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CBO 2002 Família 5171 R$ 1.655 na admissão +118 postos em 12 meses 39 atividades

CBO 5171-25 — Chefe de brigada

O código 5171-25 identifica a ocupação chefe de brigada na CBO 2002, dentro da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um chefe de brigada

Previnem situações de risco e executam salvamentos terrestres, aquáticos e em altura, protegendo pessoas e patrimônios de incêndios, explosões, vazamentos, afogamentos ou qualquer outra situação de emergência, com o objetivo de salvar e resgatar vidas; prestam primeiros socorros, verificando o estado da vítima para realizar o procedimento adequado; realizam cursos e campanhas educativas, formando e treinando equipes, brigadas e corpo voluntário de emergência.

Descrição oficial da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam no comércio, indústria, serviços e agropecuária. São empregados com carteira assinada, organizam-se em equipe, trabalhando em locais fechados e abertos, em períodos diurnos e noturnos e em revezamento de turnos. Estão, conforme a especialidade das ocupações, expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, umidade e altas temperaturas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 0311 - Subtenentes e sargentos do Corpo de Bombeiros Militar.

Recursos de trabalho

Ambu (para ventilação boca a boca); Derivantes, empatações (conexões hidráulicas); Detector de gases; Embarcação, viatura, aeronave; EPI, epr; Ferramenta hidráulica de cortar ou tracionar ferro; Life belt (salsichão), colar cervical; Pranchões para salvamento (long board); Rádio ht, vhf marítimo; Viatura de água, pó químico, espuma.

Quanto ganha um chefe de brigada

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.55610% ganham até R$ 1.655mediana R$ 2.49210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.116

Entrada × quem já está

R$ 1.655 ao ser admitido · R$ 5.116 para quem tem vínculo ativo +209,1%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de chefe de brigada foi de R$ 1.655 — metade das 227 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.556 e os 10% de maior, acima de R$ 2.492.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.116, ou seja, 209,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 20 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.655
Por ano (12 salários)R$ 19.860
Por semanaR$ 381
Por hora (43.5h/sem)R$ 9,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.570 44,9%
  • Mulheres — R$ 1.660 55,1%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.116 81,8%
  • Mulheres — R$ 5.118 18,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste 1.618

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

242

Desligamentos

124

Saldo

+118

Rotatividade

20,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+37) saldo negativo · pior: jul/26 (-7)

Em 12 meses houve 242 admissões e 124 desligamentos de chefe de brigada, o que significa que o mercado formal abriu 118 postos de trabalho no período, com rotatividade de 20,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 83,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 16,1% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 83,1%
  • Dispensa sem justa causa 16,1%
  • Fim de contrato 0,8%

Sobre 124 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 86,4%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 0,4%
  • 1 a 4 empregados 0,4%
  • 5 a 9 empregados 0,9%
  • 10 a 19 empregados 0,9%
  • 20 a 49 empregados 4,3%
  • 50 a 99 empregados 5,6%
  • 100 a 249 empregados 0,4%
  • 250 a 499 empregados 0,9%
  • 500 a 999 empregados 83,6%
  • 1.000 ou mais empregados 2,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata chefe de brigada

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 82,6% das admissões 200 44h R$ 1.553 R$ 1.606 R$ 1.654 3% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 5,8% das admissões 14 — — — — 2% 1
Instalações de sistema de prevenção contra incêndio 4322303 · 5% das admissões 12 44h — R$ 2.486 — 3% 3
Educação infantil - creche 8511200 · 1,7% das admissões 4 — — — — 2% 2
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 1,2% das admissões 3 — — — — 2% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 0,8% das admissões 2 — — — — 2% 2
UTI Móvel 8621601 · 0,8% das admissões 2 — — — — 2% 3
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 0,4% das admissões 1 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como chefe de brigada

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 607 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

20 meses

No setor público

8,1%

Em empresa do Simples

86,8%

Sexo

  • Homem 52,9%
  • Mulher 47,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Contrato intermitente85,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,5%

Sobre os 607 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 70,1%
  • Branca 22,2%
  • Preta 6,8%
  • Amarela 1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 5º ano completo 0,3%
  • Fundamental completo 0,5%
  • Médio completo 91,9%
  • Superior incompleto 0,8%
  • Superior completo 6,4%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano 1,7%
  • Fundamental completo 0,4%
  • Médio incompleto 1,7%
  • Médio completo 91,7%
  • Superior incompleto 1,7%
  • Superior completo 2,5%
  • Pós-graduação 0,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 0,3%
  • 10 a 19 empregados 0,3%
  • 20 a 49 empregados 0,7%
  • 50 a 99 empregados 2,3%
  • 100 a 249 empregados 0,8%
  • 250 a 499 empregados 1,2%
  • 500 a 999 empregados 85,2%
  • 1.000 ou mais empregados 9,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5171.

Qual especialização paga mais na família 5171

Todas as ocupações de bombeiros, salva-vidas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5171-25 Chefe de brigada (esta página) R$ 1.655 R$ 5.116 607
5171-05 Bombeiro de aeródromo R$ 2.708 R$ 4.449 2.253
5171-30 Agente de proteção e defesa civil R$ 1.616 R$ 4.220 185
5171-10 Bombeiro civil R$ 2.641 R$ 3.687 37.684
5171-20 Brigadista florestal R$ 2.438 R$ 2.427 122
5171-15 Salva-vidas R$ 2.043 R$ 2.262 10.539

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5171-25.

A Combater incêndios (1)
  • •Comandar grandes operações (nível 3) de combate a incêndios
C Prevenir acidentes (incêndio, vazamento, explosão, desmoronamentos, etc) (3)
  • •Mapear área de risco
  • •Preparar plano de emergência
  • •Realizar atividades de vigilância e monitoramento de áreas de risco
F Preparar-se para ocorrências (4)
  • •Conferir efetivo
  • •Distribuir tarefas e funções
  • •Praticar exercícios físicos
  • •Especificar equipamentos e/ou ferramentas para aquisição
H Realizar cursos e campanhas preventivas e educativas (4)
  • •Ministrar aulas e palestras educativas
  • •Capacitar brigadas de incêndio
  • •Capacitar corpo voluntário de emergência e/ou núcleos comunitários de pdc.
  • •Participar da realização de conscientização, orientação e educação socioambiental
I Participar de ações de preservação/recuperação do meio ambiente (1)
  • •Apoiar atividades socioambientais e científicas
J Trabalhar com segurança e bio-segurança (6)
  • •Tomar vacinas
  • •Submeter-se a exames periódicos
  • •Aplicar medidas de segurança para a equipe
  • •Verificar aptidão física do brigadista
  • •Controlar prazos de validade dos exames de saúde da equipe
  • •Fiscalizar uso de epi/epc
Y Comunicar-se (7)
  • •Orientar público
  • •Chamar apoio
  • •Elaborar escala de serviços
  • •Solicitar recursos materiais (equipamentos, viaturas, ferramentas, etc,)
  • •Elaborar estatísticas
  • •Elaborar relatórios
  • •Encaminhar relatórios à instâncias superiores
Z Demonstrar competências pessoais (13)
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar prontidão
  • •Demonstrar controle emocional
  • •Demonstrar resistência a fadiga
  • •Demonstrar empatia
  • •Demonstrar cautela
  • •Demonstrar capacidade de persuasão
  • •Demonstrar capacidade de observação
  • •Demonstrar capacidade de tomar decisões
  • •Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • •Demonstrar responsabilidade
  • •Demonstrar segurança
  • •Demonstrar pró atividade

Sinônimos oficiais (1)

Gerente de fogo

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5171-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um chefe de brigada?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.655 por mês, considerando as 227 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.556 (10% menores) a R$ 2.492 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.116 (RAIS 2024), 209.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando chefe de brigada?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 242 admissões contra 124 desligamentos, saldo de +118 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata chefe de brigada?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas (CNAE 8230001), com 82,6% das admissões e mediana de R$ 1.606. A ficha de chefe de brigada no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de chefe de brigada?

5171-25 (família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Gerente de fogo — todos usam o mesmo código 5171-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser chefe de brigada?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5171: Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5171-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5171-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5171-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8230001), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5171:

  • •Condomínio Shopping Center Ibirapuera
  • •Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro
  • •Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp)
  • •Emdurb / Daesp
  • •Esporte Clube Pinheiros
  • •Ford Motor Company
  • •General Motors do Brasil Ltda.
  • •Polícia Militar do Estado de São Paulo - Corpo de Bombeiros
  • •Rhodia Brasil Ltda.
  • •Serviço de Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Santos (Sevisa)
  • •Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • •GLOSSÁRIO
  • •EPI: Equipamento de Proteção Individual.
  • •EPR: Equipamento de Proteção Respiratório.
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