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CBO 2002 Família 5141 R$ 1.667 na admissão +97 postos em 12 meses 57 atividades

CBO 5141-15 — Sacristão

O código 5141-15 identifica a ocupação sacristão na CBO 2002, dentro da família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um sacristão

Zelam pela segurança das pessoas e do patrimônio de edifícios de apartamentos, edifícios comerciais, igrejas e outros. Atendem e controlam a movimentação de pessoas e veículos no estacionamento; recebem objetos, mercadorias, materiais, equipamentos; conduzem o elevador, realizam pequenos reparos. Prestam assistência aos religiosos, ornamentam a igreja e preparam vestes litúrgicas.

Descrição oficial da família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

São trabalhadores assalariados, com carteira assinada. Trabalham em ambiente fechado e a céu aberto. Organizam-se em equipe e são supervisionados permanentemente ou ocasionalmente, dependendo do serviço executado. Trabalham em horários diurnos, noturnos e em regime de rodízio de turno.

Recursos de trabalho

Chave de fenda, grifo, alicate, chave de bomba; Escadas; Ferro de passar roupa; Fios elétricos, interruptores, soquetes; Luvas, botas; Máquina de costura, linha, agulha; Material de limpeza; Óleo de peroba, cera, lustra-móveis; Tanque de lavar roupa; Vassoura, rodo, baldes, pás.

Quanto ganha um sacristão

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.54010% ganham até R$ 1.667mediana R$ 2.38910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.594

Entrada × quem já está

R$ 1.667 ao ser admitido · R$ 1.594 para quem tem vínculo ativo -4,4%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de sacristão foi de R$ 1.667 — metade das 219 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.540 e os 10% de maior, acima de R$ 2.389.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.594, ou seja, 4,4% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 51 meses.

Considerando a jornada média de 34.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.667
Por ano (12 salários)R$ 20.004
Por semanaR$ 384
Por hora (34.6h/sem)R$ 9,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.661 70,8%
  • Mulheres — R$ 1.700 29,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.608 66%
  • Mulheres — R$ 1.571 34%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 1.637
  • Sudeste 1.831

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

425

Desligamentos

328

Saldo

+97

Rotatividade

17%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+17) saldo negativo · pior: nov/25 (-3)

Em 12 meses houve 425 admissões e 328 desligamentos de sacristão, o que significa que o mercado formal abriu 97 postos de trabalho no período, com rotatividade de 17% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 26,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 60,1% por dispensa sem justa causa, além de 7,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 26,5%
  • Dispensa sem justa causa 60,1%
  • Fim de contrato 7,6%

Sobre 328 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 13,2%
  • Contrato intermitente 1,4%
  • Pessoa com deficiência 0,9%
  • Jovem aprendiz 0,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 4,3%
  • 1 a 4 empregados 45,7%
  • 5 a 9 empregados 31%
  • 10 a 19 empregados 11,7%
  • 20 a 49 empregados 2,8%
  • 50 a 99 empregados 2%
  • 100 a 249 empregados 1,3%
  • 1.000 ou mais empregados 1,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata sacristão

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de organizações religiosas ou filosóficas 9491000 · 90,1% das admissões 383 43.6h R$ 1.622 R$ 1.682 R$ 1.919 2% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 3,8% das admissões 16 43.9h — R$ 1.781 — 2% 1
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 2,8% das admissões 12 43.6h — R$ 1.654 — 3% 2
Condomínios prediais 8112500 · 0,7% das admissões 3 — — — — 2% 2
Gestão e manutenção de cemitérios 9603301 · 0,5% das admissões 2 — — — — 3% 2
Clubes sociais, esportivos e similares 9312300 · 0,2% das admissões 1 — — — — 2% 2
Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 0,2% das admissões 1 — — — — 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 0,2% das admissões 1 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como sacristão

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.926 vínculos

Idade mediana

46 anos

Tempo de casa

51 meses

No setor público

0,6%

Em empresa do Simples

1,1%

Sexo

  • Mulher 34,2%
  • Homem 65,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada37,9h/sem
  • Pessoas com deficiência1,7%
  • Jornada parcial6,9%
  • Contrato intermitente0,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos97,8%

Sobre os 1.926 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 48,2%
  • Parda 45,5%
  • Preta 5,8%
  • Amarela 0,2%
  • Indígena 0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 1,1%
  • Até o 5º ano incompleto 3,4%
  • 5º ano completo 3,5%
  • 6º ao 9º ano 4,7%
  • Fundamental completo 11,9%
  • Médio incompleto 7,5%
  • Médio completo 59%
  • Superior incompleto 2,4%
  • Superior completo 6,5%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 1,2%
  • Até 5º ano incompleto 1,2%
  • 5º ano completo 1,4%
  • 6º a 9º ano 1,2%
  • Fundamental completo 7,5%
  • Médio incompleto 7,8%
  • Médio completo 67,3%
  • Superior incompleto 4,5%
  • Superior completo 7,5%
  • Pós-graduação 0,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 38,9%
  • 5 a 9 empregados 37,2%
  • 10 a 19 empregados 12,7%
  • 20 a 49 empregados 3,7%
  • 50 a 99 empregados 1,5%
  • 100 a 249 empregados 1,6%
  • 250 a 499 empregados 0,4%
  • 500 a 999 empregados 0,7%
  • 1.000 ou mais empregados 3,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental. Os profissionais aprendem a profissão no próprio emprego. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5141.

Qual especialização paga mais na família 5141

Todas as ocupações de trabalhadores nos serviços de administração de edifícios, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5141-10 Garagista R$ 2.101 R$ 2.187 52.104
5141-20 Zelador de edifício R$ 1.861 R$ 2.059 286.048
5141-05 Ascensorista R$ 1.860 R$ 1.931 5.879
5141-15 Sacristão (esta página) R$ 1.667 R$ 1.594 1.926

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5141-15.

A Zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio (8)
  • •Acender e apagar lâmpadas
  • •Verificar fechamento de portas e janelas
  • •Observar movimentação de pessoas dentro da igreja
  • •Relatar avarias nas instalações
  • •Prevenir incêndios
  • •Solicitar reparos na igreja
  • •Conter tumultos
  • •Acionar polícia e corpo de bombeiros
B Atender pessoas (3)
  • •Identificar pessoas
  • •Acompanhar a movimentação de pessoas
  • •Solicitar polícia, corpo de bombeiros e atendimento hospitalar
G Prestar assistência aos religiosos (8)
  • •Preparar o material litúrgico
  • •Dispor o material litúrgico para celebração
  • •Selecionar as leituras conforme calendário
  • •Testar o equipamento de som
  • •Atender às solicitações dos sacerdotes e ministros
  • •Anunciar o início das celebrações
  • •Recolher o material litúrgico após as celebrações
  • •Controlar material litúrgico
H Ornamentar a igreja (5)
  • •Limpar bancos, altares e espaço interno da igreja
  • •Selecionar flores para ornamentação
  • •Colocar flores nos altares
  • •Trocar velas e toalhas nos altares
  • •Instalar luminosos natalinos
I Preparar vestes litúrgicas (6)
  • •Inspecionar as condições das vestes
  • •Executar consertos nas vestes
  • •Lavar as vestes
  • •Passar as vestes
  • •Selecionar as vestes de acordo com o calendário
  • •Guardar as vestes
J Administrar serviços de zeladoria (2)
  • •Manter estoque de vinhos, velas, hóstias e materiais de limpeza
  • •Supervisionar o trabalho da equipe de apoio nas cerimônias
Y Comunicar-se (4)
  • •Operar aparelhos de comunicação
  • •Transmitir recados e avisos
  • •Lidar com o público
  • •Advertir pessoas
Z Demonstrar competências pessoais (21)
  • •Demonstrar educação
  • •Manter postura
  • •Expressar-se com clareza
  • •Dar provas de honestidade
  • •Demonstrar controle emocional
  • •Demonstrar asseio
  • •Adaptar-se à clientela variada
  • •Demonstrar desinibição
  • •Dar provas de atenção
  • •Demonstrar espírito de equipe
  • •Organizar-se
  • •Agir de forma prestativa
  • •Intervir com discrição
  • •Demonstrar gentileza
  • •Tratar as pessoas sem discriminação
  • •Dar provas de destreza manual
  • •Demonstrar senso de responsabilidade
  • •Manter-se atualizado
  • •Aplicar normas de combate a incêndios
  • •Dirigir autos
  • •Prestar primeiros socorros

Sinônimos oficiais (1)

Fiscal de capela

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5141-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um sacristão?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.667 por mês, considerando as 219 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.540 (10% menores) a R$ 2.389 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.594 (RAIS 2024), 4.4% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando sacristão?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 425 admissões contra 328 desligamentos, saldo de +97 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata sacristão?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de organizações religiosas ou filosóficas (CNAE 9491000), com 90,1% das admissões e mediana de R$ 1.682. A ficha de sacristão no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de sacristão?

5141-15 (família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios). A CBO reconhece também os títulos: Fiscal de capela — todos usam o mesmo código 5141-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser sacristão?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5141: O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental. Os profissionais aprendem a profissão no próprio emprego. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5141-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5141-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5141-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9491000), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5141:

  • •Condomínio e Edifícios Tsukzam Ii
  • •Condomínio Edifício Raquel
  • •F. A. Oliveira e Filho S/C Ltda.
  • •Igreja Nossa Senhora Candelária
  • •Paróquia Santuário São Judas Tadeu
  • •Pró-Estacionamentos S/C Ltda.
  • •Vps Valet Parking Service Ltda. ME.
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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