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CBO 2002 Família 1225 R$ 3.304 na admissão -22 postos em 12 meses 124 atividades

CBO 1225-20 — Turismólogo

O código 1225-20 identifica a ocupação turismólogo na CBO 2002, dentro da família 1225 — Diretores de serviços de turismo, de alojamento e de alimentação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um turismólogo

Dirigem, no mais alto nível, e como representantes dos proprietários ou acionistas ou por conta própria, as atividades de produção e operação de empresas de prestação de serviços em turismo, alimentação e hotelaria. Definem política e diretrizes; traçam plano operacional; operacionalizam negócios; produzem resultados; coordenam equipes; garantem qualidade de produtos e serviços; analisam mercado e atuam como relações públicas.

Descrição oficial da família 1225 — Diretores de serviços de turismo, de alojamento e de alimentação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Desenvolvem as atividades em equipe, sob supervisão ocasional, em ambientes fechados e no período diurno. Podem trabalhar sob pressão, ocasionando estresse.

Recursos de trabalho

Calculadora; Computador e impressora; Internet e intranet; Mapas; Material de escritório; Rádio nextel; Telefone e fax.

Quanto ganha um turismólogo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.01410% ganham até R$ 3.304mediana R$ 7.05310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.004

Entrada × quem já está

R$ 3.304 ao ser admitido · R$ 5.004 para quem tem vínculo ativo +51,5%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de turismólogo foi de R$ 3.304 — metade das 97 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.014 e os 10% de maior, acima de R$ 7.053.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.004, ou seja, 51,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 32 meses.

Considerando a jornada média de 43 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 18,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.304
Por ano (12 salários)R$ 39.648
Por semanaR$ 760
Por hora (43h/sem)R$ 18,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.619 38,1%
  • Mulheres — R$ 3.525 61,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.946 29,4%
  • Mulheres — R$ 5.007 70,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste 4.050

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

103

Desligamentos

125

Saldo

-22

Rotatividade

23,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/26 (+5) saldo negativo · pior: nov/25 (-9)

Em 12 meses houve 103 admissões e 125 desligamentos de turismólogo, o que significa que o mercado formal fechou 22 postos de trabalho no período, com rotatividade de 23,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 42,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 48% por dispensa sem justa causa, além de 6,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 42,4%
  • Dispensa sem justa causa 48%
  • Fim de contrato 6,4%

Sobre 125 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 14,1%
  • 1 a 4 empregados 20%
  • 5 a 9 empregados 2,4%
  • 10 a 19 empregados 8,2%
  • 20 a 49 empregados 16,5%
  • 50 a 99 empregados 4,7%
  • 100 a 249 empregados 15,3%
  • 500 a 999 empregados 2,4%
  • 1.000 ou mais empregados 16,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata turismólogo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Agências de viagens 7911200 · 49,5% das admissões 51 44h R$ 2.669 R$ 4.300 R$ 6.013 1% 1
Hotéis 5510801 · 12,6% das admissões 13 44h — R$ 2.553 — 2% 2
Operadores turísticos 7912100 · 6,8% das admissões 7 — — — — 1% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 6,8% das admissões 7 — — — — 2% 1
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 5,8% das admissões 6 — — — — 2% 1
Administração pública em geral 8411600 · 2,9% das admissões 3 — — — — 2% 1
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 2,9% das admissões 3 — — — — 2% 2
Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente 7990200 · 1,9% das admissões 2 — — — — 1% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como turismólogo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 530 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

32 meses

No setor público

39,1%

Em empresa do Simples

17,5%

Sexo

  • Mulher 70%
  • Homem 30%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,6%
  • Jornada parcial0,4%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos18,7%

Sobre os 530 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 56,6%
  • Parda 36%
  • Preta 6,1%
  • Amarela 1,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 97%
  • Mestrado 2,1%
  • Doutorado 0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto 1%
  • Médio completo 29,1%
  • Superior incompleto 6,8%
  • Superior completo 52,4%
  • Pós-graduação 8,7%
  • Mestrado 1,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 7,4%
  • 5 a 9 empregados 3,4%
  • 10 a 19 empregados 7,2%
  • 20 a 49 empregados 11,9%
  • 50 a 99 empregados 5,5%
  • 100 a 249 empregados 10,6%
  • 250 a 499 empregados 10%
  • 500 a 999 empregados 10,2%
  • 1.000 ou mais empregados 34%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por pessoas com escolaridade de ensino superior acrescida de programas de treinamento e especialização, correlatos às suas atividades. O pleno exercício das atividades profissionais se dá após cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1225.

Qual especialização paga mais na família 1225

Todas as ocupações de diretores de serviços de turismo, de alojamento e de alimentação, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
1225-10 Diretor de produção e operações de hotel R$ 12.006 R$ 14.313 134
1225-05 Diretor de produção e operações de alimentação R$ 4.181 R$ 6.213 465
1225-20 Turismólogo (esta página) R$ 3.304 R$ 5.004 530
1225-15 Diretor de produção e operações de turismo R$ 2.850 R$ 4.581 217

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1225-20.

A Definir planos, políticas e diretrizes (15)
  • •Definir objetivos
  • •Fixar metas
  • •Definir políticas de segurança
  • •Decidir políticas de comissionamento
  • •Definir políticas de qualidade
  • •Definir estratégias de marketing
  • •Definir estratégias de vendas
  • •Definir indicadores de desempenho
  • •Definir prioridades
  • •Definir tipos e quantidade de auditorias
  • •Elaborar políticas públicas de desenvolvimento do turismo
  • •Analisar legislação pertinente
  • •Fomentar o envolvimento da sociedade
  • •Elaborar planos de turismo
  • •Elaborar planos de desenvolvimento local
B Traçar plano operacional (23)
  • •Elaborar programas turísticos
  • •Elaborar cronogramas de viagens
  • •Planejar roteiros turísticos
  • •Planejar logística terrestre, aérea e aquaviária
  • •Estabelecer preços de produtos e serviços
  • •Estabelecer formas de pagamento
  • •Estabelecer parcerias
  • •Escolher produtos para veiculação
  • •Escolher produtos para promoção
  • •Escolher formas de divulgação
  • •Programar eventos
  • •Programar promoções
  • •Elaborar orçamentos
  • •Calcular retorno de investimento
  • •Gerir informação turística
  • •Planejar eventos
  • •Elaborar plano de marketing turístico
  • •Elaborar plano de negócios
  • •Elaborar projetos e programas turísticos, culturais e ambientais
  • •Elaborar planos de lazer e entretenimento
  • •Participar da elaboração de planos de manejo
  • •Participar de processo de licenciamento ambiental
  • •Coordenar elaboração de planos de uso público
C Executar planos de negócios (20)
  • •Pesquisar fornecedores
  • •Contatar fornecedores
  • •Negociar com fornecedores, clientes e parceiros
  • •Firmar contratos de compras
  • •Firmar contratos de seguros
  • •Aprovar orçamentos
  • •Aprovar campanhas de marketing
  • •Implementar parcerias
  • •Gerir custos
  • •Gerir recursos materiais e financeiros
  • •Acompanhar desenvolvimento das viagens
  • •Controlar divulgação de produtos
  • •Avaliar desempenho dos parceiros
  • •Implementar projetos
  • •Articular com os atores sociais envolvidos
  • •Coordenar programas de sensibilização em comunidades
  • •Captar recursos, patrocínios e apoio
  • •Captar eventos
  • •Organizar eventos
  • •Assessorar a realização de eventos
D Produzir resultados (13)
  • •Monitorar metas
  • •Monitorar indicadores de desempenho
  • •Alterar produto conforme oscilação de custos e de preço final
  • •Avaliar vendas
  • •Avaliar margem de lucros
  • •Avaliar relatórios
  • •Avaliar comportamento dos resultados
  • •Prestar contas a superiores
  • •Adequar estratégias e planos
  • •Monitorar projetos
  • •Monitorar eventos
  • •Supervisionar contratos de serviços turísticos
  • •Prestar consultoria e auditoria
E Coordenar equipes (5)
  • •Selecionar equipes
  • •Capacitar equipes
  • •Orientar equipes
  • •Avaliar desempenho de equipes
  • •Gerir reuniões participativas
F Garantir qualidade de produtos e serviços (12)
  • •Informar-se da situação da organização
  • •Solicitar pesquisa de satisfação do cliente
  • •Analisar pesquisa de satisfação do cliente
  • •Zelar pela imagem da organização
  • •Zelar pelo funcionamento da organização
  • •Realizar visitas de inspeção
  • •Cobrar padronização de produtos e serviços
  • •Corrigir desvios
  • •Elaborar conteúdo programático para capacitação em turismo
  • •Capacitar pessoas envolvidas no sistema de turismo
  • •Supervisionar qualidade e segurança de atividades, serviços e espaços turísticos
  • •Classificar estabelecimentos e prestadores de serviços turísticos
G Analisar mercado (6)
  • •Acompanhar concorrência
  • •Analisar localidades nacionais e internaconais, do ponto de vista turístico
  • •Comparar condições da concorrência
  • •Analisar pontos turísticos
  • •Detectar tendências de mercado
  • •Analisar oferta e demanda turística
H Realizar pesquisas (6)
  • •Inventariar oferta turística
  • •Realizar diagnósticos turísticos
  • •Identificar público alvo
  • •Identificar nichos de mercado
  • •Avaliar impactos sócioambientais e econômicos
  • •Identificar os atores sociais envolvidos
Y Comunicar-se (10)
  • •Conceder entrevistas
  • •Receber visitantes
  • •Representar empresa em eventos
  • •Atender a franqueados e parceiros
  • •Visitar parceiros
  • •Participar de feiras nacionais e internacionais
  • •Coordenar cerimonial
  • •Emitir declaração de interesse e relevância turística
  • •Emitir pareceres e laudos técnicos
  • •Estabelecer relações institucionais
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • •Trabalhar em equipe
  • •Tomar decisões
  • •Visualizar futuro
  • •Demonstrar poder de convencimento
  • •Demonstrar visão de mercado
  • •Demonstrar agilidade
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar fluência em outro idioma
  • •Demonstrar confiabilidade
  • •Demonstrar liderança
  • •Demonstrar objetividade
  • •Demonstrar flexibilidade
  • •Demonstrar proatividade
  • •Demonstrar dinamismo

Sinônimos oficiais (4)

Analista de turismo (turismólogo)Consultor em turismo (turismólogo)Gestor em turismo (turismólogo)Planejador de turismo (turismólogo)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 1225-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um turismólogo?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.304 por mês, considerando as 97 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 2.014 (10% menores) a R$ 7.053 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.004 (RAIS 2024), 51.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando turismólogo?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 103 admissões contra 125 desligamentos, saldo de -22 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata turismólogo?

A atividade econômica que mais contratou foi Agências de viagens (CNAE 7911200), com 49,5% das admissões e mediana de R$ 4.300. A ficha de turismólogo no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de turismólogo?

1225-20 (família 1225 — Diretores de serviços de turismo, de alojamento e de alimentação). A CBO reconhece também os títulos: Analista de turismo (turismólogo), Consultor em turismo (turismólogo), Gestor em turismo (turismólogo), Planejador de turismo (turismólogo) — todos usam o mesmo código 1225-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser turismólogo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1225: Essas ocupações são exercidas por pessoas com escolaridade de ensino superior acrescida de programas de treinamento e especialização, correlatos às suas atividades. O pleno exercício das atividades profissionais se dá após cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1225-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1225-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1225-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7911200), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (7 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 1225:

  • •Agaxtur Turismo S.A.
  • •Alsaraiva Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda.
  • •Gr Serviços de Alimentação
  • •Hotelaria Accor Brasil S.A.
  • •Queensberry Agência de Viagens e Turismo Ltda.
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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