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CBO 2002 Família 1143 R$ 3.231 na admissão +1 postos em 12 meses 87 atividades

CBO 1143-05 — Dirigente e administrador de organização religiosa

O código 1143-05 identifica a ocupação dirigente e administrador de organização religiosa na CBO 2002, dentro da família 1143 — Dirigentes e administradores de entidades religiosas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um dirigente e administrador de organização religiosa

Implementam a missão religiosa; representam, jurídica e legalmente, a instituição; gerenciam operações administrativas e financeiras; coordenam atividades; articulam recursos humanos e materiais; comunicam-se oralmente e por escrito.

Descrição oficial da família 1143 — Dirigentes e administradores de entidades religiosas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais dessa família ocupacional podem exercer suas funções como trabalhadores de instituições de caráter religioso, entidades filantrópicas, instituições de assistência social e educacional, centros e comunidades sociais, educacionais e religiosas, congregações e paróquias. São contratados, dependendo do grupo religioso ao qual pertencem, na condição de empregados com carteira assinada, por conta própria, como autônomos ou, ainda, como voluntários. Atuam em equipes, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horários irregulares.

Recursos de trabalho

Computador; Fax; Telefone.

Quanto ganha um dirigente e administrador de organização religiosa

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.62510% ganham até R$ 3.231mediana R$ 7.17510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 7.813

Entrada × quem já está

R$ 3.231 ao ser admitido · R$ 7.813 para quem tem vínculo ativo +141,8%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de dirigente e administrador de organização religiosa foi de R$ 3.231 — metade das 40 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.625 e os 10% de maior, acima de R$ 7.175.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 7.813, ou seja, 141,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 45 meses.

Considerando a jornada média de 37.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 17,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.231
Por ano (12 salários)R$ 38.772
Por semanaR$ 744
Por hora (37.9h/sem)R$ 17,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.250 40%
  • Mulheres — R$ 3.025 60%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 12.463 51,4%
  • Mulheres — R$ 6.438 48,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

50

Desligamentos

49

Saldo

+1

Rotatividade

12,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+6) saldo negativo · pior: dez/25 (-9)

Em 12 meses houve 50 admissões e 49 desligamentos de dirigente e administrador de organização religiosa, o que significa que o mercado formal abriu 1 posto de trabalho no período, com rotatividade de 12,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 30,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 61,2% por dispensa sem justa causa, além de 6,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 30,6%
  • Dispensa sem justa causa 61,2%
  • Fim de contrato 6,1%

Sobre 49 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 8%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 8,5%
  • 1 a 4 empregados 23,4%
  • 5 a 9 empregados 8,5%
  • 10 a 19 empregados 4,3%
  • 20 a 49 empregados 36,2%
  • 100 a 249 empregados 14,9%
  • 250 a 499 empregados 4,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata dirigente e administrador de organização religiosa

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de organizações religiosas ou filosóficas 9491000 · 54% das admissões 27 42.8h — R$ 4.925 — 2% 1
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 8% das admissões 4 — — — — 2% 1
Ensino fundamental 8513900 · 6% das admissões 3 — — — — 1% 2
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal 4930201 · 6% das admissões 3 — — — — 3% 3
Serviços de assistência social sem alojamento 8800600 · 4% das admissões 2 — — — — 2% 1
Provedores de acesso às redes de comunicações 6190601 · 4% das admissões 2 — — — — 3% 2
Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente 2099199 · 4% das admissões 2 — — — — 3% 3
Serrarias com desdobramento de madeira em bruto 1610203 · 2% das admissões 1 — — — — — 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como dirigente e administrador de organização religiosa

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 386 vínculos

Idade mediana

48 anos

Tempo de casa

45 meses

No setor público

1,6%

Em empresa do Simples

2,6%

Sexo

  • Homem 52,1%
  • Mulher 47,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada38,2h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial2,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos93,5%

Sobre os 386 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 66,2%
  • Parda 28,2%
  • Preta 4%
  • Amarela 1,3%
  • Indígena 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 95,6%
  • Mestrado 3,1%
  • Doutorado 1,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano 2%
  • Fundamental completo 4%
  • Médio completo 30%
  • Superior incompleto 12%
  • Superior completo 40%
  • Pós-graduação 8%
  • Doutorado 4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 14,2%
  • 5 a 9 empregados 9,6%
  • 10 a 19 empregados 8,5%
  • 20 a 49 empregados 25,4%
  • 50 a 99 empregados 9,3%
  • 100 a 249 empregados 29,5%
  • 250 a 499 empregados 0,5%
  • 500 a 999 empregados 0,8%
  • 1.000 ou mais empregados 2,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Em determinadas instituições e entidades religiosas, a função de direção e gestão é exercida por pessoas com formação religiosa profissional de modo geral, requer-se que os trabalhadores dessa família ocupacional tenham escolaridade de nível superior. O tempo exigido para o pleno exercício das funções é de, no mínimo, cinco anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1143.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1143-05.

A Implementar a missão religiosa (15)
  • •Definir estratégias para divulgar a missão
  • •Formular princípios da organização
  • •Traçar diretrizes
  • •Definir objetivos e metas
  • •Pesquisar usos e costumes da região
  • •Verificar viabilidade de programas e projetos
  • •Elaborar plano de ação
  • •Avaliar a compatibilidade de princípios e estratégias de gestão com a missão religiosa
  • •Desenvolver ações estratégicas
  • •Implementar plano de ação
  • •Elaborar projetos e programas missionários
  • •Definir rotinas operacionais
  • •Elaborar estratégias de ensino
  • •Planejar calendário religioso
  • •Assessorar a elaboração do projeto arquitetônico dos espaços para culto
B Representar a instituição (9)
  • •Representar jurídica e legalmente a instituição
  • •Indicar representantes
  • •Representar a instituição junto à mídia
  • •Participar de eventos inter-religiosos
  • •Participar de conselhos inter-religiosos
  • •Participar de conselhos políticos e comunitários
  • •Proferir palestras
  • •Recepcionar personalidades públicas
  • •Visitar projetos e entidades sociais
C Gerenciar operações administrativas e financeiras (18)
  • •Gerenciar as atividades da entidade (administrativas, sociais etc.)
  • •Gerenciar equipes
  • •Elaborar estatutos
  • •Elaborar orçamento
  • •Captar recursos financeiros
  • •Alocar recursos
  • •Administrar o fluxo de caixa
  • •Aprovar verbas
  • •Acompanhar a execução orçamentária
  • •Acompanhar a arrecadação financeira
  • •Administrar o patrimônio da organização
  • •Estabelecer normas e regras administrativas
  • •Acompanhar o quadro associativo (sócios, membros e mantenedores)
  • •Elaborar documentos formais (atas, relatórios, contratos etc.)
  • •Conferir documentos formais (atas e relatórios)
  • •Supervisionar a administração de entidades vinculadas à organização
  • •Supervisionar programas e projetos da instituição
  • •Gerenciar os serviços contratados de terceiros
D Coordenar atividades (10)
  • •Organizar equipes
  • •Coordenar equipes de trabalho
  • •Organizar eventos
  • •Organizar comemorações religiosas
  • •Organizar seminários, acampamentos, retiros, cursos
  • •Identificar lideranças na comunidade
  • •Recrutar voluntários
  • •Preparar voluntários
  • •Coordenar grupos de estudos religiosos
  • •Promover a formação de voluntários
E Articular recursos (7)
  • •Articular conselhos da entidade (religioso, consultivo, administrativo)
  • •Formar comitês
  • •Interagir com a comunidade
  • •Mobilizar recursos
  • •Articular parcerias
  • •Buscar apoio institucional
  • •Promover ações sociais
F Comunicar-se (12)
  • •Elaborar estratégias e plano de comunicação da entidade
  • •Gerenciar plano de comunicação
  • •Promover campanhas religiosas, sociais e institucionais
  • •Promover festas e eventos
  • •Desenvolver material de divulgação
  • •Publicar boletins internos e periódicos
  • •Publicar artigos
  • •Participar de campanhas de utilidade pública
  • •Promover orientação espiritual nas escolas
  • •Participar de programas de rádio e tv
  • •Atender órgãos de imprensa
  • •Atender o público
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • •Administrar conflitos
  • •Demonstrar liderança
  • •Demonstrar comunicabilidade
  • •Demonstrar organização
  • •Demonstrar tolerância
  • •Demonstrar coerência
  • •Demonstrar ética
  • •Demonstrar carisma
  • •Demonstrar conhecimento religioso
  • •Demonstrar autocontrole
  • •Demonstrar sensibilidade social e psicológica
  • •Demonstrar amor ao próximo
  • •Saber ouvir
  • •Respeitar o próximo
  • •Respeitar a diversidade
  • •Demonstrar capacidade de compartilhar

Sinônimos oficiais (4)

Coordenador de entidade religiosaDiretor de entidade religiosaGestor de entidade religiosaSecretário-executivo de entidade religiosa

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 1143-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um dirigente e administrador de organização religiosa?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.231 por mês, considerando as 40 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.625 (10% menores) a R$ 7.175 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 7.813 (RAIS 2024), 141.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando dirigente e administrador de organização religiosa?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 50 admissões contra 49 desligamentos, saldo de +1 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata dirigente e administrador de organização religiosa?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de organizações religiosas ou filosóficas (CNAE 9491000), com 54% das admissões e mediana de R$ 4.925. A ficha de dirigente e administrador de organização religiosa no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de dirigente e administrador de organização religiosa?

1143-05 (família 1143 — Dirigentes e administradores de entidades religiosas). A CBO reconhece também os títulos: Coordenador de entidade religiosa, Diretor de entidade religiosa, Gestor de entidade religiosa, Secretário-executivo de entidade religiosa — todos usam o mesmo código 1143-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser dirigente e administrador de organização religiosa?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1143: Em determinadas instituições e entidades religiosas, a função de direção e gestão é exercida por pessoas com formação religiosa profissional de modo geral, requer-se que os trabalhadores dessa família ocupacional tenham escolaridade de nível superior. O tempo exigido para o pleno exercício das funções é de, no mínimo, cinco anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1143-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1143-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1143-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9491000), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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