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CBO 2002 Família 8116 R$ 2.144 na admissão -16 postos em 12 meses 20 atividades

CBO 8116-35 — Operador de preservação e controle térmico

O código 8116-35 identifica a ocupação operador de preservação e controle térmico na CBO 2002, dentro da família 8116 — Operadores de equipamentos de coqueificação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um operador de preservação e controle térmico

Preparam e controlam processos de coqueificação, desenfornam o coque e realizam tratamentos primários nos subprodutos do carvão. Efetuam manutenção de fornos e processam subprodutos da coqueificação. Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8116 — Operadores de equipamentos de coqueificação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de coque, refino de petróleo, fabricação de combustíveis, álcool e produtos químicos como empregados com carteira assinada. Trabalham em equipe sob supervisão ocasional, em ambientes fechados, a céu aberto ou em veículos. Atuam no sistema de rodízio de turnos (diurno/noturno) ou em horários irregulares. Em algumas atividades permanecem durante longos períodos em posições desconfortáveis, trabalham em grandes alturas, em ambiente subterrâneo ou confinado. Podem, ainda, permanecer expostos à ação de materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Bombas; Carro de apagamento; Colunas de destilação; Desenfornadoras; Fornos; Instrumentos de controle; Máquina de reversão; Máquina enfornadora; Máquina extratora; Válvulas controladoras.

Quanto ganha um operador de preservação e controle térmico

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.55710% ganham atéR$ 2.144medianaR$ 2.98510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.575

Entrada × quem já está

R$ 2.144 ao ser admitido · R$ 3.575 para quem tem vínculo ativo +66,7%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de preservação e controle térmico foi de R$ 2.144 — metade das 108 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.557 e os 10% de maior, acima de R$ 2.985.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.575, ou seja, 66,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 27 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.144
Por ano (12 salários)R$ 25.728
Por semanaR$ 493
Por hora (44h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.175100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.59496,3%
  • Mulheres — R$ 3.0253,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.221

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

108

Desligamentos

124

Saldo

-16

Rotatividade

34,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+10) saldo negativo · pior: dez/25 (-8)

Em 12 meses houve 108 admissões e 124 desligamentos de operador de preservação e controle térmico, o que significa que o mercado formal fechou 16 postos de trabalho no período, com rotatividade de 34,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 17,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 73,4% por dispensa sem justa causa, além de 3,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador17,7%
  • Dispensa sem justa causa73,4%
  • Fim de contrato3,2%

Sobre 124 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro6,5%
  • 1 a 4 empregados1,9%
  • 5 a 9 empregados1,9%
  • 10 a 19 empregados9,3%
  • 20 a 49 empregados18,5%
  • 50 a 99 empregados16,7%
  • 100 a 249 empregados17,6%
  • 250 a 499 empregados1,9%
  • 500 a 999 empregados3,7%
  • 1.000 ou mais empregados22,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de preservação e controle térmico

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura não especificadas anteriormente 7119799 · 19,4% das admissões 21 44h R$ 2.105 2% 1
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 14,8% das admissões 16 44h R$ 1.628 2% 2
Instalação de máquinas e equipamentos industriais 3321000 · 12% das admissões 13 44h R$ 2.715 3% 3
Fabricação de defensivos agrícolas 2051700 · 10,2% das admissões 11 44h R$ 2.880 3% 3
Construção de rodovias e ferrovias 4211101 · 8,3% das admissões 9 3% 4
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2949299 · 7,4% das admissões 8 3% 3
Montagem e desmontagem de andaimes e outras estruturas temporárias 4399102 · 3,7% das admissões 4 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de preservação e controle térmico

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 363 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

27 meses

Em empresa do Simples

1,9%

Sexo

  • Homem96,4%
  • Mulher3,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43h/sem
  • Pessoas com deficiência0,8%
  • Contrato intermitente6,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,6%

Sobre os 363 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda55%
  • Branca30,3%
  • Preta13,6%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto1,4%
  • 5º ano completo1,4%
  • 6º ao 9º ano8%
  • Fundamental completo4,4%
  • Médio incompleto7,2%
  • Médio completo70,8%
  • Superior incompleto0,8%
  • Superior completo6,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto4,6%
  • 5º ano completo0,9%
  • 6º a 9º ano5,6%
  • Fundamental completo2,8%
  • Médio incompleto6,5%
  • Médio completo75%
  • Superior incompleto1,9%
  • Superior completo2,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados0,3%
  • 10 a 19 empregados8,5%
  • 20 a 49 empregados12,9%
  • 50 a 99 empregados20,1%
  • 100 a 249 empregados9,1%
  • 250 a 499 empregados2,2%
  • 500 a 999 empregados3,3%
  • 1.000 ou mais empregados43%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído. A qualificação profissional ocorre com a experiência prática no próprio local de trabalho e o pleno desempenho das atividades é alcançado entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8116.

Qual especialização paga mais na família 8116

Todas as ocupações de operadores de equipamentos de coqueificação, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8116-15 Operador de destilação e subprodutos de coque R$ 2.504 R$ 4.681 201
8116-20 Operador de enfornamento e desenfornamento de coque R$ 2.502 R$ 4.333 717
8116-30 Operador de painel de controle R$ 2.086 R$ 3.981 3.705
8116-35 Operador de preservação e controle térmico (esta página) R$ 2.144 R$ 3.575 363
8116-05 Operador de britador de coque R$ 2.138 R$ 3.563 281
8116-25 Operador de exaustor (coqueria) R$ 3.500 24
8116-50 Operador de sistema de reversão (coqueria) R$ 3.363 61
8116-45 Operador de refrigeração (coqueria) R$ 2.619 60
8116-10 Operador de carro de apagamento e coque R$ 1.739

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8116-35.

A Preparar o processo de coqueificação (3)
  • Abastecer a máquina enfornadora
  • Posicionar máquina enfornadora
  • Vedar as bocas de carregamento
B Controlar o processo de coqueificação (1)
  • Controlar a temperatura e pressão do forno
C Desenfornar o coque (1)
  • Fragmentar o coque de petróleo
D Realizar manutenção de fornos (6)
  • Inspecionar os fornos
  • Conservar alvenaria refratária e metálica
  • Selecionar ferramentas
  • Consertar revestimentos refratário e metálico
  • Substituir peças e componentes do forno
  • Lubrificar componentes do forno
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Usar corretamente equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • Estar atento às condições de uso das máquinas, equipamentos e instalações
  • Obedecer normas e procedimentos de qualidade, segurança e meio ambiente
  • Trabalhar em equipe
  • Comunicar-se de maneira clara e objetiva
  • Trabalhar com concentração
  • Aperfeiçoar-se profissionalmente
  • Suportar altas temperaturas
  • Demonstrar aptidão para trabalhar em grandes alturas

Sinônimos oficiais (4)

Operador de controle de produção de carboquímicoOperador de controle térmicoOperador de preservação de área carboquímicosOperador de tratamento de gás

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8116-35 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de preservação e controle térmico?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.144 por mês, considerando as 108 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.557 (10% menores) a R$ 2.985 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.575 (RAIS 2024), 66.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de preservação e controle térmico?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 108 admissões contra 124 desligamentos, saldo de -16 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de preservação e controle térmico?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura não especificadas anteriormente (CNAE 7119799), com 19,4% das admissões e mediana de R$ 2.105. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de preservação e controle térmico?

8116-35 (família 8116 — Operadores de equipamentos de coqueificação). A CBO reconhece também os títulos: Operador de controle de produção de carboquímico, Operador de controle térmico, Operador de preservação de área carboquímicos, Operador de tratamento de gás — todos usam o mesmo código 8116-35. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de preservação e controle térmico?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8116: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído. A qualificação profissional ocorre com a experiência prática no próprio local de trabalho e o pleno desempenho das atividades é alcançado entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8116-35?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8116-35 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8116-35 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7119799), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (7 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8116:

  • Aço Minas Gerais S.A.
  • Coquesul Brasileiro Indústria e Comércio Ltda.
  • Petróleo Brasileiro S.A.
  • Sindipetro-MG
  • Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. - Usiminas
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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