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CBO 2002 Família 2347 R$ 5.525 na admissão +0 postos em 12 meses 125 atividades

CBO 2347-45 — Professor de história do ensino superior

O código 2347-45 identifica a ocupação professor de história do ensino superior na CBO 2002, dentro da família 2347 — Professores de ciências humanas do ensino superior. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um professor de história do ensino superior

Preparam e ministram aula nas áreas de ciências humanas no ensino superior e orientam trabalhos acadêmicos; elaboram planos de ensino; supervisionam estágio; avaliam processos de ensino-aprendizagem; participam de processos de seleção e avaliação. Prestam assessoria técnico-científica; exercem atividades acadêmico-administrativas e constroem projetos político-pedagógicos. Podem desenvolver atividades de pesquisa e extensão.

Descrição oficial da família 2347 — Professores de ciências humanas do ensino superior, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Exercem suas funções em instituições e entidades de ensino e são contratados na condição de trabalhadores com carteira assinada. Organizam-se em equipes de trabalho e também podem atuar de forma individual. Trabalham com supervisão ocasional, em ambientes fechados e a céu aberto, geralmente no período diurno. O exercício do trabalho pode se dar de forma presencial e a distância. Podem estar sujeitos à situação de estresse, devido a trabalhos sob pressão.

Recursos de trabalho

Banco de dados; Computador; Imagem de satélite; Internet; Livros e outras publicações; Mapas; Mesas digitalizadoras; Recursos de hipermídia; Retroprojetor; Softwares específicos.

Notas oficiais da CBO

No mercado de trabalho é comum ocorrerem casos de profissionais que exercem, concomitantemente, funções de professor universitário e pesquisador. Para codificá-los, considerar a atividade principal.

Quanto ganha um professor de história do ensino superior

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 4.00310% ganham até R$ 5.525mediana R$ 11.41510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.441

Entrada × quem já está

R$ 5.525 ao ser admitido · R$ 6.441 para quem tem vínculo ativo +16,6%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de professor de história do ensino superior foi de R$ 5.525 — metade das 12 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 4.003 e os 10% de maior, acima de R$ 11.415.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.441, ou seja, 16,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 141 meses.

Considerando a jornada média de 21.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 45,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 5.525
Por ano (12 salários)R$ 66.300
Por semanaR$ 1.272
Por hora (21.5h/sem)R$ 45,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 5.525 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.350 46,8%
  • Mulheres — R$ 6.550 53,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

37

Desligamentos

37

Saldo

+0

Rotatividade

3,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+6) saldo negativo · pior: dez/25 (-7)

Em 12 meses houve 37 admissões e 37 desligamentos de professor de história do ensino superior, o que significa que o mercado formal manteve 0 postos de trabalho no período, com rotatividade de 3,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 43,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 24,3% por dispensa sem justa causa, além de 21,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 43,2%
  • Dispensa sem justa causa 24,3%
  • Fim de contrato 21,6%

Sobre 37 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 16,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 7,1%
  • 1 a 4 empregados 14,3%
  • 10 a 19 empregados 14,3%
  • 20 a 49 empregados 21,4%
  • 50 a 99 empregados 7,1%
  • 100 a 249 empregados 14,3%
  • 250 a 499 empregados 14,3%
  • 1.000 ou mais empregados 7,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata professor de história do ensino superior

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Educação superior - graduação e pós graduação 8532500 · 35,1% das admissões 13 — — — — 1% 2
Ensino fundamental 8513900 · 16,2% das admissões 6 — — — — 1% 2
Educação profissional de nível técnico 8541400 · 16,2% das admissões 6 — — — — 1% 2
Educação superior - graduação 8531700 · 13,5% das admissões 5 — — — — 1% 2
Educação superior - pós graduação e extensão 8533300 · 5,4% das admissões 2 — — — — 1% 2
Educação infantil - préescola 8512100 · 5,4% das admissões 2 — — — — 1% 2
Cursos preparatórios para concursos 8599605 · 2,7% das admissões 1 — — — — 1% 2
Ensino médio 8520100 · 2,7% das admissões 1 — — — — 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como professor de história do ensino superior

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 992 vínculos

Idade mediana

47 anos

Tempo de casa

141 meses

No setor público

66,5%

Em empresa do Simples

5,3%

Sexo

  • Homem 48,2%
  • Mulher 51,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada32,7h/sem
  • Pessoas com deficiência0,6%
  • Jornada parcial4,5%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos23,7%

Sobre os 992 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 49%
  • Parda 47,7%
  • Preta 2,9%
  • Amarela 0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 67,8%
  • Mestrado 11,9%
  • Doutorado 20,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo 2,7%
  • Superior incompleto 2,7%
  • Superior completo 48,6%
  • Pós-graduação 5,4%
  • Mestrado 16,2%
  • Doutorado 24,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 0,1%
  • 5 a 9 empregados 0,5%
  • 10 a 19 empregados 1,5%
  • 20 a 49 empregados 4,4%
  • 50 a 99 empregados 7%
  • 100 a 249 empregados 11,1%
  • 250 a 499 empregados 3,7%
  • 500 a 999 empregados 5%
  • 1.000 ou mais empregados 66,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após três ou quatro anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2347.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
História formação de professor 1,63× 92.090 12.561 58,4% 42%
Geografia formação de professor 1,65× 47.304 7.189 46,4% 61,5%
Filosofia formação de professor 1,21× 20.815 2.517 52,9% 49,8%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Professor do Magistério Superior524.093 contracheques · SIAPE R$ 13.754 R$ 16.923 R$ 23.334 DEDICACAO EXCLUSIVA

A mediana no cargo federal (Professor do Magistério Superior) é R$ 16.923 contra R$ 6.441 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +162,7%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

✓ Oficial · 01 de junho de 2026 Portal da Transparência — remuneração de servidores federais — Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e Decreto 7.724/2012; dados abertos de servidores do Executivo, militares e BACEN · Controladoria-Geral da União — CGU

Qual especialização paga mais na família 2347

Todas as ocupações de professores de ciências humanas do ensino superior, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2347-35 Professor de filosofia do ensino superior — R$ 18.682 1.669
2347-25 Professor de comunicação social do ensino superior R$ 10.575 R$ 10.863 913
2347-20 Professor de ciência política do ensino superior — R$ 10.450 268
2347-50 Professor de jornalismo — R$ 8.638 91
2347-40 Professor de geografia do ensino superior — R$ 6.513 454
2347-45 Professor de história do ensino superior (esta página) R$ 5.525 R$ 6.441 992
2347-60 Professor de psicologia do ensino superior R$ 8.090 R$ 5.238 2.856
2347-15 Professor de biblioteconomia do ensino superior — R$ 4.750 31
2347-30 Professor de direito do ensino superior R$ 10.561 R$ 4.509 7.939
2347-70 Professor de sociologia do ensino superior — R$ 4.025 636
2347-65 Professor de serviço social do ensino superior — R$ 3.844 302
2347-05 Professor de antropologia do ensino superior — R$ 3.348 1.454

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2347-45.

A Ministrar aula (12)
  • •Apresentar conteúdos de disciplinas
  • •Provocar reflexões
  • •Promover debates
  • •Discutir textos
  • •Responder perguntas
  • •Organizar seminários
  • •Formular questões
  • •Indicar bibliografia
  • •Utilizar recursos audiovisuais
  • •Realizar atividades em laboratórios e oficinas
  • •Realizar experiências extra-sala
  • •Controlar freqüência
B Desenvolver atividades de pesquisa e extensão (19)
  • •Elaborar projetos de pesquisa
  • •Elaborar projetos de extensão
  • •Elaborar trabalhos científicos
  • •Divulgar resultados
  • •Coordenar projetos de pesquisa
  • •Coordenar projetos de extensão
  • •Orientar pesquisadores
  • •Elaborar relatórios
  • •Selecionar recursos humanos
  • •Supervisionar atividades de campo
  • •Avaliar execução de pesquisa
  • •Captar recursos para pesquisa e extensão
  • •Executar pesquisas
  • •Prestar serviços à comunidade
  • •Avaliar execução de atividades de extensão
  • •Identificar demandas da sociedade
  • •Trabalhar com a comunidade
  • •Participar de eventos técnico-científicos
  • •Organizar publicações
C Orientar trabalhos acadêmicos (9)
  • •Orientar construção de objeto de pesquisa
  • •Orientar formulação do projeto
  • •Acompanhar execução do projeto
  • •Sugerir bibliografia
  • •Realizar reuniões de orientação
  • •Avaliar produção do orientado
  • •Preparar orientando para exame de qualificação
  • •Preparar orientando para defesa do trabalho
  • •Examinar produto final
D Preparar aulas (7)
  • •Elaborar plano de aula
  • •Realizar leituras
  • •Organizar atividades didáticas
  • •Atualizar dados e informações conjunturais
  • •Rever bibliografia
  • •Elaborar textos
  • •Elaborar material didático
E Elaborar plano de ensino (12)
  • •Definir objetivos da disciplina
  • •Definir metodologia
  • •Selecionar bibliografia
  • •Avaliar ementas e programas
  • •Pesquisar bibliografia
  • •Montar cronograma
  • •Prever formas de avaliação
  • •Selecionar recursos didáticos
  • •Definir atividades extra-sala
  • •Definir critérios de avaliação
  • •Acompanhar desenvolvimento de planos de ensino
  • •Definir ementas e programas
F Supervisionar estágios (7)
  • •Identificar campos de estágio
  • •Elaborar programas e projetos de estágio
  • •Acompanhar atividades de estágio
  • •Propor a realização de convênios e parcerias
  • •Fiscalizar a aplicação das normas de estágio
  • •Orientar iniciação ao exercício profissional
  • •Avaliar iniciação ao exercício profissional
G Avaliar processos de ensino-aprendizagem (11)
  • •Elaborar instrumentos de avaliação
  • •Aplicar instrumentos de avaliação
  • •Analisar resultados de avaliações
  • •Readequar processo de ensino-aprendizagem
  • •Rever prática docente
  • •Avaliar provas
  • •Comentar resultados de avaliações
  • •Verificar freqüência
  • •Avaliar participação em classe e extraclasse
  • •Avaliar trabalhos acadêmicos programados
  • •Examinar relatórios de campo
H Participar de processos de seleção e avaliação (7)
  • •Selecionar candidatos ao ingresso em cursos de pós-graduação
  • •Selecionar candidatos em concursos
  • •Examinar monografias, teses e dissertações
  • •Avaliar currículos e memoriais
  • •Participar da elaboração de editais para concursos
  • •Argüir candidatos à titulação
  • •Julgar trabalhos acadêmicos
I Prestar assessoria técnico-científica (5)
  • •Emitir laudos e pareceres técnicos
  • •Emitir parecer sobre textos para fins de publicação
  • •Assessorar projetos de instituições
  • •Prestar consultoria
  • •Dar entrevistas
J Exercer atividades acadêmico-administrativas (11)
  • •Participar de órgãos colegiados
  • •Coordenar núcleos, programas, laboratórios e oficinas
  • •Organizar eventos acadêmicos
  • •Chefiar departamentos acadêmicos
  • •Coordenar cursos
  • •Gerenciar recursos financeiros e materiais
  • •Integrar comissões
  • •Coordenar programas de estágio
  • •Orientar formação de acervos
  • •Propor minutas de editais, portarias e resoluções
  • •Prestar contas dos recursos financeiros
K Construir projetos político-pedagógicos (9)
  • •Definir perfil profissional
  • •Construir currículo do curso
  • •Definir política de capacitação docente
  • •Definir perfil dos alunos
  • •Identificar perfil dos docentes
  • •Definir perfil dos docentes
  • •Construir política de estágio
  • •Definir linhas de pesquisa e extensão
  • •Definir diretrizes de avaliação do curso
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • •Manter-se atualizado
  • •Demonstrar capacidade de argumentação
  • •Demonstrar capacidade de reflexão
  • •Demonstrar capacidade de síntese
  • •Demonstrar capacidade de expressão oral
  • •Demonstrar capacidade de redação
  • •Demonstrar capacidade de problematizar
  • •Demonstrar capacidade de estabelecer interlocuções
  • •Demonstrar capacidade de observação
  • •Demonstrar capacidade de motivação
  • •Demonstrar capacidade de mobilização
  • •Demonstrar capacidade de contextualização
  • •Demonstrar capacidade de polemização
  • •Demonstrar capacidade de lidar com a diversidade
  • •Demonstrar criatividade
  • •Exercer papéis de cidadania

Perguntas frequentes

Quanto ganha um professor de história do ensino superior?

A mediana do salário de admissão é R$ 5.525 por mês, considerando as 12 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 4.003 (10% menores) a R$ 11.415 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.441 (RAIS 2024), 16.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando professor de história do ensino superior?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 37 admissões contra 37 desligamentos, saldo de +0 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata professor de história do ensino superior?

A atividade econômica que mais contratou foi Educação superior - graduação e pós graduação (CNAE 8532500), com 35,1% das admissões. A ficha de professor de história do ensino superior no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de professor de história do ensino superior?

2347-45 (família 2347 — Professores de ciências humanas do ensino superior). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser professor de história do ensino superior?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2347: O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após três ou quatro anos de experiência. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é História formação de professor, com 1,63 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha professor de história do ensino superior no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Professor do Magistério Superior), a remuneração básica bruta mediana é R$ 16.923, com jornada predominante de dedicacao exclusiva — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 162.7% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2347-45?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2347-45 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2347-45 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8532500), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (20 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2347:

  • •Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas - Faculdade de Direito (Unifmu)
  • •Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas - Faculdade de Psicologia (Unifmu)
  • •Faculdade Paulista de Serviço Social
  • •Faculdades Integradas Teresa Dávila
  • •Museu de Arqueologia e Etnologia da USP
  • •Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG)
  • •Universidade de São Paulo - Departamento de Sociologia (USP-fflch)
  • •Universidade de São Paulo (USP)
  • •Universidade de Taubaté (Unitau)
  • •Universidade do Estado de Santa Catarina - Centro de Ciências da Educação (Udesc-faed)
  • •Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Serviço Social (UERJ)
  • •Universidade Estadual de Londrina- Uel
  • •Universidade Federal da Bahia - Departamento de Museologia
  • •Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • •Universidade Federal do Paraná
  • •Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep)
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • •GLOSSÁRIO
  • •GPS: Global Position System - Sistema de Posicionamento Global
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