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CBO 2002 Família 3191 R$ 2.610 na admissão -82 postos em 12 meses 53 atividades

CBO 3191-10 — Técnico em confecções do vestuário

O código 3191-10 identifica a ocupação técnico em confecções do vestuário na CBO 2002, dentro da família 3191 — Técnicos do vestuário. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um técnico em confecções do vestuário

Desenvolvem produtos de vestuário a partir de pesquisas de mercado, as quais definirão o público-alvo, as tendências da moda e as necessidades do mercado de vestuário. Desenvolvem fornecedores; planejam, executam e controlam programas de fabricação de indústrias do vestuário (roupas, calçados e artefatos); elaboram métodos e processos de produção. Podem assumir responsabilidade de uma ou várias funções (ex.: Estudos, pesquisas, desenvolvimento, controle de qualidade e compras), dependendo do tamanho e tipo de organização da empresa; treinam e coordenam equipes.

Descrição oficial da família 3191 — Técnicos do vestuário, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em atividades ligadas a confecções de artigos do vestuário e acessórios e na fabricação de artefatos de couro. São empregados com carteira assinada, trabalhando sob supervisão ocasional. A organização de trabalho pode ser em células ou produção em linha, em ambientes fechados e em horários diurnos. Podem trabalhar sob pressão de metas de produção, levando à situação de estresse. Os técnicos em calçados e artefatos de couro podem trabalhar expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas. CONSULTE 3116 - Técnicos têxteis.

Recursos de trabalho

Calculadora; Computador; Cronômetro; Dinamômetro; Faca; Fita métrica; Máquinas de costura; Régua; Software para desenho; Tesoura.

Quanto ganha um técnico em confecções do vestuário

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.79510% ganham atéR$ 2.610medianaR$ 5.00510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.538

Entrada × quem já está

R$ 2.610 ao ser admitido · R$ 3.538 para quem tem vínculo ativo +35,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico em confecções do vestuário foi de R$ 2.610 — metade das 174 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.795 e os 10% de maior, acima de R$ 5.005.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.538, ou seja, 35,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 32 meses.

Considerando a jornada média de 40.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.610
Por ano (12 salários)R$ 31.320
Por semanaR$ 601
Por hora (40.8h/sem)R$ 13,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.00620,1%
  • Mulheres — R$ 2.52279,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.71319,7%
  • Mulheres — R$ 3.53380,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.750
  • Sul3.025

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 81 -27 R$ 2.708
SC 52 -32 R$ 3.250

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

203

Desligamentos

285

Saldo

-82

Rotatividade

48,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: abr/26 (+15) saldo negativo · pior: jul/26 (-24)

Em 12 meses houve 203 admissões e 285 desligamentos de técnico em confecções do vestuário, o que significa que o mercado formal fechou 82 postos de trabalho no período, com rotatividade de 48,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 35,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 41,8% por dispensa sem justa causa, além de 21,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador35,4%
  • Dispensa sem justa causa41,8%
  • Fim de contrato21,8%

Sobre 285 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente0,5%
  • Jovem aprendiz11,8%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro8,4%
  • 1 a 4 empregados5,9%
  • 5 a 9 empregados8,4%
  • 10 a 19 empregados10,8%
  • 20 a 49 empregados10,3%
  • 50 a 99 empregados17,2%
  • 100 a 249 empregados13,8%
  • 250 a 499 empregados9,9%
  • 500 a 999 empregados8,4%
  • 1.000 ou mais empregados6,9%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico em confecções do vestuário

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 47,3% das admissões 96 43.8h R$ 2.275 R$ 3.025 R$ 4.106 3% 2
Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios 7723300 · 6,4% das admissões 13 44h R$ 2.421 2% 1
Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 1412603 · 4,4% das admissões 9 3% 2
Confecção de roupas íntimas 1411801 · 4,4% das admissões 9 3% 2
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 3% das admissões 6 2% 1
Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, exceto profissionais e de segurança 4642701 · 3% das admissões 6 1% 2
Confecção, sob medida, de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 1412602 · 3% das admissões 6 2% 2
Comércio varejista de calçados 4782201 · 2,5% das admissões 5 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico em confecções do vestuário

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 586 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

32 meses

No setor público

1,7%

Em empresa do Simples

18,1%

Sexo

  • Mulher79,7%
  • Homem20,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,5h/sem
  • Pessoas com deficiência1,4%
  • Jornada parcial0,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,9%

Sobre os 586 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca72,1%
  • Parda22%
  • Preta4,5%
  • Amarela1,2%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º ao 9º ano1,2%
  • Fundamental completo1,9%
  • Médio incompleto3,4%
  • Médio completo46,1%
  • Superior incompleto11,9%
  • Superior completo34,5%
  • Mestrado0,5%
  • Doutorado0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo1,5%
  • Médio incompleto7,9%
  • Médio completo46,3%
  • Superior incompleto11,3%
  • Superior completo29,1%
  • Pós-graduação3,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,5%
  • 5 a 9 empregados4,9%
  • 10 a 19 empregados8%
  • 20 a 49 empregados13,1%
  • 50 a 99 empregados10,4%
  • 100 a 249 empregados15,9%
  • 250 a 499 empregados15,7%
  • 500 a 999 empregados16,4%
  • 1.000 ou mais empregados10,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso às ocupações ocorre por meio de curso técnico em nível médio nas áreas do vestuário e afins ou experiência equivalente. O exercício pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 3191.

Qual especialização paga mais na família 3191

Todas as ocupações de técnicos do vestuário, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3191-05 Técnico em calçados e artefatos de couro R$ 2.219 R$ 3.913 197
3191-10 Técnico em confecções do vestuário (esta página) R$ 2.610 R$ 3.538 586

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3191-10.

A Pesquisar o mercado de vestuário (6)
  • Elaborar instrumentos de pesquisa
  • Definir o público alvo
  • Identificar as tedências da moda
  • Identificar necessidades do mercado de vestuário
  • Verificar concorrência no mercado de vestuário
  • Identificar materiais
B Desenvolver produtos de vestuário (10)
  • Interpretar desenhos
  • Selecionar modelos a serem desenvolvidos
  • Desenvolver a modelagem
  • Identificar máquinas e equipamentos
  • Fabricar protótipos
  • Fornecer informações para a fabricação de protótipos
  • Testar protótipos
  • Especificar dimensões e características do produto
  • Indicar sistema de embalagem e acondicionamento da produção
  • Elaborar custo do produto
C Desenvolver fornecedores (5)
  • Especificar componentes e materiais para a produção
  • Identificar fornecedores
  • Comparar preços e prazos de entrega e pagamentos
  • Testar componentes e materiais
  • Emitir laudo de testagem de componentes e materiais
D Planejar a produção de artigos de vestuário (4)
  • Definir o volume e a forma da produção
  • Relacionar máquinas, equipamentos e pessoas para a produção
  • Elaborar cronograma da produção
  • Elaborar leiaute para a produção
E Elaborar métodos e processos de produção (5)
  • Definir seqüência operacional
  • Definir fluxo de produção por etapas de fabricação
  • Identificar necessidade de dispositivos
  • Descrever o processo produtivo
  • Determinar tempos-padrão de produção
F Treinar pessoas (5)
  • Identificar necessidades de treinamento de colaboradores e fornecedores
  • Elaborar recursos e materiais didáticos
  • Elaborar cronograma de treinamento
  • Implementar programas de treinamento
  • Avaliar programas de treinamento
G Controlar a produção (9)
  • Elaborar estatísticas de produção
  • Medir indicadores de desempenho
  • Medir tempo de desenvolvimento das etapas dos processos de produção
  • Avaliar a produtividade
  • Verificar a qualidade dos produtos e processos
  • Avaliar as condições de funcionamento das máquinas e equipamentos
  • Identificar perdas na produção
  • Implementar ações corretivas nos processos de produção
  • Elaborar instrumentos de controle de produção
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Manter-se dinâmico
  • Demonstrar criatividade
  • Comunicar-se com fluência (ser comunicativo)
  • Trabalhar em equipe
  • Manter-se organizado
  • Demonstrar determinação
  • Liderar equipes
  • Demonstrar flexibilidade
  • Demonstrar objetividade

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em confecções do vestuário?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.610 por mês, considerando as 174 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.795 (10% menores) a R$ 5.005 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.538 (RAIS 2024), 35.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico em confecções do vestuário?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 203 admissões contra 285 desligamentos, saldo de -82 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico em confecções do vestuário?

A atividade econômica que mais contratou foi Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida (CNAE 1412601), com 47,3% das admissões e mediana de R$ 3.025. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico em confecções do vestuário?

3191-10 (família 3191 — Técnicos do vestuário). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico em confecções do vestuário?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3191: O acesso às ocupações ocorre por meio de curso técnico em nível médio nas áreas do vestuário e afins ou experiência equivalente. O exercício pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de experiência.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3191-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3191-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3191-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1412601), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3191:

  • Calçados Azaléia S.A.
  • Calçados Ramarim Ltda.
  • Conforto Artefatos de Couro Ltda.
  • Fits Well Confecções Ltda.
  • Redolfi e Companhia Ltda.
  • Século um Indústria e Comércio de Malhas e Confecção
  • Sindicato das Indústrias do Vestuário
  • Sindicouro
  • Stürmer Indústria de Artefatos de Couro Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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