CBO 5153-20 — Conselheiro tutelar
O código 5153-20 identifica a ocupação conselheiro tutelar na CBO 2002, dentro da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um conselheiro tutelar
Visam garantir a atenção, defesa e proteção a pessoas em situações de risco pessoal e social. Procuram assegurar seus direitos, abordando-as, sensibilizando-as, identificando suas necessidades e demandas e desenvolvendo atividades e tratamento.
Descrição oficial da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
O trabalho é exercido em instituições ou nas ruas. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, geralmente em equipes multidisciplinares. Os horários de trabalho são variados: tempo integral, revezamento de turno ou períodos determinados. Os trabalhores desta família ocupacional lidam diariamente com situações de risco, assistindo indivíduos com alteração de comportamento, agressividade e em vulnerabilidade
Recursos de trabalho
Computador; Material de escritório; Material didático; Rádio, celular, telefone, fax; Veículos.
Quanto ganha um conselheiro tutelar
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.120
Entrada × quem já está
R$ 2.213 ao ser admitido · R$ 2.120 para quem tem vínculo ativo -4,2%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de conselheiro tutelar foi de R$ 2.213 — metade das 15 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.613 e os 10% de maior, acima de R$ 2.338.
Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.120, ou seja, 4,2% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 12 meses.
Considerando a jornada média de 40.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.213 |
| Por ano (12 salários) | R$ 26.556 |
| Por semana | R$ 509 |
| Por hora (40.2h/sem) | R$ 12,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
36
Desligamentos
44
Saldo
-8
Rotatividade
1,1%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 36 admissões e 44 desligamentos de conselheiro tutelar, o que significa que o mercado formal fechou 8 postos de trabalho no período, com rotatividade de 1,1% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 15,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 31,8% por dispensa sem justa causa, além de 50% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 44 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata conselheiro tutelar
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Administração pública em geral 8411600 · 63,9% das admissões | 23 | — | — | — | — | 2% | 1 |
| Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química e grupos similares não especificadas anteriormente 8720499 · 13,9% das admissões | 5 | — | — | — | — | 2% | 1 |
| Ensino fundamental 8513900 · 5,6% das admissões | 2 | — | — | — | — | 1% | 2 |
| Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 5,6% das admissões | 2 | — | — | — | — | 2% | 1 |
| Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos 4511101 · 5,6% das admissões | 2 | — | — | — | — | 2% | 2 |
| Atividades de assistência a deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes 8711503 · 2,8% das admissões | 1 | — | — | — | — | 1% | 1 |
| Corretagem no aluguel de imóveis 6821802 · 2,8% das admissões | 1 | — | — | — | — | 2% | 1 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como conselheiro tutelar
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.018 vínculos
Idade mediana
40 anos
Tempo de casa
12 meses
No setor público
99,1%
Em empresa do Simples
0,3%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada39,1h/sem
- Jornada parcial0,1%
- Em entidade sem fins lucrativos0,2%
Sobre os 4.018 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais
Informalidade no setor
9,6%
Média nacional
37,5%
Conta própria
6,3%
Rendimento formal × informal
R$ 5.009 × R$ 4.613
No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 5153.
Qual especialização paga mais na família 5153
Todas as ocupações de trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 5153-25 | Sócioeducador | R$ 2.164 | R$ 4.475 | 28.212 |
| 5153-30 | Monitor de ressocialização prisional | R$ 2.303 | R$ 3.308 | 9.911 |
| 5153-05 | Educador social | R$ 2.167 | R$ 2.457 | 46.825 |
| 5153-10 | Agente de ação social | R$ 2.072 | R$ 2.220 | 17.188 |
| 5153-20 | Conselheiro tutelar (esta página) | R$ 2.213 | R$ 2.120 | 4.018 |
| 5153-15 | Monitor de dependente químico | R$ 1.804 | R$ 2.072 | 2.731 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5153-20.
A Desenvolver ações para garantir direitos dos assistidos/usuários /educandos/ internos (10)
- •Identificar direito violado dos assistidos/usuários/educandos/ internos
- •Orientar assistidos/usuários/ internos/ familiares e educandos sobre e os direitos e/ou deveres
- •Requisitar serviços
- •Encaminhar assistidos/usuários / internos/ familiares a entidades e serviços
- •Solicitar resgate de assistidos/usuários/ internos
- •Resgatar assistidos/usuários/ internos
- •Acompanhar assistidos/usuários/educandos/ internos a atendimentos
- •Fiscalizar entidades de atendimento a crianças e adolecentes
- •Assessorar poder público na implantação de programas e projetos
- •Informar ministério público e/ou poder judiciário os direitos violados
B Sensibilizar assistidos/usuários/ internos (7)
- •Criar vínculos
- •Conscientizar sobre riscos
- •Despertar nos assistidos/usuários/educandos desejo para mudar de vida
- •Aconselhar assistidos/usuários/educandos/ internos
- •Resgatar auto-estima
- •Apontar alternativas
- •Despertar aptidões, habilidades
C Identificar necessidades/demandas (7)
- •Receber denúncias
- •Observar necessidades de assistidos/usuários/educandos
- •Dialogar com assistidos/usuários/educandos
- •Dialogar com familiares e/ou vizinhança
- •Levantar dados estatísticos
- •Pesquisar histórico familiar
- •Monitorar comportamento
D Abordar assistidos/usuários/educandos/ internos (8)
- •Realizar visitas domiciliares
- •Verificar denúncias
- •Receber pedidos de ajuda da família
- •Receber demanda espontânea
- •Atender solicitações dos assistidos/usuários/educandos/ internos
- •Observar comportamento de assistidos/usuários/educandos/ internos
- •Avistar assistidos/usuários
- •Aproximar-se dos assistidos/usuários
E Desenvolver atividades sócio-educativas (3)
- •Convidar assistidos/usuários para participar de atividade sócio-educativa
- •Acompanhar reuniões sócio-educativas
- •Aconselhar mudanças de comportamento
F Planejar trabalho (9)
- •Definir objetivos
- •Definir metodologia de trabalho
- •Definir metas
- •Definir estratégias
- •Estabelecer cronograma
- •Identificar público-alvo
- •Estabelecer roteiro de visitas
- •Planejar eventos
- •Estabelecer parcerias com entidades públicas e/ou privadas
G Avaliar processo de trabalho (8)
- •Analisar resultados
- •Analisar casos
- •Avaliar ações
- •Analisar práticas
- •Trocar experiências
- •Avaliar reinserção dos assistidos/usuários
- •Acompanhar reinserção familiar e social dos assistidos/usuários
- •Alterar estratégias
Y Comunicar-se (10)
- •Abrir procedimento de atendimento
- •Elaborar relatórios de atendimento e acompanhamento
- •Cadastrar assistidos/usuários/educandos/ internos
- •Preencher documentos
- •Encaminhar documentação oficial
- •Notificar pessoas e entidades
- •Participar da elaboração das normas
- •Agendar visitas
- •Definir rotina administrativa
- •Fazer devolutiva
Z Demonstrar competências pessoais (23)
- •Trabalhar em equipe
- •Servir de exemplo
- •Inspirar confiança
- •Buscar identificação e empatia
- •Despertar esperança
- •Exercitar atividade de escuta
- •Agir sob pressão
- •Demonstrar capacidade de compreensão
- •Contornar situações adversas
- •Demonstrar entusiasmo
- •Respeitar diferenças
- •Demonstrar criatividade
- •Assumir riscos
- •Demonstrar coragem
- •Demonstrar persistência
- •Tomar decisões
- •Demonstrar facilidade de comunicação
- •Administrar conflitos
- •Demonstrar auto-controle
- •Demonstrar capacidade de negociação
- •Permanecer em estado de alerta
- •Demonstrar pró atividade
- •Demonstrar flexibilidade
Perguntas frequentes
Quanto ganha um conselheiro tutelar?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.213 por mês, considerando as 15 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.613 (10% menores) a R$ 2.338 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.120 (RAIS 2024), 4.2% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando conselheiro tutelar?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 36 admissões contra 44 desligamentos, saldo de -8 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata conselheiro tutelar?
A atividade econômica que mais contratou foi Administração pública em geral (CNAE 8411600), com 63,9% das admissões. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de conselheiro tutelar?
5153-20 (família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser conselheiro tutelar?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5153: O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 5153-20?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 5153-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5153-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8411600), o RAT é 2%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (18 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5153:
- •Admer - Associação de Defesa do Menor de Rua
- •Apoio - casa Amarela - Santo André
- •Associação de Moradores do Jardim Santa Lúcia I e Adjacências
- •Centro Social Santo Dias
- •Comare
- •Comunidade Terapêutica Luz Para a Vida
- •Conselho Tutelar
- •Conselho Tutelar de Carapicuiba
- •Conselho Tutelar M´boi Mirim - Jardim Angela
- •Espaço Minha Gente
- •Instituto Monsenhor Benedito Antunes - Proj. Andrezinho Cidadão
- •Nova Aliança
- •Ong Santa Lucia
- •Prefeitura do Município de Itapevi
- •Projeto Axé - Bahia
- •Segundo Conselho Tutelar de Santo André
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP