CBO 3517-25 — Inspetor de risco
O código 3517-25 identifica a ocupação inspetor de risco na CBO 2002, dentro da família 3517 — Técnicos de seguros e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um inspetor de risco
Contatam corretores, segurados e equipe de trabalho, para comercializar seguros e para facilitar o relacionamento empresa-cliente; subscrevem e inspecionam riscos; operacionalizam cálculos de prêmios e outros procedimentos para cessão e recuperação de resseguros e co-seguros; executam regulação e liquidação de sinistros. Desenvolvem novas modalidades de seguros. Elaboram documentação técnica.
Descrição oficial da família 3517 — Técnicos de seguros e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Trabalham em empresas de seguros e de previdência privada, empresas de economia mista e órgãos governamentais da área securitária. O trabalho é realizado em ambientes fechados, nos horários diurnos. São trabalhadores celetistas ou estatutários e se organizam em equipe, sob supervisão. Eventualmente, estão sujeitos a pressões no trabalho que podem ocasionar estresse.
Recursos de trabalho
Calculadora; Formulários; Instrumentos, aparelhos e equipamentos de testes; Legislação de seguros; Manuais e normas técnicos; Máquina fotográfica; Material de escritório; Microcomputador e periféricos; Tabelas técnicas; Telefone, celular, nextel, bip. 609
Quanto ganha um inspetor de risco
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.027
Entrada × quem já está
R$ 1.977 ao ser admitido · R$ 2.027 para quem tem vínculo ativo +2,5%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de inspetor de risco foi de R$ 1.977 — metade das 2.192 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.611 e os 10% de maior, acima de R$ 3.017.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.027, ou seja, 2,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 22 meses.
Considerando a jornada média de 43.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.977 |
| Por ano (12 salários) | R$ 23.724 |
| Por semana | R$ 455 |
| Por hora (43.6h/sem) | R$ 10,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 806 | -74 | — | R$ 2.143 | — |
| MG | 211 | -122 | — | R$ 1.813 | — |
| RJ | 176 | +6 | — | R$ 1.872 | — |
| ES | 138 | +17 | — | R$ 2.137 | — |
| PR | 112 | -32 | — | R$ 2.088 | — |
| SC | 108 | +5 | — | R$ 2.350 | — |
| MT | 97 | +23 | — | R$ 1.822 | — |
| MS | 92 | -3 | — | R$ 1.845 | — |
| GO | 85 | +0 | — | R$ 1.757 | — |
| RS | 61 | -1 | — | R$ 1.897 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
2.238
Desligamentos
2.468
Saldo
-230
Rotatividade
37,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 2.238 admissões e 2.468 desligamentos de inspetor de risco, o que significa que o mercado formal fechou 230 postos de trabalho no período, com rotatividade de 37,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 35,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 53,7% por dispensa sem justa causa, além de 6,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 2.468 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata inspetor de risco
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como inspetor de risco
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 6.575 vínculos
Idade mediana
32 anos
Tempo de casa
22 meses
No setor público
3,4%
Em empresa do Simples
58,8%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,5h/sem
- Pessoas com deficiência0,5%
- Jornada parcial0,3%
- Contrato intermitente0,3%
- Em entidade sem fins lucrativos6,4%
Sobre os 6.575 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de inspetor de risco
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
10,7
CAT no período
57
Óbitos comunicados
1
Idade média no acidente
33 anos
Foram 57 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo inspetor de risco nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 10,7 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 42,1% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 57,9% de trajeto (no deslocamento) e 0% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.
No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S82.3 — Fratura da extremidade distal da tíbia | 3 | 5,3% | 25.350 |
| S82.6 — Fratura do maléolo lateral | 3 | 5,3% | 25.350 |
| S62.3 — Fratura de outros ossos do metacarpo | 3 | 5,3% | 24.580 |
| M25.5 — Dor articular | 2 | 3,5% | 1.605 |
| S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo | 2 | 3,5% | 5.476 |
| S01.9 — Ferimento na cabeça, parte não especificada | 2 | 3,5% | 69 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente) tem RAT 2% e grau de risco 2, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 10,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas
Informalidade no setor
25,4%
Média nacional
37,5%
Conta própria
23,7%
Rendimento formal × informal
R$ 5.385 × R$ 4.443
No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 3517.
Qual especialização paga mais na família 3517
Todas as ocupações de técnicos de seguros e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 3517-35 | Técnico de resseguros | R$ 6.275 | R$ 9.138 | 293 |
| 3517-05 | Analista de seguros (técnico) | R$ 3.325 | R$ 4.428 | 9.012 |
| 3517-10 | Analista de sinistros | R$ 2.824 | R$ 3.916 | 7.603 |
| 3517-40 | Técnico de seguros | R$ 2.885 | R$ 3.363 | 4.981 |
| 3517-30 | Inspetor de sinistros | R$ 2.178 | R$ 3.148 | 3.617 |
| 3517-20 | Assistente técnico de seguros | R$ 2.239 | R$ 2.812 | 3.365 |
| 3517-15 | Assistente comercial de seguros | R$ 2.090 | R$ 2.704 | 9.399 |
| 3517-25 | Inspetor de risco (esta página) | R$ 1.977 | R$ 2.027 | 6.575 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3517-25.
A Comercializar seguros (3)
- •Levantar necessidades dos clientes
- •Transmitir informações sobre necessidades de clientes
- •Dar suporte técnico e comercial aos clientes
C Inspecionar riscos (9)
- •Obter informações sobre características físicas e morais do risco
- •Definir procedimentos de inspeção
- •Agendar inspeção
- •Identificar exposição e agravação física e moral do risco
- •Verificar documentação do objeto de inspeção
- •Testar equipamentos de segurança contra incêndio
- •Sugerir valor segurável
- •Recomendar medidas de prevenção de perdas
- •Verificar implementação das medidas sugeridas
E Executar regulação e liquidação de sinistros (1)
- •Fotografar objeto do seguro
F Desenvolver produtos (1)
- •Assistir ao desenvolvimento do sistema de informática
G Elaborar documentação técnica (3)
- •Elaborar relatórios de inspeção e vistoria
- •Elaborar parecer técnico
- •Criar normas e procedimentos internos
Z Demonstrar competências pessoais (11)
- •Agir com paciência
- •Agir com empatia
- •Demonstrar flexibilidade
- •Dar provas de credibilidade
- •Demonstrar capacidade de pesquisa
- •Raciocinar de forma lógica
- •Demonstrar capacidade de decisão
- •Agir com persuasão
- •Demonstrar senso de observação
- •Expressar-se de forma oral e escrita
- •Agir com objetividade
Sinônimos oficiais (2)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3517-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um inspetor de risco?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.977 por mês, considerando as 2.192 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.611 (10% menores) a R$ 3.017 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.027 (RAIS 2024), 2.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando inspetor de risco?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.238 admissões contra 2.468 desligamentos, saldo de -230 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata inspetor de risco?
A atividade econômica que mais contratou foi Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente (CNAE 8299799), com 55,1% das admissões e mediana de R$ 1.849. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de inspetor de risco?
3517-25 (família 3517 — Técnicos de seguros e afins). A CBO reconhece também os títulos: Representante de controle de perdas, Vistoriador de risco de auto — todos usam o mesmo código 3517-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser inspetor de risco?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3517: O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e cursos profissionalizantes de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades, ocorre após três a quatro anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de inspetor de risco?
A taxa é de 10,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (17,5% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S82.3 — fratura da extremidade distal da tíbia. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 3517-25?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 3517-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3517-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8299799), o RAT é 2%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3517:
- •Agf Brasil Seguros S.A.
- •Chubb do Brasil Companhia de Seguros S.A.
- •Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp)
- •Companhia de Seguros Minas Brasil S.A.
- •Federação Nacional de Empresas de Seguros Privados (Fenaseg)
- •Indiana Seguros S.A.
- •Linces Vistorias e Serviços S/C Ltda.
- •Marítima Seguros S.A.
- •Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais
- •Superintendência de Seguros Privados do Ministério da Fazenda (Susep)
- •Tokio Marine Brasil Seguradora S.A.
- •Vera Cruz Seguradora S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
- •GLOSSÁRIO
- •Co-seguro: divisão de um risco segurado entre vários seguradores, ficando cada um deles responsável direto por uma quota-parte determinada do valor total do seguro (Glossário da Fenaseg).
- •Resseguro: operação pela qual o segurador, com o fito de diminuir sua responsabilida- de na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido (Glossário da Fenaseg).