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CBO 2002 Família 2221 R$ 8.300 na admissão -37 postos em 12 meses 74 atividades

CBO 2221-20 — Engenheiro florestal

O código 2221-20 identifica a ocupação engenheiro florestal na CBO 2002, dentro da família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 14 seções

O que faz um engenheiro florestal

Planejam, coordenam e executam atividades agrossilvipecuárias e do uso de recursos naturais renováveis e ambientais. Fiscalizam essas atividades, promovem a extensão rural, orientando produtores nos vários aspectos das atividades agrossilvipecuárias e elaboram documentação técnica e científica. Podem prestar assistência e consultoria técnicas.

Descrição oficial da família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em atividades da agricultura, pecuária e silvicultura, exploração florestal, pesca e aquicultura, em empresas públicas e privadas e em cooperativas de produtores. Atuam como empregados, prestadores de serviços ou servidores públicos. Há possibilidade de colocação também em órgãos públicos fiscalizadores da qualidade ou classificadores de produtos e em empresas públicas de extensão rural. Trabalham em equipe, com supervisão ocasional, a céu aberto, ficando, muitas vezes, expostos a condições climáticas adversas. Podem permanecer em condições desconfortáveis por longos períodos, sujeitos à exposição de materiais tóxicos e ruídos intensos. consulte 2211 - Biólogos, botánic.

Recursos de trabalho

Podem ocorrer casos de Engenheiros agrossilvipecuários que exercem também funções de professor universitário ou pesquisador. Para codificá-los, considerar as atividades 239 principais. Norma regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - Altera a Lei nº 5.194/66.

Quanto ganha um engenheiro florestal

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.41010% ganham até R$ 8.300mediana R$ 13.78810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 9.824

Entrada × quem já está

R$ 8.300 ao ser admitido · R$ 9.824 para quem tem vínculo ativo +18,4%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de engenheiro florestal foi de R$ 8.300 — metade das 344 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.410 e os 10% de maior, acima de R$ 13.788.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 9.824, ou seja, 18,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 43 meses.

Considerando a jornada média de 40.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 48,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 8.300
Por ano (12 salários)R$ 99.600
Por semanaR$ 1.910
Por hora (40.8h/sem)R$ 48,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 8.638 63,1%
  • Mulheres — R$ 7.938 36,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 10.572 63,1%
  • Mulheres — R$ 9.425 36,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 6.350
  • Nordeste 7.800
  • Sudeste 10.850
  • Sul 6.097
  • Centro-Oeste 7.250

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 52 -6 — R$ 9.450 —
PR 48 +2 — R$ 6.078 —
MT 44 +5 — R$ 5.075 —
MG 39 -33 — R$ 11.850 —
PA 32 -4 — R$ 5.700 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

383

Desligamentos

420

Saldo

-37

Rotatividade

16,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+13) saldo negativo · pior: dez/25 (-19)

Em 12 meses houve 383 admissões e 420 desligamentos de engenheiro florestal, o que significa que o mercado formal fechou 37 postos de trabalho no período, com rotatividade de 16,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 30,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 58,1% por dispensa sem justa causa, além de 9,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 30,7%
  • Dispensa sem justa causa 58,1%
  • Fim de contrato 9,8%

Sobre 420 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 1%
  • Contrato intermitente 3,9%
  • Pessoa com deficiência 0,3%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 11,3%
  • 1 a 4 empregados 8,5%
  • 5 a 9 empregados 6,2%
  • 10 a 19 empregados 11,3%
  • 20 a 49 empregados 8,5%
  • 50 a 99 empregados 5,6%
  • 100 a 249 empregados 8,2%
  • 250 a 499 empregados 12,7%
  • 500 a 999 empregados 11%
  • 1.000 ou mais empregados 16,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata engenheiro florestal

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de engenharia 7112000 · 22,5% das admissões 86 42.7h R$ 5.975 R$ 10.625 R$ 11.925 3% 1
Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente 7490199 · 5,2% das admissões 20 44.7h — R$ 6.072 — 2% 1
Fabricação de álcool 1931400 · 5% das admissões 19 44h — R$ 8.005 — 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 3,9% das admissões 15 41.7h — R$ 8.289 — 3% 1
Fabricação de papel 1721400 · 3,1% das admissões 12 41h — R$ 6.459 — 3% 3
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,6% das admissões 10 41.2h — R$ 10.184 — 2% 1
Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel 1710900 · 2,6% das admissões 10 40h — R$ 6.628 — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como engenheiro florestal

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.523 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

43 meses

No setor público

45,7%

Em empresa do Simples

7,1%

Sexo

  • Mulher 36,8%
  • Homem 63,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,7%
  • Jornada parcial0,7%
  • Contrato intermitente0,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos2%

Sobre os 2.523 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 59,3%
  • Parda 35,7%
  • Preta 3,5%
  • Amarela 0,9%
  • Indígena 0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 85,9%
  • Mestrado 11,4%
  • Doutorado 2,7%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto 0,5%
  • Médio completo 3,9%
  • Superior incompleto 4,7%
  • Superior completo 74,2%
  • Pós-graduação 9,1%
  • Mestrado 6,8%
  • Doutorado 0,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 3,9%
  • 5 a 9 empregados 3,4%
  • 10 a 19 empregados 4,6%
  • 20 a 49 empregados 5,6%
  • 50 a 99 empregados 4,6%
  • 100 a 249 empregados 8,3%
  • 250 a 499 empregados 12%
  • 500 a 999 empregados 23,4%
  • 1.000 ou mais empregados 34%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações requerem o curso superior completo na área para o seu exercício. É frequente a presença de profissionais com cursos de mestrado, doutorado ou cursos de especialização.

Texto oficial do MTE para a família 2221.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Agronomia 2,21× 149.939 14.839 36,7% 37,2%
Engenharia florestal 1,8× 9.267 1.044 0% 99,4%
Engenharia agrícola 1,52× 4.472 558 0% 97,9%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Engenheiro agrônomo (carreira federal)2.031 contracheques · SIAPE R$ 12.509 R$ 15.601 R$ 17.690 40 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Engenheiro agrônomo (carreira federal)) é R$ 15.601 contra R$ 9.824 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +58,8%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

✓ Oficial · 01 de junho de 2026 Portal da Transparência — remuneração de servidores federais — Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e Decreto 7.724/2012; dados abertos de servidores do Executivo, militares e BACEN · Controladoria-Geral da União — CGU

Qual especialização paga mais na família 2221

Todas as ocupações de engenheiros agrossilvipecuários, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2221-10 Engenheiro agrônomo R$ 8.814 R$ 11.650 20.996
2221-20 Engenheiro florestal (esta página) R$ 8.300 R$ 9.824 2.523
2221-05 Engenheiro agrícola R$ 4.904 R$ 9.588 796
2221-15 Engenheiro de pesca R$ 7.575 R$ 8.388 266
2221-25 Tecnólogo em agronegócio R$ 6.653 R$ 6.500 297

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2221-20.

A Planejar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (10)
  • •Identificar necessidades do setor
  • •Levantar informações técnicas
  • •Diagnosticar situações
  • •Analisar viabilidade técnica, sócioeconômica e ambiental de soluções propostas
  • •Estimar custos
  • •Realizar estudos de mercados
  • •Discutir soluções propostas com envolvidos
  • •Definir ordenamento cronológico e logística de ações
  • •Inventariar recursos físicos e financeiros de empreendimento
  • •Definir parâmetros de produção
B Coordenar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (14)
  • •Analisar projetos, contratos, convênios, propostas técnicas e programas de trabalho
  • •Intermediar convênios, contratos e parcerias
  • •Captar recursos financeiros
  • •Administrar recursos financeiros
  • •Administrar recursos patrimoniais
  • •Coordenar equipe de trabalho
  • •Coordenar treinamentos
  • •Supervisionar construção e manutenção de infraestrutura rural
  • •Supervisionar atividades de sistema de produção (agricultura, aqüicultura, silvicultura, pecuária)
  • •Supervisionar processo em manejo de recursos naturais (bióticos e abióticos)
  • •Gerenciar atividades agrossilvipecuárias e/ou do agronegócio
  • •Coordenar programas e convênios interinstitucionais
  • •Supervisionar processos de tratamento de resíduos
  • •Supervisionar processos de recuperação de área degradada
C Executar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (6)
  • •Executar levantamento topográfico
  • •Executar levantamento ambiental
  • •Monitorar itens de controle do processo produtivo e/ou ambiental
  • •Analisar amostras colhidas e resultados de análises laboratoriais
  • •Testar desempenho de equipamentos, máquinas e materiais
  • •Inspecionar qualidade e sanidade de produto
D Prestar assistência e consultoria técnicas e extensão rural (11)
  • •Realizar visitas técnicas
  • •Realizar perícias e auditorias
  • •Orientar planejamento, execução, controle e administração de sistemas produtivos
  • •Orientar administração de propriedade rural
  • •Orientar utilização de fontes alternativas de energia
  • •Orientar processos de uso sustentável e conservação de solo, água e meio ambiente
  • •Orientar comercialização de produtos agrossilvipecuários e do agronegócio
  • •Organizar associações e/ou cooperativas de produtores
  • •Organizar eventos
  • •Promover cursos, seminários e palestras
  • •Prescrever receituário agropecuário
E Elaborar documentação técnica e científica (8)
  • •Elaborar relatórios (de atividade, técnicos e gerenciais)
  • •Elaborar projetos
  • •Elaborar inventário de recursos disponíveis (naturais, máquinas, equipamentos)
  • •Elaborar estudos estatísticos
  • •Elaborar normas e procedimentos técnicos
  • •Emitir laudos, pareceres técnicos e/ou documentos oficiais
  • •Elaborar artigos técnico-científicos
  • •Elaborar material para divulgação de produtos, serviços, equipamentos
F Promover desenvolvimento tecnológico (5)
  • •Desenvolver produtos, equipamentos e acessórios
  • •Desenvolver programas computacionais específicos
  • •Desenvolver processos e sistemas de tratamento de resíduos
  • •Adaptar tecnologia
  • •Desenvolver biotecnologia
G Fiscalizar atividades agrossilvipecuárias e o uso de recursos naturais renováveis e ambientais (6)
  • •Fiscalizar obras em execução
  • •Fiscalizar procedência, transporte e comercialização de produtos de origem animal e vegetal
  • •Fiscalizar atividades de extrativismo
  • •Autuar crimes ambientais e florestais
  • •Embargar atividades agrossilvipecuárias de estabelecimentos infratores
  • •Apreender produtos agrossilvipecuários
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • •Demonstrar discernimento
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar capacidade de síntese
  • •Desenvolver raciocínio lógico e analítico
  • •Demonstrar espírito empreendedor
  • •Demonstrar capacidade de adaptabilidade
  • •Desenvolver capacidade de negociação
  • •Demonstrar capacidade de liderança
  • •Demonstrar receptividade
  • •Demonstrar capacidade de expressão oral
  • •Demonstrar capacidade de expressão escrita
  • •Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal
  • •Demonstrar capacidade de iniciativa
  • •Demonstrar capacidade de tomar decisões

Sinônimos oficiais (6)

Consultor técnico em exploração vegetalEngenheiro de fauna e floraEngenheiro especialista em preservação florestalEngenheiro especialista em tecnologia de madeiraEngenheiro silvicultorReflorestador

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2221-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um engenheiro florestal?

A mediana do salário de admissão é R$ 8.300 por mês, considerando as 344 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 3.410 (10% menores) a R$ 13.788 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 9.824 (RAIS 2024), 18.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando engenheiro florestal?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 383 admissões contra 420 desligamentos, saldo de -37 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata engenheiro florestal?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de engenharia (CNAE 7112000), com 22,5% das admissões e mediana de R$ 10.625. A ficha de engenheiro florestal no Buscador NCM lista os 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de engenheiro florestal?

2221-20 (família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários). A CBO reconhece também os títulos: Consultor técnico em exploração vegetal, Engenheiro de fauna e flora, Engenheiro especialista em preservação florestal, Engenheiro especialista em tecnologia de madeira, Engenheiro silvicultor, Reflorestador — todos usam o mesmo código 2221-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser engenheiro florestal?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2221: As ocupações requerem o curso superior completo na área para o seu exercício. É frequente a presença de profissionais com cursos de mestrado, doutorado ou cursos de especialização. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Agronomia, com 2,21 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha engenheiro florestal no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Engenheiro agrônomo (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 15.601, com jornada predominante de 40 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 58.8% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2221-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2221-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2221-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7112000), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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