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CBO 2002 Família 6320 R$ 2.076 na admissão +49 postos em 12 meses 38 atividades

CBO 6320-05 — Guia florestal

O código 6320-05 identifica a ocupação guia florestal na CBO 2002, dentro da família 6320 — Trabalhadores florestais polivalentes. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um guia florestal

Manejam recursos naturais. Produzem mudas, realizam manutenção de plantas e manipulam plantas medicinais. Guiam pessoas em florestas e campos e disponibilizam serviços e produtos. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene e proteção ao meio ambiente.

Descrição oficial da família 6320 — Trabalhadores florestais polivalentes, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na agricultura e na exploração florestal como empregados com carteira assinada ou por conta própria ou autônomos. Podem atuar também na área da saúde e serviços sociais e atividades recreativas culturais e desportivas. O trabalho é individual (raizeiro), em equipe com supervisão permanente (viveirista florestal) e sem supervisão (guia florestal). Desenvolvem as suas atividades durante o dia. O raizeiro trabalha em ambiente fechado; o guia florestal e o viveirista florestal a céu aberto. Este último permanece em posições desconfortáveis durante longos períodos, trabalha em grandes alturas e exposto à ação de materiais tóxicos. O guia florestal e o raizeiro correm o risco de ataques de animais peçonhentos e silvestres.

Recursos de trabalho

Calçado para caminhada; Cantil; Carrinho de mão; Facão; Machadinha; Peneiras; Pilão; Radiocomunicador; Regador; Tesoura de poda.

Quanto ganha um guia florestal

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.70310% ganham até R$ 2.076mediana R$ 2.68910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.454

Entrada × quem já está

R$ 2.076 ao ser admitido · R$ 2.454 para quem tem vínculo ativo +18,2%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de guia florestal foi de R$ 2.076 — metade das 289 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.703 e os 10% de maior, acima de R$ 2.689.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.454, ou seja, 18,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 34 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.076
Por ano (12 salários)R$ 24.912
Por semanaR$ 478
Por hora (43.5h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.077 85,8%
  • Mulheres — R$ 2.076 14,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.513 88,8%
  • Mulheres — R$ 2.181 11,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 1.846
  • Sudeste 2.038

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MG 214 +31 — R$ 2.030 —
PA 35 +24 — R$ 1.854 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

294

Desligamentos

245

Saldo

+49

Rotatividade

44,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/26 (+37) saldo negativo · pior: dez/25 (-12)

Em 12 meses houve 294 admissões e 245 desligamentos de guia florestal, o que significa que o mercado formal abriu 49 postos de trabalho no período, com rotatividade de 44,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 28,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 56,3% por dispensa sem justa causa, além de 10,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 28,2%
  • Dispensa sem justa causa 56,3%
  • Fim de contrato 10,6%

Sobre 245 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial 0,3%
  • Contrato intermitente 1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 1,6%
  • 1 a 4 empregados 4%
  • 5 a 9 empregados 0,8%
  • 10 a 19 empregados 15%
  • 20 a 49 empregados 9,7%
  • 50 a 99 empregados 10,1%
  • 100 a 249 empregados 3,6%
  • 250 a 499 empregados 15,4%
  • 500 a 999 empregados 29,1%
  • 1.000 ou mais empregados 10,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata guia florestal

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de engenharia 7112000 · 75,5% das admissões 222 44h R$ 1.755 R$ 2.007 R$ 2.105 3% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 8,5% das admissões 25 42.7h — R$ 2.135 — 2% 1
Transporte aquaviário para passeios turísticos 5099801 · 4,4% das admissões 13 44h — R$ 3.083 — 1% 3
Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores 4530703 · 1,7% das admissões 5 — — — — 2% 2
Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente 7490199 · 1,4% das admissões 4 — — — — 2% 1
Parques de diversão e parques temáticos 9321200 · 1,4% das admissões 4 — — — — 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como guia florestal

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 547 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

34 meses

No setor público

18,8%

Em empresa do Simples

5,7%

Sexo

  • Homem 87,6%
  • Mulher 12,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,4%
  • Contrato intermitente2,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,5%

Sobre os 547 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 60,6%
  • Branca 29%
  • Preta 8,7%
  • Amarela 1%
  • Indígena 0,8%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 0,4%
  • Até o 5º ano incompleto 3,1%
  • 5º ano completo 0,5%
  • 6º ao 9º ano 3,7%
  • Fundamental completo 9,5%
  • Médio incompleto 2,7%
  • Médio completo 57,4%
  • Superior incompleto 2%
  • Superior completo 20,1%
  • Mestrado 0,5%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 0,3%
  • 5º ano completo 1%
  • 6º a 9º ano 2%
  • Fundamental completo 10,9%
  • Médio incompleto 4,4%
  • Médio completo 68%
  • Superior incompleto 2,4%
  • Superior completo 9,5%
  • Pós-graduação 1%
  • Mestrado 0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 3,1%
  • 5 a 9 empregados 2,9%
  • 10 a 19 empregados 1,8%
  • 20 a 49 empregados 12,4%
  • 50 a 99 empregados 4%
  • 100 a 249 empregados 3,3%
  • 250 a 499 empregados 27,1%
  • 500 a 999 empregados 6,8%
  • 1.000 ou mais empregados 38,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental incompleto (raizeiro e viveirista florestal) ou completo (guia florestal) e curso básico de qualificação profissional com aproximadamente duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre em até cinco anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6320.

Qual especialização paga mais na família 6320

Todas as ocupações de trabalhadores florestais polivalentes, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6320-05 Guia florestal (esta página) R$ 2.076 R$ 2.454 547
6320-15 Viveirista florestal R$ 1.770 R$ 1.780 4.273

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6320-05.

A Manejar recursos naturais (11)
  • •Difundir informações de educação ambiental
  • •Planejar extração de sementes e plantas
  • •Planejar rodízio de trilhas
  • •Conferir uso de equipamentos de segurança e proteção
  • •Colocar placas de identificação em plantas
  • •Limpar trilhas e vias
  • •Aceirar áreas
  • •Cercar áreas de preservação
  • •Localizar focos de incêndio
  • •Auxiliar em fiscalização de irregularidades ambientais
  • •Denunciar irregularidades ambientais
C Realizar manutenção de plantas (1)
  • •Guardar equipamentos e acessórios
D Manipular plantas medicinais (2)
  • •Identificar atributos medicinais de plantas
  • •Classificar plantas
E Guiar pessoas em florestas e campos (12)
  • •Elaborar roteiros
  • •Construir barreiras de proteção em áreas de risco
  • •Desobstruir trilhas e vias
  • •Organizar logística
  • •Organizar atividades de grupo
  • •Descrever roteiros
  • •Formar grupos
  • •Monitorar grupos de passeio
  • •Indicar espécies de flora e fauna
  • •Indicar áreas danificadas e com riscos de acidentes
  • •Executar procedimentos de primeiros socorros
  • •Abrir picadas
F Disponibilizar serviços e produtos (3)
  • •Divulgar produtos e serviços
  • •Vender produtos e serviços
  • •Auxiliar em desenvolvimento de pesquisas
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • •Dar prova de resistência física
  • •Trabalhar em equipe
  • •Demonstrar solidariedade
  • •Atentar-se para detalhes
  • •Demonstrar sensibilidade a natureza
  • •Dar prova de coragem
  • •Dar prova de agilidade motora
  • •Reagir diante de situações adversas
  • •Demonstrar senso de orientação em florestas e campos

Sinônimos oficiais (2)

Condutor de ecotrilhaMateiro - guia

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6320-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um guia florestal?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.076 por mês, considerando as 289 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.703 (10% menores) a R$ 2.689 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.454 (RAIS 2024), 18.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando guia florestal?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 294 admissões contra 245 desligamentos, saldo de +49 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata guia florestal?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de engenharia (CNAE 7112000), com 75,5% das admissões e mediana de R$ 2.007. A ficha de guia florestal no Buscador NCM lista os 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de guia florestal?

6320-05 (família 6320 — Trabalhadores florestais polivalentes). A CBO reconhece também os títulos: Condutor de ecotrilha, Mateiro - guia — todos usam o mesmo código 6320-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser guia florestal?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6320: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental incompleto (raizeiro e viveirista florestal) ou completo (guia florestal) e curso básico de qualificação profissional com aproximadamente duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre em até cinco anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6320-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6320-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6320-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7112000), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6320:

  • •Casa das Plantas Medicinais Milagre da Floresta
  • •Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
  • •Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
  • •Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais - Ipef
  • •Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais
  • •Universidade Federal de Viçosa
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • •GLOSSÁRIO
  • •Garrafada: mistura de princípios ativos de plantas com substâncias líquidas. É prática de raizeiros engarrafar essas misturas e enterrá-las com a finalidade de obtenção de curtimento.
  • •Organizar logística: planejamento do desenvolvimento de um evento a fim de se obter instalações, acessórios e suprimentos.
  • •Quebrar dormência: mergulhar as sementes em água fervente por poucos segundos, a fim de amolecê-las para uma futura produção de mudas.
  • •Sombrete: grande lona escurecida colocada sobre viveiros para regular a emissão de luzes dentro dos mesmos.
  • •Terra preparada: mistura peneirada de terra com adubos
  • •Touceira: parte da árvore que fica viva no solo depois de cortado o caule da árvore.
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