CBO 5141-05 — Ascensorista
O código 5141-05 identifica a ocupação ascensorista na CBO 2002, dentro da família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um ascensorista
Zelam pela segurança das pessoas e do patrimônio de edifícios de apartamentos, edifícios comerciais, igrejas e outros. Atendem e controlam a movimentação de pessoas e veículos no estacionamento; recebem objetos, mercadorias, materiais, equipamentos; conduzem o elevador, realizam pequenos reparos. Prestam assistência aos religiosos, ornamentam a igreja e preparam vestes litúrgicas.
Descrição oficial da família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
São trabalhadores assalariados, com carteira assinada. Trabalham em ambiente fechado e a céu aberto. Organizam-se em equipe e são supervisionados permanentemente ou ocasionalmente, dependendo do serviço executado. Trabalham em horários diurnos, noturnos e em regime de rodízio de turno.
Recursos de trabalho
Chave de fenda, grifo, alicate, chave de bomba; Escadas; Ferro de passar roupa; Fios elétricos, interruptores, soquetes; Luvas, botas; Máquina de costura, linha, agulha; Material de limpeza; Óleo de peroba, cera, lustra-móveis; Tanque de lavar roupa; Vassoura, rodo, baldes, pás.
Quanto ganha um ascensorista
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.931
Entrada × quem já está
R$ 1.844 ao ser admitido · R$ 1.931 para quem tem vínculo ativo +4,7%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de ascensorista foi de R$ 1.844 — metade das 593 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.617 e os 10% de maior, acima de R$ 2.595.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.931, ou seja, 4,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 59 meses.
Considerando a jornada média de 38.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.844 |
| Por ano (12 salários) | R$ 22.128 |
| Por semana | R$ 424 |
| Por hora (38.1h/sem) | R$ 11,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (3 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 422 | -23 | — | R$ 2.024 | — |
| RJ | 281 | -30 | — | R$ 1.774 | — |
| SC | 60 | -43 | — | R$ 2.557 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
1.229
Desligamentos
1.500
Saldo
-271
Rotatividade
25,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 1.229 admissões e 1.500 desligamentos de ascensorista, o que significa que o mercado formal fechou 271 postos de trabalho no período, com rotatividade de 25,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 24,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 57,5% por dispensa sem justa causa, além de 11,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 1.500 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata ascensorista
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como ascensorista
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 5.879 vínculos
Idade mediana
49 anos
Tempo de casa
59 meses
No setor público
10,6%
Em empresa do Simples
4,5%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada37,5h/sem
- Pessoas com deficiência12,2%
- Jornada parcial1,8%
- Contrato intermitente1,3%
- Em entidade sem fins lucrativos31,4%
Sobre os 5.879 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de ascensorista
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
9,3
CAT no período
45
Idade média no acidente
46 anos
Foram 45 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo ascensorista nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 9,3 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 51,1% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 46,7% de trajeto (no deslocamento) e 2,2% doenças ocupacionais.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S42.0 — Fratura da clavícula | 4 | 8,9% | 11.388 |
| S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo | 4 | 8,9% | 5.476 |
| S93 — Luxação, entorse e distensão das articulações e dos ligamentos ao nível do tornozelo e do pé | 2 | 4,4% | 5.476 |
| S80.0 — Contusão do joelho | 2 | 4,4% | 1.225 |
| S52 — Fratura do antebraço | 2 | 4,4% | 16.067 |
| S01 — Ferimento da cabeça | 2 | 4,4% | 69 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Limpeza em prédios e em domicílios) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 9,3 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas
Informalidade no setor
25,4%
Média nacional
37,5%
Conta própria
23,7%
Rendimento formal × informal
R$ 5.385 × R$ 4.443
No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental. Os profissionais aprendem a profissão no próprio emprego. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 5141.
Qual especialização paga mais na família 5141
Todas as ocupações de trabalhadores nos serviços de administração de edifícios, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 5141-10 | Garagista | R$ 2.089 | R$ 2.187 | 52.104 |
| 5141-20 | Zelador de edifício | R$ 1.851 | R$ 2.059 | 286.048 |
| 5141-05 | Ascensorista (esta página) | R$ 1.844 | R$ 1.931 | 5.879 |
| 5141-15 | Sacristão | R$ 1.663 | R$ 1.594 | 1.926 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5141-05.
A Zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio (9)
- •Acender e apagar lâmpadas
- •Verificar fechamento de portas e janelas
- •Observar movimentação de pessoas nas redondezas
- •Socorrer pessoas presas no elevador
- •Controlar equipamentos e ferramentas do prédio
- •Relatar avarias nas instalações
- •Prevenir incêndios
- •Conter tumultos
- •Acionar polícia e corpo de bombeiros
B Atender pessoas (5)
- •Identificar pessoas
- •Acompanhar a movimentação de pessoas
- •Prestar informações às pessoas sobre o comércio local
- •Informar sobre meios de transporte
- •Solicitar polícia, corpo de bombeiros e atendimento hospitalar
D Dirigir o elevador (7)
- •Vistoriar o funcionamento do elevador
- •Limpar o elevador
- •Preparar o elevador para funcionamento manual ou automático
- •Limitar a quantidade e peso das pessoas e mercadorias no elevador
- •Movimentar o elevador através de botão ou alavanca
- •Informar defeitos no elevador
- •Interromper o funcionamento do elevador quando houver defeito
E Realizar pequenos reparos (1)
- •Trocar interruptor e lâmpadas do elevador
Y Comunicar-se (4)
- •Operar aparelhos de comunicação
- •Transmitir recados e avisos
- •Lidar com o público
- •Advertir pessoas
Z Demonstrar competências pessoais (21)
- •Demonstrar educação
- •Manter postura
- •Expressar-se com clareza
- •Dar provas de honestidade
- •Demonstrar controle emocional
- •Demonstrar asseio
- •Adaptar-se à clientela variada
- •Demonstrar desinibição
- •Dar provas de atenção
- •Demonstrar espírito de equipe
- •Organizar-se
- •Agir de forma prestativa
- •Intervir com discrição
- •Demonstrar gentileza
- •Tratar as pessoas sem discriminação
- •Dar provas de destreza manual
- •Demonstrar senso de responsabilidade
- •Manter-se atualizado
- •Aplicar normas de combate a incêndios
- •Dirigir autos
- •Prestar primeiros socorros
Sinônimos oficiais (3)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5141-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um ascensorista?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.844 por mês, considerando as 593 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.617 (10% menores) a R$ 2.595 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.931 (RAIS 2024), 4.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando ascensorista?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.229 admissões contra 1.500 desligamentos, saldo de -271 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata ascensorista?
A atividade econômica que mais contratou foi Limpeza em prédios e em domicílios (CNAE 8121400), com 16% das admissões e mediana de R$ 1.843. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de ascensorista?
5141-05 (família 5141 — Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios). A CBO reconhece também os títulos: Cabineiro de elevador, Encarregado de elevador, Operador de elevador — todos usam o mesmo código 5141-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser ascensorista?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5141: O exercício dessas ocupações requer ensino fundamental. Os profissionais aprendem a profissão no próprio emprego. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de ascensorista?
A taxa é de 9,3 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é joelho (17,8% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S42.0 — fratura da clavícula. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 5141-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 5141-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5141-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8121400), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5141:
- •Condomínio e Edifícios Tsukzam Ii
- •Condomínio Edifício Raquel
- •F. A. Oliveira e Filho S/C Ltda.
- •Igreja Nossa Senhora Candelária
- •Paróquia Santuário São Judas Tadeu
- •Pró-Estacionamentos S/C Ltda.
- •Vps Valet Parking Service Ltda. ME.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP