão (exceto roupas e calçados) R$ 1.863 R$ 1.861 523
7683-20 Sapateiro (calçados sob medida) R$ 1.883 R$ 1.851 10.595
7683-25 Seleiro R$ 1.820 R$ 1.818 609

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7683-10.

A Cortar couro à mão (5)
  • •Confeccionar facas
  • •Esmerilhar facas
  • •Selecionar moldes
  • •Posicionar moldes
  • •Chanfrar peças
C Costurar calçados à mão (4)
  • •Separar peças de calçados
  • •Selecionar linhas e agulhas
  • •Furar palas
  • •Encaixar o pique
D Confeccionar bolsas e carteiras (9)
  • •Cortar peças de bolsas e carteiras
  • •Separar peças de bolsas e carteiras
  • •Aplicar cola nas peças
  • •Virar peças
  • •Montar peças
  • •Costurar peças
  • •Forrar peças
  • •Fixar aviamentos
  • •Fixar alças
E Confeccionar cintos de couro (9)
  • •Selecionar o couro
  • •Cortar placas de couro
  • •Entretelar placas de couro
  • •Cortar tiras
  • •Cortar ponteiras
  • •Vazar cintos
  • •Pespontar cintos
  • •Pintar bordas dos cintos
  • •Fixar fivelas
F Confeccionar selas e arreios de couro (1)
  • •Cortar peças para selas e arreios
G Realizar acabamento (calçados e artefatos de couro) (5)
  • •Aparar pontas de linha
  • •Retirar excesso de colas
  • •Pintar calçados
  • •Lustrar peças acabadas
  • •Escovar calçados
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • •Tomar iniciativa
  • •Demonstrar coordenação motora
  • •Demonstrar sociabilidade
  • •Demonstrar responsabilidade
  • •Demonstrar dinamismo
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar auto-organização
  • •Demonstrar autocrítica

Perguntas frequentes

Quanto ganha um cortador de calçados, a mão (exceto solas)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.516 por mês, considerando as 134 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.735 (10% menores) a R$ 3.465 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.638 (RAIS 2024), 4.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando cortador de calçados, a mão (exceto solas)?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 140 admissões contra 150 desligamentos, saldo de -10 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata cortador de calçados, a mão (exceto solas)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de calçados de couro (CNAE 1531901), com 45% das admissões e mediana de R$ 2.836. A ficha de cortador de calçados, a mão (exceto solas) no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de cortador de calçados, a mão (exceto solas)?

7683-10 (família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser cortador de calçados, a mão (exceto solas)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7683: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com o ensino fundamental concluído, exceto o artífice do couro do qual não é exigida nenhuma escolaridade. A experiência para os profissionais é de menos de um ano e a qualificação profissional ocorre na prática. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7683-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7683-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7683-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1531901), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (8 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7683:

  • •Associação dos Artesãos em Couro e Afins de Aracati
  • •Bessa Rio Indústria de Acessórios Ltda.
  • •Calçados Pé de Ferro Nordeste Ltda.
  • •Cooperativa Industrial Aracati Calçados Ltda
  • •Kawalli Calçados Ltda.
  • •Terezinha Pinho Campos EPP
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
Voltar ao topo