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CBO 2002 Família 7170 R$ 2.705 na admissão +114 postos em 12 meses 20 atividades

CBO 7170-25 — Vibradorista

O código 7170-25 identifica a ocupação vibradorista na CBO 2002, dentro da família 7170 — Ajudantes de obras civis. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um vibradorista

Demolem edificações de concreto, de alvenaria e outras estruturas; preparam canteiros de obras, limpando a área e compactando solos. Efetuam manutenção de primeiro nível, limpando máquinas e ferramentas, verificando condições dos equipamentos e reparando eventuais defeitos mecânicos nos mesmos. Realizam escavações e preparam massa de concreto e outros materiais.

Descrição oficial da família 7170 — Ajudantes de obras civis, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na indústria de construção como assalariados com carteira assinada. O trabalho é realizado em equipe terceirizada ou própria, com supervisão ocasional. O trabalho é a céu aberto, no período diurno. Permanecem em posições desconfortáveis durante longos períodos, trabalham sob pressão, o que pode levá-los à situação de estresse, e ficam expostos à poeira e à radiação solar.

Recursos de trabalho

Betoneira de concreto; Carrinho de mão, girica e paleteira; Cimento, areia, cal, brita, gesso e água; Compactador de solo; Cortadora de pisos e azulejos; Enxada, enxadão, pá, rastelo e picareta; Equipamento de Proteção Individual (EPI); Marreta, martelo, serrote e chaves de fixação; Martelete (rompedor de concreto); Vibrador elétrico de concreto.

Quanto ganha um vibradorista

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.99810% ganham atéR$ 2.705medianaR$ 3.49610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.294

Entrada × quem já está

R$ 2.705 ao ser admitido · R$ 3.294 para quem tem vínculo ativo +21,8%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de vibradorista foi de R$ 2.705 — metade das 406 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.998 e os 10% de maior, acima de R$ 3.496.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.294, ou seja, 21,8% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 14 meses.

Considerando a jornada média de 44.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 14,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.705
Por ano (12 salários)R$ 32.460
Por semanaR$ 623
Por hora (44.1h/sem)R$ 14,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.66754,4%
  • Mulheres — R$ 2.70645,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.04469,9%
  • Mulheres — R$ 2.77930,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.622
  • Sudeste2.736
  • Sul2.627

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 247 +103 R$ 2.738
PR 45 -2 R$ 2.665

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

406

Desligamentos

292

Saldo

+114

Rotatividade

45,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+55) saldo negativo · pior: set/25 (-11)

Em 12 meses houve 406 admissões e 292 desligamentos de vibradorista, o que significa que o mercado formal abriu 114 postos de trabalho no período, com rotatividade de 45,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 13,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 79,1% por dispensa sem justa causa, além de 4,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador13,7%
  • Dispensa sem justa causa79,1%
  • Fim de contrato4,5%

Sobre 292 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,2% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro18,2%
  • 1 a 4 empregados1,5%
  • 5 a 9 empregados2%
  • 10 a 19 empregados2,2%
  • 20 a 49 empregados4,2%
  • 50 a 99 empregados5,4%
  • 100 a 249 empregados4,4%
  • 250 a 499 empregados3%
  • 500 a 999 empregados0,7%
  • 1.000 ou mais empregados58,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata vibradorista

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Construção de rodovias e ferrovias 4211101 · 53,2% das admissões 216 44h R$ 2.664 R$ 2.730 R$ 2.773 3% 4
Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente 4299599 · 12,3% das admissões 50 44h R$ 2.489 R$ 3.300 R$ 5.505 3% 3
Construção de edifícios 4120400 · 6,7% das admissões 27 44h R$ 1.822 3% 3
Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica 4221901 · 3,9% das admissões 16 44h R$ 3.027 3% 4
Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 4221902 · 3,7% das admissões 15 44h R$ 2.658 3% 4
Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação 4222701 · 2,5% das admissões 10 44h R$ 3.377 3%
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 2,5% das admissões 10 48h R$ 1.621 3% 3
Fabricação de estruturas pré moldadas de concreto armado, em série e sob encomenda 2330301 · 2,2% das admissões 9 3%

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como vibradorista

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 642 vínculos

Idade mediana

36 anos

Tempo de casa

14 meses

No setor público

4%

Em empresa do Simples

10,6%

Sexo

  • Homem72%
  • Mulher28%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 642 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda55,3%
  • Branca32,3%
  • Preta12,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,9%
  • Até o 5º ano incompleto8,6%
  • 5º ano completo5,9%
  • 6º ao 9º ano9,3%
  • Fundamental completo13,1%
  • Médio incompleto7,5%
  • Médio completo53,6%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto17,2%
  • 5º ano completo2,7%
  • 6º a 9º ano10,3%
  • Fundamental completo10,8%
  • Médio incompleto8,9%
  • Médio completo49%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados4,7%
  • 5 a 9 empregados3,7%
  • 10 a 19 empregados5,1%
  • 20 a 49 empregados6,7%
  • 50 a 99 empregados9,5%
  • 100 a 249 empregados7,9%
  • 250 a 499 empregados2,6%
  • 500 a 999 empregados7,6%
  • 1.000 ou mais empregados52%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade que varia entre a quarta e a sétima séries do ensino fundamental e curso de formação profissional básica com até duzentas horas/aula. O exercício pleno das atividades ocorre após menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7170.

Qual especialização paga mais na família 7170

Todas as ocupações de ajudantes de obras civis, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7170-25 Vibradorista (esta página) R$ 2.705 R$ 3.294 642
7170-10 Operador de martelete R$ 2.667 R$ 2.933 5.556
7170-05 Demolidor de edificações R$ 2.156 R$ 2.536 1.580
7170-15 Poceiro (edificações) R$ 2.411 R$ 2.006 1.483
7170-20 Servente de obras R$ 1.783 R$ 1.902 704.924

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7170-25.

B Preparar canteiros de obras (5)
  • Limpar a área de construção
  • Avaliar serviço
  • Estabelecer seqüência de atividade
  • Definir etapas de serviço
  • Estimar tempo de duração do serviço
C Realizar manutenção de primeiro nível (5)
  • Conferir níveis de óleo e graxa
  • Limpar máquinas e ferramentas
  • Verificar condições dos equipamentos
  • Lubrificar componentes das máquinas
  • Reparar defeitos mecânicos dos equipamentos
D Realizar escavações (4)
  • Escavar valas
  • Abrir poços e fossas
  • Escavar sisternas
  • Abrir valas para a concretagem de fundações
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Demonstrar autocontrole
  • Demonstrar autocrítica
  • Demonstrar sociabilidade
  • Demonstrar senso de organização
  • Trabalhar sob pressão
  • Demonstrar iniciativa

Sinônimos oficiais (1)

Operador de vibrador de concreto

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7170-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um vibradorista?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.705 por mês, considerando as 406 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.998 (10% menores) a R$ 3.496 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.294 (RAIS 2024), 21.8% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando vibradorista?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 406 admissões contra 292 desligamentos, saldo de +114 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata vibradorista?

A atividade econômica que mais contratou foi Construção de rodovias e ferrovias (CNAE 4211101), com 53,2% das admissões e mediana de R$ 2.730. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de vibradorista?

7170-25 (família 7170 — Ajudantes de obras civis). A CBO reconhece também os títulos: Operador de vibrador de concreto — todos usam o mesmo código 7170-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser vibradorista?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7170: Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade que varia entre a quarta e a sétima séries do ensino fundamental e curso de formação profissional básica com até duzentas horas/aula. O exercício pleno das atividades ocorre após menos de um ano de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7170-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7170-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7170-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4211101), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7170:

  • ABC Demolições e Sucatas Ltda.
  • Construtora Moreira Ortense Ltda.
  • Cooperativa Prestadora de Serviços Multidisciplinares no Estado de Goiás (Mundcoop)
  • Eletroenge Engenharia e Construções Ltda.
  • Later Engenharia Ltda.
  • Poligonal Construtora e Incorporadora Ltda.
  • Prumus Construtora e Empreendimentos Ltda.
  • Secretaria Municipal de Obras de Goiânia - Companhia de Obras e Habitação do Município de Goiânia (Dermu-Compav)
  • Sousa Andrade Construtora e Incorporadora Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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