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CBO 2002 Família 3548 R$ 2.136 na admissão +29 postos em 12 meses 28 atividades

CBO 3548-05 — Técnico em turismo

O código 3548-05 identifica a ocupação técnico em turismo na CBO 2002, dentro da família 3548 — Técnicos em serviços de turismo e organização de eventos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um técnico em turismo

Montam e vendem pacotes de produtos e serviços turísticos e organizam eventos sociais, culturais e técnico-científicos, entre outros. Contratam serviços, planejam eventos, promovem e reservam produtos e serviços turísticos e coordenam a realização de eventos.

Descrição oficial da família 3548 — Técnicos em serviços de turismo e organização de eventos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresas de turismo, agências de viagens, serviços de hospedagem, serviços culturais, organizadoras de eventos, dentre outras, como assalariados, com carteira assinada ou como trabalhadores autônomos e até mesmo como empregadores. Organizam-se em equipe de trabalho, trabalham sob supervisão, em ambiente fechado.

Recursos de trabalho

Calculadora; Guias aeroviários; Guias e mapas turísticos; Leitor de Código de barras; Radiocomunicador; Recursos de Informática; Revistas Especializadas; Telefone, Fax, Celular; Trena.

Quanto ganha um técnico em turismo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60810% ganham atéR$ 2.136medianaR$ 3.80310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.334

Entrada × quem já está

R$ 2.136 ao ser admitido · R$ 3.334 para quem tem vínculo ativo +56,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico em turismo foi de R$ 2.136 — metade das 546 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.608 e os 10% de maior, acima de R$ 3.803.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.334, ou seja, 56,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 26 meses.

Considerando a jornada média de 42.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.136
Por ano (12 salários)R$ 25.632
Por semanaR$ 492
Por hora (42.6h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.11343%
  • Mulheres — R$ 2.18057%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.23836,4%
  • Mulheres — R$ 3.36963,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.705
  • Sudeste2.718
  • Sul2.327

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (6 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 260 +7 R$ 2.842
CE 66 +7 R$ 1.900
PR 66 +27 R$ 2.181
BA 49 +2 R$ 1.636
RJ 37 +3 R$ 2.350
MG 36 +6 R$ 1.875

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

612

Desligamentos

583

Saldo

+29

Rotatividade

35,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+49) saldo negativo · pior: ago/25 (-26)

Em 12 meses houve 612 admissões e 583 desligamentos de técnico em turismo, o que significa que o mercado formal abriu 29 postos de trabalho no período, com rotatividade de 35,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 38,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 40,1% por dispensa sem justa causa, além de 19,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador38,4%
  • Dispensa sem justa causa40,1%
  • Fim de contrato19,7%

Sobre 583 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente3,4%
  • Pessoa com deficiência0,8%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro8,5%
  • 1 a 4 empregados10%
  • 5 a 9 empregados3,8%
  • 10 a 19 empregados8,5%
  • 20 a 49 empregados15,4%
  • 50 a 99 empregados22,9%
  • 100 a 249 empregados14,1%
  • 250 a 499 empregados3,6%
  • 500 a 999 empregados0,3%
  • 1.000 ou mais empregados13,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico em turismo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Agências de viagens 7911200 · 39,1% das admissões 239 43.8h R$ 1.989 R$ 2.571 R$ 3.580 1% 1
Parques de diversão e parques temáticos 9321200 · 19,4% das admissões 119 44h R$ 1.886 R$ 1.974 R$ 2.175 2% 2
Operadores turísticos 7912100 · 10,3% das admissões 63 44h R$ 1.600 R$ 1.850 R$ 2.178 1% 1
Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas 8230001 · 5,1% das admissões 31 43.6h R$ 2.887 3% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,9% das admissões 30 44h R$ 2.111 3% 1
Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente 7990200 · 4,6% das admissões 28 44h R$ 2.350 1% 1
Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente 8599699 · 2,1% das admissões 13 40h R$ 1.621 2% 2
Hotéis 5510801 · 1,5% das admissões 9 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico em turismo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.660 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

26 meses

No setor público

21,1%

Em empresa do Simples

26%

Sexo

  • Mulher63,1%
  • Homem36,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,6h/sem
  • Pessoas com deficiência1%
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos6,4%

Sobre os 1.660 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca57,8%
  • Parda33,5%
  • Preta6,9%
  • Amarela1,7%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,1%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º ao 9º ano0,4%
  • Fundamental completo1,3%
  • Médio incompleto2,3%
  • Médio completo44,4%
  • Superior incompleto10,5%
  • Superior completo39,3%
  • Mestrado1,1%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano0,8%
  • Fundamental completo1,5%
  • Médio incompleto1,3%
  • Médio completo52,1%
  • Superior incompleto13,7%
  • Superior completo26,6%
  • Pós-graduação3,6%
  • Mestrado0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados10,5%
  • 5 a 9 empregados6,9%
  • 10 a 19 empregados9,9%
  • 20 a 49 empregados13,6%
  • 50 a 99 empregados12,5%
  • 100 a 249 empregados11,9%
  • 250 a 499 empregados7,3%
  • 500 a 999 empregados3,6%
  • 1.000 ou mais empregados23,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer no mínimo ensino médio completo acrescido de cursos de qualificação profissional de curta duração. Atualmente no mercado de trabalho há um grande número de profissionais de nível superior, com graduação tecnológica, no exercício dessas ocupações. É desejável fluência em idiomas estrangeiros. O pleno desempenho das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 3548.

Qual especialização paga mais na família 3548

Todas as ocupações de técnicos em serviços de turismo e organização de eventos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3548-25 Cerimonialista R$ 3.522 R$ 3.664 467
3548-05 Técnico em turismo (esta página) R$ 2.136 R$ 3.334 1.660
3548-20 Organizador de evento R$ 2.140 R$ 3.329 17.690
3548-10 Operador de turismo R$ 2.156 R$ 3.082 6.563
3548-15 Agente de viagem R$ 2.082 R$ 2.894 13.771

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3548-05.

A Montar pacotes de turismo (6)
  • Identificar atrativos turísticos para desenvolvimento de pacotes turísticos
  • Elaborar roteiros personalizados e para grupos
  • Contatar prestadores de serviços turísticos e de apoio
  • Realizar visitas prévias de avaliação dos serviços turísticos
  • Definir cronogramas e atividades de pacotes turísticos
  • Calcular custo de pacotes
C Organizar eventos (1)
  • Preparar documentos para formalização de contratos
E Contratar fornecedores de serviços (7)
  • Contratar fornecedores de serviços receptivos
  • Contratar serviços de transporte
  • Contratar hospedagem
  • Contratar guias de turismo
  • Contratar serviços de apoio de eventos
  • Liberar ordem de pagamento do serviço prestado
  • Verificar qualidade do serviço prestado
J Auxiliar no planejamento das atividades de turismo (5)
  • Levantar dados primários e secundários para projetos de pesquisas de turismo
  • Auxiliar na organização de informações e dados para o turismo
  • Subsidiar análises de viabilidade técnico econômico de produtos turísticos
  • Organizar dados para avaliar impacto econômico, social, cultural e ambiental nos locais de turismo
  • Sugerir nichos de mercado
Z Demonstrar competências pessoais (9)
  • Intermediar interesses
  • Demonstrar persuasão
  • Demonstrar iniciativa
  • Demonstrar fluência verbal
  • Transmitir segurança e confiança
  • Demonstrar capacidade de resolver situações imprevistas
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Demonstrar capacidade de atuação ( physique de role)

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em turismo?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.136 por mês, considerando as 546 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.608 (10% menores) a R$ 3.803 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.334 (RAIS 2024), 56.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico em turismo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 612 admissões contra 583 desligamentos, saldo de +29 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico em turismo?

A atividade econômica que mais contratou foi Agências de viagens (CNAE 7911200), com 39,1% das admissões e mediana de R$ 2.571. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico em turismo?

3548-05 (família 3548 — Técnicos em serviços de turismo e organização de eventos). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico em turismo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3548: O exercício dessas ocupações requer no mínimo ensino médio completo acrescido de cursos de qualificação profissional de curta duração. Atualmente no mercado de trabalho há um grande número de profissionais de nível superior, com graduação tecnológica, no exercício dessas ocupações. É desejável fluência em idiomas estrangeiros. O pleno desempenho das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3548-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3548-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3548-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7911200), o RAT é 1%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3548:

  • Abreutur S.A.
  • Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (Abave-rj)
  • Avipam - Turismo de Câmbio
  • Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro
  • Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo
  • Planet Tour Agência de Viagens e Turismo Ltda.
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-rj)
  • Sindicato das Empresas de Turismo do Rio de Janeiro (Sindetur)
  • Sindicato dos Empregados de Turismo do Rio de Janeiro
  • Soletur - Sol Agência de Viagens e Turismo
  • Sun Coast Viagens e Turismo Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Equipe executiva (recepção): são os profissionais que recebem participantes em aero- portos e nas diversas salas de realização de eventos.
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