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CBO 2002 Família 2527 R$ 4.038 na admissão +542 postos em 12 meses 35 atividades

CBO 2527-05 — Analista de pcp (programação e controle da produção)

O código 2527-05 identifica a ocupação analista de pcp (programação e controle da produção) na CBO 2002, dentro da família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

Quanto ganha um analista de pcp (programação e controle da produção)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.39510% ganham até R$ 4.038mediana R$ 6.66310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.728

Entrada × quem já está

R$ 4.038 ao ser admitido · R$ 4.728 para quem tem vínculo ativo +17,1%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de analista de pcp (programação e controle da produção) foi de R$ 4.038 — metade das 6.584 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.395 e os 10% de maior, acima de R$ 6.663.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.728, ou seja, 17,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 24 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 21,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.038
Por ano (12 salários)R$ 48.456
Por semanaR$ 929
Por hora (43.5h/sem)R$ 21,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.147 64%
  • Mulheres — R$ 4.013 36%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.880 62,3%
  • Mulheres — R$ 4.489 37,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 3.717
  • Nordeste 3.558
  • Sudeste 4.314
  • Sul 4.032
  • Centro-Oeste 3.925

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 2.811 +229 — R$ 4.315 —
MG 674 +74 — R$ 3.730 —
SC 530 +7 — R$ 4.080 —
PR 493 -32 — R$ 4.014 —
RJ 464 +103 — R$ 4.391 —
RS 407 -21 — R$ 4.011 —
ES 214 +27 — R$ 4.331 —
GO 189 -5 — R$ 3.593 —
PE 149 +58 — R$ 3.713 —
BA 123 +21 — R$ 3.568 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

6.652

Desligamentos

6.110

Saldo

+542

Rotatividade

42,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+108) saldo negativo · pior: dez/25 (-58)

Em 12 meses houve 6.652 admissões e 6.110 desligamentos de analista de pcp (programação e controle da produção), o que significa que o mercado formal abriu 542 postos de trabalho no período, com rotatividade de 42,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 39,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 50,6% por dispensa sem justa causa, além de 7,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 39,5%
  • Dispensa sem justa causa 50,6%
  • Fim de contrato 7,3%

Sobre 6.110 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 9,4%
  • 1 a 4 empregados 4,5%
  • 5 a 9 empregados 5,3%
  • 10 a 19 empregados 9,9%
  • 20 a 49 empregados 19,5%
  • 50 a 99 empregados 15,2%
  • 100 a 249 empregados 14,9%
  • 250 a 499 empregados 8,4%
  • 500 a 999 empregados 7,8%
  • 1.000 ou mais empregados 5,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de pcp (programação e controle da produção)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 15,5% das admissões 1.032 44h R$ 4.254 R$ 4.395 R$ 4.584 3% 3
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 2,9% das admissões 192 43.9h R$ 2.564 R$ 3.167 R$ 4.076 3% 2
Serviços de engenharia 7112000 · 2,2% das admissões 149 43.5h R$ 3.018 R$ 4.006 R$ 5.225 3% 1
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 1,9% das admissões 126 44h R$ 1.778 R$ 2.700 R$ 4.275 3% 3
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda 6201501 · 1,7% das admissões 111 40.1h R$ 7.836 R$ 7.893 R$ 9.163 — 2
Fabricação de móveis com predominância de madeira 3101200 · 1,7% das admissões 111 43.9h R$ 2.560 R$ 3.097 R$ 4.028 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 1,6% das admissões 108 43.5h R$ 3.500 R$ 4.400 R$ 6.040 3% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 1,5% das admissões 100 43.7h R$ 3.042 R$ 3.585 R$ 5.265 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de pcp (programação e controle da produção)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 14.460 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

24 meses

Em empresa do Simples

13,4%

Sexo

  • Mulher 37,5%
  • Homem 62,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,5h/sem
  • Pessoas com deficiência1,4%
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,6%

Sobre os 14.460 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 62,4%
  • Parda 30,9%
  • Preta 5,6%
  • Amarela 0,9%
  • Indígena 0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 99,7%
  • Mestrado 0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto 0,1%
  • Até 5º ano incompleto 0,1%
  • 6º a 9º ano 0,1%
  • Fundamental completo 0,6%
  • Médio incompleto 1%
  • Médio completo 35,2%
  • Superior incompleto 10,5%
  • Superior completo 45,1%
  • Pós-graduação 7%
  • Mestrado 0,3%
  • Doutorado 0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,2%
  • 5 a 9 empregados 2,5%
  • 10 a 19 empregados 6,5%
  • 20 a 49 empregados 16,2%
  • 50 a 99 empregados 15,6%
  • 100 a 249 empregados 18,3%
  • 250 a 499 empregados 11,8%
  • 500 a 999 empregados 11,5%
  • 1.000 ou mais empregados 16,4%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Riscos ocupacionais de analista de pcp (programação e controle da produção)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

12,4

CAT no período

146

Óbitos comunicados

1

Idade média no acidente

32 anos

Foram 146 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo analista de pcp (programação e controle da produção) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 12,4 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 50% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 48,6% de trajeto (no deslocamento) e 1,4% doenças ocupacionais.

No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto 48,6%
  • Típico 50%
  • Doença 1,4%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas 15,1%
  • Dedo 13%
  • Pé (exceto artelhos) 8,2%
  • Mão (exceto punho ou dedos) 7,5%
  • Articulação do tornozelo 7,5%

Natureza da lesão

  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial) 20,5%
  • Fratura 18,5%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta) 14,4%
  • Lesão imediata 13,7%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta) 12,3%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta 20,1%
  • Veículo, NIC 11,8%
  • Veículo rodoviário motorizado 11,1%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas 9%
  • Metal - inclui liga 5,6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
R52.0 — Dor aguda 8 5,5% 174
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 5 3,4% 5.476
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 4 2,7% 1.358
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 3 2,1% 1.634
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 3 2,1% 3.531
S80.0 — Contusão do joelho 3 2,1% 1.225

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 12,4 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

✓ Oficial · 01 de abril de 2026 CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (microdados) — Lei 8.213/1991, arts. 19 a 22 (comunicação obrigatória do acidente do trabalho). Inclui, como tabelas de apoio, a CID-10 do DATASUS (descrição oficial dos diagnósticos) e o acompanhamento mensal do auxílio por incapacidade acidentária (B91) por CID-10, do Ministério da Previdência Social/Dataprev · Instituto Nacional do Seguro Social — INSS ✓ Oficial · 09 de abril de 2026 Tabelas do eSocial (classificações do leiaute) — Decreto 8.373/2014 (institui o eSocial); tabelas do leiaute publicadas na Consulta Pública de Tabelas, com código, descrição e vigência. Em uso aqui: Tabela 13 (parte do corpo atingida), 14 (agente causador do acidente) e 17 (descrição da natureza da lesão) — a mesma classificação da CAT, com o texto por extenso · eSocial — Receita Federal, INSS, MTE e Caixa

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: transporte, armazenagem e correio

Informalidade no setor

46,5%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,5%

Rendimento formal × informal

R$ 4.035 × R$ 2.683

No setor de transporte, armazenagem e correio — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 46,5% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Logística 0,69× 139.620 28.108 87,9% 4,8%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 28.108 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 542 postos líquidos em 12 meses — cerca de 51,9 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 Censo da Educação Superior — microdados de cursos — Lei 9.394/1996 (LDB), art. 9º VI; Portaria INEP de divulgação dos microdados · Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP

Qual especialização paga mais na família 2527

Todas as ocupações de profissionais de planejamento, programação e controles logisticos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2527-10 Analista de planejamento de materias R$ 5.449 R$ 6.311 4.431
2527-20 Analista de projetos logisticos R$ 4.515 R$ 5.303 3.556
2527-05 Analista de pcp (programação e controle da produção) (esta página) R$ 4.038 R$ 4.728 14.460
2527-15 Analista de logistica R$ 3.504 R$ 4.408 28.412
2527-25 Analista de gestão de estoque R$ 2.980 R$ 3.575 5.597

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2527-05.

A Planejar a produção, materiais e inventário do estoque (10)
  • •Dimensionar necessidade de recursos humanos
  • •Dimensionar necessidade de materiais
  • •Dimensionar necessidades de equipamentos
  • •Verificar disponibilidade de recursos humanos
  • •Verificar disponibilidade de equipamentos
  • •Verificar disponibilidade de materiais
  • •Definir equipamentos para a produção
  • •Definir data e hora de produção por equipamento
  • •Definir metas de produção
  • •Construir indicadores de produtividade
B Dimensionar recursos requeridos pelo projeto e/ou produção (2)
  • •Selecionar os indicadores de produtividade
  • •Determinar quantidade de turnos e/ou dias trabalhados
D Controlar produção, estoque e logística de materiais (3)
  • •Acompanhar rítmo de produção
  • •Levantar as causas do não cumprimento da meta
  • •Controlar prazos
E Analisar dados (pedidos, planilhas, editais...) (9)
  • •Classificar informações
  • •Selecionar informações
  • •Levantar informações não disponíveis
  • •Sanar dúvidas com fornecedores e com clientes (interno e/ou externo)
  • •Elaborar premissas operacionais
  • •Dar devolutiva aos fornecedores e aos clientes (interno e/ou externo)
  • •Agrupar pedidos conforme especificação
  • •Definir prazos
  • •Elaborar relatórios
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de comunicação
  • •Demonstrar capacidade de negociação
  • •Demonstrar capacidade de administrar o tempo
  • •Demonstrar capacidade de gerenciar pessoas
  • •Demonstrar capacidade de administrar conflitos
  • •Demonstrar capacidade de receptividade
  • •Demonstrar capacidade de iniciativa
  • •Demonstrar capacidade analítica
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar capacidade de raciocínio lógico

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de pcp (programação e controle da produção)?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.038 por mês, considerando as 6.584 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 2.395 (10% menores) a R$ 6.663 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.728 (RAIS 2024), 17.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de pcp (programação e controle da produção)?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 6.652 admissões contra 6.110 desligamentos, saldo de +542 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de pcp (programação e controle da produção)?

A atividade econômica que mais contratou foi Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional (CNAE 4930202), com 15,5% das admissões e mediana de R$ 4.395. A ficha de analista de pcp (programação e controle da produção) no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de pcp (programação e controle da produção)?

2527-05 (família 2527 — Profissionais de planejamento, programação e controles logisticos). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de analista de pcp (programação e controle da produção)?

A taxa é de 12,4 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (15,1% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é R52.0 — dor aguda. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (transporte, armazenagem e correio), 46,5% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2527-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2527-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2527-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4930202), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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