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CBO 2002 Família 5115 R$ 1.674 na admissão +17 postos em 12 meses 73 atividades

CBO 5115-10 — Condutor de turismo de pesca

O código 5115-10 identifica a ocupação condutor de turismo de pesca na CBO 2002, dentro da família 5115 — Condutores de turismo. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 11 seções

Quanto ganha um condutor de turismo de pesca

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.65410% ganham até R$ 1.674mediana R$ 2.61810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.983

Entrada × quem já está

R$ 1.674 ao ser admitido · R$ 2.983 para quem tem vínculo ativo +78,2%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de condutor de turismo de pesca foi de R$ 1.674 — metade das 74 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.654 e os 10% de maior, acima de R$ 2.618.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.983, ou seja, 78,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 9 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 9,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.674
Por ano (12 salários)R$ 20.088
Por semanaR$ 385
Por hora (44h/sem)R$ 9,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.674 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.981 100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Centro-Oeste 1.679

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

74

Desligamentos

57

Saldo

+17

Rotatividade

86,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+12) saldo negativo · pior: nov/25 (-9)

Em 12 meses houve 74 admissões e 57 desligamentos de condutor de turismo de pesca, o que significa que o mercado formal abriu 17 postos de trabalho no período, com rotatividade de 86,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 19,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 73,7% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 19,3%
  • Dispensa sem justa causa 73,7%
  • Fim de contrato 1,8%

Sobre 57 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 5,5%
  • 1 a 4 empregados 4,1%
  • 5 a 9 empregados 32,9%
  • 10 a 19 empregados 43,8%
  • 20 a 49 empregados 12,3%
  • 100 a 249 empregados 1,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata condutor de turismo de pesca

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Agências de viagens 7911200 · 28,4% das admissões 21 44h — R$ 1.675 — 1% 1
Transporte aquaviário para passeios turísticos 5099801 · 25,7% das admissões 19 44h — R$ 1.675 — 1% 3
Hotéis 5510801 · 21,6% das admissões 16 44h — R$ 2.610 — 2% 2
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 8,1% das admissões 6 — — — — 2% 2
Serviços de engenharia 7112000 · 4,1% das admissões 3 — — — — 3% 1
Operadores turísticos 7912100 · 4,1% das admissões 3 — — — — 1% 1
Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 5611203 · 2,7% das admissões 2 — — — — 3% 2
Campings 5590602 · 1,4% das admissões 1 — — — — 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como condutor de turismo de pesca

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 66 vínculos

Idade mediana

42 anos

Tempo de casa

9 meses

Em empresa do Simples

68,2%

Sexo

  • Homem 97%
  • Mulher 3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,9h/sem
  • Contrato intermitente1,5%

Sobre os 66 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 73%
  • Branca 22,2%
  • Preta 3,2%
  • Indígena 1,6%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 1,5%
  • Até o 5º ano incompleto 4,5%
  • 5º ano completo 9,1%
  • 6º ao 9º ano 12,1%
  • Fundamental completo 6,1%
  • Médio incompleto 7,6%
  • Médio completo 59,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 4,1%
  • 5º ano completo 12,2%
  • 6º a 9º ano 13,5%
  • Fundamental completo 2,7%
  • Médio incompleto 8,1%
  • Médio completo 59,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 13,6%
  • 5 a 9 empregados 28,8%
  • 10 a 19 empregados 31,8%
  • 20 a 49 empregados 25,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Qual especialização paga mais na família 5115

Todas as ocupações de condutores de turismo, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5115-10 Condutor de turismo de pesca (esta página) R$ 1.674 R$ 2.983 66
5115-15 Condutor turismo náutico R$ 3.017 R$ 2.513 23
5115-05 Condutor de turismo de aventura R$ 2.038 R$ 2.056 324

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5115-10.

A Conduzir clientes/pessoas (8)
  • •Conduzir veiculos e/ou embarcações para realização de atividades turísticas
  • •Operar equipamentos para realização de atividades turísticas
  • •Apresentar as características do lugar/região aos clientes/pessoas
  • •Descrever fatos históricos do local/região
  • •Indicar locais propícios para banhos/mergulhos
  • •Indicar locais propícios para pesca
  • •Decidir sobre mudança de percurso
  • •Preparar local para alimentação de clientes/pessoas
B Organizar o operacional/logística (14)
  • •Elaborar agenda
  • •Identificar quantidade de pessoas para realização da atividade turística
  • •Identificar a atividade turística contratada (tipo de passeio, horário...)
  • •Definir roteiros
  • •Selecionar equipamentos para realização da atividade turística
  • •Verificar as condições de funcionamento dos veículos para realização das atividades (embarcações/veiculos terrestres...)
  • •Preparar equipamentos para a realização da atividade turística
  • •Definir embarcação
  • •Dividir grupos de acordo com a atividade contratada (capacidade do equipamento/local)
  • •Providenciar alimentação e bebidas para a atividade contratada
  • •Providenciar iscas vivas
  • •Selecionar locais propícios à pesca
  • •Interpretar condições climáticas
  • •Sugerir novos roteiros, rotas e trajetos
C Orientar clientes/pessoas (8)
  • •Apresentar aos clientes/pessoas o "briefing" da atividade turística
  • •Orientar sobre vestimenta adequada à realização da atividade
  • •Orientar sobre os riscos
  • •Orientar sobre o uso de equipamentos
  • •Orientar sobre os procedimentos específicos para realização da atividade
  • •Orientar sobre as regras necessárias à realização da atividade
  • •Obter dos clientes/pessoas a concordância no seguimento das regras
  • •Orientar clientes/pessoas sobre as questões relativas à conservação do meio ambiente
D Dar suporte a clientes/pessoas (7)
  • •Demonstrar os procedimentos a serem adotados durante a realização da atividade
  • •Motivar clientes/pessoas a iniciar/concluir a atividade turística
  • •Auxiliar clientes/pessoas na montagem do equipamento de pesca (nó, linha, isca...)
  • •Monitorar clientes/pessoas na utilização de equipamentos de orientação (bússolas, gps, mapas...)
  • •Auxiliar clientes/pessoas na seleção do equipamento de pesca
  • •Auxiliar clientes/pessoas no manuseio dos peixes (retirar da água, retirar anzol...)
  • •Atentar para sinais de desgaste físico e emocional
E Trabalhar com segurança (11)
  • •Verificar disponibilidade de equipamentos de segurança (tipo e quantidade)
  • •Verificar as condições de uso dos equipamentos de segurança
  • •Verificar a vida útil dos equipamentos
  • •Providenciar substituição de equipamentos
  • •Alertar clientes/pessoas sobre a execução dos procedimentos de segurança
  • •Utilizar epi e epc
  • •Alertar para a presença de animais (ferozes, peçonhentos, insetos...)
  • •Prestar primeiros socorros
  • •Utilizar rota de fuga e/ou emergência
  • •Atentar para sinais de aproximação de outros veículos e/ou embacações
  • •Providenciar resgate
F Auxiliar nas vendas de passeios (5)
  • •Indicar outros passeios turíticos a clientes/pessoas
  • •Fornecer informações detalhadas sobre uma atividade turística específica
  • •Divulgar serviços turísticos (e-mail, redes sociais, revistas especializadas...)
  • •Participar de eventos (feiras, palestras...)
  • •Estabelecer parcerias
G Realizar manutenção de equipamentos e/ou embarcações (6)
  • •Verificar as condições e quantidades de equipamentos após o uso
  • •Lavar os equipamentos após o uso
  • •Lubrificar equipamentos
  • •Acondicionar equipamentos
  • •Realizar pequenos reparos em equipamentos
  • •Solicitar manutenção de equipamentos
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • •Demonstrar capacidade de tomar decisões
  • •Demonstrar capacidade de interagir com pessoas
  • •Demonstrar capacidade de liderança
  • •Demonstrar habilidade no trato com pessoas
  • •Demonstrar iniciativa
  • •Demonstrar capacidade de transmitir confiança
  • •Demonstrar capacidade de organização
  • •Demonstrar capacidade de comunicação
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de atenção
  • •Demonstrar capacidade de autocontrole
  • •Demonstrar capacidade de empatia
  • •Demonstrar capacidade visual e espacial
  • •Demonstrar capacidade de cumprir normas e procedimentos

Sinônimos oficiais (2)

Piloteiro de turismo de pescaPirangueiro de turismo de pesca

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5115-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um condutor de turismo de pesca?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.674 por mês, considerando as 74 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.654 (10% menores) a R$ 2.618 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.983 (RAIS 2024), 78.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando condutor de turismo de pesca?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 74 admissões contra 57 desligamentos, saldo de +17 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata condutor de turismo de pesca?

A atividade econômica que mais contratou foi Agências de viagens (CNAE 7911200), com 28,4% das admissões e mediana de R$ 1.675. A ficha de condutor de turismo de pesca no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de condutor de turismo de pesca?

5115-10 (família 5115 — Condutores de turismo). A CBO reconhece também os títulos: Piloteiro de turismo de pesca, Pirangueiro de turismo de pesca — todos usam o mesmo código 5115-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5115-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5115-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5115-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7911200), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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