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CBO 2002 Família 2321 R$ 6.813 na admissão +70 postos em 12 meses 21 atividades

CBO 2321-40 — Professor de história no ensino médio

O código 2321-40 identifica a ocupação professor de história no ensino médio na CBO 2002, dentro da família 2321 — Professores do ensino médio. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um professor de história no ensino médio

Ministram aulas teóricas e práticas no ensino médio, em escolas da rede pública e privada; acompanham a produção da área educacional e cultural; planejam o curso, a disciplina e o projeto pedagógico; avaliam o processo de ensino-aprendizagem; preparam aulas e participam de atividades institucionais. Para o desenvolvimento das atividades é mobilizado um conjunto de capacidades comunicativas.

Descrição oficial da família 2321 — Professores do ensino médio, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham com clientelas de diferentes faixas etárias, com predomínio de adolescentes, oriundas de comunidades com diferentes contextos culturais e sociais. Atuam em escolas ou instituições de ensino das redes públicas federal, estadual, municipal, da rede privada e ONG. Trabalham em zonas urbanas, como estatutários ou empregados registrados em carteira. Desenvolvem suas atividades de forma individual e em equipe, com supervisão ocasional, em locais próprios à atividade de ensino. Em algumas atividades, podem estar expostos aos efeitos do ruído intenso, à fadiga das cordas vocais e ao estresse do trabalho sob pressão.

Recursos de trabalho

CD-player; Dicionários; Livros de literatura, gramáticas; Lousa branca, quadro de giz e magnético; Material de desenho; Reagentes; Revistas, jornais; Softwares; Tabelas periódicas, vidraria de laboratório; Televisor e vídeo.

Quanto ganha um professor de história no ensino médio

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60710% ganham até R$ 6.813mediana R$ 15.55710% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.546

Entrada × quem já está

R$ 6.813 ao ser admitido · R$ 4.546 para quem tem vínculo ativo -33,3%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de professor de história no ensino médio foi de R$ 6.813 — metade das 157 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.607 e os 10% de maior, acima de R$ 15.557.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.546, ou seja, 33,3% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 65 meses.

Considerando a jornada média de 17.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 37,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.813
Por ano (12 salários)R$ 81.756
Por semanaR$ 1.568
Por hora (17.2h/sem)R$ 37,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 7.375 56,1%
  • Mulheres — R$ 6.038 43,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.200 51,3%
  • Mulheres — R$ 4.927 48,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 3.850
  • Sudeste 7.575

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

1.225

Desligamentos

1.155

Saldo

+70

Rotatividade

7,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+209) saldo negativo · pior: dez/25 (-284)

Em 12 meses houve 1.225 admissões e 1.155 desligamentos de professor de história no ensino médio, o que significa que o mercado formal abriu 70 postos de trabalho no período, com rotatividade de 7,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 51,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 41,1% por dispensa sem justa causa, além de 4,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 51,9%
  • Dispensa sem justa causa 41,1%
  • Fim de contrato 4,2%

Sobre 1.155 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 7,4%
  • Contrato intermitente 0,1%
  • Pessoa com deficiência 0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 5,2%
  • 1 a 4 empregados 1,8%
  • 5 a 9 empregados 0,6%
  • 10 a 19 empregados 9,7%
  • 20 a 49 empregados 35,8%
  • 50 a 99 empregados 27,2%
  • 100 a 249 empregados 14%
  • 250 a 499 empregados 3,3%
  • 500 a 999 empregados 0,7%
  • 1.000 ou mais empregados 1,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata professor de história no ensino médio

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Ensino fundamental 8513900 · 42,1% das admissões 516 43.6h R$ 4.163 R$ 7.425 R$ 10.138 1% 2
Ensino médio 8520100 · 27,4% das admissões 336 44.8h R$ 3.925 R$ 6.850 R$ 11.975 1% 2
Educação infantil - préescola 8512100 · 15,6% das admissões 191 44.6h — R$ 4.334 — 1% 2
Educação infantil - creche 8511200 · 4,7% das admissões 57 — — — — 2% 2
Cursos preparatórios para concursos 8599605 · 2,8% das admissões 34 43.6h — R$ 7.240 — 1% 2
Educação profissional de nível técnico 8541400 · 2% das admissões 24 — — — — 1% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 1,5% das admissões 18 — — — — 2% 2
Administração pública em geral 8411600 · 1,1% das admissões 14 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como professor de história no ensino médio

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 16.123 vínculos

Idade mediana

44 anos

Tempo de casa

65 meses

No setor público

66,7%

Em empresa do Simples

14,5%

Sexo

  • Homem 49,9%
  • Mulher 50,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada32,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,4%
  • Jornada parcial2,7%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos8,8%

Sobre os 16.123 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 62,2%
  • Parda 30,1%
  • Preta 6,2%
  • Indígena 0,7%
  • Amarela 0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 91,8%
  • Mestrado 7%
  • Doutorado 1,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo 7,5%
  • Superior incompleto 2,2%
  • Superior completo 70,3%
  • Pós-graduação 9,9%
  • Mestrado 8,5%
  • Doutorado 1,6%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 0,2%
  • 5 a 9 empregados 0,4%
  • 10 a 19 empregados 2,1%
  • 20 a 49 empregados 11%
  • 50 a 99 empregados 11,2%
  • 100 a 249 empregados 7,2%
  • 250 a 499 empregados 2,4%
  • 500 a 999 empregados 1,2%
  • 1.000 ou mais empregados 64,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer formação de nível superior específica, conforme a área de atuação. Na rede pública de ensino requer-se concurso público.

Texto oficial do MTE para a família 2321.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico302.390 contracheques · SIAPE R$ 13.822 R$ 16.849 R$ 22.548 DEDICACAO EXCLUSIVA

A mediana no cargo federal (Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico) é R$ 16.849 contra R$ 4.546 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +270,6%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

✓ Oficial · 01 de junho de 2026 Portal da Transparência — remuneração de servidores federais — Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e Decreto 7.724/2012; dados abertos de servidores do Executivo, militares e BACEN · Controladoria-Geral da União — CGU

Qual especialização paga mais na família 2321

Todas as ocupações de professores do ensino médio, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2321-15 Professor de disciplinas pedagógicas no ensino médio R$ 4.939 R$ 5.585 296.386
2321-45 Professor de língua e literatura brasileira no ensino médio R$ 5.788 R$ 4.807 20.191
2321-50 Professor de língua estrangeira moderna no ensino médio R$ 5.400 R$ 4.568 11.055
2321-40 Professor de história no ensino médio (esta página) R$ 6.813 R$ 4.546 16.123
2321-35 Professor de geografia no ensino médio R$ 6.125 R$ 4.461 14.892
2321-55 Professor de matemática no ensino médio R$ 5.631 R$ 4.371 25.329
2321-20 Professor de educação física no ensino médio R$ 3.185 R$ 4.149 14.959
2321-05 Professor de artes no ensino médio R$ 3.250 R$ 4.008 14.331
2321-10 Professor de biologia no ensino médio R$ 5.138 R$ 3.595 14.895
2321-60 Professor de psicologia no ensino médio — R$ 3.038 234
2321-65 Professor de química no ensino médio R$ 6.844 R$ 2.801 12.621
2321-30 Professor de física no ensino médio R$ 6.938 R$ 2.751 12.187
2321-25 Professor de filosofia no ensino médio R$ 6.463 R$ 2.551 7.240
2321-70 Professor de sociologia no ensino médio R$ 5.513 R$ 2.458 5.571

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2321-40.

Z Demonstrar competências pessoais (21)
  • •Dominar os conhecimentos da área específica e da área pedagógica
  • •Respeitar as diferenças culturais, econômicas e sociais da comunidade escolar
  • •Contribuir para o estabelecimento de relações democráticas na escola
  • •Zelar pela manutenção das conquistas e direitos do professor
  • •Zelar por uma postura ética na ação pedagógica
  • •Atuar nas associações sindicais e acadêmicas
  • •Administrar conflitos
  • •Expressar-se com clareza
  • •Manter um ambiente que possibilite o aprendizado na sala de aula
  • •Refletir continuamente sobre a própria prática docente
  • •Preparar-se para concursos docentes
  • •Informar-se sobre exigências e necessidades da sociedade relacionadas com áreas de conhecimento
  • •Estimular o aluno para a aprendizagem contínua
  • •Estimular a participação do aluno nas atividades
  • •Acompanhar processo de aprendizagem
  • •Sensibilizar os alunos para a importância do conteúdo para o desenvolvimento humano
  • •Incentivar a capacidade criadora dos alunos
  • •Desenvolver as percepções estética, ética e política nos alunos
  • •Estimular as vocações profissionais através do conteúdo das disciplinas
  • •Estimular a continuidade da escolaridade
  • •Garantir o desenvolvimento do conteúdo das disciplinas

Perguntas frequentes

Quanto ganha um professor de história no ensino médio?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.813 por mês, considerando as 157 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.607 (10% menores) a R$ 15.557 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.546 (RAIS 2024), 33.3% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando professor de história no ensino médio?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 1.225 admissões contra 1.155 desligamentos, saldo de +70 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata professor de história no ensino médio?

A atividade econômica que mais contratou foi Ensino fundamental (CNAE 8513900), com 42,1% das admissões e mediana de R$ 7.425. A ficha de professor de história no ensino médio no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de professor de história no ensino médio?

2321-40 (família 2321 — Professores do ensino médio). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser professor de história no ensino médio?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2321: O exercício dessas ocupações requer formação de nível superior específica, conforme a área de atuação. Na rede pública de ensino requer-se concurso público.

Quanto ganha professor de história no ensino médio no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico), a remuneração básica bruta mediana é R$ 16.849, com jornada predominante de dedicacao exclusiva — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 270.6% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2321-40?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2321-40 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2321-40 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8513900), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2321:

  • •Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (Cefet-ba)
  • •Colégio Pedro Ii (Rio de Janeiro)
  • •Colégio Salesiano Dom Bosco
  • •Colégio Universitário
  • •Escola da Vila (São Paulo)
  • •Escola Estadual Carlos Gomes (Campinas)
  • •Escola Estadual Professor Architiclino Santos (São Paulo)
  • •Escola Estadual Professor Ayres de Moura (São Paulo)
  • •Escola Estadual Vitor Meireles (Campinas)
  • •Escola Técnica Estadual Prof. Basilides de Godoy
  • •Fundação do Instituto Tecnológico de Osasco (Fito)
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
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