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CBO 2002 Família 1130 -4 postos em 12 meses 104 atividades

CBO 1130-15 — Membro de liderança quilombola

O código 1130-15 identifica a ocupação membro de liderança quilombola na CBO 2002, dentro da família 1130 — Dirigentes de povos indígenas, de quilombolas e caiçaras. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um membro de liderança quilombola

Organizam coletivamente as comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras; preservam usos, costumes e artes da aldeia e da comunidade. Cobram providências para demarcação e manejo da área indígena, quilombola e caiçara. Articulam questões políticas; reivindicam melhorias para educação e saúde; buscam recursos em órgãos competentes. Providenciam e solicitam documentação. Realizam a manutenção e a preservação da medicina tradicional. Cobram a implantação de gestão dos recursos naturais.

Descrição oficial da família 1130 — Dirigentes de povos indígenas, de quilombolas e caiçaras, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Vivem em aldeias e comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras, exercendo a liderança segundo os costumes particulares a cada povo ou comunidade. Há em torno de duzentos e vinte povos indígenas e setecentas e vinte aldeias quilombolas espalhados em vários pontos do País. Vivem da pequena pesca, do roçado, da agricultura itinerante ou fixa, do extrativismo vegetal e do artesanato. As comunidades caiçaras encontramse nas áreas costeiras dos atuais estados do Rio de Janeiro, São Paulo, paraná e norte de Santa Catarina. Os quilombolas vivem em comunidades ribeirinhas. Correm risco de perda de vida ao defender a comunidade de invasores

Recursos de trabalho

Borduna, lança, terçado, facão, zarabatana; Canoa, voadeira, barco; Carro, cavalo, bicicleta; Computador e periféricos; Instrumentos para roçado, pesca e agricultura; Maracá; Papel, caneta, lápis; Radiofonia (rádiocomunicador); Telefonia por satélite; Vídeo, TV, filmadora, máquina fotográfica, gravador.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

2

Desligamentos

6

Saldo

-4

Rotatividade

9,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+1) saldo negativo · pior: nov/25 (-1)

Em 12 meses houve 2 admissões e 6 desligamentos de membro de liderança quilombola, o que significa que o mercado formal fechou 4 postos de trabalho no período, com rotatividade de 9,8% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • 10 a 19 empregados 50%
  • 500 a 999 empregados 50%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata membro de liderança quilombola

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente 2219600 · 50% das admissões 1 — — — — 3% 3
Limpeza em prédios e em domicílios 8121400 · 50% das admissões 1 — — — — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como membro de liderança quilombola

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 61 vínculos

Idade mediana

48 anos

Tempo de casa

333 meses

No setor público

59%

Em empresa do Simples

16,4%

Sexo

  • Homem 32,8%
  • Mulher 67,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,3h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos11,5%

Sobre os 61 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 60,3%
  • Branca 27,6%
  • Preta 8,6%
  • Indígena 3,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto 1,6%
  • Fundamental completo 3,3%
  • Médio incompleto 4,9%
  • Médio completo 31,1%
  • Superior incompleto 1,6%
  • Superior completo 52,5%
  • Mestrado 3,3%
  • Doutorado 1,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto 50%
  • Pós-graduação 50%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,6%
  • 5 a 9 empregados 6,6%
  • 10 a 19 empregados 8,2%
  • 20 a 49 empregados 9,8%
  • 50 a 99 empregados 11,5%
  • 250 a 499 empregados 1,6%
  • 500 a 999 empregados 59%
  • 1.000 ou mais empregados 1,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas funções são desempenhadas por lideranças internas nas aldeias e comunidades, de acordo com as tradições e os costumes de cada povo ou comunidade indígena, quilombola e caiçara. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1130.

Qual especialização paga mais na família 1130

Todas as ocupações de dirigentes de povos indígenas, de quilombolas e caiçaras, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
1130-15 Membro de liderança quilombola (esta página) — R$ 9.084 61
1130-10 Líder de comunidade caiçara R$ 1.824 R$ 2.175 38
1130-05 Cacique — R$ 1.447 147

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1130-15.

A Organizar as comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras (16)
  • •Nomear as lideranças por grupos de atividades
  • •Coordenar as atividades dos guerreiros e dos chefes dos guerreiros
  • •Discutir problemas da aldeia
  • •Organizar a defesa e a fiscalização do território indígena e comunidades quilombolas e caiçaras
  • •Definir a área do roçado coletivo
  • •Definir mutirão por grupos
  • •Acompanhar a execução das tarefas na aldeia e na comunidade
  • •Definir datas de mutirão por família
  • •Definir prazos para a execução das tarefas
  • •Organizar encontro intercomunitário
  • •Fomentar a organização da comunidade
  • •Executar as tarefas com o grupo
  • •Encaminhar membros para a justiça em caso de delito
  • •Pressionar prefeitura para implantação do programa de saúde familiar (psf)
  • •Indicar o agente de saúde da comunidade
  • •Decidir sobre penalidades coletivamente
B Preservar usos, costumes e artes da aldeia e da comunidade (16)
  • •Ouvir histórias dos mais velhos
  • •Orientar a comunidade na manutenção dos segredos dos ritos sagrados
  • •Incentivar os pais no ensinamento do artesanato em oficinas de trabalho
  • •Transmitir oralmente as histórias do povo indígena, de quilombola e caiçara
  • •Incentivar o resgate e o fortalecimento da dança-luta indígena, caiçara e quilombola
  • •Auxiliar os anciãos na educação tradicional
  • •Ensinar as técnicas tradicionais da caça e da pesca
  • •Ensinar o artesanato
  • •Ensinar a valoração do artesanato para a comercialização
  • •Ensinar técnicas de venda
  • •Comercializar o artesanato
  • •Incentivar o resgate dos valores e práticas culturais
  • •Ensinar técnicas de confeção e reparo de instrumentos de trabalho
  • •Ensinar técnicas de construção de casas e ranchos
  • •Ensinar técnicas de confecção de utensílios domésticos
  • •Recuperar tradições, festas, comidas, danças e romarias
C Cobrar providências para demarcação e manejo da área indígena, quilombola e caiçara (9)
  • •Solicitar aos órgãos competentes demarcação de terra
  • •Mobilizar caciques e lideranças para demarcação de territórios
  • •Solicitar apoio ao ministério público federal para demarcação de terras
  • •Solicitar proteção pessoal dos caciques e lideranças ao ministério público federal
  • •Solicitar fiscalização da área ao ministério do meio-ambiente e órgãos afins
  • •Reivindicar aos advogados indígenas, à funai, ao mpf o acompanhamento de empreendimentos de tercei
  • •Reconhecer os limites territoriais da comunidade
  • •Organizar órgãos competentes para demarcação de terra
  • •Solicitar aos órgãos competentes a desintrusão nas áreas demarcadas
D Articular questões políticas (10)
  • •Sugerir convocação do conselho de caciques, de quilombolas e de caiçaras
  • •Apresentar propostas ao conselho de caciques, de quilombolas e de caiçaras
  • •Organizar reuniões do conselho de aldeia, de quilombola e de caiçara
  • •Reunir-se com as organizações indígenas, quilombolas e caiçaras
  • •Acionar órgãos técnicos e jurídicos da funai e outros órgãos competentes
  • •Participar dos conselhos distritais e municipais de saúde
  • •Tomar decisões políticas com consenso da comunidade
  • •Participar de reunião do conselho de caciques, de quilombolas e de caiçaras
  • •Reivindicar acesso aos direitos previdenciários
  • •Pleitear o embargo de empreendimentos danosos e prejudiciais à comunidade
E Reivindicar melhorias para a educação e saúde (9)
  • •Discutir a política da educação diferenciada
  • •Reivindicar a construção de escolas
  • •Participar do conselho municipal de educação
  • •Fiscalizar a inclusão de conteúdos diferenciados de educação
  • •Reivindicar formação de ensino fundamental na aldeia e na comunidade
  • •Reinvindicar formação de ensino médio na aldeia e na comunidade
  • •Reivindicar concessão de bolsas de estudo (mensalidade e ajuda de custos)
  • •Participar de reuniões para promoção do ensino universitário
  • •Reivindicar a formação do agente de saúde e saneamento nas comunidades
F Buscar recursos junto a órgãos competentes (13)
  • •Elaborar projetos de auto-sustentação
  • •Elaborar projetos de preservação do meio-ambiente
  • •Elaborar projetos de preservação da cultura indígena
  • •Elaborar projetos demonstrativos (pdpi-pda)
  • •Solicitar financiamentos a fundo perdido para áreas indígenas, caiçaras e quilombolas
  • •Solicitar assessoria das organizações indígenas, caiçaras e quilombolas para elaboração de projetos
  • •Solicitar apoio ao ministério da agricultura para desenvolvimento de projetos agrícolas
  • •Providenciar correção ortográfica dos projetos
  • •Assinar responsabilidade da execução do projeto
  • •Apresentar pretação de contas ao órgão financiador
  • •Firmar parcerias
  • •Apresentar denúncias de desvio de indenizações e materiais apreendidos
  • •Buscar a participação da comunidade nosprojetos
H Realizar a manutenção e a preservação da medicina tradicional (9)
  • •Consultar o pajé, raizeira, curador e benzedeira sobre o uso das plantas, ervas e raízes
  • •Incentivar os pajés e curandeiros à transmissão dos conhecimentos para os mais novos
  • •Ensinar as propriedades das plantas nas caminhadas na mata
  • •Ensinar o reconhecimento das plantas nas matas
  • •Providenciar a construção de viveiros de plantas medicinais
  • •Ensinar o uso das plantas nos acidentes, enfermidades etc.
  • •Ensinar o preparo dos medicamentos rotineiros (primeiros socorros)
  • •Autorizar estudiosos a realização de pesquisas de plantas em áreas indígenas
  • •Orientar a comunidade na preservação do meio ambiente
I Cobrar a implantação do plano de gestão de recursos naturais (9)
  • •Cobrar o acesso ao uso dos recursos naturais
  • •Cobrar a titulação de terra das autoridades competentes
  • •Organizar a comunidade para a preservação das nascentes dos rios
  • •Lutar contra empreendimentos e práticas danosas ao rio
  • •Cobrar das autoridades a participação da comunidade nos projetos de preservação do rio
  • •Envolver as comunidades na preservação dos rios e do mar
  • •Organizar a comunidade para o plantio do palmito juçara
  • •Incentivar a comunidade no repovoamento da mata
  • •Informar à comunidade experiência de repovoamento de mata de outras comunidades
Z Demonstrar competências pessoais (13)
  • •Demonstrar espírito guerreiro
  • •Demonstrar capacidade de liderança
  • •Demonstrar honestidade
  • •Servir como exemplo de conduta
  • •Incentivar a execução das tarefas na aldeia e na comunidade
  • •Demonstrar capacidade de negociação
  • •Administrar conflitos
  • •Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • •Demonstrar capacidade de administração de recursos
  • •Demonstrar capacidade de articulação política
  • •Buscar consenso na comunidade
  • •Partilhar as informações com a comunidade
  • •Demonstrar responsabilidade

Sinônimos oficiais (2)

Coordenador de associação quilombolaLíder quilombola

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 1130-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

O mercado está contratando membro de liderança quilombola?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 2 admissões contra 6 desligamentos, saldo de -4 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata membro de liderança quilombola?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente (CNAE 2219600), com 50% das admissões. A ficha de membro de liderança quilombola no Buscador NCM lista os 2 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de membro de liderança quilombola?

1130-15 (família 1130 — Dirigentes de povos indígenas, de quilombolas e caiçaras). A CBO reconhece também os títulos: Coordenador de associação quilombola, Líder quilombola — todos usam o mesmo código 1130-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser membro de liderança quilombola?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1130: Essas funções são desempenhadas por lideranças internas nas aldeias e comunidades, de acordo com as tradições e os costumes de cada povo ou comunidade indígena, quilombola e caiçara. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1130-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1130-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1130-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2219600), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (31 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 1130:

  • •Aldeia Itaóca de Índios Guarani, Monguaguá
  • •Aldeia Rainha da Paz, Aldeia Velha - Xavante
  • •Associação Arikafu Xipaya
  • •Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo de Ivaporanduva
  • •Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo de Rio das Rãs
  • •Associação da Comunidade Remanescente do Quilombo de Bairro Pedro Cubas
  • •Associação da Comunidade Remanescente do Quilombo de São Pedro
  • •Associação de Moradores do Bairro Marujá (Amomar)
  • •Associação dos Amigos do Bairro do Camburi
  • •Associação dos Moradores do Bairro Marujá (Amomar)
  • •Associação dos Povos Indígenas do Estado de Roraima
  • •Conselho de Caciques da Etnia Pataxó
  • •Coordenação da Saúde Indígena (Tocantins-to)
  • •Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia (Coiab)
  • •Coordenação das Organizações Indígenas Suruí
  • •Fundação Pró-tamar
  • •Ministério Público Federal
  • •62 Serra Indígena Piaçaguera (Peruíbe-SP)
  • •Sete Aldeias - Povos Mura, Munduruku, Sataré-moé
  • •União das Nações Indígenas do Acre e do Sul do Amazonas
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Deisi Deffune Consultoria S/C Ltda - DDC
  • •GLOSSÁRIO
  • •Terçado: facão grande; traçado.
  • •Voadeira: barco veloz e com motor de popa.
  • •Zarabatana: tubo comprido pelo qual se impelem, com sopro, setas, pedrinhas, grãos, etc.
  • •Borduna: arma indígena semelhante a um porrete.
  • •MPF: Ministério Público Federal.
  • •Funasa: Fundação Nacional de Saúde.
  • •Funai: Fundação Nacional do Índio.
  • •PDPI-PDA: projetos demonstrativos de povos indígenas financiados por organismos internacionais.
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