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CBO 2002 Família 7311 R$ 2.215 na admissão -50 postos em 12 meses 58 atividades

CBO 7311-15 — Montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

O código 7311-15 identifica a ocupação montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) na CBO 2002, dentro da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

Montam, testam e inspecionam placas, aparelhos e ou equipamentos eletroeletrônicos. Instalam painel de comando de rampa, esteira rolante e elevadores; preenchem relatórios e fichas dos equipamentos. Organizam e mantem o local de trabalho em condições de uso. Abastecem o posto de trabalho de componentes, peças e materiais.

Descrição oficial da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em indústrias de fabricação de materiais elétricos e eletrônicos, máquinas, aparelhos e equipamentos em geral, instrumentos de precisão e ópticos e equipamentos para automação industrial, cronômetros e relógios. Podem ter vínculo formal ou trabalhar como autônomos. Estão organizados em equipes, em células e linhas de montagem e são supervisionados permanentemente. Trabalham em ambientes fechados por rodízio de turnos e algumas vezes em posições desconfortáveis, expostos a ruídos e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

EPIs; Ferro de solda; Jigs; Kit de alicates; Kit de chaves; Máquina de bobinar; Multímetro; Osciloscópio; Parafusadeiras; Talha.

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61810% ganham atéR$ 2.215medianaR$ 3.10610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.603

Entrada × quem já está

R$ 2.215 ao ser admitido · R$ 2.603 para quem tem vínculo ativo +17,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) foi de R$ 2.215 — metade das 4.774 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.618 e os 10% de maior, acima de R$ 3.106.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.603, ou seja, 17,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 9 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.215
Por ano (12 salários)R$ 26.580
Por semanaR$ 510
Por hora (43.8h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.55472,3%
  • Mulheres — R$ 1.64027,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.97575,5%
  • Mulheres — R$ 2.12624,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.036
  • Nordeste1.670
  • Sudeste2.294
  • Sul2.189
  • Centro-Oeste2.852

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.448 -292 R$ 1.842
RJ 944 +195 R$ 2.541
AM 560 +133 R$ 2.033
CE 338 +251 R$ 1.652
MS 294 +55 R$ 3.047
MG 288 -42 R$ 2.431
SC 183 -4 R$ 2.387
GO 165 +4 R$ 2.664
PR 152 -272 R$ 1.888
RS 122 +21 R$ 2.067

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

4.911

Desligamentos

4.961

Saldo

-50

Rotatividade

99,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+187) saldo negativo · pior: dez/25 (-419)

Em 12 meses houve 4.911 admissões e 4.961 desligamentos de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição), o que significa que o mercado formal fechou 50 postos de trabalho no período, com rotatividade de 99,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 19,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 45,9% por dispensa sem justa causa, além de 32,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador19,2%
  • Dispensa sem justa causa45,9%
  • Fim de contrato32,4%

Sobre 4.961 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente2,1%
  • Pessoa com deficiência0,4%
  • Jovem aprendiz0,3%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,3%
  • 1 a 4 empregados3,2%
  • 5 a 9 empregados3,3%
  • 10 a 19 empregados6,1%
  • 20 a 49 empregados8%
  • 50 a 99 empregados8,2%
  • 100 a 249 empregados6,5%
  • 250 a 499 empregados7,7%
  • 500 a 999 empregados19,1%
  • 1.000 ou mais empregados28,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 24,2% das admissões 1.187 43.8h R$ 1.631 R$ 1.663 R$ 1.694 3% 1
Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica 4221903 · 13,7% das admissões 675 44h R$ 2.528 R$ 2.565 R$ 2.605 3% 4
Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica 2731700 · 11% das admissões 541 44.1h R$ 1.642 R$ 1.683 R$ 2.537 3%
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 9,1% das admissões 449 44h R$ 1.870 R$ 2.270 R$ 2.685 3% 3
Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias 2945000 · 5,7% das admissões 280 44h R$ 2.012 R$ 2.046 R$ 2.079 3%
Construção de edifícios 4120400 · 4,7% das admissões 230 44h R$ 2.638 R$ 2.763 R$ 3.099 3% 3
Serviços de engenharia 7112000 · 3,3% das admissões 163 44.6h R$ 2.628 R$ 2.699 R$ 3.128 3% 1
Instalação de máquinas e equipamentos industriais 3321000 · 3,2% das admissões 158 43.6h R$ 2.225 R$ 2.648 R$ 2.956 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.984 vínculos

Idade mediana

33 anos

Tempo de casa

9 meses

Em empresa do Simples

25,5%

Sexo

  • Homem75,7%
  • Mulher24,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Contrato intermitente3%

Sobre os 4.984 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda57,3%
  • Branca33,5%
  • Preta8,1%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,8%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º ao 9º ano2,6%
  • Fundamental completo5,3%
  • Médio incompleto4,3%
  • Médio completo82,5%
  • Superior incompleto1,4%
  • Superior completo2,4%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto2,3%
  • 5º ano completo1,2%
  • 6º a 9º ano4,5%
  • Fundamental completo5,8%
  • Médio incompleto5,7%
  • Médio completo77,6%
  • Superior incompleto1%
  • Superior completo1,4%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,5%
  • 5 a 9 empregados6,6%
  • 10 a 19 empregados7,1%
  • 20 a 49 empregados14,2%
  • 50 a 99 empregados7,9%
  • 100 a 249 empregados10%
  • 250 a 499 empregados17,3%
  • 500 a 999 empregados18,5%
  • 1.000 ou mais empregados12,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

29,4

CAT no período

114

Óbitos comunicados

2

Idade média no acidente

32 anos

Foram 114 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 29,4 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 79,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 19,3% de trajeto (no deslocamento) e 0,9% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 2 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto19,3%
  • Típico79,8%
  • Doença0,9%

Parte do corpo atingida

  • Dedo24,6%
  • Olho (inclusive nervo ótico e visão)7%
  • Joelho7%
  • Partes múltiplas4,4%
  • Articulação do tornozelo4,4%

Natureza da lesão

  • Fratura17,5%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)13,2%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)13,2%
  • Lesão imediata12,3%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)11,4%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta7%
  • Agente do acidente, NIC5,3%
  • Torre, poste - edifício ou estrutura4,4%
  • Agente do acidente inexistente4,4%
  • Metal - inclui liga4,4%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
M79.6 — Dor em membro 5 4,4% 517
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 5 4,4% 3.531
S62.6 — Fratura de outros dedos 5 4,4% 24.580
S80.0 — Contusão do joelho 5 4,4% 1.225
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 4 3,5% 1.358
S90.0 — Contusão do tornozelo 3 2,6% 1.188

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Locação de mão de obra temporária) tem RAT 3% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 29,4 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7311.

Qual especialização paga mais na família 7311

Todas as ocupações de montadores de equipamentos eletroeletrônicos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7311-15.

A Organizar local de trabalho (5)
  • Limpar o posto de trabalho
  • Ordenar ferramentas e ou instrumentos do posto
  • Verificar equipamento antiestático
  • Abastecer posto de componentes, peças e materiais
  • Ler a folha de instrução de trabalho na troca de modelo
B Montar placa de circuito impresso (6)
  • Conferir valores e polaridades dos componentes
  • Inserir componentes no suporte
  • Soldar terminais
  • Retirar excesso de solda
  • Refazer solda fria
  • Retirar curto de solda
C Testar placas de circuito impresso, aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos (7)
  • Testar equipamentos de segurança
  • Testar placa de circuito impresso
  • Realizar testes funcionais em aparelhos e ou equipamentos semi-montados
  • Executar teste final de funcionamento dos aparelhos e ou equipamentos eletrônicos
  • Fazer teste de impacto
  • Realizar testes elétricos
  • Checar funcionamento do equipamento elétrico
D Montar aparelhos eletrônicos (6)
  • Parafusar placa de circuito impresso
  • Conectar placas entre si e painel
  • Fixar painel no gabinete
  • Interligar painel e placas
  • Fixar acessórios e dispositivos
  • Fazer ajustes eletrônicos e configurações
E Inspecionar placas, aparelhos e ou equipamentos eletroeletrônicos (8)
  • Checar placa visualmente
  • Verificar falta de componentes na placa
  • Checar componentes invertidos na placa
  • Checar aparelho visualmente
  • Corrigir defeitos de montagem
  • Verificar presença de corpo estranho no aparelho
  • Atestar produtos
  • Embalar produto acabado
F Montar aparelhos e ou equipamentos elétricos (9)
  • Interpretar esquemas elétricos
  • Confeccionar bobinas
  • Acoplar peças, bobinas e componentes
  • Interligar bobinas e componentes
  • Isolar bobinas e componentes
  • Montar núcleo ferroso
  • Isolar núcleo
  • Fixar dispositivos elétricos
  • Interligar dispositivos
G Preparar produto para expedição (6)
  • Fechar aparelho e ou equipamento
  • Fazer limpeza externa
  • Organizar acessórios, manual e lista de assistência técnica na embalagem
  • Fixar acessórios
  • Executar testes elétricos
  • Rebobinar aparelhos elétricos
I Preencher relatórios e fichas (5)
  • Preencher relatório de controle de defeito
  • Preencher relatório de parada de linha
  • Preencher ficha de rastreabilidade
  • Preencher ficha de característica do equipamento
  • Preencher relatório de fases
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar destreza manual
  • Dar provas de atenção e agilidade
  • Demonstrar higiene e asseio
  • Demonstrar espírito de equipe
  • Buscar auto-desenvolvimento
  • Demonstrar iniciativa

Sinônimos oficiais (1)

Montador de instrumentos elétricos de medição

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7311-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.215 por mês, considerando as 4.774 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.618 (10% menores) a R$ 3.106 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.603 (RAIS 2024), 17.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 4.911 admissões contra 4.961 desligamentos, saldo de -50 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

A atividade econômica que mais contratou foi Locação de mão de obra temporária (CNAE 7820500), com 24,2% das admissões e mediana de R$ 1.663. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

7311-15 (família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos). A CBO reconhece também os títulos: Montador de instrumentos elétricos de medição — todos usam o mesmo código 7311-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7311: A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?

A taxa é de 29,4 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (24,6% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é M79.6 — dor em membro. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7311-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7311-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7311-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7820500), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7311:

  • Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
  • H Brilhante Equipamentos Ltda.
  • Indústria de Transformadores do Amazonas Ltda. (Itam)
  • 224 Itautec Philco S.A.
  • Manaus Energia S.A.
  • Oficina Alagoano - C. D. de Farias
  • Panasonic da Amazônia S.A.
  • Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
  • Sharp do Brasil S.A.
  • Sony da Amazônia Ltda.
  • Telemar - Amazonas
  • Thyssen Sûr
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Setrab: Assessoria e Consultoria em Segurança do Trabalho Ltda.
  • Sine: Sistema Nacional de Emprego.
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