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CBO 2002 Família 2527 R$ 3.500 na admissão -431 postos em 12 meses 30 atividades

CBO 2527-15 — Analista de logistica

O código 2527-15 identifica a ocupação analista de logistica na CBO 2002, dentro da família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

Quanto ganha um analista de logistica

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.11810% ganham atéR$ 3.500medianaR$ 6.15910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.408

Entrada × quem já está

R$ 3.500 ao ser admitido · R$ 4.408 para quem tem vínculo ativo +25,9%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de logistica foi de R$ 3.500 — metade das 12.747 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.118 e os 10% de maior, acima de R$ 6.159.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.408, ou seja, 25,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 23 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 18,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.500
Por ano (12 salários)R$ 42.000
Por semanaR$ 806
Por hora (43.4h/sem)R$ 18,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.45665%
  • Mulheres — R$ 3.50635%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.42064,7%
  • Mulheres — R$ 4.38435,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte3.039
  • Nordeste2.868
  • Sudeste3.583
  • Sul3.308
  • Centro-Oeste3.072

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 5.801 +32 R$ 3.612
MG 1.240 -82 R$ 3.384
PR 1.050 -118 R$ 3.426
SC 929 -39 R$ 3.306
RJ 781 -27 R$ 3.929
RS 463 -74 R$ 3.103
GO 427 -49 R$ 2.917
BA 354 +19 R$ 3.034
ES 315 -35 R$ 3.097
MT 310 +41 R$ 3.543

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

12.973

Desligamentos

13.404

Saldo

-431

Rotatividade

47,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+75) saldo negativo · pior: dez/25 (-247)

Em 12 meses houve 12.973 admissões e 13.404 desligamentos de analista de logistica, o que significa que o mercado formal fechou 431 postos de trabalho no período, com rotatividade de 47,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 37% foram a pedido do próprio trabalhador e 52,2% por dispensa sem justa causa, além de 8,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador37%
  • Dispensa sem justa causa52,2%
  • Fim de contrato8,1%

Sobre 13.404 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,3%
  • 1 a 4 empregados4,2%
  • 5 a 9 empregados5%
  • 10 a 19 empregados8,5%
  • 20 a 49 empregados15,5%
  • 50 a 99 empregados14%
  • 100 a 249 empregados15,5%
  • 250 a 499 empregados10,6%
  • 500 a 999 empregados6,9%
  • 1.000 ou mais empregados10,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de logistica

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 16,3% das admissões 2.120 43.8h R$ 2.725 R$ 3.216 R$ 4.039 3% 3
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 5,4% das admissões 696 43.7h R$ 3.084 R$ 3.559 R$ 4.328 2% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,9% das admissões 635 43.3h R$ 3.529 R$ 4.388 R$ 5.558 3% 1
Carga e descarga 5212500 · 2,8% das admissões 358 44h R$ 2.128 R$ 2.157 R$ 2.186 3% 3
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal 4930201 · 2,7% das admissões 349 44h R$ 2.692 R$ 3.233 R$ 3.863 3% 3
Atividades de transporte de valores 8012900 · 2,3% das admissões 295 44h R$ 1.838 R$ 1.957 R$ 2.141 3% 3
Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns gerais e guarda móveis 5211799 · 2,3% das admissões 294 43.9h R$ 3.346 R$ 4.750 R$ 6.019 3% 3
Armazéns gerais - emissão de warrant 5211701 · 1,5% das admissões 192 43.8h R$ 2.921 R$ 3.263 R$ 3.815 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de logistica

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 28.412 vínculos

Idade mediana

33 anos

Tempo de casa

23 meses

Em empresa do Simples

10,1%

Sexo

  • Homem64,8%
  • Mulher35,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,2h/sem
  • Pessoas com deficiência1,6%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,8%

Sobre os 28.412 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca55,8%
  • Parda35,3%
  • Preta7,6%
  • Amarela1%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo99,6%
  • Mestrado0,4%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • 5º ano completo0,1%
  • 6º a 9º ano0,2%
  • Fundamental completo0,5%
  • Médio incompleto1,1%
  • Médio completo41,6%
  • Superior incompleto11,8%
  • Superior completo37,5%
  • Pós-graduação6,7%
  • Mestrado0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,9%
  • 5 a 9 empregados3,9%
  • 10 a 19 empregados6,6%
  • 20 a 49 empregados13,4%
  • 50 a 99 empregados13,1%
  • 100 a 249 empregados18,1%
  • 250 a 499 empregados13,5%
  • 500 a 999 empregados12,2%
  • 1.000 ou mais empregados16,3%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de analista de logistica

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

12,2

CAT no período

270

Óbitos comunicados

2

Idade média no acidente

34 anos

Foram 270 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo analista de logistica nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 12,2 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 38,9% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 57,4% de trajeto (no deslocamento) e 3,7% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.

No período foram comunicados 2 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Típico38,9%
  • Trajeto57,4%
  • Doença3,7%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas14,4%
  • Pé (exceto artelhos)9,3%
  • Joelho8,9%
  • Dedo7,4%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)6,7%

Natureza da lesão

  • Fratura23%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)14,8%
  • Lesão imediata13,3%
  • Distensão, torção12,2%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)8,9%

Agente causador

  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas16,5%
  • Motocicleta, motoneta16,5%
  • Veículo rodoviário motorizado11,2%
  • Veículo, NIC7,1%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 15 5,6% 5.476
V29.9 — Motociclista [qualquer] traumatizado em um acidente de trânsito não especificado 10 3,7% 313
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 10 3,7% 1.358
S40.0 — Contusão do ombro e do braço 6 2,2% 479
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 6 2,2% 3.531
S52.5 — Fratura da extremidade distal do rádio 6 2,2% 16.067

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 12,2 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: transporte, armazenagem e correio

Informalidade no setor

46,5%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,5%

Rendimento formal × informal

R$ 4.035 × R$ 2.683

No setor de transporte, armazenagem e correio — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 46,5% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Logística 0,69× 139.620 28.108 87,9% 4,8%

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2527

Todas as ocupações de profissionais de planejamento, programação e controles logisticos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2527-10 Analista de planejamento de materias R$ 5.346 R$ 6.311 4.431
2527-20 Analista de projetos logisticos R$ 4.517 R$ 5.303 3.556
2527-05 Analista de pcp (programação e controle da produção) R$ 4.024 R$ 4.728 14.460
2527-15 Analista de logistica (esta página) R$ 3.500 R$ 4.408 28.412
2527-25 Analista de gestão de estoque R$ 2.908 R$ 3.575 5.597

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2527-15.

A Planejar a produção, materiais e inventário do estoque (8)
  • Dimensionar necessidade de recursos humanos
  • Dimensionar necessidade de materiais
  • Verificar disponibilidade de recursos humanos
  • Verificar disponibilidade de equipamentos
  • Definir equipamentos para a produção
  • Definir data e hora de produção por equipamento
  • Definir metas de produção
  • Construir indicadores de produtividade
D Controlar produção, estoque e logística de materiais (3)
  • Acompanhar rítmo de produção
  • Levantar as causas do não cumprimento da meta
  • Controlar prazos
E Analisar dados (pedidos, planilhas, editais...) (8)
  • Classificar informações
  • Selecionar informações
  • Sanar dúvidas com fornecedores e com clientes (interno e/ou externo)
  • Elaborar premissas operacionais
  • Dar devolutiva aos fornecedores e aos clientes (interno e/ou externo)
  • Solicitar informações técnicas às áreas envolvidas no processo
  • Definir prazos
  • Elaborar relatórios
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar capacidade de administrar o tempo
  • Demonstrar capacidade de gerenciar pessoas
  • Demonstrar capacidade de administrar conflitos
  • Demonstrar capacidade de receptividade
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar capacidade analítica
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade de raciocínio lógico

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de logistica?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.500 por mês, considerando as 12.747 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.118 (10% menores) a R$ 6.159 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.408 (RAIS 2024), 25.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de logistica?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 12.973 admissões contra 13.404 desligamentos, saldo de -431 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de logistica?

A atividade econômica que mais contratou foi Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional (CNAE 4930202), com 16,3% das admissões e mediana de R$ 3.216. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de logistica?

2527-15 (família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de analista de logistica?

A taxa é de 12,2 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (14,4% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S93.4 — entorse e distensão do tornozelo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (transporte, armazenagem e correio), 46,5% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2527-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2527-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2527-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4930202), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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