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CBO 2002 Família 7681 R$ 1.622 na admissão -3 postos em 12 meses 23 atividades

CBO 7681-25 — Chapeleiro (chapéus de palha)

O código 7681-25 identifica a ocupação chapeleiro (chapéus de palha) na CBO 2002, dentro da família 7681 — Trabalhadores de tecelagem manual, tricô, crochê, rendas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um chapeleiro (chapéus de palha)

Confeccionam fios, estirando, torcendo e fiando algodões; operam urdideira, entrelaçando e esticando fios. Operam tear manual, unindo, fixando e penteando fios; tecem tecidos, operando pedais e lançadeiras. Confeccionam peças de tricô, crochê, chapéus e redes, definindo tipos, selecionando modelos, confeccionando moldes e amostras e montando pontos na agulha. Preparam palhas, extraindo, selecionando e secando folhas. Comercializam produtos de tecelagem manual.

Descrição oficial da família 7681 — Trabalhadores de tecelagem manual, tricô, crochê, rendas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os trabalhadores dessa família ocupacional atuam em setores ligados à fabricação de produtos têxteis e preparação de couros, fabricação de artefatos de couro, artigos de viagem e calçados. São profissionais autônomos ou empregados. Podem trabalhar individualmente ou em pequenos grupos, com total autonomia. Têm como local de trabalho ambientes fechados e horários irregulares. Frequentemente trabalham em posições desconfortáveis, por períodos longos, expostos a materiais tóxicos, ruídos e pelos.

Recursos de trabalho

Agulhas; Algodão; Forma do chapéu; Lançadeira; Linhas; Palha; Palheta; Tear; Tesoura; Urdideira.

Quanto ganha um chapeleiro (chapéus de palha)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.52410% ganham atéR$ 1.622medianaR$ 2.35310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.667

Entrada × quem já está

R$ 1.622 ao ser admitido · R$ 1.667 para quem tem vínculo ativo +2,8%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de chapeleiro (chapéus de palha) foi de R$ 1.622 — metade das 29 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.524 e os 10% de maior, acima de R$ 2.353.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.667, ou seja, 2,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 35 meses.

Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 8,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.622
Por ano (12 salários)R$ 19.464
Por semanaR$ 373
Por hora (43.5h/sem)R$ 8,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.61948,3%
  • Mulheres — R$ 1.63851,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.62060%
  • Mulheres — R$ 1.70840%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

30

Desligamentos

33

Saldo

-3

Rotatividade

40,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+7) saldo negativo · pior: set/25 (-4)

Em 12 meses houve 30 admissões e 33 desligamentos de chapeleiro (chapéus de palha), o que significa que o mercado formal fechou 3 postos de trabalho no período, com rotatividade de 40,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 36,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 51,5% por dispensa sem justa causa, além de 12,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador36,4%
  • Dispensa sem justa causa51,5%
  • Fim de contrato12,1%

Sobre 33 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro40%
  • 1 a 4 empregados6,7%
  • 5 a 9 empregados23,3%
  • 10 a 19 empregados10%
  • 20 a 49 empregados16,7%
  • 50 a 99 empregados3,3%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata chapeleiro (chapéus de palha)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como chapeleiro (chapéus de palha)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 81 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

35 meses

Em empresa do Simples

87,7%

Sexo

  • Mulher39,5%
  • Homem60,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada44h/sem
  • Contrato intermitente1,2%

Sobre os 81 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca62%
  • Parda31,6%
  • Preta6,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 5º ano completo8,6%
  • 6º ao 9º ano2,5%
  • Fundamental completo7,4%
  • Médio incompleto3,7%
  • Médio completo74,1%
  • Superior completo3,7%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto3,3%
  • Médio incompleto10%
  • Médio completo80%
  • Superior incompleto6,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados18,5%
  • 5 a 9 empregados42%
  • 10 a 19 empregados23,5%
  • 20 a 49 empregados9,9%
  • 250 a 499 empregados6,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

A escolaridade desejável para acessar as ocupações de chapeleiro, redeiro, tecelão e tricoteiro é a formação mínima do ensino fundamental. Os crocheteiros e tecelões de tapetes têm, em geral, o ensino médio incompleto. Esses trabalhadores necessitam de cursos básicos de qualificação profissional com até duzentas horas/aula que podem ser ministrados em escolas especializadas ou por pessoas mais experientes, no próprio local de trabalho. A experiência profissional pode variar entre menos de um ano até quatro anos de atuação, dependendo da ocupação. São, majoritariamente, profissionais que se organizam de forma individual no trabalho com total autonomia de suas funções. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7681.

Qual especialização paga mais na família 7681

Todas as ocupações de trabalhadores de tecelagem manual, tricô, crochê, rendas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7681-30 Crocheteiro, a mão R$ 2.800 34
7681-15 Tricoteiro, à mão R$ 2.071 R$ 2.375 59
7681-10 Tecelão de tapetes, a mão R$ 2.050 R$ 2.338 615
7681-05 Tecelão (tear manual) R$ 1.924 R$ 2.121 1.118
7681-20 Redeiro R$ 2.013 R$ 1.996 51
7681-25 Chapeleiro (chapéus de palha) (esta página) R$ 1.622 R$ 1.667 81

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7681-25.

D Tecer tecidos (1)
  • Selecionar materiais (fios, agulhas, linhas, navete, palheta)
G Preparar palhas (5)
  • Extrair folhas de carnaubeiras, palhas de trigo, arroz ou centeio
  • Selecionar folhas
  • Secar folhas
  • Cortar palhas de acordo com a trança
  • Trançar palhas
H Confeccionar chapéus (8)
  • Costurar tranças de acordo com a forma
  • Retirar bordas de fôrmas
  • Ajustar tranças na borda
  • Confeccionar bordas
  • Pintar abas
  • Passar chapéus
  • Tratar palha no ácido sulfúrico
  • Moldar formas
I Comercializar produtos da tecelagem manual (5)
  • Divulgar produtos para comercialização
  • Definir custos das peças
  • Negociar preço com clientes
  • Embalar peças
  • Providenciar entrega de peças
Z Demonstrar competências pessoais (4)
  • Demonstrar habilidade
  • Demonstrar paciência
  • Criar criatividade
  • Persistir

Sinônimos oficiais (6)

Acabador de chapéus de palhaChapeleiro de palhaConfeccionador de chapéus de palhaDecorador de chapéus de palhaMoldador de chapéus de palhaTrançador - na fabricação de chapéus de palha

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7681-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um chapeleiro (chapéus de palha)?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.622 por mês, considerando as 29 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.524 (10% menores) a R$ 2.353 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.667 (RAIS 2024), 2.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando chapeleiro (chapéus de palha)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 30 admissões contra 33 desligamentos, saldo de -3 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata chapeleiro (chapéus de palha)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos (CNAE 1220499), com 26,7% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de chapeleiro (chapéus de palha)?

7681-25 (família 7681 — Trabalhadores de tecelagem manual, tricô, crochê, rendas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Acabador de chapéus de palha, Chapeleiro de palha, Confeccionador de chapéus de palha, Decorador de chapéus de palha, Moldador de chapéus de palha, Trançador - na fabricação de chapéus de palha — todos usam o mesmo código 7681-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser chapeleiro (chapéus de palha)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7681: A escolaridade desejável para acessar as ocupações de chapeleiro, redeiro, tecelão e tricoteiro é a formação mínima do ensino fundamental. Os crocheteiros e tecelões de tapetes têm, em geral, o ensino médio incompleto. Esses trabalhadores necessitam de cursos básicos de qualificação profissional com até duzentas horas/aula que podem ser ministrados em escolas especializadas ou por pessoas mais experientes, no próprio local de trabalho. A experiência profissional pode variar entre menos de um ano até quatro anos de atuação, dependendo da ocupação. São, majoritariamente, profissionais que se organizam de forma individual no trabalho com total autonomia de suas funções. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7681-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7681-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7681-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1220499), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7681:

  • Heleno Dutra de Araújo ME.
  • N. P. de Medeiros Marinho
  • Ponto dos Botões Comércio Ltda.
  • Redes Santa Luzia
  • Trapos e Fiapos
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Cala: abertura entre os fios impares e pares da urdidura, por onde passa a trama.
  • Navete: peça de madeira na qual é armazenado o fio utilizado para a trama.
  • Pente: peça básica no tear pente-liço que permite levantar e abaixar alternadamente os fios da urdidura para permitir a abertura da cala e posterior passagem da trama.
  • Tear: ferramenta que permite o entrelaçamento de uma maneira ordenada de dois con- juntos de fios, denominados trama e urdidura, formando como resultado uma malha denominada tecido.
  • Urdume ou urdidura: conjunto de fios dispostos no tear paralelamente, na vertical e esti- cados por entre os quais passam os fios da trama (base de qualquer trabalho no tear).
  • Pente: peça com aberturas perpendiculares (ranhura) e pequenos orifícios por onde passam os fios do urdume.
  • Trama: é o segundo conjunto de fios passados com a navete no sentido horizontal do tear, entre os fios do urdume.
  • Urdideira: peça destinada a ordenar e determinar o tamanho dos fios do urdume.
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