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CBO 2002 Família 7221 R$ 1.990 na admissão +25 postos em 12 meses 48 atividades

CBO 7221-15 — Forjador prensista

O código 7221-15 identifica a ocupação forjador prensista na CBO 2002, dentro da família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um forjador prensista

Preparam matrizes e a linha de produção para forjar peças metálicas, calibram peças forjadas a frio. Podem reparar peças forjadas.

Descrição oficial da família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais trabalham, principalmente, na indústria metalmecânica, desenvolvem suas atividades em equipe comandada permanentemente por coordenador, supervisor ou líder, em turnos fixos de trabalho. Em indústrias que passaram por reestruturação podem ser designados operadores polivalentes e trabalhar em células de produção. Costumam permanecer em posições desconfortáveis por longos períodos e podem estar expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas. O seu vínculo de trabalho mais comum é como empregado com carteira assinada.

Recursos de trabalho

Chaves em geral para fixação (Allen, etc); Empilhadeira; Forno de indução; Gabarito; Martelo; Paquímetro; Pirômetro; Prensa excêntrica; Prensa hidráulica; Tenaz para forjamento.

Quanto ganha um forjador prensista

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.86410% ganham atéR$ 1.990medianaR$ 2.52610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.075

Entrada × quem já está

R$ 1.990 ao ser admitido · R$ 3.075 para quem tem vínculo ativo +54,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de forjador prensista foi de R$ 1.990 — metade das 1.290 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.864 e os 10% de maior, acima de R$ 2.526.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.075, ou seja, 54,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 50 meses.

Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.990
Por ano (12 salários)R$ 23.880
Por semanaR$ 458
Por hora (43.7h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.21638,7%
  • Mulheres — R$ 1.98761,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.25387,6%
  • Mulheres — R$ 2.16312,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.941
  • Nordeste1.651
  • Sudeste2.241
  • Sul2.380

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
AM 786 +110 R$ 1.942
SP 185 -32 R$ 2.278
SC 115 -12 R$ 2.358
RS 89 -12 R$ 2.630
CE 37 +8 R$ 1.651

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.315

Desligamentos

1.290

Saldo

+25

Rotatividade

70,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+98) saldo negativo · pior: mai/26 (-101)

Em 12 meses houve 1.315 admissões e 1.290 desligamentos de forjador prensista, o que significa que o mercado formal abriu 25 postos de trabalho no período, com rotatividade de 70,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 22,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 23,3% por dispensa sem justa causa, além de 53,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador22,1%
  • Dispensa sem justa causa23,3%
  • Fim de contrato53,3%

Sobre 1.290 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro1,3%
  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados1,2%
  • 10 a 19 empregados6,1%
  • 20 a 49 empregados4,9%
  • 50 a 99 empregados2%
  • 100 a 249 empregados13,8%
  • 250 a 499 empregados3,4%
  • 500 a 999 empregados2,1%
  • 1.000 ou mais empregados63,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata forjador prensista

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 63,9% das admissões 840 44h R$ 1.912 R$ 1.943 R$ 1.974 3% 1
Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente 3099700 · 6,6% das admissões 87 44h R$ 2.325 R$ 2.350 R$ 2.375 3% 3
Fabricação de ferramentas 2543800 · 5,5% das admissões 72 44h R$ 2.530 R$ 2.618 R$ 2.666 3% 3
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2949299 · 4,1% das admissões 54 44h R$ 1.642 R$ 1.684 R$ 2.125 3% 3
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 2,1% das admissões 28 3% 2
Serviços de usinagem, tornearia e solda 2539001 · 1,3% das admissões 17 44h R$ 2.380 4
Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente 2599399 · 1,1% das admissões 14 44h R$ 1.980 3% 3
Fabricação de transformadores, indutores, conversores, sincronizadores e semelhantes, peças e acessórios 2710402 · 1,1% das admissões 14 44h R$ 2.071 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como forjador prensista

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.824 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

50 meses

Em empresa do Simples

16%

Sexo

  • Homem87,5%
  • Mulher12,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência2,9%

Sobre os 1.824 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca53,2%
  • Parda36,1%
  • Preta9,6%
  • Amarela0,7%
  • Indígena0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto2,4%
  • 5º ano completo2,2%
  • 6º ao 9º ano6,7%
  • Fundamental completo12,6%
  • Médio incompleto7,9%
  • Médio completo65,4%
  • Superior incompleto1,3%
  • Superior completo1,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto0,7%
  • 5º ano completo0,5%
  • 6º a 9º ano1,8%
  • Fundamental completo4,3%
  • Médio incompleto6,2%
  • Médio completo82,1%
  • Superior incompleto2,8%
  • Superior completo1,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,1%
  • 5 a 9 empregados4,4%
  • 10 a 19 empregados12,1%
  • 20 a 49 empregados12,1%
  • 50 a 99 empregados7,8%
  • 100 a 249 empregados21,1%
  • 250 a 499 empregados7%
  • 500 a 999 empregados10,7%
  • 1.000 ou mais empregados21,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de forjador prensista

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

70,9

CAT no período

98

Idade média no acidente

32 anos

Foram 98 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo forjador prensista nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 70,9 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 94,9% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 5,1% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico94,9%
  • Trajeto5,1%

Parte do corpo atingida

  • Dedo32,7%
  • Mão (exceto punho ou dedos)15,3%
  • Pé (exceto artelhos)7,1%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)6,1%
  • Articulação do tornozelo4,1%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)27,6%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)20,4%
  • Fratura9,2%
  • Lesão imediata9,2%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)8,2%

Agente causador

  • Metal - inclui liga32,7%
  • Ferramenta, máquina, equipamento, veículo, NIC10,2%
  • Caixa, engradado, caixote - embalagem, recipiente (vazio ou cheio)7,1%
  • Prensa - máquina6,1%
  • Ferramenta manual sem força motriz, NIC5,1%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 9 9,2% 3.531
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 7 7,1% 1.634
S61 — Ferimento do punho e da mão 7 7,1% 3.531
S60 — Traumatismo superficial do punho e da mão 4 4,1% 1.634
S90 — Traumatismo superficial do tornozelo e do pé 4 4,1% 1.188
S00 — Traumatismo superficial da cabeça 3 3,1% 57

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Locação de mão de obra temporária) tem RAT 3% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 70,9 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

É desejável que o profissional tenha como nível de instrução mínimo o ensino fundamental completo. Para o exercício pleno das atividades requer-se, pelo menos, quatro anos de experiência para o forjador a martelo e o forjador e, entre um e dois anos, para o forjador prensista. Não costuma ser requisitada formação profissional formal, o que indica que essas ocupações podem ser aprendidas na prática, no local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7221.

Qual especialização paga mais na família 7221

Todas as ocupações de trabalhadores de forjamento de metais, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7221-10 Forjador a martelo R$ 2.038 R$ 4.163 256
7221-15 Forjador prensista (esta página) R$ 1.990 R$ 3.075 1.824
7221-05 Forjador R$ 2.232 R$ 2.652 4.633

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7221-15.

A Preparar o ferramental fora do equipamento (5)
  • Conferir medidas das matrizes conforme especificação do equipamento
  • Conferir medidas do pino extrator da matriz
  • Verificar o código da corrida da matéria prima, conforme programação de produção
  • Fixar a matriz no porta-estampo
  • Aquecer as matrizes previamente
B Preparar a linha de produção (11)
  • Retirar ferramental após conclusão de programação ou por desgaste de componentes
  • Montar ferramental no equipamento
  • Centralizar o ferramental, ajustando as suas partes
  • Fixar as chavetas, garras nos equipamentos
  • Ajustar o laminador conforme especificações ou orientações para as peças a serem produzidas
  • Aquecer o ferramental previamente
  • Fixar no equipamento o conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para as peças forjadas
  • Centralizar no equipamento o conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para peças forjadas
  • Ajustar altura do conjunto de rebarbação, perfuração e calibração para peças forjadas
  • Testar equipamentos para verificar os ajustes
  • Reapertar componentes de fixação
C Forjar peças metálicas (15)
  • Abastecer o forno com matéria prima
  • Aquecer o ferramental
  • Regular parâmetros do forno e da prensa conforme norma ou orientação
  • Verificar a temperatura de forjamento
  • Laminar a matéria prima metálica
  • Aplicar o desmoldante para facilitar a extração da peça forjada
  • Moldar as peças no equipamento até atingir a forma especificada
  • Retirar excessos de metal das peças forjadas
  • Furar a peça forjada
  • Calibrar a peça forjada a quente
  • Conferir as formas das peças forjadas com gabarito ou instrumentos de medição
  • Iniciar processo de produção
  • Inspecionar visualmente as peças forjadas
  • Acondicionar peças forjadas em local apropriado
  • Solicitar manutenção em fornos, prensas, laminadores e martelos
D Calibrar à frio peças forjadas (8)
  • Conferir medida das matrizes
  • Montar matrizes na prensa
  • Ajustar alturas do malho da prensa
  • Centralizar no equipamento o ferramental ajustando suas partes
  • Calibrar a peça forjada
  • Inspecionar peças calibradas
  • Acondicionar peças calibradas em local apropriado
  • Solicitar manutenção nas prensas
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Desenvolver habilidade para realizar movimentos manuais precisos
  • Realizar os trabalhos conforme os princípios da qualidade total
  • Usar os equipamentos de proteção individual e coletivo
  • Trabalhar em equipe
  • Buscar o aperfeiçoamento profissional
  • Aplicar conhecimento teoricos na execução dos trabalhos
  • Zelar pela limpeza e organização no local de trabalho
  • Obedecer orientações, normas para a realização dos trabalhos
  • Desenvolver habilidade para visualizar detalhes de objetos

Sinônimos oficiais (1)

Operador de prensa (ferramentaria)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7221-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um forjador prensista?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.990 por mês, considerando as 1.290 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.864 (10% menores) a R$ 2.526 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.075 (RAIS 2024), 54.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando forjador prensista?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.315 admissões contra 1.290 desligamentos, saldo de +25 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata forjador prensista?

A atividade econômica que mais contratou foi Locação de mão de obra temporária (CNAE 7820500), com 63,9% das admissões e mediana de R$ 1.943. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de forjador prensista?

7221-15 (família 7221 — Trabalhadores de forjamento de metais). A CBO reconhece também os títulos: Operador de prensa (ferramentaria) — todos usam o mesmo código 7221-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser forjador prensista?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7221: É desejável que o profissional tenha como nível de instrução mínimo o ensino fundamental completo. Para o exercício pleno das atividades requer-se, pelo menos, quatro anos de experiência para o forjador a martelo e o forjador e, entre um e dois anos, para o forjador prensista. Não costuma ser requisitada formação profissional formal, o que indica que essas ocupações podem ser aprendidas na prática, no local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de forjador prensista?

A taxa é de 70,9 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (32,7% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7221-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7221-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7221-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7820500), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (7 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7221:

  • Açoforja Indústria de Forjadores
  • Krupp Metalúrgica S. L.
  • Sada Forjas Ltda.
  • Sindicato dos Metalúrgicos de Sete Lagoas
  • Tekfor do Brasil
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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