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CBO 2002 Família 7221 R$ 2.044 na admissão -40 postos em 12 meses 39 atividades

CBO 7221-10 — Forjador a martelo

O código 7221-10 identifica a ocupação forjador a martelo na CBO 2002, dentro da família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um forjador a martelo

Preparam matrizes e a linha de produção para forjar peças metálicas, calibram peças forjadas a frio. Podem reparar peças forjadas.

Descrição oficial da família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais trabalham, principalmente, na indústria metalmecânica, desenvolvem suas atividades em equipe comandada permanentemente por coordenador, supervisor ou líder, em turnos fixos de trabalho. Em indústrias que passaram por reestruturação podem ser designados operadores polivalentes e trabalhar em células de produção. Costumam permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos e podem estar expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas. O seu vínculo de trabalho mais comum é como empregado com carteira assinada.

Recursos de trabalho

Chaves em geral para fixação (Allen, etc); Empilhadeira; Forno de indução; Gabarito; Martelo; Paquímetro; Pirômetro; Prensa excêntrica; Prensa hidráulica; Tenaz para forjamento.

Quanto ganha um forjador a martelo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.62710% ganham até R$ 2.044mediana R$ 2.82310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.163

Entrada × quem já está

R$ 2.044 ao ser admitido · R$ 4.163 para quem tem vínculo ativo +103,7%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de forjador a martelo foi de R$ 2.044 — metade das 51 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.627 e os 10% de maior, acima de R$ 2.823.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.163, ou seja, 103,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 43 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.044
Por ano (12 salários)R$ 24.528
Por semanaR$ 470
Por hora (43.3h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.044 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.175 100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

53

Desligamentos

93

Saldo

-40

Rotatividade

36,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+1) saldo negativo · pior: mar/26 (-17)

Em 12 meses houve 53 admissões e 93 desligamentos de forjador a martelo, o que significa que o mercado formal fechou 40 postos de trabalho no período, com rotatividade de 36,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 20,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 71% por dispensa sem justa causa, além de 8,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 20,4%
  • Dispensa sem justa causa 71%
  • Fim de contrato 8,6%

Sobre 93 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 7,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 2,1%
  • 1 a 4 empregados 10,6%
  • 5 a 9 empregados 2,1%
  • 10 a 19 empregados 57,4%
  • 20 a 49 empregados 12,8%
  • 100 a 249 empregados 6,4%
  • 250 a 499 empregados 6,4%
  • 500 a 999 empregados 2,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata forjador a martelo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Comércio varejista de outros artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente 4759899 · 37,7% das admissões 20 44h — R$ 2.002 — 2% 1
Demolição de edifícios e outras estruturas 4311801 · 15,1% das admissões 8 — — — — 3% 4
Produção de forjados de aço 2531401 · 7,5% das admissões 4 — — — — 3% 4
Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores 4520001 · 7,5% das admissões 4 — — — — 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 7,5% das admissões 4 — — — — 3% 1
Construção de edifícios 4120400 · 5,7% das admissões 3 — — — — 3% 3
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2949299 · 3,8% das admissões 2 — — — — 3% 3
Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias 2542000 · 3,8% das admissões 2 — — — — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como forjador a martelo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 256 vínculos

Idade mediana

43 anos

Tempo de casa

43 meses

No setor público

0,4%

Em empresa do Simples

16,4%

Sexo

  • Homem 98,4%
  • Mulher 1,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,8%
  • Contrato intermitente2,3%

Sobre os 256 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 61,4%
  • Parda 26,5%
  • Preta 11,2%
  • Amarela 0,8%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto 6,3%
  • 5º ano completo 3,1%
  • 6º ao 9º ano 9,8%
  • Fundamental completo 11,7%
  • Médio incompleto 5,5%
  • Médio completo 59,4%
  • Superior incompleto 1,2%
  • Superior completo 3,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 1,9%
  • 6º a 9º ano 7,5%
  • Fundamental completo 9,4%
  • Médio incompleto 26,4%
  • Médio completo 52,8%
  • Superior incompleto 1,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 6,6%
  • 5 a 9 empregados 3,1%
  • 10 a 19 empregados 10,2%
  • 20 a 49 empregados 17,6%
  • 50 a 99 empregados 2,7%
  • 100 a 249 empregados 28,9%
  • 250 a 499 empregados 5,5%
  • 500 a 999 empregados 2,3%
  • 1.000 ou mais empregados 23%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

É desejável que o profissional tenha como nível de instrução mínimo o ensino fundamental completo. Para o exercício pleno das atividades requer-se, pelo menos, quatro anos de experiência para o forjador a martelo e o forjador e, entre um e dois anos, para o forjador prensista. Não costuma ser requisitada formação profissional formal, o que indica que essas ocupações podem ser aprendidas na prática, no local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7221.

Qual especialização paga mais na família 7221

Todas as ocupações de trabalhadores de forjamento de metais, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7221-10 Forjador a martelo (esta página) R$ 2.044 R$ 4.163 256
7221-15 Forjador prensista R$ 1.992 R$ 3.075 1.824
7221-05 Forjador R$ 2.234 R$ 2.652 4.633

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7221-10.

A Preparar o ferramental fora do equipamento (4)
  • •Conferir medidas das matrizes conforme especificação do equipamento
  • •Verificar o código da corrida da matéria prima, conforme programação de produção
  • •Fixar a matriz no porta-estampo
  • •Aquecer as matrizes previamente
B Preparar a linha de produção (11)
  • •Retirar ferramental após conclusão de programação ou por desgaste de componentes
  • •Montar ferramental no equipamento
  • •Centralizar o ferramental, ajustando as suas partes
  • •Fixar as chavetas, garras nos equipamentos
  • •Ajustar o laminador conforme especificações ou orientações para as peças a serem produzidas
  • •Aquecer o ferramental previamente
  • •Fixar no equipamento o conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para as peças forjadas
  • •Centralizar no equipamento o conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para peças forjadas
  • •Ajustar altura do conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para peças forjadas
  • •Testar equipamentos para verificar os ajustes
  • •Reapertar componentes de fixação
C Forjar peças metálicas (15)
  • •Abastecer o forno com matéria prima
  • •Aquecer o ferramental
  • •Regular parâmetros do forno e da prensa conforme norma ou orientação
  • •Verificar a temperatura de forjamento
  • •Laminar a matéria prima metálica
  • •Aplicar o desmoldante para facilitar a extração da peça forjada
  • •Moldar as peças no equipamento até atingir a forma especificada
  • •Retirar excessos de metal das peças forjadas
  • •Furar a peça forjada
  • •Calibrar a peça forjada a quente
  • •Conferir as formas das peças forjadas com gabarito ou instrumentos de medição
  • •Iniciar processo de produção
  • •Inspecionar visualmente as peças forjadas
  • •Acondicionar peças forjadas em local apropriado
  • •Solicitar manutenção em fornos, prensas, laminadores e martelos
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • •Desenvolver habilidade para realizar movimentos manuais precisos
  • •Realizar os trabalhos conforme os princípios da qualidade total
  • •Usar os equipamentos de proteção individual e coletivo
  • •Trabalhar em equipe
  • •Buscar o aperfeiçoamento profissional
  • •Aplicar conhecimento teoricos na execução dos trabalhos
  • •Zelar pela limpeza e organização no local de trabalho
  • •Obedecer orientações, normas para a realização dos trabalhos
  • •Desenvolver habilidade para visualizar detalhes de objetos

Sinônimos oficiais (7)

Forjador a marteleteForjador a martelo de queda livreForjador a martelo-pilãoMarteleiro a carga de fogoMarteleiro de cutelariaMarteleiro (forjaria)Marteleiro (metalúrgica)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7221-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um forjador a martelo?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.044 por mês, considerando as 51 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.627 (10% menores) a R$ 2.823 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.163 (RAIS 2024), 103.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando forjador a martelo?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 53 admissões contra 93 desligamentos, saldo de -40 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata forjador a martelo?

A atividade econômica que mais contratou foi Comércio varejista de outros artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente (CNAE 4759899), com 37,7% das admissões e mediana de R$ 2.002. A ficha de forjador a martelo no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de forjador a martelo?

7221-10 (família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais). A CBO reconhece também os títulos: Forjador a martelete, Forjador a martelo de queda livre, Forjador a martelo-pilão, Marteleiro a carga de fogo, Marteleiro de cutelaria, Marteleiro (forjaria), Marteleiro (metalúrgica) — todos usam o mesmo código 7221-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser forjador a martelo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7221: É desejável que o profissional tenha como nível de instrução mínimo o ensino fundamental completo. Para o exercício pleno das atividades requer-se, pelo menos, quatro anos de experiência para o forjador a martelo e o forjador e, entre um e dois anos, para o forjador prensista. Não costuma ser requisitada formação profissional formal, o que indica que essas ocupações podem ser aprendidas na prática, no local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7221-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7221-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7221-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4759899), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (7 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7221:

  • •Açoforja Indústria de Forjadores
  • •Krupp Metalúrgica S. L.
  • •Sada Forjas Ltda.
  • •Sindicato dos Metalúrgicos de Sete Lagoas
  • •Tekfor do Brasil
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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