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CBO 2002 Família 1312 R$ 8.801 na admissão +89 postos em 12 meses 76 atividades

CBO 1312-15 — Tecnólogo em gestão hospitalar

O código 1312-15 identifica a ocupação tecnólogo em gestão hospitalar na CBO 2002, dentro da família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um tecnólogo em gestão hospitalar

Planejam, coordenam e avaliam ações de saúde; definem estratégias para unidades de saúde; administram recursos financeiros; gerenciam recursos humanos e coordenam interfaces com entidades sociais e profissionais.

Descrição oficial da família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais dessa família ocupacional podem exercer suas funções em empresas de atividades da saúde e serviços sociais. São empregados na condição de assalariado com carteira assinada; organizam-se em equipe e atuam com supervisão ocasional; trabalham em ambientes fechados e em períodos noturnos e diurnos. Em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse constante.

Recursos de trabalho

Internet; Publicações técnico-científicas; Sistemas integrados de gestão; Softwares específicos.

Quanto ganha um tecnólogo em gestão hospitalar

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.50510% ganham atéR$ 8.801medianaR$ 8.82310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 10.065

Entrada × quem já está

R$ 8.801 ao ser admitido · R$ 10.065 para quem tem vínculo ativo +14,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo em gestão hospitalar foi de R$ 8.801 — metade das 208 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.505 e os 10% de maior, acima de R$ 8.823.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 10.065, ou seja, 14,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 93 meses.

Considerando a jornada média de 41.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 50,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 8.801
Por ano (12 salários)R$ 105.612
Por semanaR$ 2.026
Por hora (41.1h/sem)R$ 50,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 7.12528,8%
  • Mulheres — R$ 8.80171,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 10.34746,4%
  • Mulheres — R$ 9.89153,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.773
  • Centro-Oeste8.842

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
DF 93 +85 R$ 8.849
SP 63 +14 R$ 2.714

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

216

Desligamentos

127

Saldo

+89

Rotatividade

7,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+44) saldo negativo · pior: dez/25 (-14)

Em 12 meses houve 216 admissões e 127 desligamentos de tecnólogo em gestão hospitalar, o que significa que o mercado formal abriu 89 postos de trabalho no período, com rotatividade de 7,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 35,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 55,9% por dispensa sem justa causa, além de 4,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador35,4%
  • Dispensa sem justa causa55,9%
  • Fim de contrato4,7%

Sobre 127 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro7,4%
  • 1 a 4 empregados0,5%
  • 5 a 9 empregados0,5%
  • 10 a 19 empregados3,2%
  • 20 a 49 empregados4,6%
  • 50 a 99 empregados5,1%
  • 100 a 249 empregados16,7%
  • 250 a 499 empregados5,1%
  • 500 a 999 empregados2,3%
  • 1.000 ou mais empregados54,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata tecnólogo em gestão hospitalar

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 44,9% das admissões 97 40.2h R$ 8.821 R$ 8.847 R$ 8.874 2% 1
Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 8630503 · 18,1% das admissões 39 44h R$ 2.500 1% 3
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 10,2% das admissões 22 42.7h R$ 7.815 2% 3
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 8,8% das admissões 19 43.1h R$ 6.390 2% 1
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 3,7% das admissões 8 2% 3
Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente 8630599 · 3,2% das admissões 7 2% 3
Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial 8599604 · 1,4% das admissões 3 1% 2
Atividades de psicologia e psicanálise 8650003 · 1,4% das admissões 3 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como tecnólogo em gestão hospitalar

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.752 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

93 meses

No setor público

77,5%

Em empresa do Simples

1,3%

Sexo

  • Mulher57,1%
  • Homem42,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,3h/sem
  • Pessoas com deficiência2,8%
  • Jornada parcial0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos15,6%

Sobre os 1.752 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca53,3%
  • Parda38,8%
  • Preta6%
  • Amarela1,6%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo77,5%
  • Mestrado16,5%
  • Doutorado6,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto0,5%
  • Médio completo15,7%
  • Superior incompleto4,6%
  • Superior completo39,8%
  • Pós-graduação30,1%
  • Mestrado8,3%
  • Doutorado0,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,7%
  • 5 a 9 empregados0,7%
  • 10 a 19 empregados0,9%
  • 20 a 49 empregados1,7%
  • 50 a 99 empregados1,9%
  • 100 a 249 empregados4,2%
  • 250 a 499 empregados2,5%
  • 500 a 999 empregados6,6%
  • 1.000 ou mais empregados80,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por pessoas com ensino superior completo, acrescidode cursos de especialização, com carga horária de duzentas a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1312.

Qual especialização paga mais na família 1312

Todas as ocupações de gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
1312-15 Tecnólogo em gestão hospitalar (esta página) R$ 8.801 R$ 10.065 1.752
1312-10 Gerente de serviços de saúde R$ 6.017 R$ 7.756 20.559
1312-05 Diretor de serviços de saúde R$ 10.012 R$ 7.254 10.428
1312-25 Sanitarista R$ 3.417 R$ 5.870 639
1312-20 Gerontólogo R$ 3.521 R$ 4.400 65

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1312-15.

A Planejar ações de saúde (7)
  • Analisar indicadores de saúde
  • Analisar indicadores sociodemográficos
  • Operacionalizar ações e normas de autoridades sanitárias
  • Aplicar as normas legais referentes ao funcionamento das unidades assistenciais e/ou atenção à saúde (farmácia, casa de apoio...)
  • Definir instruções de serviços internos
  • Adequar funcionamento da unidade assistencial às normas
  • Dimensionar rede própria e/ou credenciada de serviços de saúde
B Coordenar ações de saúde (14)
  • Organizar fluxo de atendimento aos usuários
  • Estabelecer protocolos de atendimento
  • Estabelecer critérios para otimização de atendimento
  • Gerenciar serviços de assistência à saúde
  • Monitorar cumprimento de normas técnicas, administrativas e legais
  • Acompanhar processos de assistência à saúde
  • Implementar programas de saúde
  • Operacionalizar campanhas de saúde
  • Coordenar projetos e/ou programas de saúde
  • Gerenciar risco em tecnovigilância
  • Gerenciar risco em hemoderivados
  • Gerenciar risco em farmacovigilância
  • Coordenar projetos de qualidade em atendimento
  • Elaborar relatórios
C Definir estratégias para unidades e/ou programas de saúde (4)
  • Participar na elaboração de campanhas de promoção e divulgação de serviços de saúde
  • Elaborar estudos de viabilidade técnica e econômica
  • Determinar destinação dos residuos hospitalares
  • Avaliar necessidades de aquisição/ contratação de equipamentos, materiais e serviços
E Avaliar ações de saúde (8)
  • Estabelecer critérios de avaliação
  • Acompanhar processos de ação de saúde
  • Acompanhar resultados de ação de saúde
  • Avaliar resultados de campanhas
  • Avaliar desempenho dos equipamentos de saúde
  • Avaliar desempenho dos profissionais
  • Avaliar ações de vigilância de saúde
  • Avaliar o impacto das ações de saúde
F Administrar recursos financeiros (8)
  • Promover estudos de custo de serviços de saúde
  • Analisar estudos de custo de serviços de saúde
  • Levantar custo por departamento
  • Levantar custo da prestação de serviços
  • Calcular custo de tratamentos
  • Acompanhar fluxo financeiro
  • Avaliar resultados financeiros
  • Viabilizar captação de recursos
G Gerenciar recursos humanos (10)
  • Dimensionar necessidade de contratação
  • Identificar perfis profissionais, de acordo com as necessidades
  • Promover programa de qualidade de vida no trabalho
  • Implementar ações de saúde e segurança do trabalhador
  • Identificar necessidades de capacitação e qualificação
  • Propor diretrizes para organograma funcional
  • Propor diretrizes de planos de carreira
  • Propor contratações e/ou demissões
  • Propor alterações de cargos e salários
  • Propor diretrizes de planos de salários
H Coordenar interfaces com entidades sociais e profissionais (5)
  • Participar em conselhos
  • Propor auditorias
  • Conciliar interesses dos usuários de serviços de saúde
  • Supervisionar convênios e parcerias
  • Prestar consultoria
Z Demonstrar competências pessoais (20)
  • Liderar pessoas
  • Demonstrar iniciativa
  • Evidenciar capacidade crítica
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar criatividade
  • Evidenciar acessibilidade
  • Demonstrar capacidade de tomar decisão
  • Demonstrar capacidade de administrar conflitos
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar capacidade de observação
  • Contornar situações adversas
  • Demonstrar capacidade de comunicação não verbal
  • Demonstrar capacidade de escuta
  • Demonstrar capacidade retórica
  • Delegar funções
  • Demonstrar capacidade de administrar o tempo
  • Demonstrar capacidade de estabelecer vínculos
  • Demonstrar capacidade analítica

Perguntas frequentes

Quanto ganha um tecnólogo em gestão hospitalar?

A mediana do salário de admissão é R$ 8.801 por mês, considerando as 208 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.505 (10% menores) a R$ 8.823 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 10.065 (RAIS 2024), 14.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando tecnólogo em gestão hospitalar?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 216 admissões contra 127 desligamentos, saldo de +89 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata tecnólogo em gestão hospitalar?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de associações de defesa de direitos sociais (CNAE 9430800), com 44,9% das admissões e mediana de R$ 8.847. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de tecnólogo em gestão hospitalar?

1312-15 (família 1312 — Gestores e especialistas de operações em empresas, secretarias e unidades de serviços de saúde). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser tecnólogo em gestão hospitalar?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1312: Essas ocupações são exercidas por pessoas com ensino superior completo, acrescidode cursos de especialização, com carga horária de duzentas a quatrocentas horas. O exercício pleno das atividades ocorre após o período de um a dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1312-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1312-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1312-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9430800), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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