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CBO 2002 Família 7683 R$ 2.077 na admissão -84 postos em 12 meses 28 atividades

CBO 7683-05 — Artífice do couro

O código 7683-05 identifica a ocupação artífice do couro na CBO 2002, dentro da família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um artífice do couro

Cortam, montam e costuram calçados de couro, à mão. Confeccionam bolsas, carteiras, cintos, selas e arreios de couro. Realizam acabamento em calçados e em artefatos de couro.

Descrição oficial da família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Essas ocupações são exercidas por profissionais com carteira assinada, empregados na indústria de preparação de couros e fabricação de artefatos de couro. O trabalho é presencial, individual com supervisão permanente, realizado em ambiente fechado, no período diurno. Em algumas atividades, os profissionais estão sujeitos a materiais tóxicos e a permanecerem em posições desconfortáveis durante longos períodos.

Recursos de trabalho

Chanfradeira; Esmeril; Facas; Forma de calçados; Máquina de costura; Martelo; Mesa de zinco; Pedra de mármore; Torquesa; Vazador.

Quanto ganha um artífice do couro

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.71110% ganham até R$ 2.077mediana R$ 2.52910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.545

Entrada × quem já está

R$ 2.077 ao ser admitido · R$ 2.545 para quem tem vínculo ativo +22,5%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de artífice do couro foi de R$ 2.077 — metade das 784 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.711 e os 10% de maior, acima de R$ 2.529.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.545, ou seja, 22,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 43 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.077
Por ano (12 salários)R$ 24.924
Por semanaR$ 478
Por hora (43.4h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.072 48,3%
  • Mulheres — R$ 2.078 51,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.770 65,5%
  • Mulheres — R$ 2.314 34,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 2.067
  • Nordeste 1.672
  • Sudeste 1.954
  • Sul 2.108

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RS 385 -115 — R$ 2.113 —
SP 140 -4 — R$ 1.943 —
MG 123 +15 — R$ 1.942 —
ES 67 +17 — R$ 2.040 —
PR 33 +3 — R$ 1.888 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

878

Desligamentos

962

Saldo

-84

Rotatividade

46,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+50) saldo negativo · pior: dez/25 (-52)

Em 12 meses houve 878 admissões e 962 desligamentos de artífice do couro, o que significa que o mercado formal fechou 84 postos de trabalho no período, com rotatividade de 46,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 36,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 42,1% por dispensa sem justa causa, além de 19% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 36,5%
  • Dispensa sem justa causa 42,1%
  • Fim de contrato 19%

Sobre 962 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 0,1%
  • Jovem aprendiz 4,3%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 8,1%
  • 1 a 4 empregados 3%
  • 5 a 9 empregados 8,3%
  • 10 a 19 empregados 7,5%
  • 20 a 49 empregados 16,5%
  • 50 a 99 empregados 7,3%
  • 100 a 249 empregados 9,7%
  • 250 a 499 empregados 6,1%
  • 500 a 999 empregados 28,3%
  • 1.000 ou mais empregados 5,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata artífice do couro

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material 1521100 · 37,7% das admissões 331 44h R$ 2.045 R$ 2.150 R$ 2.384 2% 2
Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente 1529700 · 11,4% das admissões 100 43.9h R$ 1.832 R$ 1.896 R$ 1.974 3% 2
Fabricação de artefatos para pesca e esporte 3230200 · 5,2% das admissões 46 44h — R$ 1.945 — 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,7% das admissões 41 44.4h R$ 2.030 R$ 2.113 R$ 2.164 3% 1
Administração pública em geral 8411600 · 4,1% das admissões 36 — — — — 2% 1
Fabricação de calçados de couro 1531901 · 3,9% das admissões 34 43.7h — R$ 2.134 — 2% 3
Fabricação de móveis com predominância de madeira 3101200 · 3,8% das admissões 33 44h — R$ 2.500 — 3% 3
Acabamento de calçados de couro sob contrato 1531902 · 3,8% das admissões 33 44h — R$ 1.877 — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como artífice do couro

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.059 vínculos

Idade mediana

51 anos

Tempo de casa

43 meses

No setor público

42,9%

Em empresa do Simples

26,1%

Sexo

  • Homem 64,2%
  • Mulher 35,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,5h/sem
  • Pessoas com deficiência1%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 2.059 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 48,5%
  • Branca 42,2%
  • Preta 8,5%
  • Amarela 0,7%
  • Indígena 0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 6,3%
  • Até o 5º ano incompleto 3%
  • 5º ano completo 3,6%
  • 6º ao 9º ano 9,1%
  • Fundamental completo 22,5%
  • Médio incompleto 5,3%
  • Médio completo 46,5%
  • Superior incompleto 0,7%
  • Superior completo 2,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 0,1%
  • Até 5º ano incompleto 0,8%
  • 5º ano completo 2,1%
  • 6º a 9º ano 8,1%
  • Fundamental completo 15,1%
  • Médio incompleto 18,5%
  • Médio completo 53,4%
  • Superior incompleto 0,5%
  • Superior completo 1,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 4,7%
  • 5 a 9 empregados 5,9%
  • 10 a 19 empregados 9,2%
  • 20 a 49 empregados 12,4%
  • 50 a 99 empregados 3,4%
  • 100 a 249 empregados 6,1%
  • 250 a 499 empregados 5,4%
  • 500 a 999 empregados 13,7%
  • 1.000 ou mais empregados 39,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com o ensino fundamental concluído, exceto o artífice do couro do qual não é exigida nenhuma escolaridade. A experiência para os profissionais é de menos de um ano e a qualificação profissional ocorre na prática. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7683.

Qual especialização paga mais na família 7683

Todas as ocupações de trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7683-10 Cortador de calçados, a mão (exceto solas) R$ 2.516 R$ 2.638 344
7683-05 Artífice do couro (esta página) R$ 2.077 R$ 2.545 2.059
7683-15 Costurador de artefatos de couro, a mão (exceto roupas e calçados) R$ 1.863 R$ 1.861 523
7683-20 Sapateiro (calçados sob medida) R$ 1.883 R$ 1.851 10.595
7683-25 Seleiro R$ 1.820 R$ 1.818 609

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7683-05.

B Montar calçados de couro à mão (7)
  • •Selecionar cola
  • •Cortar palmilha
  • •Fixar palmilha na fôrma
  • •Fixar cabedal na fôrma
  • •Armar biqueiras dos calçados com couraça
  • •Colar vira (orla) entre palmilha e solado
  • •Aplicar acessórios
C Costurar calçados à mão (4)
  • •Separar peças de calçados
  • •Furar palas
  • •Umedecer calçados
  • •Cortar linha
D Confeccionar bolsas e carteiras (2)
  • •Separar peças de bolsas e carteiras
  • •Aplicar cola nas peças
E Confeccionar cintos de couro (2)
  • •Pintar bordas dos cintos
  • •Fixar fivelas
F Confeccionar selas e arreios de couro (1)
  • •Fixar acessórios
G Realizar acabamento (calçados e artefatos de couro) (4)
  • •Retirar excesso de colas
  • •Pintar calçados
  • •Lustrar peças acabadas
  • •Escovar calçados
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • •Tomar iniciativa
  • •Demonstrar coordenação motora
  • •Demonstrar sociabilidade
  • •Demonstrar responsabilidade
  • •Demonstrar dinamismo
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar auto-organização
  • •Demonstrar autocrítica

Sinônimos oficiais (4)

Bolseiro (bolsas de couro)Cinteiro (correeiro)Colador de couro, a mãoTrabalhador na confecção de peças de couro

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7683-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um artífice do couro?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.077 por mês, considerando as 784 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.711 (10% menores) a R$ 2.529 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.545 (RAIS 2024), 22.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando artífice do couro?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 878 admissões contra 962 desligamentos, saldo de -84 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata artífice do couro?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material (CNAE 1521100), com 37,7% das admissões e mediana de R$ 2.150. A ficha de artífice do couro no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de artífice do couro?

7683-05 (família 7683 — Trabalhadores artesanais da confecção de calçados e artefatos de couros e peles). A CBO reconhece também os títulos: Bolseiro (bolsas de couro), Cinteiro (correeiro), Colador de couro, a mão, Trabalhador na confecção de peças de couro — todos usam o mesmo código 7683-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser artífice do couro?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7683: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com o ensino fundamental concluído, exceto o artífice do couro do qual não é exigida nenhuma escolaridade. A experiência para os profissionais é de menos de um ano e a qualificação profissional ocorre na prática. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7683-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7683-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7683-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1521100), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (8 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7683:

  • •Associação dos Artesãos em Couro e Afins de Aracati
  • •Bessa Rio Indústria de Acessórios Ltda.
  • •Calçados Pé de Ferro Nordeste Ltda.
  • •Cooperativa Industrial Aracati Calçados Ltda
  • •Kawalli Calçados Ltda.
  • •Terezinha Pinho Campos EPP
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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