NCM Buscador
CBO 2002 Família 7311 R$ 2.125 na admissão +59 postos em 12 meses 50 atividades

CBO 7311-55 — Montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

O código 7311-55 identifica a ocupação montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares) na CBO 2002, dentro da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

Montam, testam e inspecionam placas, aparelhos e ou equipamentos eletroeletrônicos. Instalam painel de comando de rampa, esteira rolante e elevadores; preenchem relatórios e fichas dos equipamentos. Organizam e mantem o local de trabalho em condições de uso. Abastecem o posto de trabalho de componentes, peças e materiais.

Descrição oficial da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em indústrias de fabricação de materiais elétricos e eletrônicos, máquinas, aparelhos e equipamentos em geral, instrumentos de precisão e ópticos e equipamentos para automação industrial, cronômetros e relógios. Podem ter vínculo formal ou trabalhar como autônomos. Estão organizados em equipes, em células e linhas de montagem e são supervisionados permanentemente. Trabalham em ambientes fechados por rodízio de turnos e algumas vezes em posições desconfortáveis, expostos a ruídos e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

EPIs; Ferro de solda; Jigs; Kit de alicates; Kit de chaves; Máquina de bobinar; Multímetro; Osciloscópio; Parafusadeiras; Talha.

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61510% ganham atéR$ 2.125medianaR$ 3.50410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.341

Entrada × quem já está

R$ 2.125 ao ser admitido · R$ 2.341 para quem tem vínculo ativo +10,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares) foi de R$ 2.125 — metade das 1.701 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.615 e os 10% de maior, acima de R$ 3.504.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.341, ou seja, 10,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 20 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.125
Por ano (12 salários)R$ 25.500
Por semanaR$ 489
Por hora (43.8h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.12297,4%
  • Mulheres — R$ 2.1832,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.34795%
  • Mulheres — R$ 2.2585%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.830
  • Nordeste1.688
  • Sudeste2.150
  • Sul2.297
  • Centro-Oeste1.877

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 598 -36 R$ 2.175
SC 206 +38 R$ 2.521
PR 137 +27 R$ 2.347
GO 137 +19 R$ 1.699
RS 102 -66 R$ 2.046
MG 98 +4 R$ 1.991
RJ 93 +15 R$ 1.800
CE 66 +21 R$ 1.825
DF 53 +16 R$ 2.032
BA 46 +6 R$ 1.608

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.722

Desligamentos

1.663

Saldo

+59

Rotatividade

56,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+65) saldo negativo · pior: dez/25 (-70)

Em 12 meses houve 1.722 admissões e 1.663 desligamentos de montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares), o que significa que o mercado formal abriu 59 postos de trabalho no período, com rotatividade de 56,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 34% foram a pedido do próprio trabalhador e 52% por dispensa sem justa causa, além de 10,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador34%
  • Dispensa sem justa causa52%
  • Fim de contrato10,2%
  • Aposentadoria0,1%

Sobre 1.663 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente1,3%
  • Pessoa com deficiência0,1%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro18,9%
  • 1 a 4 empregados24,3%
  • 5 a 9 empregados12,1%
  • 10 a 19 empregados13,4%
  • 20 a 49 empregados14,4%
  • 50 a 99 empregados5,2%
  • 100 a 249 empregados7,5%
  • 250 a 499 empregados3,5%
  • 500 a 999 empregados0,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes 4329103 · 57,8% das admissões 996 44h R$ 1.733 R$ 2.039 R$ 2.299 2% 3
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios 2822401 · 6,9% das admissões 119 44h R$ 2.072 R$ 2.298 R$ 2.818 3% 3
Instalação de máquinas e equipamentos industriais 3321000 · 3,9% das admissões 67 44h R$ 2.057 R$ 2.307 R$ 2.385 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 3,8% das admissões 66 43.5h R$ 2.104 R$ 2.192 R$ 2.417 3% 1
Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 4221902 · 3% das admissões 51 44h R$ 2.116 R$ 2.169 R$ 2.632 3% 4
Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto andaimes 7732201 · 2,6% das admissões 45 44.2h R$ 1.881 R$ 2.225 R$ 2.794 3% 1
Comércio atacadista de outras máquinas e equipamentos não especificados anteriormente; partes e peças 4669999 · 2,1% das admissões 37 44h R$ 3.041 2% 3
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 1,5% das admissões 25 44h R$ 2.500 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.948 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

20 meses

Em empresa do Simples

61%

Sexo

  • Homem94,9%
  • Mulher5,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,7h/sem
  • Pessoas com deficiência0,8%
  • Jornada parcial0,3%
  • Contrato intermitente2,5%

Sobre os 2.948 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca46,4%
  • Parda43,1%
  • Preta9,3%
  • Amarela1,2%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,9%
  • 5º ano completo0,8%
  • 6º ao 9º ano3,7%
  • Fundamental completo8,1%
  • Médio incompleto7,8%
  • Médio completo73,7%
  • Superior incompleto2%
  • Superior completo2,8%
  • Mestrado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º a 9º ano2,4%
  • Fundamental completo7,7%
  • Médio incompleto6,6%
  • Médio completo77,6%
  • Superior incompleto2,8%
  • Superior completo1,7%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados27,1%
  • 5 a 9 empregados15%
  • 10 a 19 empregados14,1%
  • 20 a 49 empregados15,4%
  • 50 a 99 empregados8,3%
  • 100 a 249 empregados12%
  • 250 a 499 empregados2,4%
  • 500 a 999 empregados2,2%
  • 1.000 ou mais empregados3,4%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

20,4

CAT no período

52

Idade média no acidente

33 anos

Foram 52 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 20,4 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 84,6% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 15,4% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Trajeto15,4%
  • Típico84,6%

Parte do corpo atingida

  • Mão (exceto punho ou dedos)19,2%
  • Pé (exceto artelhos)19,2%
  • Dedo9,6%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)5,8%
  • Braço (entre o punho e o ombro)5,8%

Natureza da lesão

  • Fratura34,6%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)15,4%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)13,5%
  • Lesão imediata13,5%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)11,5%

Agente causador

  • Metal - inclui liga9,6%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas9,6%
  • Motocicleta, motoneta7,7%
  • Elevador - equip. de7,7%
  • Corda, cabo, corrente - ferramenta manual sem força motriz5,8%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
T14 — Traumatismo de região não especificada do corpo 3 5,8% 796
S62.6 — Fratura de outros dedos 3 5,8% 24.580
S90 — Traumatismo superficial do tornozelo e do pé 3 5,8% 1.188
S92.5 — Fratura de outro artelho 2 3,8% 15.618
M25.5 — Dor articular 2 3,8% 1.605
S61 — Ferimento do punho e da mão 2 3,8% 3.531

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes) tem RAT 2% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 20,4 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7311.

Qual especialização paga mais na família 7311

Todas as ocupações de montadores de equipamentos eletroeletrônicos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7311-55.

A Organizar local de trabalho (5)
  • Limpar o posto de trabalho
  • Ordenar ferramentas e ou instrumentos do posto
  • Verificar equipamento antiestático
  • Abastecer posto de componentes, peças e materiais
  • Ler a folha de instrução de trabalho na troca de modelo
B Montar placa de circuito impresso (7)
  • Pré-formar componentes para encaixe no suporte
  • Conferir valores e polaridades dos componentes
  • Inserir componentes no suporte
  • Soldar terminais
  • Retirar excesso de solda
  • Refazer solda fria
  • Retirar curto de solda
C Testar placas de circuito impresso, aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos (7)
  • Testar equipamentos de segurança
  • Testar placa de circuito impresso
  • Realizar testes funcionais em aparelhos e ou equipamentos semi-montados
  • Executar teste final de funcionamento dos aparelhos e ou equipamentos eletrônicos
  • Fazer teste de impacto
  • Realizar testes elétricos
  • Checar funcionamento do equipamento elétrico
D Montar aparelhos eletrônicos (6)
  • Parafusar placa de circuito impresso
  • Conectar placas entre si e painel
  • Fixar painel no gabinete
  • Interligar painel e placas
  • Fixar acessórios e dispositivos
  • Fazer ajustes eletrônicos e configurações
E Inspecionar placas, aparelhos e ou equipamentos eletroeletrônicos (8)
  • Checar placa visualmente
  • Verificar falta de componentes na placa
  • Checar componentes invertidos na placa
  • Checar aparelho visualmente
  • Corrigir defeitos de montagem
  • Verificar presença de corpo estranho no aparelho
  • Atestar produtos
  • Embalar produto acabado
F Montar aparelhos e ou equipamentos elétricos (1)
  • Interligar dispositivos
G Preparar produto para expedição (5)
  • Fechar aparelho e ou equipamento
  • Fazer limpeza externa
  • Organizar acessórios, manual e lista de assistência técnica na embalagem
  • Fixar acessórios
  • Fechar aparelho
I Preencher relatórios e fichas (5)
  • Preencher relatório de controle de defeito
  • Preencher relatório de parada de linha
  • Preencher ficha de rastreabilidade
  • Preencher ficha de característica do equipamento
  • Preencher relatório de fases
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar destreza manual
  • Dar provas de atenção e agilidade
  • Demonstrar higiene e asseio
  • Demonstrar espírito de equipe
  • Buscar auto-desenvolvimento
  • Demonstrar iniciativa

Sinônimos oficiais (1)

Montador de elevadores e similares

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7311-55 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.125 por mês, considerando as 1.701 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.615 (10% menores) a R$ 3.504 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.341 (RAIS 2024), 10.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.722 admissões contra 1.663 desligamentos, saldo de +59 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

A atividade econômica que mais contratou foi Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes (CNAE 4329103), com 57,8% das admissões e mediana de R$ 2.039. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

7311-55 (família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos). A CBO reconhece também os títulos: Montador de elevadores e similares — todos usam o mesmo código 7311-55. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7311: A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares)?

A taxa é de 20,4 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é mão (exceto punho ou dedos) (19,2% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é T14 — traumatismo de região não especificada do corpo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7311-55?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7311-55 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7311-55 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4329103), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7311:

  • Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
  • H Brilhante Equipamentos Ltda.
  • Indústria de Transformadores do Amazonas Ltda. (Itam)
  • 224 Itautec Philco S.A.
  • Manaus Energia S.A.
  • Oficina Alagoano - C. D. de Farias
  • Panasonic da Amazônia S.A.
  • Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
  • Sharp do Brasil S.A.
  • Sony da Amazônia Ltda.
  • Telemar - Amazonas
  • Thyssen Sûr
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Setrab: Assessoria e Consultoria em Segurança do Trabalho Ltda.
  • Sine: Sistema Nacional de Emprego.
Voltar ao topo