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CBO 2002 Família 5153 R$ 2.072 na admissão +1.093 postos em 12 meses 93 atividades

CBO 5153-10 — Agente de ação social

O código 5153-10 identifica a ocupação agente de ação social na CBO 2002, dentro da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um agente de ação social

Visam garantir a atenção, defesa e proteção a pessoas em situações de risco pessoal e social. Procuram assegurar seus direitos, abordando-as, sensibilizando-as, identificando suas necessidades e demandas e desenvolvendo atividades e tratamento.

Descrição oficial da família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em instituições ou nas ruas. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, geralmente em equipes multidisciplinares. Os horários de trabalho são variados: tempo integral, revezamento de turno ou períodos determinados. Os trabalhores desta família ocupacional lidam diariamente com situações de risco, assistindo indivíduos com alteração de comportamento, agressividade e em vulnerabilidade

Recursos de trabalho

Computador; Material de escritório; Material didático; Rádio, celular, telefone, fax; Veículos.

Quanto ganha um agente de ação social

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60810% ganham atéR$ 2.072medianaR$ 3.72310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.220

Entrada × quem já está

R$ 2.072 ao ser admitido · R$ 2.220 para quem tem vínculo ativo +7,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de agente de ação social foi de R$ 2.072 — metade das 3.656 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.608 e os 10% de maior, acima de R$ 3.723.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.220, ou seja, 7,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 25 meses.

Considerando a jornada média de 37.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.072
Por ano (12 salários)R$ 24.864
Por semanaR$ 477
Por hora (37.9h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.08138%
  • Mulheres — R$ 2.02462%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.27033,2%
  • Mulheres — R$ 2.19866,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.890
  • Nordeste1.684
  • Sudeste2.100
  • Sul2.864
  • Centro-Oeste1.756

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 1.233 +426 R$ 2.056
SP 1.172 +97 R$ 2.242
MG 860 +12 R$ 2.103
PE 365 +240 R$ 1.669
BA 320 +152 R$ 1.939
CE 159 +87 R$ 1.720
RS 150 +7 R$ 3.619
ES 132 +26 R$ 2.185
PI 126 +21 R$ 1.652
AM 109 +49 R$ 1.577

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

5.138

Desligamentos

4.045

Saldo

+1.093

Rotatividade

23,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+218) saldo negativo · pior: jan/26 (-140)

Em 12 meses houve 5.138 admissões e 4.045 desligamentos de agente de ação social, o que significa que o mercado formal abriu 1.093 postos de trabalho no período, com rotatividade de 23,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 26,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 59,6% por dispensa sem justa causa, além de 11,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador26,1%
  • Dispensa sem justa causa59,6%
  • Fim de contrato11,4%

Sobre 4.045 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial2,8%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Pessoa com deficiência0,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro12%
  • 1 a 4 empregados3,7%
  • 5 a 9 empregados4,3%
  • 10 a 19 empregados5,9%
  • 20 a 49 empregados11,7%
  • 50 a 99 empregados7,2%
  • 100 a 249 empregados10,7%
  • 250 a 499 empregados10,8%
  • 500 a 999 empregados10,6%
  • 1.000 ou mais empregados23,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata agente de ação social

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 44% das admissões 2.259 42.3h R$ 1.680 R$ 1.961 R$ 2.663 2% 1
Serviços de assistência social sem alojamento 8800600 · 11,6% das admissões 594 41.6h R$ 1.870 R$ 2.347 R$ 2.909 2% 1
Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte 9493600 · 6,6% das admissões 339 41.2h R$ 1.742 R$ 1.943 R$ 2.253 2% 1
Atividades associativas não especificadas anteriormente 9499500 · 4,7% das admissões 240 40.4h R$ 1.645 R$ 1.691 R$ 2.523 2% 1
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 3,2% das admissões 165 43.3h R$ 1.633 R$ 1.850 R$ 2.265 2% 3
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 2,7% das admissões 140 43h R$ 1.955 R$ 2.032 R$ 2.543 2% 1
Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares não especificadas anteriormente 8730199 · 2,2% das admissões 113 41.4h R$ 2.095 R$ 2.525 R$ 3.623 2% 1
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 2,1% das admissões 106 43.6h R$ 1.630 R$ 1.661 R$ 1.691 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como agente de ação social

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 17.188 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

25 meses

No setor público

44,8%

Em empresa do Simples

0,8%

Sexo

  • Homem34,2%
  • Mulher65,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada38,7h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial1,2%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos37,5%

Sobre os 17.188 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda44,7%
  • Branca43,3%
  • Preta10,7%
  • Amarela0,9%
  • Indígena0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,5%
  • Até o 5º ano incompleto0,4%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º ao 9º ano0,8%
  • Fundamental completo2,9%
  • Médio incompleto1,9%
  • Médio completo56,3%
  • Superior incompleto4,8%
  • Superior completo31,3%
  • Mestrado0,7%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • Até 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º a 9º ano0,9%
  • Fundamental completo2,3%
  • Médio incompleto1,7%
  • Médio completo59,3%
  • Superior incompleto7,6%
  • Superior completo24,1%
  • Pós-graduação2,2%
  • Mestrado0,9%
  • Doutorado0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados1,2%
  • 10 a 19 empregados3,4%
  • 20 a 49 empregados6,3%
  • 50 a 99 empregados4,1%
  • 100 a 249 empregados6,1%
  • 250 a 499 empregados11,6%
  • 500 a 999 empregados8,4%
  • 1.000 ou mais empregados58,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de agente de ação social

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

11,3

CAT no período

147

Idade média no acidente

39 anos

Foram 147 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo agente de ação social nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 11,3 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 70,7% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 25,9% de trajeto (no deslocamento) e 3,4% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Trajeto25,9%
  • Típico70,7%
  • Doença3,4%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas10,2%
  • Pé (exceto artelhos)9,5%
  • Cabeça, NIC8,2%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)6,1%
  • Aparelho respiratório5,4%

Natureza da lesão

  • Lesão imediata21,1%
  • Outras lesões, NIC12,9%
  • Distensão, torção10,9%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)10,9%
  • Fratura8,8%

Agente causador

  • Ser vivo, NIC18,1%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas7,6%
  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas6,9%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas6,3%
  • Veículo, NIC6,3%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 10 6,8% 5.476
Y04 — Agressão por meio de força corporal 8 5,4% 13
S80.0 — Contusão do joelho 7 4,8% 1.225
J68.3 — Outras afecções respiratórias agudas e subagudas devidas a produtos químicos, gases, fumaças e vapores 4 2,7% 20
J68.3NU — Afecções respiratórias devidas a inalação de produtos químicos, gases, fumaças e vapores 4 2,7% 20
S30.0 — Contusão do dorso e da pelve 3 2% 125

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de associações de defesa de direitos sociais) tem RAT 2% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 11,3 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5153.

Qual especialização paga mais na família 5153

Todas as ocupações de trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5153-25 Sócioeducador R$ 2.164 R$ 4.475 28.212
5153-30 Monitor de ressocialização prisional R$ 2.303 R$ 3.308 9.911
5153-05 Educador social R$ 2.167 R$ 2.457 46.825
5153-10 Agente de ação social (esta página) R$ 2.072 R$ 2.220 17.188
5153-20 Conselheiro tutelar R$ 2.213 R$ 2.120 4.018
5153-15 Monitor de dependente químico R$ 1.804 R$ 2.072 2.731

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5153-10.

A Desenvolver ações para garantir direitos dos assistidos/usuários /educandos/ internos (8)
  • Identificar direito violado dos assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Orientar assistidos/usuários/ internos/ familiares e educandos sobre e os direitos e/ou deveres
  • Encaminhar assistidos/usuários / internos/ familiares a entidades e serviços
  • Denunciar situação de risco
  • Solicitar resgate de assistidos/usuários/ internos
  • Resgatar assistidos/usuários/ internos
  • Fazer recâmbio de assistidos/usuários/educandos
  • Acompanhar assistidos/usuários/educandos/ internos a atendimentos
B Sensibilizar assistidos/usuários/ internos (7)
  • Criar vínculos
  • Conscientizar sobre riscos
  • Despertar nos assistidos/usuários/educandos desejo para mudar de vida
  • Aconselhar assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Resgatar auto-estima
  • Apontar alternativas
  • Despertar aptidões, habilidades
C Identificar necessidades/demandas (7)
  • Receber informações sobre violação de direitos
  • Observar necessidades de assistidos/usuários/educandos
  • Dialogar com assistidos/usuários/educandos
  • Dialogar com familiares e/ou vizinhança
  • Levantar dados estatísticos
  • Pesquisar histórico familiar
  • Monitorar comportamento
D Abordar assistidos/usuários/educandos/ internos (9)
  • Realizar visitas domiciliares
  • Verificar denúncias
  • Receber pedidos de ajuda da família
  • Receber demanda espontânea
  • Atender solicitações dos assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Percorrer perímetros e áreas
  • Observar comportamento de assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Avistar assistidos/usuários
  • Aproximar-se dos assistidos/usuários
E Desenvolver atividades sócio-educativas (9)
  • Convidar assistidos/usuários para participar de atividade sócio-educativa
  • Acompanhar reuniões sócio-educativas
  • Desenvolver dinâmica de grupo
  • Construir hábitos
  • Aconselhar mudanças de comportamento
  • Desenvolver oficinas
  • Realizar atividades artísticas
  • Realizar atividades de lazer e cultura
  • Realizar atividades recreativas e esportivas
F Planejar trabalho (11)
  • Definir objetivos
  • Definir metodologia de trabalho
  • Definir metas
  • Definir estratégias
  • Estabelecer cronograma
  • Identificar público-alvo
  • Mapear público-alvo
  • Mapear perímetros ou áreas
  • Estabelecer roteiro de visitas
  • Planejar eventos
  • Estabelecer parcerias com entidades públicas e/ou privadas
G Avaliar processo de trabalho (8)
  • Analisar resultados
  • Analisar casos
  • Avaliar ações
  • Analisar práticas
  • Trocar experiências
  • Avaliar reinserção dos assistidos/usuários
  • Acompanhar reinserção familiar e social dos assistidos/usuários
  • Alterar estratégias
Y Comunicar-se (11)
  • Abrir procedimento de atendimento
  • Elaborar relatórios de atendimento e acompanhamento
  • Cadastrar assistidos/usuários/educandos/ internos
  • Preencher documentos
  • Encaminhar documentação oficial
  • Notificar pessoas e entidades
  • Participar da elaboração das normas
  • Participar da elaboração de questionários
  • Agendar visitas
  • Definir rotina administrativa
  • Fazer devolutiva
Z Demonstrar competências pessoais (23)
  • Trabalhar em equipe
  • Servir de exemplo
  • Inspirar confiança
  • Buscar identificação e empatia
  • Despertar esperança
  • Exercitar atividade de escuta
  • Agir sob pressão
  • Demonstrar capacidade de compreensão
  • Contornar situações adversas
  • Demonstrar entusiasmo
  • Respeitar diferenças
  • Demonstrar criatividade
  • Assumir riscos
  • Demonstrar coragem
  • Demonstrar persistência
  • Tomar decisões
  • Demonstrar facilidade de comunicação
  • Administrar conflitos
  • Demonstrar auto-controle
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Permanecer em estado de alerta
  • Demonstrar pró atividade
  • Demonstrar flexibilidade

Sinônimos oficiais (3)

Agente de proteção socialAgente de proteção social de ruaAgente social

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5153-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um agente de ação social?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.072 por mês, considerando as 3.656 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.608 (10% menores) a R$ 3.723 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.220 (RAIS 2024), 7.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando agente de ação social?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 5.138 admissões contra 4.045 desligamentos, saldo de +1.093 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata agente de ação social?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de associações de defesa de direitos sociais (CNAE 9430800), com 44% das admissões e mediana de R$ 1.961. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de agente de ação social?

5153-10 (família 5153 — Trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei). A CBO reconhece também os títulos: Agente de proteção social, Agente de proteção social de rua, Agente social — todos usam o mesmo código 5153-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser agente de ação social?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5153: O acesso às ocupações da família é livre sem requisitos de escolaridade. Para a ocupação de conselheiro tutelar observa-se uma diversidade bastante acentuada no que diz respeito à escolaridade, que pode variar de ensino fundamental incompleto a superior completo. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de agente de ação social?

A taxa é de 11,3 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (10,2% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S93.4 — entorse e distensão do tornozelo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5153-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5153-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5153-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9430800), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (18 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5153:

  • Admer - Associação de Defesa do Menor de Rua
  • Apoio - casa Amarela - Santo André
  • Associação de Moradores do Jardim Santa Lúcia I e Adjacências
  • Centro Social Santo Dias
  • Comare
  • Comunidade Terapêutica Luz Para a Vida
  • Conselho Tutelar
  • Conselho Tutelar de Carapicuiba
  • Conselho Tutelar M´boi Mirim - Jardim Angela
  • Espaço Minha Gente
  • Instituto Monsenhor Benedito Antunes - Proj. Andrezinho Cidadão
  • Nova Aliança
  • Ong Santa Lucia
  • Prefeitura do Município de Itapevi
  • Projeto Axé - Bahia
  • Segundo Conselho Tutelar de Santo André
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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