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CBO 2002 Família 8212 R$ 1.950 na admissão -69 postos em 12 meses 30 atividades

CBO 8212-25 — Forneiro e operador de forno de redução direta

O código 8212-25 identifica a ocupação forneiro e operador de forno de redução direta na CBO 2002, dentro da família 8212 — Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um forneiro e operador de forno de redução direta

Preparam máquinas, equipamentos e materiais, operam alto-forno, vazam e dessulfuram ferro-gusa, realizam manutenção refratária e controlam características físico-químicas dos produtos e das matérias-primas. Produzem e vazam metal líquido e realizam tratamentos secundários nos metais. Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8212 — Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam predominantemente na fabricação de produtos de metal e metalurgia básica como empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipe, sob supervisão ocasional, em ambientes fechados e no sistema de rodízio de turnos (diurno/ noturno). No exercício de algumas atividades podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos a materiais tóxicos, radiação, ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Água industial; Alto forno; Balanças; Carro torpedo; Convertedor; Desgaseificador; Equipamentos de injeção de finos; Forno panela; Ponte rolante; Refratários.

Quanto ganha um forneiro e operador de forno de redução direta

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61110% ganham atéR$ 1.950medianaR$ 2.83510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.338

Entrada × quem já está

R$ 1.950 ao ser admitido · R$ 4.338 para quem tem vínculo ativo +122,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de forneiro e operador de forno de redução direta foi de R$ 1.950 — metade das 56 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.611 e os 10% de maior, acima de R$ 2.835.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.338, ou seja, 122,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 83 meses.

Considerando a jornada média de 42.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.950
Por ano (12 salários)R$ 23.400
Por semanaR$ 449
Por hora (42.6h/sem)R$ 13,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.931100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.338100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

66

Desligamentos

135

Saldo

-69

Rotatividade

22,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: abr/26 (+6) saldo negativo · pior: out/25 (-23)

Em 12 meses houve 66 admissões e 135 desligamentos de forneiro e operador de forno de redução direta, o que significa que o mercado formal fechou 69 postos de trabalho no período, com rotatividade de 22,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 11,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 81,5% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador11,9%
  • Dispensa sem justa causa81,5%
  • Fim de contrato2,2%

Sobre 135 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Pessoa com deficiência1,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro1,5%
  • 1 a 4 empregados1,5%
  • 5 a 9 empregados13,6%
  • 10 a 19 empregados9,1%
  • 20 a 49 empregados27,3%
  • 50 a 99 empregados13,6%
  • 100 a 249 empregados9,1%
  • 250 a 499 empregados6,1%
  • 1.000 ou mais empregados18,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata forneiro e operador de forno de redução direta

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos 2342702 · 25,8% das admissões 17 43.5h R$ 1.813 3% 3
Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias 2441501 · 15,2% das admissões 10 44h R$ 2.682 2% 4
Armazéns gerais - emissão de warrant 5211701 · 10,6% das admissões 7 3% 3
Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente 2099199 · 9,1% das admissões 6 3% 3
Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não especificados anteriormente 3240099 · 6,1% das admissões 4 3% 3
Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente 2599399 · 4,5% das admissões 3 3% 3
Produção de ferroligas 2412100 · 3% das admissões 2 3% 4
Restaurantes e similares 5611201 · 3% das admissões 2 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como forneiro e operador de forno de redução direta

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 605 vínculos

Idade mediana

49 anos

Tempo de casa

83 meses

Em empresa do Simples

18,8%

Sexo

  • Homem99,2%
  • Mulher0,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,3h/sem
  • Pessoas com deficiência2%
  • Contrato intermitente0,2%

Sobre os 605 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda48,5%
  • Branca41,9%
  • Preta9,1%
  • Amarela0,3%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,7%
  • Até o 5º ano incompleto2,5%
  • 5º ano completo2,6%
  • 6º ao 9º ano6,8%
  • Fundamental completo10,7%
  • Médio incompleto6,9%
  • Médio completo67,3%
  • Superior incompleto0,7%
  • Superior completo1,8%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 5º ano completo1,5%
  • 6º a 9º ano6,1%
  • Fundamental completo6,1%
  • Médio incompleto15,2%
  • Médio completo65,2%
  • Superior incompleto4,5%
  • Superior completo1,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,6%
  • 5 a 9 empregados1,8%
  • 10 a 19 empregados3,5%
  • 20 a 49 empregados12,4%
  • 50 a 99 empregados12,7%
  • 100 a 249 empregados8,8%
  • 250 a 499 empregados6%
  • 500 a 999 empregados17,9%
  • 1.000 ou mais empregados34,4%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8212.

Qual especialização paga mais na família 8212

Todas as ocupações de operadores de fornos de primeira fusão e aciaria, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8212-35 Operador de aciaria (dessulfuração de gusa) R$ 2.271 R$ 5.483 782
8212-40 Operador de aciaria (recebimento de gusa) R$ 2.258 R$ 5.304 795
8212-30 Operador de aciaria (basculamento de convertedor) R$ 2.519 R$ 4.925 396
8212-10 Forneiro e operador (conversor a oxigênio) R$ 2.290 R$ 4.750 408
8212-25 Forneiro e operador de forno de redução direta (esta página) R$ 1.950 R$ 4.338 605
8212-20 Forneiro e operador (refino de metais não-ferrosos) R$ 2.600 R$ 4.136 1.765
8212-45 Operador de área de corrida R$ 2.411 R$ 3.813 920
8212-50 Operador de desgaseificação R$ 3.713 53
8212-55 Soprador de convertedor R$ 2.163 R$ 3.694 228
8212-05 Forneiro e operador (alto-forno) R$ 1.872 R$ 2.918 9.838
8212-15 Forneiro e operador (forno elétrico) R$ 1.807 R$ 2.773 3.871

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8212-25.

A Cumprir normas de segurança pessoal e ambiental (7)
  • Usar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • Manter o local de trabalho limpo e organizado
  • Comunicar acidentes e incidentes
  • Coletar lixos e resíduos industriais
  • Zelar por máquinas e equipamentos
  • Operar sistema de despoeiramento
  • Respeitar sinalização de segurança
B Preparar máquinas, equipamentos e materiais (5)
  • Comunicar-se com as áreas envolvidas
  • Inspecionar visulamente máquinas e equipamentos
  • Conferir disponibilidade de matérias-primas e insumos
  • Pesar minérios e fundentes
  • Solicitar manutenção
C Operar o alto-forno (1)
  • Operar equipamentos auxiliares
D Vazar o ferro gusa (2)
  • Retirar amostras de metal e escória
  • Granular a escória
F Controlar características físico químicas da materia-prima e produto (3)
  • Controlar parâmetros operacionais (pressão, vazão, temperatura)
  • Medir a temperatura do metal líquido
  • Monitorar visualmente o metal e escória
K Realizar tratamentos secundários (2)
  • Desgaseificar os metais
  • Tratar metais não-ferrosos
Z Demonstrar competências pessoais (10)
  • Demonstrar iniciativa
  • Evidenciar habilidades numéricas
  • Trabalhar em equipe
  • Comunicar-se
  • Preencher relatórios e formulários
  • Evidenciar pontualidade e assiduidade
  • Demonstrar criatividade
  • Manifestar versatilidade
  • Demonstrar consciência ecológica
  • Aperfeiçoar-se profissionalmente

Perguntas frequentes

Quanto ganha um forneiro e operador de forno de redução direta?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.950 por mês, considerando as 56 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.611 (10% menores) a R$ 2.835 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.338 (RAIS 2024), 122.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando forneiro e operador de forno de redução direta?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 66 admissões contra 135 desligamentos, saldo de -69 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata forneiro e operador de forno de redução direta?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos (CNAE 2342702), com 25,8% das admissões e mediana de R$ 1.813. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de forneiro e operador de forno de redução direta?

8212-25 (família 8212 — Operadores de fornos de primeira fusão e aciaria). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser forneiro e operador de forno de redução direta?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8212: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8212-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8212-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8212-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2342702), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (9 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8212:

  • Aço Minas Gerais S.A. (Açominas)
  • Companhia de Aços Especiais Acesita S.A.
  • Companhia Siderúrgica Belgo-mineira (Usina de João Monlevade-MG)
  • Metalúrgica Fundimetal Ltda.
  • Siderúrgica Alterosa Ltda.
  • Thyssen Fundições Ltda.
  • Usinas Siderúrgicas Minas Gerais S.A. (Usiminas)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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