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CBO 2002 Família 3191 R$ 2.225 na admissão -9 postos em 12 meses 54 atividades

CBO 3191-05 — Técnico em calçados e artefatos de couro

O código 3191-05 identifica a ocupação técnico em calçados e artefatos de couro na CBO 2002, dentro da família 3191 — Técnicos do vestuário. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um técnico em calçados e artefatos de couro

Desenvolvem produtos de vestuário a partir de pesquisas de mercado, as quais definirão o público-alvo, as tendências da moda e as necessidades do mercado de vestuário. Desenvolvem fornecedores; planejam, executam e controlam programas de fabricação de indústrias do vestuário (roupas, calçados e artefatos); elaboram métodos e processos de produção. Podem assumir responsabilidade de uma ou várias funções (ex.: Estudos, pesquisas, desenvolvimento, controle de qualidade e compras), dependendo do tamanho e tipo de organização da empresa; treinam e coordenam equipes.

Descrição oficial da família 3191 — Técnicos do vestuário, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em atividades ligadas a confecções de artigos do vestuário e acessórios e na fabricação de artefatos de couro. São empregados com carteira assinada, trabalhando sob supervisão ocasional. A organização de trabalho pode ser em células ou produção em linha, em ambientes fechados e em horários diurnos. Podem trabalhar sob pressão de metas de produção, levando à situação de estresse. Os técnicos em calçados e artefatos de couro podem trabalhar expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas. CONSULTE 3116 - Técnicos têxteis.

Recursos de trabalho

Calculadora; Computador; Cronômetro; Dinamômetro; Faca; Fita métrica; Máquinas de costura; Régua; Software para desenho; Tesoura.

Quanto ganha um técnico em calçados e artefatos de couro

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.86010% ganham até R$ 2.225mediana R$ 6.52010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.913

Entrada × quem já está

R$ 2.225 ao ser admitido · R$ 3.913 para quem tem vínculo ativo +75,9%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de técnico em calçados e artefatos de couro foi de R$ 2.225 — metade das 44 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.860 e os 10% de maior, acima de R$ 6.520.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.913, ou seja, 75,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 39 meses.

Considerando a jornada média de 42.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.225
Por ano (12 salários)R$ 26.700
Por semanaR$ 512
Por hora (42.8h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.219 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.200 67,4%
  • Mulheres — R$ 3.525 32,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

46

Desligamentos

55

Saldo

-9

Rotatividade

27,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+5) saldo negativo · pior: dez/25 (-7)

Em 12 meses houve 46 admissões e 55 desligamentos de técnico em calçados e artefatos de couro, o que significa que o mercado formal fechou 9 postos de trabalho no período, com rotatividade de 27,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 29,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 45,5% por dispensa sem justa causa, além de 23,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 29,1%
  • Dispensa sem justa causa 45,5%
  • Fim de contrato 23,6%

Sobre 55 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jovem aprendiz 2,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 2,4%
  • 1 a 4 empregados 14,3%
  • 5 a 9 empregados 21,4%
  • 10 a 19 empregados 14,3%
  • 20 a 49 empregados 9,5%
  • 50 a 99 empregados 2,4%
  • 100 a 249 empregados 16,7%
  • 250 a 499 empregados 7,1%
  • 500 a 999 empregados 9,5%
  • 1.000 ou mais empregados 2,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico em calçados e artefatos de couro

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de calçados de couro 1531901 · 32,6% das admissões 15 44h — R$ 2.013 — 2% 3
Acabamento de calçados de couro sob contrato 1531902 · 17,4% das admissões 8 — — — — 3% 3
Fabricação de calçados de material sintético 1533500 · 15,2% das admissões 7 — — — — 2% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,3% das admissões 2 — — — — 3% 1
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material 1521100 · 4,3% das admissões 2 — — — — 2% 2
Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente 1529700 · 2,2% das admissões 1 — — — — 3% 2
Curtimento e outras preparações de couro 1510600 · 2,2% das admissões 1 — — — — 3% 3
Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários 7490104 · 2,2% das admissões 1 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico em calçados e artefatos de couro

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 197 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

39 meses

Em empresa do Simples

8,6%

Sexo

  • Homem 66,5%
  • Mulher 33,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,2h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%

Sobre os 197 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 81,8%
  • Parda 16,7%
  • Preta 1,6%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 6º ao 9º ano 5,1%
  • Fundamental completo 5,1%
  • Médio incompleto 14,7%
  • Médio completo 55,3%
  • Superior incompleto 11,2%
  • Superior completo 8,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 2,2%
  • Fundamental completo 4,3%
  • Médio incompleto 8,7%
  • Médio completo 69,6%
  • Superior incompleto 10,9%
  • Superior completo 4,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 5,6%
  • 5 a 9 empregados 6,1%
  • 10 a 19 empregados 3,6%
  • 20 a 49 empregados 7,1%
  • 50 a 99 empregados 8,1%
  • 100 a 249 empregados 13,7%
  • 250 a 499 empregados 16,2%
  • 500 a 999 empregados 28,9%
  • 1.000 ou mais empregados 10,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso às ocupações ocorre por meio de curso técnico em nível médio nas áreas do vestuário e afins ou experiência equivalente. O exercício pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 3191.

Qual especialização paga mais na família 3191

Todas as ocupações de técnicos do vestuário, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3191-05 Técnico em calçados e artefatos de couro (esta página) R$ 2.225 R$ 3.913 197
3191-10 Técnico em confecções do vestuário R$ 2.663 R$ 3.538 586

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3191-05.

A Pesquisar o mercado de vestuário (6)
  • •Elaborar instrumentos de pesquisa
  • •Definir o público alvo
  • •Identificar as tedências da moda
  • •Identificar necessidades do mercado de vestuário
  • •Verificar concorrência no mercado de vestuário
  • •Identificar materiais
B Desenvolver produtos de vestuário (11)
  • •Interpretar desenhos
  • •Selecionar modelos a serem desenvolvidos
  • •Dimensionar formas para calçados
  • •Desenvolver a modelagem
  • •Identificar máquinas e equipamentos
  • •Fabricar protótipos
  • •Fornecer informações para a fabricação de protótipos
  • •Testar protótipos
  • •Especificar dimensões e características do produto
  • •Indicar sistema de embalagem e acondicionamento da produção
  • •Elaborar custo do produto
C Desenvolver fornecedores (5)
  • •Especificar componentes e materiais para a produção
  • •Identificar fornecedores
  • •Comparar preços e prazos de entrega e pagamentos
  • •Testar componentes e materiais
  • •Emitir laudo de testagem de componentes e materiais
D Planejar a produção de artigos de vestuário (4)
  • •Definir o volume e a forma da produção
  • •Relacionar máquinas, equipamentos e pessoas para a produção
  • •Elaborar cronograma da produção
  • •Elaborar leiaute para a produção
E Elaborar métodos e processos de produção (5)
  • •Definir seqüência operacional
  • •Definir fluxo de produção por etapas de fabricação
  • •Identificar necessidade de dispositivos
  • •Descrever o processo produtivo
  • •Determinar tempos-padrão de produção
F Treinar pessoas (5)
  • •Identificar necessidades de treinamento de colaboradores e fornecedores
  • •Elaborar recursos e materiais didáticos
  • •Elaborar cronograma de treinamento
  • •Implementar programas de treinamento
  • •Avaliar programas de treinamento
G Controlar a produção (9)
  • •Elaborar estatísticas de produção
  • •Medir indicadores de desempenho
  • •Medir tempo de desenvolvimento das etapas dos processos de produção
  • •Avaliar a produtividade
  • •Verificar a qualidade dos produtos e processos
  • •Avaliar as condições de funcionamento das máquinas e equipamentos
  • •Identificar perdas na produção
  • •Implementar ações corretivas nos processos de produção
  • •Elaborar instrumentos de controle de produção
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • •Manter-se dinâmico
  • •Demonstrar criatividade
  • •Comunicar-se com fluência (ser comunicativo)
  • •Trabalhar em equipe
  • •Manter-se organizado
  • •Demonstrar determinação
  • •Liderar equipes
  • •Demonstrar flexibilidade
  • •Demonstrar objetividade

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em calçados e artefatos de couro?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.225 por mês, considerando as 44 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.860 (10% menores) a R$ 6.520 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.913 (RAIS 2024), 75.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico em calçados e artefatos de couro?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 46 admissões contra 55 desligamentos, saldo de -9 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico em calçados e artefatos de couro?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de calçados de couro (CNAE 1531901), com 32,6% das admissões e mediana de R$ 2.013. A ficha de técnico em calçados e artefatos de couro no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico em calçados e artefatos de couro?

3191-05 (família 3191 — Técnicos do vestuário). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico em calçados e artefatos de couro?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3191: O acesso às ocupações ocorre por meio de curso técnico em nível médio nas áreas do vestuário e afins ou experiência equivalente. O exercício pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de experiência.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3191-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3191-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3191-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1531901), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3191:

  • •Calçados Azaléia S.A.
  • •Calçados Ramarim Ltda.
  • •Conforto Artefatos de Couro Ltda.
  • •Fits Well Confecções Ltda.
  • •Redolfi e Companhia Ltda.
  • •Século um Indústria e Comércio de Malhas e Confecção
  • •Sindicato das Indústrias do Vestuário
  • •Sindicouro
  • •Stürmer Indústria de Artefatos de Couro Ltda.
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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