NCM Buscador
CBO 2002 Família 2622 R$ 2.513 na admissão +3 postos em 12 meses 55 atividades

CBO 2622-35 — Diretor artistíco

O código 2622-35 identifica a ocupação diretor artistíco na CBO 2002, dentro da família 2622 — Diretores de espetáculos e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um diretor artistíco

Os diretores de cinema, teatro, televisão e rádio dirigem, criando, coordenando, super-visionando e avaliando aspectos artísticos, técnicos e financeiros referentes a realização de filmes, peças de teatro, espetáculos de dança, ópera e musicais, programas de televisão e rádio, vídeos, multimídia e peças publicitárias.

Descrição oficial da família 2622 — Diretores de espetáculos e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em atividades culturais e recreativas e em outras atividades empresariais. Há intensa mobilidade entre as funções diretor de cinema, TV, vídeo e teatro, sendo que muitos profissionais ora atuam em um veículo ora em outro e também atuam eventualmente como produtores ou atores, de forma concomitante ou isoladamente. De forma geral, predomina o vínculo como empregado, entre diretores de TV e rádio e, como autônomo, para as demais ocupações. Suas atividades se desenvolvem em equipes, em horários não regulares e alguns profissionais podem estar sujeitos aos efeitos do trabalho sob ruído intenso, altas temperaturas e grandes alturas.

Recursos de trabalho

Camêra de vídeo; Computador; Discos; Estúdio; Fax; Filmes; Internet; Livros especializados e outras publicações da área; Telefone.

Notas oficiais da CBO

Podem ocorrer casos de diretores que também exercem funções de produtores de espetáculos, atores, professores. Para codificá-los, considerar as atividades principais.

Quanto ganha um diretor artistíco

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.62310% ganham até R$ 2.513mediana R$ 49.00510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.713

Entrada × quem já está

R$ 2.513 ao ser admitido · R$ 4.713 para quem tem vínculo ativo +87,5%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de diretor artistíco foi de R$ 2.513 — metade das 18 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.623 e os 10% de maior, acima de R$ 49.005.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.713, ou seja, 87,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 45 meses.

Considerando a jornada média de 43.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.513
Por ano (12 salários)R$ 30.156
Por semanaR$ 578
Por hora (43.1h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

19

Desligamentos

16

Saldo

+3

Rotatividade

19,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: dez/25 (+3) saldo negativo · pior: ago/26 (-3)

Em 12 meses houve 19 admissões e 16 desligamentos de diretor artistíco, o que significa que o mercado formal abriu 3 postos de trabalho no período, com rotatividade de 19,3% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 16,7%
  • 1 a 4 empregados 11,1%
  • 5 a 9 empregados 27,8%
  • 10 a 19 empregados 11,1%
  • 20 a 49 empregados 22,2%
  • 50 a 99 empregados 5,6%
  • 1.000 ou mais empregados 5,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata diretor artistíco

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de rádio 6010100 · 26,3% das admissões 5 — — — — 1% 2
Parques de diversão e parques temáticos 9321200 · 10,5% das admissões 2 — — — — 2% 2
Ensino de dança 8592901 · 10,5% das admissões 2 — — — — 1% 2
Ensino médio 8520100 · 10,5% das admissões 2 — — — — 1% 2
Agências de publicidade 7311400 · 5,3% das admissões 1 — — — — 1% 1
Design de produto 7410203 · 5,3% das admissões 1 — — — — — 1
Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores 9002701 · 5,3% das admissões 1 — — — — 1% 2
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 5,3% das admissões 1 — — — — 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como diretor artistíco

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 83 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

45 meses

No setor público

16,9%

Em empresa do Simples

21,7%

Sexo

  • Homem 69,9%
  • Mulher 30,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada35,3h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos26,5%

Sobre os 83 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 71,3%
  • Parda 28,8%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 88%
  • Mestrado 6%
  • Doutorado 6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo 47,4%
  • Superior incompleto 5,3%
  • Superior completo 42,1%
  • Mestrado 5,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 13,3%
  • 5 a 9 empregados 15,7%
  • 10 a 19 empregados 10,8%
  • 20 a 49 empregados 20,5%
  • 50 a 99 empregados 8,4%
  • 100 a 249 empregados 12%
  • 250 a 499 empregados 3,6%
  • 500 a 999 empregados 3,6%
  • 1.000 ou mais empregados 12%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício das ocupações da família requer formação inicial equivalente ao superior completo. O exercício pleno das atividades demanda pelo menos cinco anos de ex-periência, uma vez que a expertise esperada advém da prática repetida.

Texto oficial do MTE para a família 2622.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Artes cênicas 5,28× 2.039 388 0% 81,6%
Teatro 1,44× 1.539 370 0% 58,9%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 758 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 3 postos líquidos em 12 meses — cerca de 252,7 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

Qual especialização paga mais na família 2622

Todas as ocupações de diretores de espetáculos e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2622-25 Diretor de programação — R$ 12.950 120
2622-15 Diretor de programas de televisão R$ 15.525 R$ 11.963 389
2622-20 Diretor teatral R$ 4.538 R$ 11.488 369
2622-30 Diretor de produção R$ 4.013 R$ 8.738 403
2622-05 Diretor de cinema — R$ 5.019 70
2622-35 Diretor artistíco (esta página) R$ 2.513 R$ 4.713 83
2622-10 Diretor de programas de rádio R$ 1.913 R$ 3.106 191

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2622-35.

A Dirigir realizações em artes cênicas, musicais, audiovisuais e multimídia (13)
  • •Dirigir as equipes durante o processo de realização
  • •Supervisionar a criação
  • •Supervisionar a pré-produção
  • •Supervisionar a produção, realização, montagem, apresentação
  • •Administrar o tempo da realização
  • •Conduzir o ritmo interno da obra
  • •Dirigir ensaios
  • •Dirigir talentos artísticos (atores, apresentadores, cantores, etc.)
  • •Definir cenários e locações
  • •Supervisionar a pós-produção e finalização
  • •Definir desenho narrativo da obra
  • •Reformatar produto
  • •Delegar atribuições aos diferentes setores
C Formar equipe (6)
  • •Realizar testes com talentos artísticos
  • •Indicar equipe de produção
  • •Indicar equipe técnica
  • •Indicar equipe artística
  • •Aprovar equipes
  • •Avaliar desempenho da equipe
D Decupar conteúdo (4)
  • •Realizar leitura técnica e estética do roteiro
  • •Estabelecer parâmetros e diretrizes para cada setor da realização (luz, som, etc)
  • •Mapear os recursos necessários
  • •Demarcar a utilização de equipamentos
E Planejar produção (4)
  • •Realizar estudo de viabilidade do projeto
  • •Aprovar o cronograma de produção
  • •Planejar recursos necessários dentro do ciclo de vida dos produtos
  • •Adequar a realização às circunstâncias (artísticas, técnicas, financeira, de mercado, etc.)
F Desenvolver ideias (9)
  • •Pesquisar temas
  • •Conceituar projetos
  • •Selecionar os temas a serem trabalhados
  • •Pesquisar as características do público-alvo
  • •Selecionar material para a elaboração do programa
  • •Coletar informações, dados
  • •Registrar a ideia ou argumento
  • •Aprovar o conteúdo dos programas
  • •Desenvolver parcerias
G Avaliar os resultados (1)
  • •Analisar os resultados das avaliações externas
Y Comunicar-se (8)
  • •Interagir com as equipes
  • •Promover reuniões com as equipes
  • •Disponibilizar informações para a equipe
  • •Divulgar a realização na mídia
  • •Compartilhar as ideias com a equipe
  • •Ministrar cursos, palestras, oficinas, etc
  • •Prestar assessorias
  • •Interagir com o público
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • •Demonstrar capacidade de percepção estética
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de encontrar soluções
  • •Demonstrar capacidade de criatividade
  • •Demonstrar capacidade de liderança
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão
  • •Administrar conflitos
  • •Demonstrar capacidade de flexibilidade
  • •Demonstrar sintonia com as inovações tecnológicas
  • •Demonstrar sintonia com as transformações comportamentais

Perguntas frequentes

Quanto ganha um diretor artistíco?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.513 por mês, considerando as 18 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.623 (10% menores) a R$ 49.005 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.713 (RAIS 2024), 87.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando diretor artistíco?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 19 admissões contra 16 desligamentos, saldo de +3 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata diretor artistíco?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de rádio (CNAE 6010100), com 26,3% das admissões. A ficha de diretor artistíco no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de diretor artistíco?

2622-35 (família 2622 — Diretores de espetáculos e afins). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser diretor artistíco?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2622: O exercício das ocupações da família requer formação inicial equivalente ao superior completo. O exercício pleno das atividades demanda pelo menos cinco anos de ex-periência, uma vez que a expertise esperada advém da prática repetida. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Artes cênicas, com 5,28 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2622-35?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2622-35 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2622-35 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6010100), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (6 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2622:

  • •Editora Penhense Ltda.
  • •Fundação Padre Anchieta - Rádio e Televisão Educativa
  • •Rádio e TV Cultura
  • •Unicamp - Instituto de Artes
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - Funcamp
Voltar ao topo