NCM Buscador
CBO 2002 Família 3517 R$ 3.325 na admissão +58 postos em 12 meses 37 atividades

CBO 3517-05 — Analista de seguros (técnico)

O código 3517-05 identifica a ocupação analista de seguros (técnico) na CBO 2002, dentro da família 3517 — Técnicos de seguros e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um analista de seguros (técnico)

Contatam corretores, segurados e equipe de trabalho, para comercializar seguros e para facilitar o relacionamento empresa-cliente; subscrevem e inspecionam riscos; operacionalizam cálculos de prêmios e outros procedimentos para cessão e recuperação de resseguros e co-seguros; executam regulação e liquidação de sinistros. Desenvolvem novas modalidades de seguros. Elaboram documentação técnica.

Descrição oficial da família 3517 — Técnicos de seguros e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em empresas de seguros e de previdência privada, empresas de economia mista e órgãos governamentais da área securitária. O trabalho é realizado em ambientes fechados, nos horários diurnos. São trabalhadores celetistas ou estatutários e se organizam em equipe, sob supervisão. Eventualmente, estão sujeitos a pressões no trabalho que podem ocasionar estresse.

Recursos de trabalho

Calculadora; Formulários; Instrumentos, aparelhos e equipamentos de testes; Legislação de seguros; Manuais e normas técnicos; Máquina fotográfica; Material de escritório; Microcomputador e periféricos; Tabelas técnicas; Telefone, celular, nextel, bip. 609

Quanto ganha um analista de seguros (técnico)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.84010% ganham atéR$ 3.325medianaR$ 7.02510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.428

Entrada × quem já está

R$ 3.325 ao ser admitido · R$ 4.428 para quem tem vínculo ativo +33,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de seguros (técnico) foi de R$ 3.325 — metade das 2.532 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.840 e os 10% de maior, acima de R$ 7.025.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.428, ou seja, 33,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 30 meses.

Considerando a jornada média de 40.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 19,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.325
Por ano (12 salários)R$ 39.900
Por semanaR$ 765
Por hora (40.9h/sem)R$ 19,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.17538,5%
  • Mulheres — R$ 3.38861,5%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.80235,7%
  • Mulheres — R$ 4.25064,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.789
  • Sudeste3.582
  • Sul3.119
  • Centro-Oeste3.833

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (8 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.754 -49 R$ 3.720
RS 259 +136 R$ 3.139
RJ 153 -4 R$ 3.077
PR 148 -12 R$ 2.817
MG 119 +17 R$ 3.056
PE 62 +15 R$ 1.749
SC 58 -32 R$ 2.650
DF 36 -11 R$ 4.800

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.725

Desligamentos

2.667

Saldo

+58

Rotatividade

29,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+36) saldo negativo · pior: fev/26 (-32)

Em 12 meses houve 2.725 admissões e 2.667 desligamentos de analista de seguros (técnico), o que significa que o mercado formal abriu 58 postos de trabalho no período, com rotatividade de 29,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 45,3% foram a pedido do próprio trabalhador e 42,5% por dispensa sem justa causa, além de 9,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador45,3%
  • Dispensa sem justa causa42,5%
  • Fim de contrato9,6%

Sobre 2.667 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Pessoa com deficiência1,4%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro5,4%
  • 1 a 4 empregados9,9%
  • 5 a 9 empregados7,4%
  • 10 a 19 empregados9,7%
  • 20 a 49 empregados12,1%
  • 50 a 99 empregados9,3%
  • 100 a 249 empregados14,3%
  • 250 a 499 empregados15,6%
  • 500 a 999 empregados9,1%
  • 1.000 ou mais empregados7,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de seguros (técnico)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde 6622300 · 44,7% das admissões 1.217 41h R$ 2.440 R$ 3.233 R$ 4.086 1% 1
Sociedade seguradora de seguros não vida 6512000 · 14,4% das admissões 393 40.4h R$ 3.939 R$ 5.510 R$ 8.004 2% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 7,5% das admissões 204 40.6h R$ 3.047 R$ 3.633 R$ 5.275 3% 1
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação 6209100 · 6,9% das admissões 188 40h R$ 2.985 R$ 3.133 R$ 3.169 2% 2
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 4,8% das admissões 131 44.1h R$ 1.722 R$ 1.805 R$ 1.893 2% 2
Sociedade seguradora de seguros vida 6511101 · 2,4% das admissões 66 41.6h R$ 3.750 R$ 5.100 R$ 7.600 1% 1
Planos de saúde 6550200 · 1,9% das admissões 52 43h R$ 3.000 R$ 3.933 R$ 3.969 2% 1
Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde não especificadas anteriormente 6629100 · 1,7% das admissões 47 42.5h R$ 1.881 R$ 2.583 R$ 4.032 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de seguros (técnico)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 9.012 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

30 meses

No setor público

1,1%

Em empresa do Simples

17,7%

Sexo

  • Mulher64,1%
  • Homem35,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,6h/sem
  • Pessoas com deficiência2,2%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,6%

Sobre os 9.012 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca63,7%
  • Parda27,5%
  • Preta7,2%
  • Amarela1,4%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Fundamental completo0,5%
  • Médio incompleto0,6%
  • Médio completo25,4%
  • Superior incompleto15%
  • Superior completo58%
  • Mestrado0,3%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • 5º ano completo0,1%
  • Fundamental completo0,3%
  • Médio incompleto0,4%
  • Médio completo28,6%
  • Superior incompleto20,4%
  • Superior completo42,9%
  • Pós-graduação6,8%
  • Mestrado0,3%
  • Doutorado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados7,8%
  • 5 a 9 empregados7,3%
  • 10 a 19 empregados9,1%
  • 20 a 49 empregados12%
  • 50 a 99 empregados8,8%
  • 100 a 249 empregados11,9%
  • 250 a 499 empregados15%
  • 500 a 999 empregados18,6%
  • 1.000 ou mais empregados9,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 3517.

Qual especialização paga mais na família 3517

Todas as ocupações de técnicos de seguros e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3517-35 Técnico de resseguros R$ 6.275 R$ 9.138 293
3517-05 Analista de seguros (técnico) (esta página) R$ 3.325 R$ 4.428 9.012
3517-10 Analista de sinistros R$ 2.824 R$ 3.916 7.603
3517-40 Técnico de seguros R$ 2.885 R$ 3.363 4.981
3517-30 Inspetor de sinistros R$ 2.178 R$ 3.148 3.617
3517-20 Assistente técnico de seguros R$ 2.239 R$ 2.812 3.365
3517-15 Assistente comercial de seguros R$ 2.090 R$ 2.704 9.399
3517-25 Inspetor de risco R$ 1.977 R$ 2.027 6.575

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3517-05.

A Comercializar seguros (3)
  • Levantar necessidades dos clientes
  • Transmitir informações sobre necessidades de clientes
  • Dar suporte técnico e comercial aos clientes
B Subscrever riscos (10)
  • Recepcionar pedidos de cotação e ou propostas
  • Analisar condições propostas para o seguro
  • Requisitar laudos médicos e inspeções
  • Enquadrar propostas às condições de resseguro e co-seguro da companhia
  • Apurar índice de sinistralidade do segurado
  • Apurar rentabilidade do seguro
  • Analisar relatórios de inspeção, laudos médicos e questionários
  • Submeter propostas às normas de subscrição da companhia
  • Calcular prêmios
  • Fornecer cotação e condições do seguro
F Desenvolver produtos (10)
  • Pesquisar mercado concorrente
  • Comparar produtos de concorrentes
  • Consultar demais áreas da empresa
  • Pesquisar legislação
  • Monitorar resultados da carteira
  • Conceituar o produto
  • Assistir ao desenvolvimento do sistema de informática
  • Auxiliar no treinamento e desenvolvimento de pessoal envolvido com o produto
  • Acompanhar implementação do produto
  • Promover ajustes no produto
G Elaborar documentação técnica (3)
  • Redigir condições contratuais para novos produtos
  • Criar normas e procedimentos internos
  • Juntar documentação para licitações
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Agir com paciência
  • Agir com empatia
  • Demonstrar flexibilidade
  • Dar provas de credibilidade
  • Demonstrar capacidade de pesquisa
  • Raciocinar de forma lógica
  • Demonstrar capacidade de decisão
  • Agir com persuasão
  • Demonstrar senso de observação
  • Expressar-se de forma oral e escrita
  • Agir com objetividade

Sinônimos oficiais (2)

Analista técnico de segurosSubscritor assistente de seguros

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3517-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de seguros (técnico)?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.325 por mês, considerando as 2.532 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.840 (10% menores) a R$ 7.025 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.428 (RAIS 2024), 33.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de seguros (técnico)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.725 admissões contra 2.667 desligamentos, saldo de +58 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de seguros (técnico)?

A atividade econômica que mais contratou foi Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde (CNAE 6622300), com 44,7% das admissões e mediana de R$ 3.233. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de seguros (técnico)?

3517-05 (família 3517 — Técnicos de seguros e afins). A CBO reconhece também os títulos: Analista técnico de seguros, Subscritor assistente de seguros — todos usam o mesmo código 3517-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser analista de seguros (técnico)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3517: O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3517-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3517-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3517-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6622300), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3517:

  • Agf Brasil Seguros S.A.
  • Chubb do Brasil Companhia de Seguros S.A.
  • Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp)
  • Companhia de Seguros Minas Brasil S.A.
  • Federação Nacional de Empresas de Seguros Privados (Fenaseg)
  • Indiana Seguros S.A.
  • Linces Vistorias e Serviços S/C Ltda.
  • Marítima Seguros S.A.
  • Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais
  • Superintendência de Seguros Privados do Ministério da Fazenda (Susep)
  • Tokio Marine Brasil Seguradora S.A.
  • Vera Cruz Seguradora S.A.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Co-seguro: divisão de um risco segurado entre vários seguradores, ficando cada um deles responsável direto por uma quota-parte determinada do valor total do seguro (Glossário da Fenaseg).
  • Resseguro: operação pela qual o segurador, com o fito de diminuir sua responsabilida- de na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido (Glossário da Fenaseg).
Voltar ao topo