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CBO 2002 Família 5171 R$ 2.706 na admissão +60 postos em 12 meses 101 atividades

CBO 5171-05 — Bombeiro de aeródromo

O código 5171-05 identifica a ocupação bombeiro de aeródromo na CBO 2002, dentro da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um bombeiro de aeródromo

Previnem situações de risco e executam salvamentos terrestres, aquáticos e em altura, protegendo pessoas e patrimônios de incêndios, explosões, vazamentos, afogamentos ou qualquer outra situação de emergência, com o objetivo de salvar e resgatar vidas; prestam primeiros socorros, verificando o estado da vítima para realizar o procedimento adequado; realizam cursos e campanhas educativas, formando e treinando equipes, brigadas e corpo voluntário de emergência.

Descrição oficial da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam no comércio, indústria, serviços e agropecuária. São empregados com carteira assinada, organizam-se em equipe, trabalhando em locais fechados e abertos, em períodos diurnos e noturnos e em revezamento de turnos. Estão, conforme a especialidade das ocupações, expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, umidade e altas temperaturas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 0311 - Subtenentes e sargentos do Corpo de Bombeiros Militar.

Recursos de trabalho

Ambu (para ventilação boca a boca); Derivantes, empatações (conexões hidráulicas); Detector de gases; Embarcação, viatura, aeronave; EPI, epr; Ferramenta hidráulica de cortar ou tracionar ferro; Life belt (salsichão), colar cervical; Pranchões para salvamento (long board); Rádio ht, vhf marítimo; Viatura de água, pó químico, espuma.

Quanto ganha um bombeiro de aeródromo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.17210% ganham atéR$ 2.706medianaR$ 3.40010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.449

Entrada × quem já está

R$ 2.706 ao ser admitido · R$ 4.449 para quem tem vínculo ativo +64,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de bombeiro de aeródromo foi de R$ 2.706 — metade das 250 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.172 e os 10% de maior, acima de R$ 3.400.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.449, ou seja, 64,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 22 meses.

Considerando a jornada média de 38.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.706
Por ano (12 salários)R$ 32.472
Por semanaR$ 623
Por hora (38.7h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.70793,2%
  • Mulheres — R$ 2.5136,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.52592%
  • Mulheres — R$ 3.6038%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.355
  • Sudeste2.753

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 140 +51 R$ 2.766
SP 71 +6 R$ 2.614

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

510

Desligamentos

450

Saldo

+60

Rotatividade

20%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/25 (+53) saldo negativo · pior: set/25 (-74)

Em 12 meses houve 510 admissões e 450 desligamentos de bombeiro de aeródromo, o que significa que o mercado formal abriu 60 postos de trabalho no período, com rotatividade de 20% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 38,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,7% por dispensa sem justa causa, além de 9,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador38,7%
  • Dispensa sem justa causa46,7%
  • Fim de contrato9,8%

Sobre 450 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente18%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2,7%
  • 1 a 4 empregados0,8%
  • 5 a 9 empregados0,2%
  • 10 a 19 empregados0,6%
  • 20 a 49 empregados7,1%
  • 50 a 99 empregados9,6%
  • 100 a 249 empregados0,6%
  • 250 a 499 empregados14,3%
  • 500 a 999 empregados13,7%
  • 1.000 ou mais empregados50,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata bombeiro de aeródromo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 26,1% das admissões 133 44h R$ 2.714 R$ 2.771 R$ 3.217 2% 2
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos 8630501 · 22,7% das admissões 116 1% 3
Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 8630503 · 21,2% das admissões 108 1% 3
Operação dos aeroportos e campos de aterrissagem 5240101 · 9,8% das admissões 50 42h R$ 2.467 R$ 2.610 R$ 2.947 2% 3
Atividades auxiliares dos transportes aéreos, exceto operação dos aeroportos e campos de aterrissagem 5240199 · 6,3% das admissões 32 41.8h R$ 2.639 3% 3
Limpeza em prédios e em domicílios 8121400 · 2,7% das admissões 14 44h R$ 2.379 3% 3
Construção de edifícios 4120400 · 2,4% das admissões 12 43.4h R$ 2.424 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 2% das admissões 10 44h R$ 2.522 3% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como bombeiro de aeródromo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.253 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

22 meses

No setor público

4,3%

Em empresa do Simples

1,1%

Sexo

  • Homem91,9%
  • Mulher8,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada36,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,1%
  • Contrato intermitente0,8%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,2%

Sobre os 2.253 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda56,6%
  • Branca32,6%
  • Preta9,4%
  • Amarela1%
  • Indígena0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,4%
  • 6º ao 9º ano0,8%
  • Fundamental completo0,8%
  • Médio incompleto1,2%
  • Médio completo79,6%
  • Superior incompleto5,9%
  • Superior completo10,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,4%
  • Fundamental completo1,6%
  • Médio incompleto1,2%
  • Médio completo77,3%
  • Superior incompleto8%
  • Superior completo11,2%
  • Pós-graduação0,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados0,6%
  • 10 a 19 empregados0,7%
  • 20 a 49 empregados3,6%
  • 50 a 99 empregados13,7%
  • 100 a 249 empregados3,9%
  • 250 a 499 empregados10,6%
  • 500 a 999 empregados1%
  • 1.000 ou mais empregados65,4%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de bombeiro de aeródromo

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

18,9

CAT no período

33

Idade média no acidente

41 anos

Foram 33 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo bombeiro de aeródromo nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 18,9 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 63,6% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 30,3% de trajeto (no deslocamento) e 6,1% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico63,6%
  • Doença6,1%
  • Trajeto30,3%

Parte do corpo atingida

  • Mão (exceto punho ou dedos)15,2%
  • Pé (exceto artelhos)9,1%
  • Antebraço (entre o punho e o cotovelo)9,1%
  • Dedo6,1%
  • Localização da lesão, NIC6,1%

Natureza da lesão

  • Fratura39,4%
  • Lesão imediata12,1%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)12,1%
  • Doença, NIC9,1%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)6,1%

Agente causador

  • Veículo rodoviário motorizado15,6%
  • Veículo, NIC9,4%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas9,4%
  • Animal vivo9,4%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas9,4%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S82 — Fratura da perna, incluindo tornozelo 3 9,1% 25.350
S52 — Fratura do antebraço 2 6,1% 16.067
S60.8 — Outros traumatismos superficiais do punho e da mão 1 3% 1.634
F32.1 — Episódio depressivo moderado 1 3% 3.352
T25.2 — Queimadura de segundo grau do tornozelo e do pé 1 3% 228
S62.6 — Fratura de outros dedos 1 3% 24.580

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 18,9 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5171.

Qual especialização paga mais na família 5171

Todas as ocupações de bombeiros, salva-vidas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5171-25 Chefe de brigada R$ 1.652 R$ 5.116 607
5171-05 Bombeiro de aeródromo (esta página) R$ 2.706 R$ 4.449 2.253
5171-30 Agente de proteção e defesa civil R$ 1.615 R$ 4.220 185
5171-10 Bombeiro civil R$ 2.638 R$ 3.687 37.684
5171-20 Brigadista florestal R$ 2.437 R$ 2.427 122
5171-15 Salva-vidas R$ 2.040 R$ 2.262 10.539

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5171-05.

A Combater incêndios (17)
  • Triar informação sobre incêndio
  • Definir plano de ação
  • Controlar tempo resposta
  • Posicionar viaturas e/ou embarcações
  • Avaliar proporção e tipo de incêndio
  • Classificar ocorrência
  • Avaliar situações de risco
  • Evacuar local
  • Isolar área
  • Acoplar mangueiras d`água
  • Confinar combate à área atingida (salvatar)
  • Extinguir fogo
  • Revolver resíduos do incêndio
  • Eliminar possíveis focos de incêndio
  • Eliminar situações de risco
  • Preservar local para perícia
  • Deixar local seguro
B Executar salvamento terrestre, aquático e em altura (12)
  • Localizar vítima
  • Aproximar-se da vítima
  • Abordar vítima
  • Dominar fisicamente suicida e vítima
  • Ventilar local do acidente
  • Cortar ferragens
  • Cavar local de soterramento
  • Desencarcerar vítimas
  • Rebocar afogado
  • Retirar afogado da água
  • Resgatar vítima
  • Capturar animais e insetos (peçonhentos, raivosos)
C Prevenir acidentes (incêndio, vazamento, explosão, desmoronamentos, etc) (7)
  • Mapear área de risco
  • Vistoriar instalações
  • Vistoriar sistema de proteção contra incêndio
  • Reconhecer local de trabalho
  • Sinalizar locais de risco
  • Estabelecer rota de fuga
  • Acompanhar operações de risco
D Controlar acidentes com produtos perigosos (5)
  • Identificar produtos perigosos
  • Conter vazamento do recipiente
  • Demarcar distância de segurança
  • Afastar público do local
  • Monitorar condições atmosféricas
E Prestar primeiros socorros (13)
  • Associar estado da vítima com local do acidente
  • Verificar nível de consciência da vítima
  • Liberar vias aéreas da vítima
  • Verificar respiração e circulação
  • Constatar hemorragias e deformidades
  • Proceder à respiração artificial
  • Fornecer suprimento de oxigênio
  • Fazer massagem cardíaca
  • Efetuar anamnese da vítima
  • Imobilizar vítima
  • Estabilizar a vítima
  • Acalmar vítima
  • Transportar vítima para centro médico
F Preparar-se para ocorrências (10)
  • Conferir efetivo
  • Distribuir tarefas e funções
  • Conferir funcionamento dos equipamentos e viaturas e/ou ferramentas
  • Conferir estado dos equipamentos e materiais e/ou ferramentas
  • Abastecer equipamentos e/ou viaturas
  • Praticar exercícios físicos
  • Praticar mergulho
  • Traçar itinerário
  • Providenciar manutenção dos equipamentos e/ou ferramentas
  • Especificar equipamentos e/ou ferramentas para aquisição
H Realizar cursos e campanhas preventivas e educativas (6)
  • Ministrar aulas e palestras educativas
  • Capacitar brigadas de incêndio
  • Capacitar corpo voluntário de emergência e/ou núcleos comunitários de pdc.
  • Treinar equipe de bombeiro e salvamento
  • Treinar brigadas de incêndio e abandono de local
  • Simular ocorrências com funcionários de empresas e/ou comunidades e instituições
J Trabalhar com segurança e bio-segurança (7)
  • Tomar vacinas
  • Submeter-se a exames periódicos
  • Higienizar equipamentos
  • Selecionar roupa conforme a ocorrência
  • Usar equipamento de proteção individual e proteção coletiva
  • Descontaminar equipamentos
  • Aplicar medidas de segurança para a equipe
Y Comunicar-se (11)
  • Orientar público
  • Conversar com a vítima
  • Ouvir relatos da vítima e testemunhas
  • Informar dados da vítima
  • Trocar informações
  • Chamar apoio
  • Comunicar-se através de sinais
  • Elaborar estatísticas
  • Relatar ocorrências em formulário ou sistema
  • Informar o centro de operações
  • Elaborar relatórios
Z Demonstrar competências pessoais (13)
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar prontidão
  • Demonstrar controle emocional
  • Demonstrar resistência a fadiga
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar cautela
  • Demonstrar capacidade de persuasão
  • Demonstrar capacidade de observação
  • Demonstrar capacidade de tomar decisões
  • Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar segurança
  • Demonstrar pró atividade

Sinônimos oficiais (1)

Bombeiro de aeroporto

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5171-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um bombeiro de aeródromo?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.706 por mês, considerando as 250 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.172 (10% menores) a R$ 3.400 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.449 (RAIS 2024), 64.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando bombeiro de aeródromo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 510 admissões contra 450 desligamentos, saldo de +60 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata bombeiro de aeródromo?

A atividade econômica que mais contratou foi Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente (CNAE 8599699), com 26,1% das admissões e mediana de R$ 2.771. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de bombeiro de aeródromo?

5171-05 (família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Bombeiro de aeroporto — todos usam o mesmo código 5171-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser bombeiro de aeródromo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5171: Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de bombeiro de aeródromo?

A taxa é de 18,9 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é mão (exceto punho ou dedos) (15,2% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S82 — fratura da perna, incluindo tornozelo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5171-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5171-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5171-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8599699), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5171:

  • Condomínio Shopping Center Ibirapuera
  • Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro
  • Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp)
  • Emdurb / Daesp
  • Esporte Clube Pinheiros
  • Ford Motor Company
  • General Motors do Brasil Ltda.
  • Polícia Militar do Estado de São Paulo - Corpo de Bombeiros
  • Rhodia Brasil Ltda.
  • Serviço de Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Santos (Sevisa)
  • Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • EPI: Equipamento de Proteção Individual.
  • EPR: Equipamento de Proteção Respiratório.
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