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NF-e cMun · IBGE 5.571 municípios · tabela oficial

Código de município IBGE (cMun): consulte e valide antes de emitir

O autorizador confere cada código de município do XML contra a Tabela de Municípios oficial (DTB/IBGE, Portal Nacional da NF-e) — código inexistente ou de UF errada devolve as rejeições 272/273 (emitente) e 270/271 (fato gerador). Com a reforma, o município virou destino do IBS: o cMunFGIBS entrou no grupo da NT 2025.002 (rejeições 1000/1005). Busque pelo nome ou valide o código que o seu sistema informa.

Onde o código aparece no XML — e o que rejeita

Campo O que é Rejeições
ide/cMunFG Município do fato gerador do ICMS 270 · 271
emit/enderEmit/cMun Município do emitente 272 · 273
dest/enderDest/cMun Município do destinatário — a base do princípio do destino validação cadastral
cMunFGIBS Município do fato gerador do IBS (NT 2025.002) — pra onde o imposto vai na reforma 1000 · 1005

Fonte: Tabela de Municípios (DTB/IBGE) — Portal Nacional da NF-e, seção Diversos, extraída em 28/07/2026. O validador de XML confere os códigos de município da nota inteira de uma vez.

Perguntas frequentes

O que é o cMun da NF-e?

É o código IBGE de 7 dígitos do município, usado em vários pontos do XML: município do emitente (emit/enderEmit/cMun), do destinatário (dest/enderDest/cMun), do fato gerador do ICMS (ide/cMunFG) e, com a Reforma Tributária, o município do fato gerador do IBS (cMunFGIBS). O autorizador valida cada um contra a Tabela de Municípios oficial (DTB/IBGE, publicada no Portal Nacional da NF-e) — código inexistente ou de UF divergente rejeita a nota.

Quais rejeições o código de município errado causa?

As clássicas: 270 (código do município do fato gerador inexistente), 271 (município do FG difere da UF do emitente), 272 (código do município do emitente inexistente) e 273 (município do emitente difere da UF). Com a NT 2025.002, a série 1000 trouxe as do IBS: 1000 e 1005 (município do fato gerador do IBS informado indevidamente, conforme o local da operação). Todas têm ficha nesta consulta com a regra oficial.

Por que o município ficou mais importante com a reforma?

Porque o IBS é do DESTINO: a arrecadação vai pro município onde a operação acontece, e a alíquota municipal do IBS será a do município competente (cada um poderá fixar a sua a partir da transição). Errar o código IBGE deixa de ser só um erro cadastral — passa a ser erro de roteamento do imposto. O grupo gIBSCBS e o cMunFGIBS amarram essa lógica no XML.

Dá pra descobrir o código IBGE pelo CEP?

Não por fonte oficial aberta: a base CEP × município é dos Correios (fechada). O caminho oficial é este: buscar o município pelo NOME nesta tabela (a mesma que o autorizador usa) e conferir a UF. O CEP na NF-e é validado só no formato (8 dígitos) — quem rejeita a nota é o código de município, não o CEP.

Os dois primeiros dígitos do cMun significam algo?

Sim: são o código IBGE da UF (35 = São Paulo, 33 = Rio de Janeiro, 53 = DF…). É exatamente esse prefixo que o autorizador cruza nas rejeições 271/273 — o município informado precisa pertencer à UF declarada no mesmo grupo do XML. O validador desta página confere o par código × UF de uma vez.

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