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CBO 2002 Família 2221 R$ 6.652 na admissão +51 postos em 12 meses 87 atividades

CBO 2221-25 — Tecnólogo em agronegócio

O código 2221-25 identifica a ocupação tecnólogo em agronegócio na CBO 2002, dentro da família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um tecnólogo em agronegócio

Planejam, coordenam e executam atividades agrossilvipecuárias e do uso de recursos naturais renováveis e ambientais. Fiscalizam essas atividades, promovem a extensão rural, orientando produtores nos vários aspectos das atividades agrossilvipecuárias e elaboram documentação técnica e científica. Podem prestar assistência e consultoria técnicas.

Descrição oficial da família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em atividades da agricultura, pecuária e silvicultura, exploração florestal, pesca e aquicultura, em empresas públicas e privadas e em cooperativas de produtores. Atuam como empregados, prestadores de serviços ou servidores públicos. Há possibilidade de colocação também em órgãos públicos fiscalizadores da qualidade ou classificadores de produtos e em empresas públicas de extensão rural. Trabalham em equipe, com supervisão ocasional, a céu aberto, ficando, muitas vezes, expostos a condições climáticas adversas. Podem permanecer em condições desconfortáveis por longos períodos, sujeitos à exposição de materiais tóxicos e ruídos intensos. consulte 2211 - Biólogos, botánic.

Recursos de trabalho

Podem ocorrer casos de Engenheiros agrossilvipecuários que exercem também funções de professor universitário ou pesquisador. Para codificá-los, considerar as atividades 239 principais. Norma regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - Altera a Lei nº 5.194/66.

Quanto ganha um tecnólogo em agronegócio

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.02310% ganham atéR$ 6.652medianaR$ 15.59410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.500

Entrada × quem já está

R$ 6.652 ao ser admitido · R$ 6.500 para quem tem vínculo ativo -2,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo em agronegócio foi de R$ 6.652 — metade das 129 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.023 e os 10% de maior, acima de R$ 15.594.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.500, ou seja, 2,3% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 17 meses.

Considerando a jornada média de 42.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 32,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.652
Por ano (12 salários)R$ 79.824
Por semanaR$ 1.531
Por hora (42.5h/sem)R$ 32,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 5.39861,2%
  • Mulheres — R$ 6.66438,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.53875,5%
  • Mulheres — R$ 6.32124,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sul9.963

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

180

Desligamentos

129

Saldo

+51

Rotatividade

43,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+24) saldo negativo · pior: dez/25 (-13)

Em 12 meses houve 180 admissões e 129 desligamentos de tecnólogo em agronegócio, o que significa que o mercado formal abriu 51 postos de trabalho no período, com rotatividade de 43,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 41,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,5% por dispensa sem justa causa, além de 8,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador41,9%
  • Dispensa sem justa causa46,5%
  • Fim de contrato8,5%

Sobre 129 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente2,2%
  • Jovem aprendiz3,9%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro1,1%
  • 1 a 4 empregados5%
  • 5 a 9 empregados1,7%
  • 10 a 19 empregados31,7%
  • 20 a 49 empregados8,3%
  • 50 a 99 empregados1,7%
  • 100 a 249 empregados7,2%
  • 250 a 499 empregados6,7%
  • 500 a 999 empregados35,6%
  • 1.000 ou mais empregados1,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata tecnólogo em agronegócio

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Cursos preparatórios para concursos 8599605 · 24,4% das admissões 44 1% 2
Fabricação de adubos e fertilizantes organominerais 2013401 · 21,1% das admissões 38 44h R$ 14.099 3
Fabricação de álcool 1931400 · 13,9% das admissões 25 44h R$ 4.388 3% 3
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 2,8% das admissões 5 2% 2
Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias 7490103 · 1,1% das admissões 2 3% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como tecnólogo em agronegócio

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 297 vínculos

Idade mediana

30 anos

Tempo de casa

17 meses

No setor público

0,3%

Em empresa do Simples

1%

Sexo

  • Homem75,4%
  • Mulher24,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,3h/sem
  • Pessoas com deficiência0,7%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,7%

Sobre os 297 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca49%
  • Parda45,2%
  • Preta5,1%
  • Amarela0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo98%
  • Mestrado1,7%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo0,6%
  • Médio incompleto1,1%
  • Médio completo9,4%
  • Superior incompleto12,2%
  • Superior completo72,8%
  • Pós-graduação1,7%
  • Mestrado1,1%
  • Doutorado1,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,3%
  • 5 a 9 empregados2,4%
  • 10 a 19 empregados3,7%
  • 20 a 49 empregados5,4%
  • 50 a 99 empregados6,4%
  • 100 a 249 empregados8,4%
  • 250 a 499 empregados14,5%
  • 500 a 999 empregados50,8%
  • 1.000 ou mais empregados7,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

As ocupações requerem o curso superior completo na área para o seu exercício. É frequente a presença de profissionais com cursos de mestrado, doutorado ou cursos de especialização.

Texto oficial do MTE para a família 2221.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Agronomia 2,21× 149.939 14.839 36,7% 37,2%
Engenharia florestal 1,8× 9.267 1.044 0% 99,4%
Engenharia agrícola 1,52× 4.472 558 0% 97,9%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 16.441 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 51 postos líquidos em 12 meses — cerca de 322,4 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Engenheiro agrônomo (carreira federal)2.031 contracheques · SIAPE R$ 12.509 R$ 15.601 R$ 17.690 40 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Engenheiro agrônomo (carreira federal)) é R$ 15.601 contra R$ 6.500 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +140%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2221

Todas as ocupações de engenheiros agrossilvipecuários, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2221-10 Engenheiro agrônomo R$ 8.816 R$ 11.650 20.996
2221-20 Engenheiro florestal R$ 8.284 R$ 9.824 2.523
2221-05 Engenheiro agrícola R$ 4.925 R$ 9.588 796
2221-15 Engenheiro de pesca R$ 7.575 R$ 8.388 266
2221-25 Tecnólogo em agronegócio (esta página) R$ 6.652 R$ 6.500 297

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2221-25.

A Planejar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (23)
  • Identificar necessidades do setor
  • Levantar informações técnicas
  • Diagnosticar situações
  • Analisar viabilidade técnica, sócioeconômica e ambiental de soluções propostas
  • Estimar custos
  • Identificar alternativas de captação de recursos
  • Analisar orçamentos para projeto de captação de recursos financeiros
  • Sugerir investimentos para o produtor rural
  • Definir investimentos, insumos e serviços
  • Planejar orçamentos para projeto de captação de recursos financeiros
  • Realizar estudos de mercados
  • Projetar cenários para as diversas cadeias produtivas do setor do agronegócio
  • Projetar mercados estratégicos para o agronegócio
  • Elaborar plano de negócio
  • Planejar a implantação de arranjos produtivos locais
  • Interpretar as diversas cadeias produtivas do agronegócio
  • Organizar as cadeias produtivas do agronegócio
  • Determinar uso de insumos
  • Discutir soluções propostas com envolvidos
  • Definir ordenamento cronológico e logística de ações
  • Inventariar recursos físicos e financeiros de empreendimento
  • Definir parâmetros de produção
  • Buscar novos clientes/mercados estratégicos inovadores
B Coordenar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (19)
  • Analisar projetos, contratos, convênios, propostas técnicas e programas de trabalho
  • Intermediar convênios, contratos e parcerias
  • Captar recursos financeiros
  • Administrar recursos financeiros
  • Administrar recursos patrimoniais
  • Coordenar equipe de trabalho
  • Coordenar treinamentos
  • Supervisionar atividades de sistema de produção (agricultura, aqüicultura, silvicultura, pecuária)
  • Supervisionar processo em manejo de recursos naturais (bióticos e abióticos)
  • Gerenciar atividades agrossilvipecuárias e/ou do agronegócio
  • Gerenciar distribuição e comercialização agrossilvipecuárias
  • Implantar programas de boas praticas agrícolas, ambientais e agroindustriais
  • Coordenar programas de boas praticas agrícolas, ambientais e agroindustriais
  • Coordenar programas e convênios interinstitucionais
  • Supervisionar processos de tratamento de resíduos
  • Gerenciar empresas, cooperativas, associações e demais entidades do setor do agronegócio
  • Desenvolver novas estratégias de gestão e/ou de produção para as cadeias produtivas
  • Participar da elaboração de estratégias de marketing
  • Negociar contratos de commodities agrícolas (café, soja, milho etc)
C Executar atividades agrossilvipecuárias e do agronegócio (6)
  • Analisar indicadores de mercado
  • Analisar indicadores de desempenho e índices zootécnicos
  • Analisar custos de produção do agronegócio
  • Administrar custos de produção do agronegócio
  • Executar implantação de arranjos produtivos locais
  • Monitorar itens de controle do processo produtivo e/ou ambiental
D Prestar assistência e consultoria técnicas e extensão rural (10)
  • Realizar visitas técnicas
  • Realizar perícias e auditorias
  • Orientar planejamento, execução, controle e administração de sistemas produtivos
  • Orientar administração de propriedade rural
  • Orientar utilização de fontes alternativas de energia
  • Orientar processos de uso sustentável e conservação de solo, água e meio ambiente
  • Orientar comercialização de produtos agrossilvipecuários e do agronegócio
  • Organizar eventos
  • Promover cursos, seminários e palestras
  • Participar da gestão de programas de qualidade
E Elaborar documentação técnica e científica (11)
  • Elaborar relatórios (de atividade, técnicos e gerenciais)
  • Elaborar projetos
  • Elaborar inventário de recursos disponíveis (naturais, máquinas, equipamentos)
  • Elaborar estudos estatísticos
  • Avaliar pareceres técnicos
  • Emitir laudos, pareceres técnicos e/ou documentos oficiais
  • Elaborar artigos técnico-científicos
  • Elaborar material para divulgação de produtos, serviços, equipamentos
  • Conferir documentos oficiais que acompanham solicitação de crédito rural
  • Coletar informações para preenchimento de documentos oficiais de produção e produtividade
  • Assinar plano de negócios
F Promover desenvolvimento tecnológico (4)
  • Acompanhar análise de tendências mercadológicas e tecnológicas
  • Sugerir inovações tecnológicas
  • Implementar tecnologias
  • Desenvolver produtos, equipamentos e acessórios
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • Demonstrar discernimento
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Desenvolver raciocínio lógico e analítico
  • Demonstrar espírito empreendedor
  • Demonstrar capacidade de adaptabilidade
  • Desenvolver capacidade de negociação
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Demonstrar receptividade
  • Demonstrar capacidade de expressão oral
  • Demonstrar capacidade de expressão escrita
  • Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar capacidade de tomar decisões

Sinônimos oficiais (1)

Tecnólogo em agronegócio digital

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2221-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um tecnólogo em agronegócio?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.652 por mês, considerando as 129 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 3.023 (10% menores) a R$ 15.594 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.500 (RAIS 2024), 2.3% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando tecnólogo em agronegócio?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 180 admissões contra 129 desligamentos, saldo de +51 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata tecnólogo em agronegócio?

A atividade econômica que mais contratou foi Cursos preparatórios para concursos (CNAE 8599605), com 24,4% das admissões. A lista completa dos 5 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de tecnólogo em agronegócio?

2221-25 (família 2221 — Engenheiros agrossilvipecuários). A CBO reconhece também os títulos: Tecnólogo em agronegócio digital — todos usam o mesmo código 2221-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser tecnólogo em agronegócio?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2221: As ocupações requerem o curso superior completo na área para o seu exercício. É frequente a presença de profissionais com cursos de mestrado, doutorado ou cursos de especialização. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Agronomia, com 2,21 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha tecnólogo em agronegócio no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Engenheiro agrônomo (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 15.601, com jornada predominante de 40 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 140% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2221-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2221-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2221-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8599605), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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