NCM Buscador
CBO 2002 Família 7112 R$ 3.020 na admissão -235 postos em 12 meses 31 atividades

CBO 7112-25 — Operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

O código 7112-25 identifica a ocupação operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) na CBO 2002, dentro da família 7112 — Trabalhadores de extração de minerais sólidos (operadores de máquinas). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

Operam equipamentos de perfuração e de corte de rochas, equipamentos de escavação e carregamento de minérios e equipamentos de transporte de cargas. Inspecionam as condições operacionais dos equipamentos e preparam o local de trabalho.

Descrição oficial da família 7112 — Trabalhadores de extração de minerais sólidos (operadores de máquinas), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam principalmente nas indústrias de extração de minerais metálicos, de carvão mineral e de outros minerais, na condição de empregados com carteira assinada. O trabalho é presencial, realizado em equipe e sob supervisão permanente. O local de trabalho pode ser fechado, a céu aberto e em veículos; o horário é em sistema de rodízio de turnos - diurno e noturno. Exceto o operador de motoniveladora, os demais profissionais permanecem e durante longos períodos em posições desconfortáveis, trabalham sob pressão, o que pode levá-los à situação de estresse, ficam expostos a ruído intenso, vibrações, poeira e variação climática, além de executarem algumas atividades em ambiente subterrâneo. Trabalhar em grandes alturas também faz parte da rotina dos operadores de máquina cortadora (minas e pedreira), de caminhão e de trator (minas e pedreiras). 121

Recursos de trabalho

Caminhão fora de estrada; Caminhão-pipa; Caminhões; Carregadeiras; Escavadeiras; Martelete; Motoniveladora; Perfuratrizes; Retroescavadeiras; Tratores.

Quanto ganha um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.92410% ganham atéR$ 3.020medianaR$ 4.50210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.385

Entrada × quem já está

R$ 3.020 ao ser admitido · R$ 4.385 para quem tem vínculo ativo +45,2%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) foi de R$ 3.020 — metade das 1.124 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.924 e os 10% de maior, acima de R$ 4.502.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.385, ou seja, 45,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 34 meses.

Considerando a jornada média de 43.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 16,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.020
Por ano (12 salários)R$ 36.240
Por semanaR$ 695
Por hora (43.4h/sem)R$ 16,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.02398,9%
  • Mulheres — R$ 1.9361,1%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.40499,1%
  • Mulheres — R$ 3.0810,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte3.125
  • Nordeste2.903
  • Sudeste3.124
  • Sul3.050
  • Centro-Oeste2.950

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MG 352 -11 R$ 3.020
SP 219 -15 R$ 3.497
BA 75 -8 R$ 2.937
ES 73 -35 R$ 2.906
RJ 72 +3 R$ 3.100
MT 45 -1 R$ 3.880
RS 40 -46 R$ 2.450
GO 39 -38 R$ 3.275
PR 39 -28 R$ 3.063
CE 39 -23 R$ 2.733

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.193

Desligamentos

1.428

Saldo

-235

Rotatividade

34,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+29) saldo negativo · pior: nov/25 (-60)

Em 12 meses houve 1.193 admissões e 1.428 desligamentos de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras), o que significa que o mercado formal fechou 235 postos de trabalho no período, com rotatividade de 34,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 21,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 69,4% por dispensa sem justa causa, além de 5,3% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador21,8%
  • Dispensa sem justa causa69,4%
  • Fim de contrato5,3%
  • Aposentadoria0,1%

Sobre 1.428 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0,7% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,7%
  • 1 a 4 empregados6,6%
  • 5 a 9 empregados8,3%
  • 10 a 19 empregados11,8%
  • 20 a 49 empregados16,4%
  • 50 a 99 empregados7,1%
  • 100 a 249 empregados10,3%
  • 250 a 499 empregados8,8%
  • 500 a 999 empregados12,8%
  • 1.000 ou mais empregados8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Obras de terraplenagem 4313400 · 12,4% das admissões 148 44h R$ 2.675 R$ 4.140 R$ 4.535 3% 3
Perfurações e sondagens 4312600 · 9,7% das admissões 116 44h R$ 2.500 R$ 2.888 R$ 3.207 3% 4
Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente 4299599 · 6,3% das admissões 75 44.1h R$ 3.370 R$ 3.657 R$ 3.802 3% 3
Construção de obras de arte especiais 4212000 · 5,4% das admissões 64 44h R$ 3.082 R$ 3.192 R$ 5.800 3% 4
Construção de rodovias e ferrovias 4211101 · 3,8% das admissões 45 44h R$ 2.966 R$ 3.425 R$ 3.729 3% 4

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.175 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

34 meses

No setor público

0,9%

Em empresa do Simples

12,3%

Sexo

  • Homem99,1%
  • Mulher0,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Contrato intermitente0,3%

Sobre os 4.175 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda55,6%
  • Branca33,3%
  • Preta9,9%
  • Amarela1%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,6%
  • Até o 5º ano incompleto5,2%
  • 5º ano completo4,3%
  • 6º ao 9º ano8,7%
  • Fundamental completo13,8%
  • Médio incompleto8%
  • Médio completo58,2%
  • Superior incompleto0,5%
  • Superior completo0,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto3,8%
  • 5º ano completo2,6%
  • 6º a 9º ano7%
  • Fundamental completo13,8%
  • Médio incompleto8%
  • Médio completo63,6%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados4,4%
  • 5 a 9 empregados5,1%
  • 10 a 19 empregados10,1%
  • 20 a 49 empregados12,9%
  • 50 a 99 empregados10,4%
  • 100 a 249 empregados8,1%
  • 250 a 499 empregados12,5%
  • 500 a 999 empregados14,5%
  • 1.000 ou mais empregados21,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

34,5

CAT no período

114

Idade média no acidente

40 anos

Foram 114 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 34,5 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 83,3% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 15,8% de trajeto (no deslocamento) e 0,9% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico83,3%
  • Trajeto15,8%
  • Doença0,9%

Parte do corpo atingida

  • Dedo22,8%
  • Mão (exceto punho ou dedos)8,8%
  • Joelho7,9%
  • Braço (entre o punho e o ombro)7%
  • Pé (exceto artelhos)7%

Natureza da lesão

  • Fratura20,2%
  • Lesão imediata15,8%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)14,9%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)12,3%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)10,5%

Agente causador

  • Produto mineral não metálico - produto de mineração, escavação, desbarrancamento, etc., como detrito, argila, areia, cascalho, pedra, etc.10,5%
  • Máquina de mineração e perfuração (de túnel, poço, etc.)7,9%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas7,9%
  • Metal - inclui liga6,1%
  • Perfuratriz- ferrame6,1%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S62.6 — Fratura de outros dedos 5 4,4% 24.580
M79.6 — Dor em membro 3 2,6% 517
S60.1 — Contusão de dedo(s) com lesão da unha 3 2,6% 1.634
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 3 2,6% 3.531
S83 — Luxação, entorse e distensão das articulações e dos ligamentos do joelho 3 2,6% 4.678
S68.1 — Amputação traumática de um outro dedo apenas (completa) (parcial) 3 2,6% 4.635

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Obras de terraplenagem) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 34,5 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade de nível fundamental e qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre, em média, após três anos de prática profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7112.

Qual especialização paga mais na família 7112

Todas as ocupações de trabalhadores de extração de minerais sólidos (operadores de máquinas), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7112-40 Operador de schutthecar R$ 2.517 R$ 5.750 78
7112-25 Operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) (esta página) R$ 3.020 R$ 4.385 4.175
7112-35 Operador de motoniveladora (extração de minerais sólidos) R$ 3.825 R$ 4.010 576
7112-20 Operador de máquina de extração contínua (minas de carvão) R$ 2.500 R$ 3.559 493
7112-05 Operador de caminhão (minas e pedreiras) R$ 2.888 R$ 3.521 10.330
7112-30 Operador de máquina perfuratriz R$ 2.811 R$ 3.451 10.154
7112-45 Operador de trator (minas e pedreiras) R$ 2.806 R$ 3.431 1.207
7112-15 Operador de máquina cortadora (minas e pedreiras) R$ 2.770 R$ 3.360 2.241
7112-10 Operador de carregadeira R$ 2.416 R$ 3.263 11.231

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7112-25.

A Inspecionar equipamentos (7)
  • Inspecionar visualmente condições operacionais dos equipamentos
  • Conferir níveis de água, óleo e combustível
  • Conferir painel de controle dos equipamentos
  • Avaliar visualmente desgaste de componentes
  • Realizar testes mecânicos e elétricos
  • Preencher lista de verificação de inspeção de equipamentos
  • Solicitar manutenção corretiva dos equipamentos
B Preparar local de trabalho (4)
  • Limpar área de trabalho
  • Manter cristas e taludes em condições seguras de operação
  • Nivelar área de trabalho
  • Realizar manutenção de estradas e acessos
E Operar equipamentos de escavação e carregamento (7)
  • Informar disponibilidade de utilização dos equipamentos de carregamento
  • Posicionar equipamentos de escavação e carregamento
  • Orientar posicionamento dos equipamentos de transporte
  • Efetuar carga adequada aos equipamentos de transporte
  • Liberar equipamentos de transporte após carregamento
  • Registrar dados da produção de minério e estéril
  • Cumprir plano de qualidade da frente de lavra
F Operar equipamentos de transporte de cargas (1)
  • Solicitar limpeza da báscula
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Demonstrar dinamismo
  • Demonstrar flexibilidade
  • Demonstrar sociabilidade
  • Demonstrar senso de preservação ambiental
  • Desenvolver disciplina
  • Comunicar-se com eficiência
  • Demonstrar criatividade
  • Tomar iniciativa
  • Demonstrar senso de responsabilidade
  • Demonstrar resistência física
  • Demonstrar acuidade visual e auditiva
  • Demonstrar senso de orientação

Sinônimos oficiais (3)

Marteleteiro de rochaMarteleteiro detonadorOperador de máquina de perfurar (minas e pedreiras)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7112-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.020 por mês, considerando as 1.124 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.924 (10% menores) a R$ 4.502 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.385 (RAIS 2024), 45.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.193 admissões contra 1.428 desligamentos, saldo de -235 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

A atividade econômica que mais contratou foi Obras de terraplenagem (CNAE 4313400), com 12,4% das admissões e mediana de R$ 4.140. A lista completa dos 5 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

7112-25 (família 7112 — Trabalhadores de extração de minerais sólidos (operadores de máquinas)). A CBO reconhece também os títulos: Marteleteiro de rocha, Marteleteiro detonador, Operador de máquina de perfurar (minas e pedreiras) — todos usam o mesmo código 7112-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7112: Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade de nível fundamental e qualificação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre, em média, após três anos de prática profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?

A taxa é de 34,5 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (22,8% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S62.6 — fratura de outros dedos. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7112-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7112-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7112-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4313400), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7112:

  • Caimex Comércio Exterior Ltda.
  • Companhia Siderúrgica Belgo-mineira (Usina de João Monlevade-mg)
  • Ferteco Mineração S.A.
  • Magnesita S.A.
  • Micapel Mineração Capão das Pedras Ltda.
  • Minerações Brasileiras Reunidas S.A. (MBR)
  • Samarco Mineração S.A.
  • Sempre Viva Mineração, Construções, Transportes Ltda.
  • Sindicato das Indústrias Extrativas de Minas Gerais (Sindiextra)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
Voltar ao topo