Validador de GTIN: dígito verificador, prefixo GS1 e consulta de medicamento
Digite o código de barras do produto (GTIN-8, 12, 13 ou 14) e veja se ele passa nas validações que a SEFAZ aplica ao cEAN/cEANTrib da NF-e: dígito verificador (com o cálculo aberto) e prefixo GS1 contra a tabela oficial do Portal Nacional. Se for medicamento, a consulta ainda devolve produto, registro e situação na Anvisa, lista de PIS/Cofins e preço-teto CMED — base oficial com 26.886 códigos de barras.
As rejeições de GTIN da NF-e
O autorizador valida o GTIN em duas camadas: estrutura (formato, dígito verificador, prefixo) e cadastro (existência e coerência no CCG — Cadastro Centralizado de GTIN, que cruza com NCM e CEST). Estas são as fichas:
Perguntas frequentes
O que é o GTIN e onde ele entra na NF-e?
GTIN (Global Trade Item Number) é o código de barras do produto — o antigo EAN. Na NF-e ele vai nos campos cEAN (unidade comercial) e cEANTrib (unidade tributável). Desde a NT 2017.001 a SEFAZ valida o GTIN na autorização: dígito verificador errado, prefixo inexistente ou código fora do Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) rejeitam a nota. Produto sem código de barras deve informar o literal SEM GTIN.
Como o dígito verificador do GTIN é calculado?
Algoritmo GS1 (módulo 10): da direita pra esquerda, ignorando o último dígito (o verificador), multiplica-se cada algarismo alternadamente por 3 e por 1, soma-se tudo, e o verificador é o quanto falta pra próxima dezena. Este validador mostra o cálculo passo a passo do código informado.
O que é o prefixo GS1?
Os primeiros algarismos do GTIN identificam a organização GS1 que concedeu a faixa — normalmente um país (789-790 = GS1 Brasil). A tabela oficial de faixas válidas é publicada no Portal Nacional da NF-e e há faixas especiais que não identificam país (uso interno, publicações). Prefixo fora das faixas válidas = rejeição.
O validador consulta o Cadastro Centralizado de GTIN (CCG)?
Não — o CCG é uma base restrita, consultada pelas SEFAZ na autorização (rejeições 890/894 quando o GTIN não existe lá, e 891/892/895/896 quando NCM ou CEST não batem com o cadastro). O que dá pra validar fora do autorizador — formato, dígito verificador e prefixo GS1 — este validador cobre por completo, com as mesmas tabelas oficiais.
Dá pra saber qual produto é pelo código de barras?
Pra medicamentos, sim: o validador cruza o EAN com a lista oficial de preços da CMED/Anvisa (26.886 apresentações) e com os Dados Abertos de registros da Anvisa. Devolve produto, apresentação, laboratório, registro e situação na Anvisa, tarja, classe terapêutica, a lista de concessão de crédito de PIS/Cofins (Lei 10.147/2000 — positiva, negativa ou neutra) e o preço-teto CMED (PF/PMC). Pra outros produtos o GTIN não tem base pública equivalente — a validação estrutural continua valendo.
Como fica medicamento na reforma tributária (IBS/CBS)?
Medicamento registrado na Anvisa tem redução de 60% de IBS/CBS (Anexo XII da LC 214/2025). Um subconjunto tem alíquota ZERO por destinação (oncologia, doenças raras, DST/AIDS…) — mas essa lista é dinâmica, definida pelo MF/CGIBS a cada 120 dias (art. 146, redação da LC 227/2026), então nenhuma lista fixa de NCM é confiável. O card do medicamento aqui aponta o enquadramento com essa ressalva.
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