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CBO 2002 Família 7311 R$ 2.265 na admissão +550 postos em 12 meses 6 atividades

CBO 7311-20 — Montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

O código 7311-20 identifica a ocupação montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos) na CBO 2002, dentro da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

Montam, testam e inspecionam placas, aparelhos e ou equipamentos eletroeletrônicos. Instalam painel de comando de rampa, esteira rolante e elevadores; preenchem relatórios e fichas dos equipamentos. Organizam e mantem o local de trabalho em condições de uso. Abastecem o posto de trabalho de componentes, peças e materiais.

Descrição oficial da família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em indústrias de fabricação de materiais elétricos e eletrônicos, máquinas, aparelhos e equipamentos em geral, instrumentos de precisão e ópticos e equipamentos para automação industrial, cronômetros e relógios. Podem ter vínculo formal ou trabalhar como autônomos. Estão organizados em equipes, em células e linhas de montagem e são supervisionados permanentemente. Trabalham em ambientes fechados por rodízio de turnos e algumas vezes em posições desconfortáveis, expostos a ruídos e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

EPIs; Ferro de solda; Jigs; Kit de alicates; Kit de chaves; Máquina de bobinar; Multímetro; Osciloscópio; Parafusadeiras; Talha.

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.01710% ganham atéR$ 2.265medianaR$ 2.67410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.733

Entrada × quem já está

R$ 2.265 ao ser admitido · R$ 2.733 para quem tem vínculo ativo +20,7%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos) foi de R$ 2.265 — metade das 5.359 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.017 e os 10% de maior, acima de R$ 2.674.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.733, ou seja, 20,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 23 meses.

Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.265
Por ano (12 salários)R$ 27.180
Por semanaR$ 521
Por hora (43.7h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.33448,6%
  • Mulheres — R$ 2.17351,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.97859,5%
  • Mulheres — R$ 2.52440,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.340
  • Nordeste1.660
  • Sudeste2.694
  • Sul2.185

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SC 2.248 +375 R$ 2.157
PR 1.273 +450 R$ 2.500
SP 940 +469 R$ 2.700
AM 548 -186 R$ 2.342
RS 218 +10 R$ 1.864

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

5.395

Desligamentos

4.845

Saldo

+550

Rotatividade

50,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+411) saldo negativo · pior: dez/25 (-248)

Em 12 meses houve 5.395 admissões e 4.845 desligamentos de montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos), o que significa que o mercado formal abriu 550 postos de trabalho no período, com rotatividade de 50,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 33,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 40,3% por dispensa sem justa causa, além de 17,8% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador33,5%
  • Dispensa sem justa causa40,3%
  • Fim de contrato17,8%

Sobre 4.845 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente1,4%
  • Pessoa com deficiência1,1%
  • Jovem aprendiz0,6%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro10,4%
  • 1 a 4 empregados1,6%
  • 5 a 9 empregados2,1%
  • 10 a 19 empregados1%
  • 20 a 49 empregados3%
  • 50 a 99 empregados1,7%
  • 100 a 249 empregados6,7%
  • 250 a 499 empregados3,6%
  • 500 a 999 empregados16,8%
  • 1.000 ou mais empregados53,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios 2751100 · 34,1% das admissões 1.837 44h R$ 2.450 R$ 2.527 R$ 2.804 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 17,4% das admissões 938 44h R$ 2.129 R$ 2.159 R$ 2.188 3% 1
Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente 2790299 · 15,6% das admissões 839 44h R$ 2.127 R$ 2.155 R$ 2.182 2% 3
Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente, peças e acessórios 2759799 · 14,5% das admissões 781 43h R$ 2.125 R$ 2.178 R$ 2.606 3% 3
Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não industrial 2824102 · 3,9% das admissões 213 44h R$ 2.324 R$ 2.350 R$ 2.376 2% 3
Fabricação de componentes eletrônicos 2610800 · 3,6% das admissões 196 44h R$ 1.830 R$ 1.860 R$ 1.890 3% 3
Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo 2640000 · 3,1% das admissões 168 44h R$ 2.325 R$ 2.350 R$ 2.375 3% 3
Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente 3319800 · 1,3% das admissões 70 44h R$ 1.613 R$ 1.642 R$ 1.671 3%

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 9.560 vínculos

Idade mediana

34 anos

Tempo de casa

23 meses

Em empresa do Simples

8,2%

Sexo

  • Homem59,4%
  • Mulher40,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência3,6%
  • Contrato intermitente0,2%

Sobre os 9.560 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda48%
  • Branca44,2%
  • Preta6,5%
  • Amarela1%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,9%
  • 5º ano completo0,6%
  • 6º ao 9º ano2,4%
  • Fundamental completo3,9%
  • Médio incompleto10,1%
  • Médio completo76,7%
  • Superior incompleto1,4%
  • Superior completo3,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto1,6%
  • 5º ano completo0,5%
  • 6º a 9º ano1,8%
  • Fundamental completo4,4%
  • Médio incompleto9%
  • Médio completo75,9%
  • Superior incompleto3,4%
  • Superior completo3%
  • Pós-graduação0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,6%
  • 5 a 9 empregados2,5%
  • 10 a 19 empregados2,2%
  • 20 a 49 empregados2,9%
  • 50 a 99 empregados3,1%
  • 100 a 249 empregados3,6%
  • 250 a 499 empregados2,1%
  • 500 a 999 empregados15,3%
  • 1.000 ou mais empregados65,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

18,7

CAT no período

150

Idade média no acidente

34 anos

Foram 150 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 18,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 77,3% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 19,3% de trajeto (no deslocamento) e 3,3% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Trajeto19,3%
  • Típico77,3%
  • Doença3,3%

Parte do corpo atingida

  • Dedo22,7%
  • Mão (exceto punho ou dedos)12,7%
  • Pé (exceto artelhos)8,7%
  • Membros superiores, NIC5,3%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)4,7%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)27,3%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)22%
  • Lesão imediata16%
  • Fratura8,7%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)6%

Agente causador

  • Máquina, NIC11,4%
  • Superfície e estrutura, NIC10,7%
  • Motocicleta, motoneta7,4%
  • Superfície de sustentação, NIC - superfície utilizada para sustentar pessoas6%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 12 8% 3.531
S61 — Ferimento do punho e da mão 10 6,7% 3.531
S90.3 — Contusão de outras partes e partes não especificadas do pé 5 3,3% 1.188
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 4 2,7% 1.634
S61.9 — Ferimento do punho e da mão, parte não especificada 3 2% 3.531
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 3 2% 5.476

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 18,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7311.

Qual especialização paga mais na família 7311

Todas as ocupações de montadores de equipamentos eletroeletrônicos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7311-20.

Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar destreza manual
  • Dar provas de atenção e agilidade
  • Demonstrar higiene e asseio
  • Demonstrar espírito de equipe
  • Buscar auto-desenvolvimento
  • Demonstrar iniciativa

Sinônimos oficiais (1)

Montador de eletrodomésticos

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7311-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.265 por mês, considerando as 5.359 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.017 (10% menores) a R$ 2.674 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.733 (RAIS 2024), 20.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 5.395 admissões contra 4.845 desligamentos, saldo de +550 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios (CNAE 2751100), com 34,1% das admissões e mediana de R$ 2.527. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

7311-20 (família 7311 — Montadores de equipamentos eletroeletrônicos). A CBO reconhece também os títulos: Montador de eletrodomésticos — todos usam o mesmo código 7311-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7311: A escolaridade requerida é de nível médio mais curso básico de qualificação profissional, até duzentas horas/aula. A experiência profissional para desempenhar plenamente as atividades dessas ocupações é normalmente de um ano. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos)?

A taxa é de 18,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (22,7% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7311-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7311-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7311-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2751100), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7311:

  • Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
  • H Brilhante Equipamentos Ltda.
  • Indústria de Transformadores do Amazonas Ltda. (Itam)
  • 224 Itautec Philco S.A.
  • Manaus Energia S.A.
  • Oficina Alagoano - C. D. de Farias
  • Panasonic da Amazônia S.A.
  • Procomp da Amazônia Indústria Eletrônica S.A.
  • Sharp do Brasil S.A.
  • Sony da Amazônia Ltda.
  • Telemar - Amazonas
  • Thyssen Sûr
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Setrab: Assessoria e Consultoria em Segurança do Trabalho Ltda.
  • Sine: Sistema Nacional de Emprego.
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