NCM Buscador
CBO 2002 Família 2527 R$ 2.908 na admissão -372 postos em 12 meses 30 atividades

CBO 2527-25 — Analista de gestão de estoque

O código 2527-25 identifica a ocupação analista de gestão de estoque na CBO 2002, dentro da família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

Quanto ganha um analista de gestão de estoque

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.83310% ganham atéR$ 2.908medianaR$ 5.01610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.575

Entrada × quem já está

R$ 2.908 ao ser admitido · R$ 3.575 para quem tem vínculo ativo +22,9%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de gestão de estoque foi de R$ 2.908 — metade das 2.287 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.833 e os 10% de maior, acima de R$ 5.016.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.575, ou seja, 22,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 24 meses.

Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.908
Por ano (12 salários)R$ 34.896
Por semanaR$ 669
Por hora (43.7h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.89774,7%
  • Mulheres — R$ 2.95825,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.57873,3%
  • Mulheres — R$ 3.56826,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.317
  • Nordeste2.443
  • Sudeste3.074
  • Sul3.080
  • Centro-Oeste2.584

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 790 -138 R$ 3.369
MG 240 -74 R$ 2.867
SC 178 -60 R$ 2.892
PR 168 -51 R$ 3.046
RJ 139 -2 R$ 2.407
RS 122 +1 R$ 3.594
GO 118 -8 R$ 2.573
MT 80 -9 R$ 2.975
AM 59 +5 R$ 2.550
BA 55 -3 R$ 2.050

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.311

Desligamentos

2.683

Saldo

-372

Rotatividade

47,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+34) saldo negativo · pior: mai/26 (-67)

Em 12 meses houve 2.311 admissões e 2.683 desligamentos de analista de gestão de estoque, o que significa que o mercado formal fechou 372 postos de trabalho no período, com rotatividade de 47,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 36,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 50,8% por dispensa sem justa causa, além de 9,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador36,5%
  • Dispensa sem justa causa50,8%
  • Fim de contrato9,3%
  • Aposentadoria0,1%

Sobre 2.683 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente1,4%
  • Pessoa com deficiência0,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,4%
  • 1 a 4 empregados4,5%
  • 5 a 9 empregados7,7%
  • 10 a 19 empregados10,2%
  • 20 a 49 empregados20,6%
  • 50 a 99 empregados14,4%
  • 100 a 249 empregados14,6%
  • 250 a 499 empregados7,9%
  • 500 a 999 empregados5,3%
  • 1.000 ou mais empregados7,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de gestão de estoque

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 5,4% das admissões 124 44h R$ 1.864 R$ 2.520 R$ 3.583 2% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,8% das admissões 111 43h R$ 2.219 R$ 3.365 R$ 4.513 3% 1
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 4711302 · 3% das admissões 70 44.2h R$ 2.000 R$ 2.286 R$ 2.464 3% 2
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 2,7% das admissões 63 43.9h R$ 1.898 R$ 2.783 R$ 3.208 3% 3
Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial 8599604 · 2,1% das admissões 49 44h R$ 2.010 R$ 2.046 R$ 2.082 1% 2
Armazéns gerais - emissão de warrant 5211701 · 1,7% das admissões 39 44.3h R$ 3.562 3% 3
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios 4781400 · 1,6% das admissões 38 43.5h R$ 3.000 2% 1
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 1,3% das admissões 31 44h R$ 2.000 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de gestão de estoque

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 5.597 vínculos

Idade mediana

33 anos

Tempo de casa

24 meses

Em empresa do Simples

18,7%

Sexo

  • Homem73,2%
  • Mulher26,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,5h/sem
  • Pessoas com deficiência1,5%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente1%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,1%

Sobre os 5.597 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca50%
  • Parda41,2%
  • Preta7,6%
  • Amarela1,1%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo99,7%
  • Mestrado0,2%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto0,1%
  • 6º a 9º ano0,3%
  • Fundamental completo1,2%
  • Médio incompleto2%
  • Médio completo52,2%
  • Superior incompleto10,3%
  • Superior completo29,7%
  • Pós-graduação3,8%
  • Mestrado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,8%
  • 5 a 9 empregados5%
  • 10 a 19 empregados8,6%
  • 20 a 49 empregados19,4%
  • 50 a 99 empregados16,2%
  • 100 a 249 empregados17,6%
  • 250 a 499 empregados13%
  • 500 a 999 empregados7,4%
  • 1.000 ou mais empregados10,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de analista de gestão de estoque

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

18,3

CAT no período

82

Idade média no acidente

31 anos

Foram 82 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo analista de gestão de estoque nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 18,3 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 48,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 50% de trajeto (no deslocamento) e 1,2% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico48,8%
  • Trajeto50%
  • Doença1,2%

Parte do corpo atingida

  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)11%
  • Partes múltiplas11%
  • Dedo9,8%
  • Joelho8,5%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)8,5%

Natureza da lesão

  • Lesão imediata19,5%
  • Distensão, torção17,1%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)15,9%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)13,4%
  • Fratura12,2%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta18,3%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas11%
  • Veículo, NIC8,5%
  • Veículo rodoviário motorizado6,1%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas4,9%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 4 4,9% 3.531
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 3 3,7% 1.358
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 3 3,7% 1.634
S62.6 — Fratura de outros dedos 3 3,7% 24.580
S90.3 — Contusão de outras partes e partes não especificadas do pé 2 2,4% 1.188
M25.5 — Dor articular 2 2,4% 1.605

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Serviços combinados de escritório e apoio administrativo) tem RAT 2% e grau de risco 1, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 18,3 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Logística 0,69× 139.620 28.108 87,9% 4,8%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2527

Todas as ocupações de profissionais de planejamento, programação e controles logisticos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2527-10 Analista de planejamento de materias R$ 5.346 R$ 6.311 4.431
2527-20 Analista de projetos logisticos R$ 4.517 R$ 5.303 3.556
2527-05 Analista de pcp (programação e controle da produção) R$ 4.024 R$ 4.728 14.460
2527-15 Analista de logistica R$ 3.500 R$ 4.408 28.412
2527-25 Analista de gestão de estoque (esta página) R$ 2.908 R$ 3.575 5.597

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2527-25.

A Planejar a produção, materiais e inventário do estoque (3)
  • Verificar disponibilidade de recursos humanos
  • Verificar disponibilidade de equipamentos
  • Estabelecer meta de contagem de estoque
D Controlar produção, estoque e logística de materiais (7)
  • Levantar as causas do não cumprimento da meta
  • Classificar mercadorias conforme variável (valor, demanda, liquidez....)
  • Comparar estoque físico com estoque sistêmico (quantidade e localização)
  • Identificar causas das divergências entre estoques físico e sistêmico
  • Auxiliar na elaboração de soluções para as divergências (conciliação)
  • Acompanhar a implementação das soluções propostas
  • Controlar prazos
E Analisar dados (pedidos, planilhas, editais...) (8)
  • Classificar informações
  • Selecionar informações
  • Levantar informações não disponíveis
  • Sanar dúvidas com fornecedores e com clientes (interno e/ou externo)
  • Dar devolutiva aos fornecedores e aos clientes (interno e/ou externo)
  • Solicitar informações técnicas às áreas envolvidas no processo
  • Definir prazos
  • Elaborar relatórios
F Validar o projeto com outras áreas (1)
  • Consolidar informações das áreas de apoio
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar capacidade de administrar o tempo
  • Demonstrar capacidade de gerenciar pessoas
  • Demonstrar capacidade de administrar conflitos
  • Demonstrar capacidade de receptividade
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar capacidade analítica
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade de raciocínio lógico

Sinônimos oficiais (2)

Analista de estoqueAnalista de inventário

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2527-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de gestão de estoque?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.908 por mês, considerando as 2.287 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.833 (10% menores) a R$ 5.016 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.575 (RAIS 2024), 22.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de gestão de estoque?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.311 admissões contra 2.683 desligamentos, saldo de -372 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de gestão de estoque?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços combinados de escritório e apoio administrativo (CNAE 8211300), com 5,4% das admissões e mediana de R$ 2.520. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de gestão de estoque?

2527-25 (família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos). A CBO reconhece também os títulos: Analista de estoque, Analista de inventário — todos usam o mesmo código 2527-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de analista de gestão de estoque?

A taxa é de 18,3 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é perna (entre o tornozelo e a pélvis) (11% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2527-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2527-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2527-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8211300), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Voltar ao topo