NCM Buscador
CBO 2002 Família 5171 R$ 1.615 na admissão +45 postos em 12 meses 80 atividades

CBO 5171-30 — Agente de proteção e defesa civil

O código 5171-30 identifica a ocupação agente de proteção e defesa civil na CBO 2002, dentro da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um agente de proteção e defesa civil

Previnem situações de risco e executam salvamentos terrestres, aquáticos e em altura, protegendo pessoas e patrimônios de incêndios, explosões, vazamentos, afogamentos ou qualquer outra situação de emergência, com o objetivo de salvar e resgatar vidas; prestam primeiros socorros, verificando o estado da vítima para realizar o procedimento adequado; realizam cursos e campanhas educativas, formando e treinando equipes, brigadas e corpo voluntário de emergência.

Descrição oficial da família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam no comércio, indústria, serviços e agropecuária. São empregados com carteira assinada, organizam-se em equipe, trabalhando em locais fechados e abertos, em períodos diurnos e noturnos e em revezamento de turnos. Estão, conforme a especialidade das ocupações, expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, umidade e altas temperaturas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 0311 - Subtenentes e sargentos do Corpo de Bombeiros Militar.

Recursos de trabalho

Ambu (para ventilação boca a boca); Derivantes, empatações (conexões hidráulicas); Detector de gases; Embarcação, viatura, aeronave; EPI, epr; Ferramenta hidráulica de cortar ou tracionar ferro; Life belt (salsichão), colar cervical; Pranchões para salvamento (long board); Rádio ht, vhf marítimo; Viatura de água, pó químico, espuma.

Quanto ganha um agente de proteção e defesa civil

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60310% ganham atéR$ 1.615medianaR$ 1.74110% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.220

Entrada × quem já está

R$ 1.615 ao ser admitido · R$ 4.220 para quem tem vínculo ativo +161,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de agente de proteção e defesa civil foi de R$ 1.615 — metade das 99 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.603 e os 10% de maior, acima de R$ 1.741.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.220, ou seja, 161,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 17 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 8,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.615
Por ano (12 salários)R$ 19.380
Por semanaR$ 372
Por hora (43.8h/sem)R$ 8,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.61588,9%
  • Mulheres — R$ 1.61411,1%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.43177,7%
  • Mulheres — R$ 3.65022,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.658

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

100

Desligamentos

55

Saldo

+45

Rotatividade

29,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+28) saldo negativo · pior: mai/26 (-5)

Em 12 meses houve 100 admissões e 55 desligamentos de agente de proteção e defesa civil, o que significa que o mercado formal abriu 45 postos de trabalho no período, com rotatividade de 29,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 45,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 27,3% por dispensa sem justa causa, além de 9,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador45,5%
  • Dispensa sem justa causa27,3%
  • Fim de contrato9,1%

Sobre 55 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • 10 a 19 empregados1%
  • 50 a 99 empregados2%
  • 100 a 249 empregados66%
  • 1.000 ou mais empregados31%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata agente de proteção e defesa civil

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 66% das admissões 66 44h R$ 1.631 R$ 1.662 R$ 1.693 2% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 28% das admissões 28 44h R$ 1.621 2% 1
Administração pública em geral 8411600 · 2% das admissões 2 2% 1
Hotéis 5510801 · 2% das admissões 2 2% 2
Operação dos aeroportos e campos de aterrissagem 5240101 · 1% das admissões 1 2% 3
Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas 5620101 · 1% das admissões 1 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como agente de proteção e defesa civil

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 185 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

17 meses

No setor público

96,8%

Em empresa do Simples

1,6%

Sexo

  • Homem77,8%
  • Mulher22,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,1h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos0,5%

Sobre os 185 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca67,4%
  • Parda28,3%
  • Preta4,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 5º ano completo0,5%
  • Fundamental completo3,2%
  • Médio incompleto0,5%
  • Médio completo65,4%
  • Superior incompleto4,3%
  • Superior completo25,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto1%
  • Até 5º ano incompleto6%
  • 5º ano completo3%
  • 6º a 9º ano1%
  • Fundamental completo9%
  • Médio incompleto9%
  • Médio completo67%
  • Superior incompleto4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,5%
  • 5 a 9 empregados1,6%
  • 10 a 19 empregados0,5%
  • 20 a 49 empregados0,5%
  • 50 a 99 empregados0,5%
  • 100 a 249 empregados1,6%
  • 250 a 499 empregados3,8%
  • 500 a 999 empregados5,9%
  • 1.000 ou mais empregados84,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5171.

Qual especialização paga mais na família 5171

Todas as ocupações de bombeiros, salva-vidas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5171-25 Chefe de brigada R$ 1.652 R$ 5.116 607
5171-05 Bombeiro de aeródromo R$ 2.706 R$ 4.449 2.253
5171-30 Agente de proteção e defesa civil (esta página) R$ 1.615 R$ 4.220 185
5171-10 Bombeiro civil R$ 2.638 R$ 3.687 37.684
5171-20 Brigadista florestal R$ 2.437 R$ 2.427 122
5171-15 Salva-vidas R$ 2.040 R$ 2.262 10.539

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5171-30.

A Combater incêndios (12)
  • Realizar reconhecimento da área
  • Triar informação sobre incêndio
  • Dirigir viaturas e/ou embarcações
  • Operar equipamentos e/ou ferramentas
  • Avaliar situações de risco
  • Orientar evacuação de brigadistas e/ou terceiros
  • Evacuar local
  • Isolar área
  • Organizar trânsito local
  • Eliminar situações de risco
  • Preservar local para perícia
  • Deixar local seguro
C Prevenir acidentes (incêndio, vazamento, explosão, desmoronamentos, etc) (8)
  • Mapear área de risco
  • Participar da elaboração de planos de contingência e emergência.
  • Reconhecer local de trabalho
  • Sinalizar locais de risco
  • Alertar banhista através do apito
  • Acompanhar operações de risco
  • Auxiliar na remoção de arvores em perigo de queda iminente
  • Realizar atividades de vigilância e monitoramento de áreas de risco
D Controlar acidentes com produtos perigosos (5)
  • Identificar produtos perigosos
  • Acionar órgãos responsáveis
  • Demarcar distância de segurança
  • Afastar público do local
  • Monitorar condições atmosféricas
F Preparar-se para ocorrências (9)
  • Conferir efetivo
  • Distribuir tarefas e funções
  • Conferir funcionamento dos equipamentos e viaturas e/ou ferramentas
  • Conferir estado dos equipamentos e materiais e/ou ferramentas
  • Abastecer equipamentos e/ou viaturas
  • Traçar itinerário
  • Providenciar manutenção dos equipamentos e/ou ferramentas
  • Especificar equipamentos e/ou ferramentas para aquisição
  • Organizar voluntários em situações de emergência e desastres
G Participar de ações de proteção e defesa civil (8)
  • Atender aos chamados da população
  • Encaminhar ocorrências para os órgãos responsáveis
  • Realizar registro fotográfico de áreas de risco e suscetíveis à desastres
  • Levantar informações de pessoas em situação de risco e de desastres
  • Auxiliar na remoção de famílias em situação de risco para os abrigos temporários.
  • Participar da distribuição de material humanitário (cestas básicas, água, etc)
  • Entregar notificações (desocupação, alertas, avisos, etc)
  • Cadastrar voluntários e locais de abrigos
H Realizar cursos e campanhas preventivas e educativas (5)
  • Ministrar aulas e palestras educativas
  • Capacitar corpo voluntário de emergência e/ou núcleos comunitários de pdc.
  • Participar da realização de conscientização, orientação e educação socioambiental
  • Simular ocorrências com funcionários de empresas e/ou comunidades e instituições
  • Participar de eventos, comissões, seminários e reuniões
I Participar de ações de preservação/recuperação do meio ambiente (2)
  • Apoiar atividades socioambientais e científicas
  • Auxiliar nas ações de recuperação e reconstrução de cenários destruídos em desastres.
J Trabalhar com segurança e bio-segurança (4)
  • Tomar vacinas
  • Higienizar equipamentos
  • Selecionar roupa conforme a ocorrência
  • Usar equipamento de proteção individual e proteção coletiva
Y Comunicar-se (14)
  • Orientar público
  • Conversar com a vítima
  • Ouvir relatos da vítima e testemunhas
  • Informar dados da vítima
  • Trocar informações
  • Chamar apoio
  • Solicitar recursos materiais (equipamentos, viaturas, ferramentas, etc,)
  • Relatar ocorrências em formulário ou sistema
  • Informar o centro de operações
  • Emitir autos de interdição ou embargo
  • Elaborar relatórios
  • Encaminhar relatórios à instâncias superiores
  • Interagir com núcleos comunitários , órgãos públicos e institutições relacionados
  • Estimular a participação das comunidades e entidades (escolas, núcleos comunitários, etc) em ações de pdc
Z Demonstrar competências pessoais (13)
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar prontidão
  • Demonstrar controle emocional
  • Demonstrar resistência a fadiga
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar cautela
  • Demonstrar capacidade de persuasão
  • Demonstrar capacidade de observação
  • Demonstrar capacidade de tomar decisões
  • Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar segurança
  • Demonstrar pró atividade

Sinônimos oficiais (1)

Agente de proteção e defesa civil operacional

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5171-30 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um agente de proteção e defesa civil?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.615 por mês, considerando as 99 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.603 (10% menores) a R$ 1.741 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.220 (RAIS 2024), 161.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando agente de proteção e defesa civil?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 100 admissões contra 55 desligamentos, saldo de +45 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata agente de proteção e defesa civil?

A atividade econômica que mais contratou foi Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros (CNAE 7830200), com 66% das admissões e mediana de R$ 1.662. A lista completa dos 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de agente de proteção e defesa civil?

5171-30 (família 5171 — Bombeiros, salva-vidas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Agente de proteção e defesa civil operacional — todos usam o mesmo código 5171-30. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser agente de proteção e defesa civil?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5171: Requer-se do bombeiro de segurança do trabalho e do salva-vidas o ensino fundamental completo, do bombeiro aeródromo, o ensino médio completo. Exige-se curso básico de qualificação de duzentas a quatrocentas horas/aula para todos. Os salva-vidas civis que atuam na orla marítima costumam receber treinamento dado por salva-vidas da polícia militar. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5171-30?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5171-30 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5171-30 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7830200), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5171:

  • Condomínio Shopping Center Ibirapuera
  • Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro
  • Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp)
  • Emdurb / Daesp
  • Esporte Clube Pinheiros
  • Ford Motor Company
  • General Motors do Brasil Ltda.
  • Polícia Militar do Estado de São Paulo - Corpo de Bombeiros
  • Rhodia Brasil Ltda.
  • Serviço de Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Santos (Sevisa)
  • Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • EPI: Equipamento de Proteção Individual.
  • EPR: Equipamento de Proteção Respiratório.
Voltar ao topo