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CBO 2002 Família 4223 R$ 1.647 na admissão +24 postos em 12 meses 40 atividades

CBO 4223-30 — Teleatendente de emergência

O código 4223-30 identifica a ocupação teleatendente de emergência na CBO 2002, dentro da família 4223 — Operadores de telemarketing e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um teleatendente de emergência

Atendem usuários, oferecem serviços e produtos, prestam serviços técnicos especializados, realizam pesquisas, fazem serviços de cobrança e cadastramento de clientes, sempre via teleatendimento, seguindo roteiros e scripts planejados e controlados para captar, reter ou recuperar clientes.

Descrição oficial da família 4223 — Operadores de telemarketing e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam como assalariados, com carteira assinada ou como autônomos, em empresas que prestam serviços de teleatendimento a terceiros. No mercado, essas empresas são denominadas de birô de teleatendimento, call centers, customer centers, contact centers. Também trabalham em serviços de teleatendimento de uma empresa, denominados de teleatendimento in house, cuja operação mais conhecida é o serviço de atendimento ao consumidor (sac). Geralmente têm jornada de trabalho de seis horas nos mais variados horários, diurno, noturno, rodízio de turno e horários irregulares, não fixos. As atividades são desenvolvidas com supervisão permanente, em ambiente fechado. É comum o trabalho sob pressão quando as filas de espera de atendimento aumentam. Estão sujeitos ao controle fonoaudiométrico periódico.

Recursos de trabalho

Acessórios de proteção individual; Aplicativos (software); Apoio de teclado e mousepad; Computador e periféricos; Correio eletrônico e intranet; Headset; Manuais; Pa regulável (mesa ergonômica); Telefone fixo e call master; Voz.

Quanto ganha um teleatendente de emergência

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.53510% ganham atéR$ 1.647medianaR$ 4.50110% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.030

Entrada × quem já está

R$ 1.647 ao ser admitido · R$ 2.030 para quem tem vínculo ativo +23,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de teleatendente de emergência foi de R$ 1.647 — metade das 99 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.535 e os 10% de maior, acima de R$ 4.501.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.030, ou seja, 23,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 21 meses.

Considerando a jornada média de 34.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.647
Por ano (12 salários)R$ 19.764
Por semanaR$ 379
Por hora (34.1h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.62853,5%
  • Mulheres — R$ 2.01346,5%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.02632,3%
  • Mulheres — R$ 2.03167,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste1.687

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

627

Desligamentos

603

Saldo

+24

Rotatividade

48,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: out/25 (+38) saldo negativo · pior: fev/26 (-33)

Em 12 meses houve 627 admissões e 603 desligamentos de teleatendente de emergência, o que significa que o mercado formal abriu 24 postos de trabalho no período, com rotatividade de 48,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 56,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 29,2% por dispensa sem justa causa, além de 9,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador56,6%
  • Dispensa sem justa causa29,2%
  • Fim de contrato9,1%

Sobre 603 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,2% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro1,8%
  • 1 a 4 empregados6,9%
  • 5 a 9 empregados0,2%
  • 10 a 19 empregados4,3%
  • 20 a 49 empregados10,7%
  • 50 a 99 empregados2,6%
  • 100 a 249 empregados4,6%
  • 500 a 999 empregados35,1%
  • 1.000 ou mais empregados34%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata teleatendente de emergência

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de teleatendimento 8220200 · 53,6% das admissões 336 3% 2
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 8129000 · 11,3% das admissões 71 3% 3
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 8,5% das admissões 53 2% 3
Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 4789099 · 4,6% das admissões 29 44h R$ 1.534 2% 1
UTI Móvel 8621601 · 4,5% das admissões 28 2% 3
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 3,5% das admissões 22 2% 1
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação 6209100 · 3,3% das admissões 21 2% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 2,1% das admissões 13 3% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como teleatendente de emergência

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.240 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

21 meses

No setor público

6,1%

Em empresa do Simples

1,6%

Sexo

  • Homem31,8%
  • Mulher68,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada32,8h/sem
  • Pessoas com deficiência1,5%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos14,7%

Sobre os 1.240 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda50,2%
  • Branca38,5%
  • Preta10,2%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Fundamental completo0,1%
  • Médio incompleto0,6%
  • Médio completo72,4%
  • Superior incompleto13,1%
  • Superior completo13,6%
  • Mestrado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,2%
  • 6º a 9º ano0,2%
  • Fundamental completo0,6%
  • Médio incompleto0,3%
  • Médio completo85,5%
  • Superior incompleto4,6%
  • Superior completo7%
  • Pós-graduação1,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,4%
  • 5 a 9 empregados0,2%
  • 10 a 19 empregados0,9%
  • 20 a 49 empregados3,1%
  • 50 a 99 empregados3,3%
  • 100 a 249 empregados2,3%
  • 250 a 499 empregados0,3%
  • 500 a 999 empregados61,4%
  • 1.000 ou mais empregados28%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o acesso a essas ocupações requer-se o ensino médio completo até o ensino superior incompleto, seguidos de cursos básicos de qualificação de até duzentas horas/aula. A qualidade da voz e da audição são requisitos fundamentais para o trabalho. Em menos de um ano de experiência o profissional geralmente está apto ao desempenho pleno das atividades. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 4223.

Qual especialização paga mais na família 4223

Todas as ocupações de operadores de telemarketing e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
4223-35 Monitor de teleatendimento R$ 2.185 R$ 2.164 9.908
4223-30 Teleatendente de emergência (esta página) R$ 1.647 R$ 2.030 1.240
4223-20 Operador de telemarketing técnico R$ 2.055 R$ 1.974 20.302
4223-15 Operador de telemarketing receptivo R$ 1.751 R$ 1.726 86.798
4223-05 Operador de telemarketing ativo R$ 1.801 R$ 1.706 34.168
4223-10 Operador de telemarketing ativo e receptivo R$ 1.640 R$ 1.513 310.270

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 4223-30.

A Seguir roteiros e scripts (9)
  • Identificar a instituição
  • Ouvir mensagem do cliente/solicitante
  • Confirmar dados
  • Realizar triagem de atendimento
  • Direcionar atendimento
  • Esclarecer dúvidas
  • Fornecer informações
  • Argumentar com o cliente/solicitante
  • Finalizar contato e/ou ocorrência
B Atender usuários de produtos e ou serviços (12)
  • Identificar necessidades do interlocutor
  • Identificar problemas
  • Orientar o usuário/solicitante
  • Oferecer soluções
  • Consultar manuais, procedimentos e etc
  • Consultar supervisor
  • Solicitar providências técnicas junto à área competente
  • Encaminhar reclamações ao supervisor
  • Gerar ocorrência
  • Extrair detalhes sobre a ocorrência (local, hora, características, envolvidos, gênero...)
  • Tranquilizar o solicitante
  • Orientar o solicitante durante o procedimento de manobras (engasgo, rcp reanimação cardiopulmonar...)
D Prestar serviços técnicos e especializados (3)
  • Acionar serviços emergenciais e/ou órgãos emergenciais
  • Atender usuários/solicitantes de língüa estrangeira
  • Direcionar ligação para serviços emergenciais
J Treinar funcionários (1)
  • Orientar colegas de trabalho
Z Demonstrar competências pessoais (15)
  • Demonstrar qualidade de voz e dicção
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar capacidade de saber ouvir
  • Demonstrar paciência
  • Demonstrar auto controle
  • Demonstrar capacidade de persuasão
  • Demonstrar empatia
  • Administrar conflitos
  • Demonstrar objetividade
  • Demonstrar capacidade de tomar decisões
  • Demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar agilidade no atendimento
  • Demonstrar capacidade de resiliência
  • Demonstrar atenção concentrada

Sinônimos oficiais (1)

Atendente de emergência

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 4223-30 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um teleatendente de emergência?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.647 por mês, considerando as 99 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.535 (10% menores) a R$ 4.501 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.030 (RAIS 2024), 23.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando teleatendente de emergência?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 627 admissões contra 603 desligamentos, saldo de +24 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata teleatendente de emergência?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de teleatendimento (CNAE 8220200), com 53,6% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de teleatendente de emergência?

4223-30 (família 4223 — Operadores de telemarketing e afins). A CBO reconhece também os títulos: Atendente de emergência — todos usam o mesmo código 4223-30. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser teleatendente de emergência?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 4223: Para o acesso a essas ocupações requer-se o ensino médio completo até o ensino superior incompleto, seguidos de cursos básicos de qualificação de até duzentas horas/aula. A qualidade da voz e da audição são requisitos fundamentais para o trabalho. Em menos de um ano de experiência o profissional geralmente está apto ao desempenho pleno das atividades. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 4223-30?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 4223-30 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 4223-30 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8220200), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (25 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 4223:

  • Associação Comercial e Industrial de Franca
  • Atento do Brasil S.A.
  • Cast Consultoria e Treinamento Ltda.
  • Interamericana Tecnologia da Informação Ltda.
  • Maradei Neto Comunicação Dirigida (Call To Call)
  • Petróleo Brasileiro S. A. (Brooklyn - Sp)
  • Sindicato das Empresas de Telemarketing de São Paulo (Sintelmark)
  • Sindicato dos Trabalhadores de Telemarketing do Estado de São Paulo (Sintratel)
  • Sul América Companhia Nacional de Seguros
  • Tecplan Teleinformática S/C Ltda.
  • Telefutura Telemarketing S.A.
  • Teleperformance do Brasil Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Deisi Deffune Consultoria S/C Ltda. - DDC
  • GLOSSÁRIO
  • CRM: Customer Relationship Manager
  • Call center: centro de atendimento de telemarketing que presta serviços a um público diferenciada de clientes, com vários tipos de serviço.
  • URA: Unidade de Resposta Audível, utilizada para triagem de ligações, por exemplo: disque 1 para atendimento...
  • Help Desk: centro, células ou ilhas de atendimento para fornecer informações e solu- ções a usuários com dúvidas sobre serviços ou produtos.
  • Break: jargão usado pelos operadores de telemarketing que equivale ao descanso de quinze minutos. Número de breaks por período de trabalho indica quantos quinze minutos de pausa ele terá.
  • Atendimento receptivo: o operador apenas recebe ligações.
  • Atendimento ativo: o operador faz ligações.
  • Atendimento híbrido: o operador faz e recebe ligações, ou seja, trabalha em rodízio de tipos de operações receptivas e ativas.
  • PA: posição de atendimento.
  • Fraseologia: frases utilizadas para inicialização das ligações.
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