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CBO 2002 Família 3517 R$ 1.977 na admissão -230 postos em 12 meses 28 atividades

CBO 3517-25 — Inspetor de risco

O código 3517-25 identifica a ocupação inspetor de risco na CBO 2002, dentro da família 3517 — Técnicos de seguros e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um inspetor de risco

Contatam corretores, segurados e equipe de trabalho, para comercializar seguros e para facilitar o relacionamento empresa-cliente; subscrevem e inspecionam riscos; operacionalizam cálculos de prêmios e outros procedimentos para cessão e recuperação de resseguros e co-seguros; executam regulação e liquidação de sinistros. Desenvolvem novas modalidades de seguros. Elaboram documentação técnica.

Descrição oficial da família 3517 — Técnicos de seguros e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em empresas de seguros e de previdência privada, empresas de economia mista e órgãos governamentais da área securitária. O trabalho é realizado em ambientes fechados, nos horários diurnos. São trabalhadores celetistas ou estatutários e se organizam em equipe, sob supervisão. Eventualmente, estão sujeitos a pressões no trabalho que podem ocasionar estresse.

Recursos de trabalho

Calculadora; Formulários; Instrumentos, aparelhos e equipamentos de testes; Legislação de seguros; Manuais e normas técnicos; Máquina fotográfica; Material de escritório; Microcomputador e periféricos; Tabelas técnicas; Telefone, celular, nextel, bip. 609

Quanto ganha um inspetor de risco

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61110% ganham atéR$ 1.977medianaR$ 3.01710% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.027

Entrada × quem já está

R$ 1.977 ao ser admitido · R$ 2.027 para quem tem vínculo ativo +2,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de inspetor de risco foi de R$ 1.977 — metade das 2.192 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.611 e os 10% de maior, acima de R$ 3.017.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.027, ou seja, 2,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 22 meses.

Considerando a jornada média de 43.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.977
Por ano (12 salários)R$ 23.724
Por semanaR$ 455
Por hora (43.6h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.94085,3%
  • Mulheres — R$ 2.10214,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.01887,9%
  • Mulheres — R$ 2.15912,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.717
  • Nordeste1.700
  • Sudeste2.065
  • Sul2.096
  • Centro-Oeste1.822

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 806 -74 R$ 2.143
MG 211 -122 R$ 1.813
RJ 176 +6 R$ 1.872
ES 138 +17 R$ 2.137
PR 112 -32 R$ 2.088
SC 108 +5 R$ 2.350
MT 97 +23 R$ 1.822
MS 92 -3 R$ 1.845
GO 85 +0 R$ 1.757
RS 61 -1 R$ 1.897

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.238

Desligamentos

2.468

Saldo

-230

Rotatividade

37,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/25 (+31) saldo negativo · pior: jan/26 (-61)

Em 12 meses houve 2.238 admissões e 2.468 desligamentos de inspetor de risco, o que significa que o mercado formal fechou 230 postos de trabalho no período, com rotatividade de 37,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 35,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 53,7% por dispensa sem justa causa, além de 6,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador35,6%
  • Dispensa sem justa causa53,7%
  • Fim de contrato6,2%

Sobre 2.468 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro15,5%
  • 1 a 4 empregados31,4%
  • 5 a 9 empregados12,6%
  • 10 a 19 empregados7,4%
  • 20 a 49 empregados7,8%
  • 50 a 99 empregados5,4%
  • 100 a 249 empregados8,2%
  • 250 a 499 empregados4%
  • 500 a 999 empregados4,5%
  • 1.000 ou mais empregados3,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata inspetor de risco

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 55,1% das admissões 1.234 43.9h R$ 1.679 R$ 1.849 R$ 2.097 2% 2
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 6,8% das admissões 153 44h R$ 1.888 R$ 2.025 R$ 2.199 3% 2
Serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores 4520007 · 3,8% das admissões 84 44.1h R$ 2.131 R$ 2.163 R$ 2.194 3% 3
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 3,7% das admissões 83 44h R$ 1.854 R$ 1.969 R$ 2.675 3% 3
Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários 7490104 · 2,8% das admissões 62 43.9h R$ 2.007 R$ 2.081 R$ 2.152 2% 1
Atividades de monitoramento de sistemas de segurança eletrônico 8020001 · 2,4% das admissões 53 43.8h R$ 2.101 R$ 2.150 R$ 2.199 3
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 1,3% das admissões 30 44h R$ 1.800 2% 1
Outras atividades de serviços de segurança 8020002 · 1,3% das admissões 30 44h R$ 2.053 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como inspetor de risco

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 6.575 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

22 meses

No setor público

3,4%

Em empresa do Simples

58,8%

Sexo

  • Homem86,4%
  • Mulher13,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,5h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Jornada parcial0,3%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Em entidade sem fins lucrativos6,4%

Sobre os 6.575 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca47,9%
  • Parda44,2%
  • Preta6,6%
  • Amarela0,6%
  • Indígena0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º ao 9º ano0,7%
  • Fundamental completo2,4%
  • Médio incompleto3,7%
  • Médio completo77%
  • Superior incompleto4,4%
  • Superior completo11%
  • Mestrado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º a 9º ano0,4%
  • Fundamental completo3%
  • Médio incompleto3,5%
  • Médio completo79,9%
  • Superior incompleto5%
  • Superior completo6,8%
  • Pós-graduação0,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados40,7%
  • 5 a 9 empregados12,7%
  • 10 a 19 empregados8,2%
  • 20 a 49 empregados7,1%
  • 50 a 99 empregados6,3%
  • 100 a 249 empregados7,2%
  • 250 a 499 empregados6,2%
  • 500 a 999 empregados3,4%
  • 1.000 ou mais empregados8,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de inspetor de risco

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

10,7

CAT no período

57

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

33 anos

Foram 57 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo inspetor de risco nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 10,7 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 42,1% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 57,9% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto57,9%
  • Típico42,1%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas17,5%
  • Membros inferiores, NIC12,3%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)8,8%
  • Articulação do tornozelo7%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)7%

Natureza da lesão

  • Fratura33,3%
  • Lesão imediata12,3%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)12,3%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)12,3%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)10,5%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta29,8%
  • Veículo rodoviário motorizado15,8%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas15,8%
  • Veículo, NIC10,5%
  • Agente do acidente inexistente3,5%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S82.3 — Fratura da extremidade distal da tíbia 3 5,3% 25.350
S82.6 — Fratura do maléolo lateral 3 5,3% 25.350
S62.3 — Fratura de outros ossos do metacarpo 3 5,3% 24.580
M25.5 — Dor articular 2 3,5% 1.605
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 2 3,5% 5.476
S01.9 — Ferimento na cabeça, parte não especificada 2 3,5% 69

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 10,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 3517.

Qual especialização paga mais na família 3517

Todas as ocupações de técnicos de seguros e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3517-35 Técnico de resseguros R$ 6.275 R$ 9.138 293
3517-05 Analista de seguros (técnico) R$ 3.325 R$ 4.428 9.012
3517-10 Analista de sinistros R$ 2.824 R$ 3.916 7.603
3517-40 Técnico de seguros R$ 2.885 R$ 3.363 4.981
3517-30 Inspetor de sinistros R$ 2.178 R$ 3.148 3.617
3517-20 Assistente técnico de seguros R$ 2.239 R$ 2.812 3.365
3517-15 Assistente comercial de seguros R$ 2.090 R$ 2.704 9.399
3517-25 Inspetor de risco (esta página) R$ 1.977 R$ 2.027 6.575

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3517-25.

A Comercializar seguros (3)
  • Levantar necessidades dos clientes
  • Transmitir informações sobre necessidades de clientes
  • Dar suporte técnico e comercial aos clientes
C Inspecionar riscos (9)
  • Obter informações sobre características físicas e morais do risco
  • Definir procedimentos de inspeção
  • Agendar inspeção
  • Identificar exposição e agravação física e moral do risco
  • Verificar documentação do objeto de inspeção
  • Testar equipamentos de segurança contra incêndio
  • Sugerir valor segurável
  • Recomendar medidas de prevenção de perdas
  • Verificar implementação das medidas sugeridas
E Executar regulação e liquidação de sinistros (1)
  • Fotografar objeto do seguro
F Desenvolver produtos (1)
  • Assistir ao desenvolvimento do sistema de informática
G Elaborar documentação técnica (3)
  • Elaborar relatórios de inspeção e vistoria
  • Elaborar parecer técnico
  • Criar normas e procedimentos internos
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Agir com paciência
  • Agir com empatia
  • Demonstrar flexibilidade
  • Dar provas de credibilidade
  • Demonstrar capacidade de pesquisa
  • Raciocinar de forma lógica
  • Demonstrar capacidade de decisão
  • Agir com persuasão
  • Demonstrar senso de observação
  • Expressar-se de forma oral e escrita
  • Agir com objetividade

Sinônimos oficiais (2)

Representante de controle de perdasVistoriador de risco de auto

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3517-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um inspetor de risco?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.977 por mês, considerando as 2.192 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.611 (10% menores) a R$ 3.017 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.027 (RAIS 2024), 2.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando inspetor de risco?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.238 admissões contra 2.468 desligamentos, saldo de -230 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata inspetor de risco?

A atividade econômica que mais contratou foi Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente (CNAE 8299799), com 55,1% das admissões e mediana de R$ 1.849. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de inspetor de risco?

3517-25 (família 3517 — Técnicos de seguros e afins). A CBO reconhece também os títulos: Representante de controle de perdas, Vistoriador de risco de auto — todos usam o mesmo código 3517-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser inspetor de risco?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3517: O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de inspetor de risco?

A taxa é de 10,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (17,5% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S82.3 — fratura da extremidade distal da tíbia. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3517-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3517-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3517-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8299799), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3517:

  • Agf Brasil Seguros S.A.
  • Chubb do Brasil Companhia de Seguros S.A.
  • Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp)
  • Companhia de Seguros Minas Brasil S.A.
  • Federação Nacional de Empresas de Seguros Privados (Fenaseg)
  • Indiana Seguros S.A.
  • Linces Vistorias e Serviços S/C Ltda.
  • Marítima Seguros S.A.
  • Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais
  • Superintendência de Seguros Privados do Ministério da Fazenda (Susep)
  • Tokio Marine Brasil Seguradora S.A.
  • Vera Cruz Seguradora S.A.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Co-seguro: divisão de um risco segurado entre vários seguradores, ficando cada um deles responsável direto por uma quota-parte determinada do valor total do seguro (Glossário da Fenaseg).
  • Resseguro: operação pela qual o segurador, com o fito de diminuir sua responsabilida- de na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido (Glossário da Fenaseg).
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