CBO 7821-40 — Operador de talha elétrica
O código 7821-40 identifica a ocupação operador de talha elétrica na CBO 2002, dentro da família 7821 — Operadores de máquinas e equipamentos de elevação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha13 seções
O que faz um operador de talha elétrica
Operam máquinas e equipamentos de elevação, ajustando comandos, acionando movimentos das máquinas. Avaliam condições de funcionamento das máquinas e equipamentos, interpretando painel de instrumentos de medição, verificando fonte de alimentação, testando comandos de acionamento. Preparam área para operação dos equipamentos e transportam pessoas e materiais em máquinas e equipamentos de elevação. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.
Descrição oficial da família 7821 — Operadores de máquinas e equipamentos de elevação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam na indústria da construção e na fabricação de equipamentos de transportes como empregados com carteira assinada. Trabalham de forma individual e sob super-visão ocasional. O trabalho pode ser exercido em diversos ambientes (fechado, a céu aberto, confinado, em grandes alturas ou em veículos) e em todos os horários (diurno, noturno e por rodízio de turnos). Permanecem em posições desconfortáveis durante longos períodos e trabalham sob pressão, o que pode levá-los à situação de estresse. 369 Também permanecem expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso, altas e baixas temperaturas, pó, odores e intempéries.
Recursos de trabalho
Chaves (combinada, fenda, Allen, inglesa); Elevador de carga; Guindaste (fixo, móvel); Locomotiva, prasser e auto de linha; Manômetro; Martelo; Nível; Ponte rolante; Talha elétrica; Termômetro.
Quanto ganha um operador de talha elétrica
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.655
Entrada × quem já está
R$ 2.257 ao ser admitido · R$ 2.655 para quem tem vínculo ativo +17,6%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de talha elétrica foi de R$ 2.257 — metade das 209 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.011 e os 10% de maior, acima de R$ 2.983.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.655, ou seja, 17,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 36 meses.
Considerando a jornada média de 44.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.257 |
| Por ano (12 salários) | R$ 27.084 |
| Por semana | R$ 519 |
| Por hora (44.1h/sem) | R$ 12,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| GO | 55 | +13 | — | R$ 2.179 | — |
| MT | 33 | +3 | — | R$ 2.238 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
212
Desligamentos
268
Saldo
-56
Rotatividade
45,1%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 212 admissões e 268 desligamentos de operador de talha elétrica, o que significa que o mercado formal fechou 56 postos de trabalho no período, com rotatividade de 45,1% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 29,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 43,7% por dispensa sem justa causa, além de 18,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 268 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata operador de talha elétrica
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como operador de talha elétrica
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 594 vínculos
Idade mediana
37 anos
Tempo de casa
36 meses
No setor público
0,3%
Em empresa do Simples
14,3%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada44h/sem
- Pessoas com deficiência1%
- Contrato intermitente5,7%
Sobre os 594 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de operador de talha elétrica
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
69,6
CAT no período
33
Idade média no acidente
36 anos
Foram 33 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo operador de talha elétrica nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 69,6 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 84,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 15,2% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S80.0 — Contusão do joelho | 2 | 6,1% | 1.225 |
| M79.6 — Dor em membro | 2 | 6,1% | 517 |
| S63.3 — Ruptura traumática de ligamento(s) do punho e do carpo | 1 | 3% | 1.289 |
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 1 | 3% | 3.531 |
| T01.3 — Ferimentos envolvendo múltiplas regiões do(s) membro(s) inferior(es) | 1 | 3% | 67 |
| S60.2 — Contusão de outras partes do punho e da mão | 1 | 3% | 1.634 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes) tem RAT 3%, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 69,6 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso básico de qualificação profissional com até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 7821.
Qual especialização paga mais na família 7821
Todas as ocupações de operadores de máquinas e equipamentos de elevação, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 7821-15 | Operador de guindaste móvel | R$ 3.322 | R$ 4.661 | 15.361 |
| 7821-10 | Operador de guindaste (fixo) | R$ 3.213 | R$ 4.536 | 7.043 |
| 7821-35 | Operador de pórtico rolante | R$ 2.621 | R$ 4.061 | 791 |
| 7821-20 | Operador de máquina rodoferroviária | R$ 3.132 | R$ 3.588 | 2.838 |
| 7821-30 | Operador de ponte rolante | R$ 2.515 | R$ 3.348 | 14.811 |
| 7821-25 | Operador de monta-cargas (construção civil) | R$ 2.660 | R$ 2.912 | 916 |
| 7821-05 | Operador de draga | R$ 2.405 | R$ 2.811 | 3.050 |
| 7821-45 | Sinaleiro (ponte-rolante) | R$ 2.404 | R$ 2.749 | 10.699 |
| 7821-40 | Operador de talha elétrica (esta página) | R$ 2.257 | R$ 2.655 | 594 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7821-40.
A Operar máquinas e equipamentos de elevação (8)
- •Adequar a cabine de acordo com ambiente de trabalho
- •Regular assento e encosto do banco das máquinas e equipamentos de elevação
- •Ajustar comandos e apoios das máquinas e equipamentos de elevação
- •Posicionar máquinas e equipamentos de elevação para operação
- •Travar máquinas e equipamentos de elevação
- •Acionar movimentos das máquinas, equipamentos e acessórios conforme procedimentos operacionais
- •Conferir capacidade de máquinas e equipamentos
- •Interpretar recomendações dos fabricantes para a operação de máquinas e equipamentos
B Avaliar condições de funcionamento das máquinas e equipamentos de elevação (9)
- •Interpretar painel de instrumentos de medição
- •Verificar fonte de alimentação do equipamento (elétrica e combustível)
- •Testar comandos de acionamento
- •Testar deslocamento e frenagem das máquinas e equipamentos (rotação, vertical, horizontal)
- •Verificar condições e conservação de acessórios (gancho, mangueira, sinalizadores, friso de roda)
- •Inspecionar nível, alinhamento e verticalidade de cabos de aços e correias transportadoras
- •Inspecionar dispositivos de segurança
- •Vistoriar máquinas e equipamentos de elevação
- •Solicitar manutenção das máquinas e equipamentos de elevação
C Preparar área para operação de equipamentos de elevação (6)
- •Inspecionar visualmente a área de operação do equipamento no solo, ar, água e vias de acesso
- •Respeitar legislação ambiental e normas técnicas
- •Solicitar limpeza do local de trabalho
- •Solicitar isolamento da área de trabalho
- •Verificar iluminação na área de trabalho
- •Interpretar programação de trabalho (os-pop-sp)
D Transportar pessoas e materiais em máquinas e equipamentos de elevação (6)
- •Conferir autorização de serviço
- •Definir equipamentos de transporte e movimentação conforme capacidade
- •Conferir o peso de cargas
- •Selecionar acessórios conforme o tipo de carga e descarga
- •Utilizar acessórios compatíveis com a carga (cabo, cinta)
- •Cumprir ordem de serviço
E Trabalhar com segurança (9)
- •Obedecer normas de segurança do trabalho
- •Solicitar equipamentos de segurança (epi e epc)
- •Utilizar equipamentos de segurança (epi e epc)
- •Identificar situações de risco
- •Interpretar sinalização de elevação e transportes de cargas
- •Respeitar sinais e comunicações de trânsito
- •Selecionar máquinas e equipamentos de acordo com as características do trabalho e ambiente
- •Realizar transporte e movimentação de cargas perigosas conforme instruções dos fabricantes
- •Realizar intervalos periódicos de descanso face aos esforços repetitivos da ocupação
Z Demonstrar competências pessoais (9)
- •Demonstrar auto-organização
- •Manter atenção concentrada
- •Comunicar-se com eficiência
- •Relacionar-se com superiores e subordinados
- •Demonstrar autocontrole
- •Evidenciar coordenação motora
- •Demonstrar responsabilidade
- •Adaptar-se a novos trabalhos e situações
- •Demonstrar autocrítica
Perguntas frequentes
Quanto ganha um operador de talha elétrica?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.257 por mês, considerando as 209 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.011 (10% menores) a R$ 2.983 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.655 (RAIS 2024), 17.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando operador de talha elétrica?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 212 admissões contra 268 desligamentos, saldo de -56 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata operador de talha elétrica?
A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes (CNAE 2330399), com 44,3% das admissões e mediana de R$ 2.208. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de operador de talha elétrica?
7821-40 (família 7821 — Operadores de máquinas e equipamentos de elevação). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser operador de talha elétrica?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7821: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso básico de qualificação profissional com até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de operador de talha elétrica?
A taxa é de 69,6 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (24,2% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S80.0 — contusão do joelho. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 7821-40?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 7821-40 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7821-40 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2330399), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (10 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7821:
- •All América Latina Logística S.A.
- •Appa Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina
- •Cimento Rio Branco S.A.
- •F. Bertoldi Incorporações e Construções Ltda.
- •Orgão Gestor de Mão-de-obra do Paraná (Ogmo-pr)
- •Prefeitura Municipal de Paranaguá (PR)
- •Terrasse Engenharia Ltda.
- •Trombini Papel E Embalagens S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai