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CBO 2002 Família 5153 R$ 2.213 na admissão -8 postos em 12 meses 85 atividades

CBO 5153-20 — Conselheiro tutelar

O código 5153-20 identifica a ocupação conselheiro tutelar na CBO 2002, dentro da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um conselheiro tutelar

Visam garantir a atenção, defesa e proteção a pessoas em situações de risco pessoal e social. Procuram assegurar seus direitos, abordando-as, sensibilizando-as, identificando suas necessidades e demandas e desenvolvendo atividades e tratamento.

Descrição oficial da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em instituições ou nas ruas. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, geralmente em equipes multidisciplinares. Os horários de trabalho são variados: tempo integral, revezamento de turno ou períodos determinados. Os trabalhores desta família ocupacional lidam diariamente com situações de risco, assistindo indivíduos com alteração de comportamento, agressividade e em vulnerabilidade

Recursos de trabalho

Computador; Material de escritório; Material didático; Rádio, celular, telefone, fax; Veículos.

Quanto ganha um conselheiro tutelar

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61310% ganham atéR$ 2.213medianaR$ 2.33810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.120

Entrada × quem já está

R$ 2.213 ao ser admitido · R$ 2.120 para quem tem vínculo ativo -4,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de conselheiro tutelar foi de R$ 2.213 — metade das 15 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.613 e os 10% de maior, acima de R$ 2.338.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.120, ou seja, 4,2% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 12 meses.

Considerando a jornada média de 40.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.213
Por ano (12 salários)R$ 26.556
Por semanaR$ 509
Por hora (40.2h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

36

Desligamentos

44

Saldo

-8

Rotatividade

1,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+2) saldo negativo · pior: out/25 (-6)

Em 12 meses houve 36 admissões e 44 desligamentos de conselheiro tutelar, o que significa que o mercado formal fechou 8 postos de trabalho no período, com rotatividade de 1,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 15,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 31,8% por dispensa sem justa causa, além de 50% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador15,9%
  • Dispensa sem justa causa31,8%
  • Fim de contrato50%

Sobre 44 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Pessoa com deficiência5,6%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2,8%
  • 1 a 4 empregados2,8%
  • 5 a 9 empregados11,1%
  • 10 a 19 empregados2,8%
  • 20 a 49 empregados16,7%
  • 50 a 99 empregados13,9%
  • 100 a 249 empregados5,6%
  • 250 a 499 empregados38,9%
  • 500 a 999 empregados2,8%
  • 1.000 ou mais empregados2,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata conselheiro tutelar

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Administração pública em geral 8411600 · 63,9% das admissões 23 2% 1
Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química e grupos similares não especificadas anteriormente 8720499 · 13,9% das admissões 5 2% 1
Ensino fundamental 8513900 · 5,6% das admissões 2 1% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 5,6% das admissões 2 2% 1
Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos 4511101 · 5,6% das admissões 2 2% 2
Atividades de assistência a deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes 8711503 · 2,8% das admissões 1 1% 1
Corretagem no aluguel de imóveis 6821802 · 2,8% das admissões 1 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como conselheiro tutelar

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.018 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

12 meses

No setor público

99,1%

Em empresa do Simples

0,3%

Sexo

  • Mulher66,1%
  • Homem33,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,1h/sem
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,2%

Sobre os 4.018 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda54,8%
  • Branca35,4%
  • Preta7%
  • Amarela2,4%
  • Indígena0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto1,3%
  • 5º ano completo1%
  • 6º ao 9º ano0,9%
  • Fundamental completo2,2%
  • Médio incompleto1,1%
  • Médio completo66,4%
  • Superior incompleto4,3%
  • Superior completo21,9%
  • Mestrado0,6%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto2,8%
  • Fundamental completo2,8%
  • Médio incompleto11,1%
  • Médio completo58,3%
  • Superior incompleto2,8%
  • Superior completo22,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,2%
  • 5 a 9 empregados1%
  • 10 a 19 empregados1,5%
  • 20 a 49 empregados4,9%
  • 50 a 99 empregados4,2%
  • 100 a 249 empregados13,5%
  • 250 a 499 empregados17,3%
  • 500 a 999 empregados14,7%
  • 1.000 ou mais empregados42,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5153.

Qual especialização paga mais na família 5153

Todas as ocupações de trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5153-25 Sócioeducador R$ 2.164 R$ 4.475 28.212
5153-30 Monitor de ressocialização prisional R$ 2.303 R$ 3.308 9.911
5153-05 Educador social R$ 2.167 R$ 2.457 46.825
5153-10 Agente de ação social R$ 2.072 R$ 2.220 17.188
5153-20 Conselheiro tutelar (esta página) R$ 2.213 R$ 2.120 4.018
5153-15 Monitor de dependente químico R$ 1.804 R$ 2.072 2.731

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5153-20.

A Desenvolver ações para garantir direitos dos assistidos/usuários /educandos/ internos (10)
  • Identificar direito violado dos assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Orientar assistidos/usuários/ internos/ familiares e educandos sobre e os direitos e/ou deveres
  • Requisitar serviços
  • Encaminhar assistidos/usuários / internos/ familiares a entidades e serviços
  • Solicitar resgate de assistidos/usuários/ internos
  • Resgatar assistidos/usuários/ internos
  • Acompanhar assistidos/usuários/educandos/ internos a atendimentos
  • Fiscalizar entidades de atendimento a crianças e adolecentes
  • Assessorar poder público na implantação de programas e projetos
  • Informar ministério público e/ou poder judiciário os direitos violados
B Sensibilizar assistidos/usuários/ internos (7)
  • Criar vínculos
  • Conscientizar sobre riscos
  • Despertar nos assistidos/usuários/educandos desejo para mudar de vida
  • Aconselhar assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Resgatar auto-estima
  • Apontar alternativas
  • Despertar aptidões, habilidades
C Identificar necessidades/demandas (7)
  • Receber denúncias
  • Observar necessidades de assistidos/usuários/educandos
  • Dialogar com assistidos/usuários/educandos
  • Dialogar com familiares e/ou vizinhança
  • Levantar dados estatísticos
  • Pesquisar histórico familiar
  • Monitorar comportamento
D Abordar assistidos/usuários/educandos/ internos (8)
  • Realizar visitas domiciliares
  • Verificar denúncias
  • Receber pedidos de ajuda da família
  • Receber demanda espontânea
  • Atender solicitações dos assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Observar comportamento de assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Avistar assistidos/usuários
  • Aproximar-se dos assistidos/usuários
E Desenvolver atividades sócio-educativas (3)
  • Convidar assistidos/usuários para participar de atividade sócio-educativa
  • Acompanhar reuniões sócio-educativas
  • Aconselhar mudanças de comportamento
F Planejar trabalho (9)
  • Definir objetivos
  • Definir metodologia de trabalho
  • Definir metas
  • Definir estratégias
  • Estabelecer cronograma
  • Identificar público-alvo
  • Estabelecer roteiro de visitas
  • Planejar eventos
  • Estabelecer parcerias com entidades públicas e/ou privadas
G Avaliar processo de trabalho (8)
  • Analisar resultados
  • Analisar casos
  • Avaliar ações
  • Analisar práticas
  • Trocar experiências
  • Avaliar reinserção dos assistidos/usuários
  • Acompanhar reinserção familiar e social dos assistidos/usuários
  • Alterar estratégias
Y Comunicar-se (10)
  • Abrir procedimento de atendimento
  • Elaborar relatórios de atendimento e acompanhamento
  • Cadastrar assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Preencher documentos
  • Encaminhar documentação oficial
  • Notificar pessoas e entidades
  • Participar da elaboração das normas
  • Agendar visitas
  • Definir rotina administrativa
  • Fazer devolutiva
Z Demonstrar competências pessoais (23)
  • Trabalhar em equipe
  • Servir de exemplo
  • Inspirar confiança
  • Buscar identificação e empatia
  • Despertar esperança
  • Exercitar atividade de escuta
  • Agir sob pressão
  • Demonstrar capacidade de compreensão
  • Contornar situações adversas
  • Demonstrar entusiasmo
  • Respeitar diferenças
  • Demonstrar criatividade
  • Assumir riscos
  • Demonstrar coragem
  • Demonstrar persistência
  • Tomar decisões
  • Demonstrar facilidade de comunicação
  • Administrar conflitos
  • Demonstrar auto-controle
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Permanecer em estado de alerta
  • Demonstrar pró atividade
  • Demonstrar flexibilidade

Perguntas frequentes

Quanto ganha um conselheiro tutelar?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.213 por mês, considerando as 15 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.613 (10% menores) a R$ 2.338 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.120 (RAIS 2024), 4.2% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando conselheiro tutelar?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 36 admissões contra 44 desligamentos, saldo de -8 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata conselheiro tutelar?

A atividade econômica que mais contratou foi Administração pública em geral (CNAE 8411600), com 63,9% das admissões. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de conselheiro tutelar?

5153-20 (família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser conselheiro tutelar?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5153: O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5153-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5153-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5153-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8411600), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (18 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5153:

  • Admer - Associação de Defesa do Menor de Rua
  • Apoio - casa Amarela - Santo André
  • Associação de Moradores do Jardim Santa Lúcia I e Adjacências
  • Centro Social Santo Dias
  • Comare
  • Comunidade Terapêutica Luz Para a Vida
  • Conselho Tutelar
  • Conselho Tutelar de Carapicuiba
  • Conselho Tutelar M´boi Mirim - Jardim Angela
  • Espaço Minha Gente
  • Instituto Monsenhor Benedito Antunes - Proj. Andrezinho Cidadão
  • Nova Aliança
  • Ong Santa Lucia
  • Prefeitura do Município de Itapevi
  • Projeto Axé - Bahia
  • Segundo Conselho Tutelar de Santo André
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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