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CBO 2002 Família 3241 R$ 1.908 na admissão -2 postos em 12 meses 89 atividades

CBO 3241-35 — Técnico em polissonografia

O código 3241-35 identifica a ocupação técnico em polissonografia na CBO 2002, dentro da família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um técnico em polissonografia

Preparam materiais e equipamentos para exames e radioterapia; operam aparelhos médicos e odontológicos para produzir imagens e gráficos funcionais como recurso auxiliar ao diagnóstico e terapia. Preparam pacientes e realizam exames e radioterapia; prestam atendimento aos pacientes fora da sala de exame, realizando as atividades segundo boas práticas, normas e procedimento de biossegurança e código de conduta. Mobilizam capacidades de comunicação para registro de informações e troca de informações com a equipe e com os pacientes. Podem supervisionar uma equipe de trabalho.

Descrição oficial da família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em clínicas médicas e odontológicas, ambulatórios, hospitais e laboratórios especializados. São empregados assalariados, com carteira assinada e trabalham em equipe supervisionada por médicos, permanentemente. Trabalham em rodízio de turnos, em ambientes fechados e sujeitos à radiação e material tóxico.

Recursos de trabalho

Aparelho de ergometria; Aparelho de holter; Aparelhos de raios x, fixos e portáteis; Conjunto de filmes e chassis; Eletrocardiógrafo (3 e 12 canais) fixo e portátil; Eletrodos; Eletroencefalógrafos digitais e analógicos; Equipamentos de proteção individual (epi); Pasta condutiva; Produtos químicos.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 - regula o exercício da profissão de técnico em radiologia e dá outras providências Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986 -regulamenta a Lei nº 7.394/85

Quanto ganha um técnico em polissonografia

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60510% ganham atéR$ 1.908medianaR$ 2.22010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.109

Entrada × quem já está

R$ 1.908 ao ser admitido · R$ 3.109 para quem tem vínculo ativo +62,9%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de técnico em polissonografia foi de R$ 1.908 — metade das 32 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.605 e os 10% de maior, acima de R$ 2.220.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.109, ou seja, 62,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 38 meses.

Considerando a jornada média de 38.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.908
Por ano (12 salários)R$ 22.896
Por semanaR$ 439
Por hora (38.2h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Mulheres — R$ 1.910100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.23819,2%
  • Mulheres — R$ 3.09080,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

85

Desligamentos

87

Saldo

-2

Rotatividade

24,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+11) saldo negativo · pior: set/25 (-4)

Em 12 meses houve 85 admissões e 87 desligamentos de técnico em polissonografia, o que significa que o mercado formal fechou 2 postos de trabalho no período, com rotatividade de 24,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 41,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 50,6% por dispensa sem justa causa, além de 3,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador41,4%
  • Dispensa sem justa causa50,6%
  • Fim de contrato3,4%

Sobre 87 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente1,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro5,9%
  • 1 a 4 empregados17,6%
  • 5 a 9 empregados25,9%
  • 10 a 19 empregados10,6%
  • 20 a 49 empregados12,9%
  • 100 a 249 empregados14,1%
  • 250 a 499 empregados11,8%
  • 1.000 ou mais empregados1,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata técnico em polissonografia

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como técnico em polissonografia

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 353 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

38 meses

Em empresa do Simples

21,8%

Sexo

  • Mulher80,5%
  • Homem19,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada37,6h/sem
  • Pessoas com deficiência0,8%
  • Jornada parcial0,8%
  • Contrato intermitente1,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos28,6%

Sobre os 353 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca46,2%
  • Parda44,1%
  • Preta7,7%
  • Amarela1,8%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • 6º ao 9º ano0,3%
  • Fundamental completo0,8%
  • Médio incompleto0,8%
  • Médio completo85,8%
  • Superior incompleto2,5%
  • Superior completo9,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano1,2%
  • Fundamental completo1,2%
  • Médio incompleto2,4%
  • Médio completo74,1%
  • Superior incompleto9,4%
  • Superior completo11,8%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados11,3%
  • 5 a 9 empregados23,2%
  • 10 a 19 empregados9,3%
  • 20 a 49 empregados28,9%
  • 50 a 99 empregados0,8%
  • 100 a 249 empregados22,4%
  • 250 a 499 empregados2,3%
  • 1.000 ou mais empregados1,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer formação técnica de nível médio em operação de equipamentos médicos e odontológicos, oferecidos por instituições de formação profissional e escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre após experiência comprovada de um a dois anos na área. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 3241.

Qual especialização paga mais na família 3241

Todas as ocupações de tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3241-40 Dosimetrista clínico R$ 6.825 48
3241-15 Técnico em radiologia e imagenologia R$ 2.671 R$ 4.193 70.434
3241-20 Tecnólogo em radiologia R$ 2.800 R$ 4.179 2.974
3241-35 Técnico em polissonografia (esta página) R$ 1.908 R$ 3.109 353
3241-05 Técnico em métodos eletrográficos em encefalografia R$ 1.847 R$ 2.527 1.121
3241-30 Técnico em espirometria R$ 1.960 R$ 2.419 114
3241-10 Técnico em métodos gráficos em cardiologia R$ 1.915 R$ 2.414 778
3241-25 Tecnólogo oftálmico R$ 1.847 R$ 2.355 740

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3241-35.

A Realizar exames de diagnóstico e/ou de simulação, planejamento e/ou de tratamento (14)
  • Solicitar presença de outros profissionais envolvidos no exame e/ou simulação, no planejamento e/ou no tratamento
  • Ajustar equipamento e acessórios ao paciente e ao tipo de exame e/ou ao tratamento
  • Adequar posicão do paciente ao exame e/ou tratamento
  • Administrar contrastes e/ou medicamentos sob supervisão médica
  • Acompanhar reações comportamentais do paciente
  • Acompanhar reações do paciente a contrastes e/ou medicamentos
  • Avaliar motilidade extrínseca ocular
  • Acompanhar registro do traçado (gráfico) do exame
  • Acompanhar registro de imagem do exame
  • Submeter exame à apreciação médica
  • Complementar exame
  • Monitorar paciente através de equipamento
  • Demarcar área anatômica do paciente para exame
  • Auxiliar paciente a colocar e retirar o equipamento
C Processar imagens e/ou gráficos (6)
  • Analisar registros gráficos
  • Realizar pré-seleção de gráfico com melhor aceitação
  • Analisar qualidade técnica dos exames
  • Documentar exames
  • Disponibilizar resultados de exames
  • Identificar estágios e eventos do sono (estagiamento)
D Planejar atendimento (10)
  • Receber pedido de exames e ou prontuário do paciente
  • Analisar pedido do exame e/ou prontuário de paciente
  • Planejar agendamento de pacientes
  • Adaptar agenda para atendimento de pacientes prioritários
  • Ordenar sequência de exames
  • Aplicar procedimentos administrativos
  • Distribuir tarefas
  • Selecionar material para exame
  • Adequar protocolos técnicos ao exame
  • Gerenciar recursos humanos, financeiros e/ou materiais
E Organizar área de trabalho, equipamentos e acessórios (12)
  • Verificar condições técnicas de equipamentos e acessórios
  • Inicializar equipamentos
  • Calibrar equipamentos
  • Ajustar equipamentos
  • Instalar equipamentos
  • Operar equipamentos
  • Aferir equipamentos
  • Deslocar equipamento portátil
  • Programar manutenção preventiva de equipamentos
  • Verificar disponibilidade de material para exame
  • Eliminar interferência de outros aparelhos
  • Isolar área de trabalho para exame
F Preparar paciente para exame de diagnóstico (6)
  • Entrevistar paciente
  • Verificar condições físicas, psicológicas e preparo do paciente
  • Providenciar preparos adicionais do paciente
  • Higienizar o paciente
  • Colocar eletrodos e/ou sensores, acessórios no paciente
  • Aferir altura e peso do paciente
G Trabalhar com biossegurança (7)
  • Providenciar limpeza e assepsia da sala e/ou equipamentos
  • Paramentar-se
  • Usar equipamento de proteção individual
  • Substituir medicamentos e materiais com validade vencida
  • Acondicionar materiais perfurocortantes para descarte
  • Submeter-se a exames periódicos
  • Determinar a remoção de pessoas não envolvidas no exame
H Orientar paciente (7)
  • Instruir paciente sobre preparação para o exame e tratamento
  • Orientar paciente e/ou acompanhante e auxiliares sobre os procedimentos durante o exame
  • Orientar paciente sobre cuidados após o exame
  • Explicar procedimentos e rotinas
  • Demonstrar procedimentos e técnicas
  • Verificar compreensão da orientação
  • Esclarecer dúvidas
Y Comunicar-se (11)
  • Confirmar identidade do paciente
  • Obter informações do paciente
  • Descrever condições e reações do paciente durante o exame
  • Registrar exames realizados
  • Identificar exames
  • Registrar dados
  • Discutir casos com equipe de trabalho
  • Solicitar manutenção dos equipamentos
  • Solicitar reposição de material
  • Capacitar equipe técnica
  • Participar de eventos da área
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Demonstrar organização
  • Demonstrar atenção focada
  • Demonstrar capacidade de adaptação
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Trabalhar em equipe
  • Trabalhar sob pressão
  • Demonstrar capacidade de raciocínio analítico
  • Demonstrar empatia
  • Demonstrar habilidade motora fina
  • Demonstrar pró-atividade
  • Transmitir segurança
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar capacidade de comunicação
  • Demonstrar capacidade de manter sigilo
  • Demonstrar capacidade de precisão
  • Demonstrar capacidade de resolução de problemas

Sinônimos oficiais (1)

Técnico do sono

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3241-35 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em polissonografia?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.908 por mês, considerando as 32 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.605 (10% menores) a R$ 2.220 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.109 (RAIS 2024), 62.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando técnico em polissonografia?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 85 admissões contra 87 desligamentos, saldo de -2 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata técnico em polissonografia?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares (CNAE 8630502), com 24,7% das admissões. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de técnico em polissonografia?

3241-35 (família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica). A CBO reconhece também os títulos: Técnico do sono — todos usam o mesmo código 3241-35. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser técnico em polissonografia?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3241: O exercício dessas ocupações requer formação técnica de nível médio em operação de equipamentos médicos e odontológicos, oferecidos por instituições de formação profissional e escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre após experiência comprovada de um a dois anos na área. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3241-35?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3241-35 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3241-35 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8630502), o RAT é 2%.

A profissão de técnico em polissonografia é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 3241 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 - regula o exercício da profissão de técnico em radiologia e dá outras providências Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986 -regulamenta a Lei nº 7.394/85

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3241:

  • Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais
  • Clínica Carlos Bacelar
  • Clínica de Ortopedia de Campinas
  • Conselho Regional de Técnicos em Radiologia-MG
  • Fundação das Pioneiras Sociais (Sarah Kubistcheck)
  • Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Hc-fmusp)
  • Hospital e Maternidade São Cristóvão
  • Hospital Geral V. Penteado
  • Universidade Federal Fluminense (Uff)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • GLOSSÁRIO
  • Imagenologia ou diagnóstico por imagem: conjunto de métodos que usa a imagem como meio de diagnóstico (rádiodiagnóstico, medicina nuclear, ultrassonografia, tomo- grafia computadorizada, ressonância magnética, etc.).
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