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CBO 2002 Família 1312 R$ 3.518 na admissão +82 postos em 12 meses 130 atividades

CBO 1312-25 — Sanitarista

O código 1312-25 identifica a ocupação sanitarista na CBO 2002, dentro da família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um sanitarista

Planejam, coordenam e avaliam ações de saúde; definem estratégias para unidades de saúde; administram recursos financeiros; gerenciam recursos humanos e coordenam interfaces com entidades sociais e profissionais.

Descrição oficial da família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais dessa família ocupacional podem exercer suas funções em empresas de atividades da saúde e serviços sociais. São empregados na condição de assalariado com carteira assinada; organizam-se em equipe e atuam com supervisão ocasional; trabalham em ambientes fechados e em períodos noturnos e diurnos. Em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse constante.

Recursos de trabalho

Internet; Publicações técnico-científicas; Sistemas integrados de gestão; Softwares específicos.

Quanto ganha um sanitarista

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.65410% ganham até R$ 3.518mediana R$ 7.06910% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.870

Entrada × quem já está

R$ 3.518 ao ser admitido · R$ 5.870 para quem tem vínculo ativo +66,9%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de sanitarista foi de R$ 3.518 — metade das 282 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.654 e os 10% de maior, acima de R$ 7.069.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.870, ou seja, 66,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 35 meses.

Considerando a jornada média de 40.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 26,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.518
Por ano (12 salários)R$ 42.216
Por semanaR$ 810
Por hora (40.9h/sem)R$ 26,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.225 46,8%
  • Mulheres — R$ 4.898 53,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.413 31,9%
  • Mulheres — R$ 6.248 68,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 4.750
  • Sudeste 2.800
  • Centro-Oeste 7.049

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (3 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MG 76 +19 — R$ 2.520 —
DF 63 +33 — R$ 7.053 —
BA 48 +10 — R$ 4.838 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

319

Desligamentos

237

Saldo

+82

Rotatividade

37,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+51) saldo negativo · pior: ago/26 (-18)

Em 12 meses houve 319 admissões e 237 desligamentos de sanitarista, o que significa que o mercado formal abriu 82 postos de trabalho no período, com rotatividade de 37,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 35,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 47,3% por dispensa sem justa causa, além de 17,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 35,4%
  • Dispensa sem justa causa 47,3%
  • Fim de contrato 17,3%

Sobre 237 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 2,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 15,7%
  • 1 a 4 empregados 8,4%
  • 5 a 9 empregados 4%
  • 10 a 19 empregados 6%
  • 20 a 49 empregados 8,7%
  • 50 a 99 empregados 5,7%
  • 100 a 249 empregados 5,4%
  • 250 a 499 empregados 4,7%
  • 500 a 999 empregados 1,3%
  • 1.000 ou mais empregados 40,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata sanitarista

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 21,3% das admissões 68 40.1h R$ 7.021 R$ 7.052 R$ 7.083 2% 1
Regulação das atividades de saúde, educação, serviços culturais e outros serviços sociais 8412400 · 9,7% das admissões 31 40h — R$ 4.886 — 1% —
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 8,5% das admissões 27 — — — — 2% 3
Construção de edifícios 4120400 · 6,3% das admissões 20 44h — R$ 2.400 — 3% 3
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 2,5% das admissões 8 — — — — 2% 3
Outras atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente 8690999 · 2,2% das admissões 7 — — — — 2% 1
Administração pública em geral 8411600 · 2,2% das admissões 7 — — — — 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como sanitarista

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 639 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

35 meses

No setor público

54,1%

Em empresa do Simples

15,2%

Sexo

  • Mulher 67%
  • Homem 33%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente1,9%
  • Em entidade sem fins lucrativos15,3%

Sobre os 639 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 47,2%
  • Parda 42,5%
  • Preta 8,7%
  • Amarela 1%
  • Indígena 0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 88,6%
  • Mestrado 9,5%
  • Doutorado 1,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 0,6%
  • 5º ano completo 0,6%
  • 6º a 9º ano 3,8%
  • Fundamental completo 5,3%
  • Médio incompleto 2,2%
  • Médio completo 27%
  • Superior incompleto 3,1%
  • Superior completo 32,6%
  • Pós-graduação 19,1%
  • Mestrado 4,4%
  • Doutorado 1,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 7%
  • 5 a 9 empregados 5,2%
  • 10 a 19 empregados 5,2%
  • 20 a 49 empregados 5,6%
  • 50 a 99 empregados 6,6%
  • 100 a 249 empregados 6,3%
  • 250 a 499 empregados 4,4%
  • 500 a 999 empregados 4,9%
  • 1.000 ou mais empregados 54,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por pessoas com ensino superior completo, acrescidode cursos de especialização, com carga horária de duzentas a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1312.

Qual especialização paga mais na família 1312

Todas as ocupações de gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
1312-15 Tecnólogo em gestão hospitalar R$ 8.802 R$ 10.065 1.752
1312-10 Gerente de serviços de saúde R$ 6.016 R$ 7.756 20.559
1312-05 Diretor de serviços de saúde R$ 10.011 R$ 7.254 10.428
1312-25 Sanitarista (esta página) R$ 3.518 R$ 5.870 639
1312-20 Gerontólogo R$ 3.521 R$ 4.400 65

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1312-25.

A Planejar ações de saúde (22)
  • •Analisar indicadores de saúde
  • •Elaborar indicadores de saúde
  • •Analisar indicadores sociodemográficos
  • •Operacionalizar ações e normas de autoridades sanitárias
  • •Aprovar normas de funcionamento das unidades assistenciais
  • •Aplicar as normas legais referentes ao funcionamento das unidades assistenciais e/ou atenção à saúde (farmácia, casa de apoio...)
  • •Definir instruções de serviços internos
  • •Estabelecer normas técnicas de funcionamento da unidade assistencial
  • •Estabelecer normas técnicas de vigilância e atenção à saúde
  • •Adequar funcionamento da unidade assistencial às normas
  • •Dimensionar rede própria e/ou credenciada de serviços de saúde
  • •Elaborar instrumentos de avaliação
  • •Planejar atendimento aos usuários, familiares e cuidadores
  • •Planejar atividades socioculturais, educacionais e de promoção à saúde
  • •Planejar ações de capacitação
  • •Planejar ações de sensibilização
  • •Planejar ações de educação permanente
  • •Participar do planejamento de políticas públicas
  • •Planejar ações de promoção, prevenção, atenção e recuperação da saúde
  • •Realizar estudos e ações de territorialização em saúde
  • •Analisar perfil epidemiológico das doenças e agravos
  • •Analisar fatores determinantes e condicionantes de saúde
B Coordenar ações de saúde (27)
  • •Organizar fluxo de atendimento aos usuários
  • •Organizar fluxo de serviços e ações de saúde
  • •Estabelecer protocolos de atendimento
  • •Estabelecer critérios para otimização de atendimento
  • •Gerenciar serviços de assistência à saúde
  • •Monitorar cumprimento de normas técnicas, administrativas e legais
  • •Fiscalizar cumprimento das normas técnicas em vigilância sanitária
  • •Viabilizar recursos para cumprimento de normas técnicas, administrativas e legais
  • •Acompanhar processos de assistência à saúde
  • •Implementar programas de saúde
  • •Implementar programas de atendimento biopsicossocial
  • •Coordenar projetos de cunho biopsicossocial
  • •Estabelecer metas administrativas, técnicas e financeiras
  • •Operacionalizar campanhas de saúde
  • •Coordenar projetos e/ou programas de saúde
  • •Estabelecer políticas de gestão
  • •Promover atividades científicas
  • •Elaborar projetos de pesquisa
  • •Produzir material técnico-científico
  • •Gerenciar risco em tecnovigilância
  • •Gerenciar risco em hemoderivados
  • •Gerenciar risco em farmacovigilância
  • •Mapear riscos de acidentes de trabalho
  • •Coordenar projetos de qualidade em atendimento
  • •Implementar ações de sensibilização
  • •Investigar surtos e emergências em saúde pública
  • •Elaborar relatórios
C Definir estratégias para unidades e/ou programas de saúde (14)
  • •Elaborar plano estratégico
  • •Definir padrão de qualidade do serviço de saúde
  • •Analisar demanda dos serviços de saúde
  • •Definir público alvo para serviços e ações de saúde
  • •Definir aquisição de equipamentos, materiais e insumos
  • •Definir investimentos e custeio
  • •Definir capacidade operacional da instituição
  • •Definir instalação física em função dos serviços
  • •Participar na elaboração de campanhas de promoção e divulgação de serviços de saúde
  • •Elaborar estudos de viabilidade técnica e econômica
  • •Participar da elaboração de plano de destinação de resíduos hospitalares
  • •Avaliar necessidades de aquisição/ contratação de equipamentos, materiais e serviços
  • •Participar das discussões estratégicas para unidades de saúde
  • •Realizar pesquisas
D Realizar atendimento biopsicossocial (7)
  • •Aplicar instrumentos de avaliação complementar
  • •Monitorar aspectos biopsicossociais dos usuários
  • •Realizar acolhimento dos usuários, familiares e cuidadores
  • •Orientar usuários, familiares e cuidadores
  • •Executar atividades socioculturais e educacionais
  • •Discutir casos com equipe interdisciplinar
  • •Encaminhar para outros profissionais ou equipamentos
E Avaliar ações de saúde (13)
  • •Estabelecer critérios de avaliação
  • •Acompanhar processos de ação de saúde
  • •Acompanhar resultados de ação de saúde
  • •Monitorar processos e resultados de ações de saúde
  • •Definir estratégias de avaliação
  • •Avaliar resultados de campanhas
  • •Avaliar desempenho dos equipamentos de saúde
  • •Avaliar desempenho dos profissionais
  • •Avaliar ações de vigilância de saúde
  • •Avaliar o impacto das ações de saúde
  • •Verificar qualidade do atendimento
  • •Avaliar programas implementados
  • •Monitorar indicadores de saúde
F Administrar recursos financeiros (8)
  • •Promover estudos de custo de serviços de saúde
  • •Analisar estudos de custo de serviços de saúde
  • •Levantar custo por departamento
  • •Levantar custo da prestação de serviços
  • •Calcular custo de tratamentos
  • •Acompanhar fluxo financeiro
  • •Avaliar resultados financeiros
  • •Viabilizar captação de recursos
G Gerenciar recursos humanos (8)
  • •Dimensionar necessidade de contratação
  • •Identificar perfis profissionais, de acordo com as necessidades
  • •Promover programa de qualidade de vida no trabalho
  • •Implementar ações de saúde e segurança do trabalhador
  • •Identificar necessidades de capacitação e qualificação
  • •Propor diretrizes para organograma funcional
  • •Estabelecer níveis de responsabilidade dos profissionais de saúde
  • •Propor contratações e/ou demissões
H Coordenar interfaces com entidades sociais e profissionais (11)
  • •Representar a instituição junto à sociedade civil e órgãos governamentais
  • •Realizar convênios e parcerias
  • •Participar em conselhos
  • •Fornecer subsídios para formação de conselhos de saúde
  • •Propor auditorias
  • •Conciliar interesses dos usuários de serviços de saúde
  • •Mediar conflitos de interesses entre atores envolvidos nos processos de saúde
  • •Supervisionar convênios e parcerias
  • •Prestar consultoria
  • •Prestar assessoria
  • •Participar de conferência de saúde
Z Demonstrar competências pessoais (20)
  • •Liderar pessoas
  • •Demonstrar iniciativa
  • •Evidenciar capacidade crítica
  • •Demonstrar capacidade de comunicação
  • •Demonstrar capacidade de negociação
  • •Demonstrar criatividade
  • •Evidenciar acessibilidade
  • •Demonstrar capacidade de tomar decisão
  • •Demonstrar capacidade de administrar conflitos
  • •Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • •Demonstrar empatia
  • •Demonstrar capacidade de observação
  • •Contornar situações adversas
  • •Demonstrar capacidade de comunicação não verbal
  • •Demonstrar capacidade de escuta
  • •Demonstrar capacidade retórica
  • •Delegar funções
  • •Demonstrar capacidade de administrar o tempo
  • •Demonstrar capacidade de estabelecer vínculos
  • •Demonstrar capacidade analítica

Perguntas frequentes

Quanto ganha um sanitarista?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.518 por mês, considerando as 282 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.654 (10% menores) a R$ 7.069 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.870 (RAIS 2024), 66.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando sanitarista?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 319 admissões contra 237 desligamentos, saldo de +82 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata sanitarista?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de associações de defesa de direitos sociais (CNAE 9430800), com 21,3% das admissões e mediana de R$ 7.052. A ficha de sanitarista no Buscador NCM lista os 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de sanitarista?

1312-25 (família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser sanitarista?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1312: Essas ocupações são exercidas por pessoas com ensino superior completo, acrescidode cursos de especialização, com carga horária de duzentas a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1312-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1312-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1312-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9430800), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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