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CBO 2002 Família 3241 R$ 1.875 na admissão -25 postos em 12 meses 115 atividades

CBO 3241-25 — Tecnólogo oftálmico

O código 3241-25 identifica a ocupação tecnólogo oftálmico na CBO 2002, dentro da família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um tecnólogo oftálmico

Preparam materiais e equipamentos para exames e radioterapia; operam aparelhos médicos e odontológicos para produzir imagens e gráficos funcionais como recurso auxiliar ao diagnóstico e terapia. Preparam pacientes e realizam exames e radioterapia; prestam atendimento aos pacientes fora da sala de exame, realizando as atividades segundo boas práticas, normas e procedimento de biossegurança e código de conduta. Mobilizam capacidades de comunicação para registro de informações e troca de informações com a equipe e com os pacientes. Podem supervisionar uma equipe de trabalho.

Descrição oficial da família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em clínicas médicas e odontológicas, ambulatórios, hospitais e laboratórios especializados. São empregados assalariados, com carteira assinada e trabalham em equipe supervisionada por médicos, permanentemente. Trabalham em rodízio de turnos, em ambientes fechados e sujeitos à radiação e material tóxico.

Recursos de trabalho

Aparelho de ergometria; Aparelho de holter; Aparelhos de raios x, fixos e portáteis; Conjunto de filmes e chassis; Eletrocardiógrafo (3 e 12 canais) fixo e portátil; Eletrodos; Eletroencefalógrafos digitais e analógicos; Equipamentos de proteção individual (epi); Pasta condutiva; Produtos químicos.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 - regula o exercício da profissão de técnico em radiologia e dá outras providências Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986 -regulamenta a Lei nº 7.394/85

Quanto ganha um tecnólogo oftálmico

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61810% ganham até R$ 1.875mediana R$ 2.88010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.355

Entrada × quem já está

R$ 1.875 ao ser admitido · R$ 2.355 para quem tem vínculo ativo +25,6%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo oftálmico foi de R$ 1.875 — metade das 224 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.618 e os 10% de maior, acima de R$ 2.880.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.355, ou seja, 25,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 32 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.875
Por ano (12 salários)R$ 22.500
Por semanaR$ 432
Por hora (43.3h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.836 22,8%
  • Mulheres — R$ 1.892 77,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.213 25,4%
  • Mulheres — R$ 2.419 74,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 1.810
  • Sudeste 2.254
  • Centro-Oeste 1.867

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
BA 66 +10 — R$ 1.819 —
SP 55 -5 — R$ 2.272 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

232

Desligamentos

257

Saldo

-25

Rotatividade

34,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+6) saldo negativo · pior: jan/26 (-11)

Em 12 meses houve 232 admissões e 257 desligamentos de tecnólogo oftálmico, o que significa que o mercado formal fechou 25 postos de trabalho no período, com rotatividade de 34,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 51% foram a pedido do próprio trabalhador e 37,4% por dispensa sem justa causa, além de 7,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 51%
  • Dispensa sem justa causa 37,4%
  • Fim de contrato 7,4%

Sobre 257 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente 2,6%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 5,3%
  • 1 a 4 empregados 9,2%
  • 5 a 9 empregados 12,6%
  • 10 a 19 empregados 15,9%
  • 20 a 49 empregados 24,6%
  • 50 a 99 empregados 10,6%
  • 100 a 249 empregados 12,6%
  • 250 a 499 empregados 6,3%
  • 500 a 999 empregados 0,5%
  • 1.000 ou mais empregados 2,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata tecnólogo oftálmico

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências 8610101 · 28,9% das admissões 67 43.9h R$ 1.814 R$ 1.920 R$ 2.234 2% 3
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares 8630502 · 24,6% das admissões 57 43.9h R$ 1.725 R$ 1.845 R$ 2.042 2% 3
Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos 8630501 · 19% das admissões 44 44h R$ 1.750 R$ 1.878 R$ 2.255 1% 3
Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 8630503 · 9,9% das admissões 23 44h — R$ 1.900 — 1% 3
Atividades de atendimento em pronto socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências 8610102 · 5,2% das admissões 12 42.5h — R$ 2.750 — 2% 3
Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação ionizante, exceto ressonância magnética 8640207 · 3,4% das admissões 8 — — — — 1% 3
Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente 8630599 · 2,2% das admissões 5 — — — — 2% 3
Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 1,3% das admissões 3 — — — — 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como tecnólogo oftálmico

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 740 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

32 meses

No setor público

2,7%

Em empresa do Simples

9,2%

Sexo

  • Mulher 74,2%
  • Homem 25,8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,8h/sem
  • Pessoas com deficiência1,5%
  • Jornada parcial1,5%
  • Contrato intermitente3,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos15,9%

Sobre os 740 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 50,7%
  • Branca 36,9%
  • Preta 9,4%
  • Amarela 2,8%
  • Indígena 0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo 99,7%
  • Doutorado 0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo 0,9%
  • Médio incompleto 0,4%
  • Médio completo 72%
  • Superior incompleto 9,9%
  • Superior completo 15,5%
  • Pós-graduação 1,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 8,8%
  • 5 a 9 empregados 10,4%
  • 10 a 19 empregados 12,8%
  • 20 a 49 empregados 19,5%
  • 50 a 99 empregados 15,3%
  • 100 a 249 empregados 11,8%
  • 250 a 499 empregados 13,9%
  • 500 a 999 empregados 3,1%
  • 1.000 ou mais empregados 4,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: administração pública, educação, saúde e serviços sociais

Informalidade no setor

9,6%

Média nacional

37,5%

Conta própria

6,3%

Rendimento formal × informal

R$ 5.009 × R$ 4.613

No setor de administração pública, educação, saúde e serviços sociais — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 9,6% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer formação técnica de nível médio em operação de equipamentos médicos e odontológicos, oferecidos por instituições de formação profissional e escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre após experiência comprovada de um a dois anos na área. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 3241.

Qual especialização paga mais na família 3241

Todas as ocupações de tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3241-40 Dosimetrista clínico — R$ 6.825 48
3241-15 Técnico em radiologia e imagenologia R$ 2.734 R$ 4.193 70.434
3241-20 Tecnólogo em radiologia R$ 3.041 R$ 4.179 2.974
3241-35 Técnico em polissonografia R$ 1.906 R$ 3.109 353
3241-05 Técnico em métodos eletrográficos em encefalografia R$ 1.868 R$ 2.527 1.121
3241-30 Técnico em espirometria R$ 1.969 R$ 2.419 114
3241-10 Técnico em métodos gráficos em cardiologia R$ 1.915 R$ 2.414 778
3241-25 Tecnólogo oftálmico (esta página) R$ 1.875 R$ 2.355 740

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3241-25.

A Realizar exames de diagnóstico e/ou de simulação, planejamento e/ou de tratamento (18)
  • •Solicitar presença de outros profissionais envolvidos no exame e/ou simulação, no planejamento e/ou no tratamento
  • •Ajustar equipamento e acessórios ao paciente e ao tipo de exame e/ou ao tratamento
  • •Adequar posicão do paciente ao exame e/ou tratamento
  • •Imobilizar paciente
  • •Administrar contrastes e/ou medicamentos sob supervisão médica
  • •Acompanhar reações comportamentais do paciente
  • •Acompanhar reações do paciente a contrastes e/ou medicamentos
  • •Medir funções do aparato visual
  • •Coletar material da superfície ocular
  • •Avaliar motilidade extrínseca ocular
  • •Acompanhar registro do traçado (gráfico) do exame
  • •Acompanhar registro de imagem do exame
  • •Submeter exame à apreciação médica
  • •Complementar exame
  • •Monitorar paciente através de equipamento
  • •Delimitar área de aquisição de imagem
  • •Verificar área anatômica demarcada para exame e/ou tratamento no paciente
  • •Remover paciente do equipamento
C Processar imagens e/ou gráficos (8)
  • •Manipular imagens digitais
  • •Editar imagens
  • •Elaborar dispositivos gráficos
  • •Analisar registros gráficos
  • •Analisar qualidade técnica dos exames
  • •Documentar exames
  • •Disponibilizar resultados de exames
  • •Analisar rejeitos de imagens processadas
D Planejar atendimento (11)
  • •Receber pedido de exames e ou prontuário do paciente
  • •Planejar agendamento de pacientes
  • •Adaptar agenda para atendimento de pacientes prioritários
  • •Ordenar sequência de exames
  • •Aplicar procedimentos administrativos
  • •Distribuir tarefas
  • •Selecionar material para exame
  • •Organizar equipe de trabalho
  • •Adequar protocolos técnicos ao exame
  • •Manusear meios de constraste
  • •Gerenciar recursos humanos, financeiros e/ou materiais
E Organizar área de trabalho, equipamentos e acessórios (16)
  • •Verificar condições técnicas de equipamentos e acessórios
  • •Inicializar equipamentos
  • •Calibrar equipamentos
  • •Ajustar equipamentos
  • •Instalar equipamentos
  • •Operar equipamentos
  • •Aferir equipamentos
  • •Deslocar equipamento portátil
  • •Programar manutenção preventiva de equipamentos
  • •Verificar disponibilidade de material para exame
  • •Inicializar sistemas de aquisição, processamento, distribuição e armazenamento de imagens
  • •Eliminar interferência de outros aparelhos
  • •Isolar área de trabalho para exame
  • •Realizar manutenção preventiva e corretiva de equipamentos oftalmológicos
  • •Preparar mesa cirúrgica e/ou mesa de tratamento de radioterapia
  • •Instrumentar cirurgia oftalmológica
F Preparar paciente para exame de diagnóstico (7)
  • •Entrevistar paciente
  • •Verificar condições físicas, psicológicas e preparo do paciente
  • •Providenciar preparos adicionais do paciente
  • •Colocar dispositivos de proteção no paciente
  • •Retirar próteses móveis e adornos do paciente
  • •Higienizar o paciente
  • •Colocar eletrodos e/ou sensores, acessórios no paciente
G Trabalhar com biossegurança (10)
  • •Providenciar limpeza e assepsia da sala e/ou equipamentos
  • •Realizar antissepsia
  • •Paramentar-se
  • •Usar equipamento de proteção individual
  • •Oferecer recursos de proteção a outros profissionais e acompanhantes presentes
  • •Substituir medicamentos e materiais com validade vencida
  • •Acondicionar materiais perfurocortantes para descarte
  • •Submeter-se a exames periódicos
  • •Determinar a remoção de pessoas não envolvidas no exame
  • •Monitorar contaminação de área de trabalho
H Orientar paciente (10)
  • •Instruir paciente sobre preparação para o exame e tratamento
  • •Orientar paciente e/ou acompanhante e auxiliares sobre os procedimentos durante o exame
  • •Orientar paciente sobre cuidados após o exame
  • •Orientar paciente sobre os procedimentos pré e pós cirurgias oculares
  • •Treinar paciente no manuseio de recursos ópticos e não ópticos
  • •Orientar paciente na conservação de lentes de contato
  • •Explicar procedimentos e rotinas
  • •Demonstrar procedimentos e técnicas
  • •Verificar compreensão da orientação
  • •Esclarecer dúvidas
Y Comunicar-se (19)
  • •Confirmar identidade do paciente
  • •Obter informações do paciente
  • •Descrever condições e reações do paciente durante o exame
  • •Registrar exames realizados
  • •Identificar exames
  • •Elaborar relatórios
  • •Registrar dados
  • •Discutir casos com equipe de trabalho
  • •Solicitar manutenção dos equipamentos
  • •Solicitar reposição de material
  • •Capacitar equipe técnica
  • •Supervisionar equipe técnica
  • •Prestar consultoria
  • •Interagir com entidades e outros profissionais
  • •Desenvolver novas tecnologias
  • •Realizar pesquisas
  • •Desenvolver programas de promoção e prevenção da saúde ocular
  • •Implementar ações para promoção e prevenção da saúde ocular
  • •Ministrar palestras, cursos e aulas
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • •Demonstrar organização
  • •Demonstrar atenção focada
  • •Demonstrar capacidade de adaptação
  • •Demonstrar capacidade de liderança
  • •Trabalhar em equipe
  • •Trabalhar sob pressão
  • •Demonstrar capacidade de raciocínio analítico
  • •Demonstrar empatia
  • •Demonstrar habilidade motora fina
  • •Demonstrar pró-atividade
  • •Transmitir segurança
  • •Demonstrar capacidade de negociação
  • •Demonstrar capacidade de comunicação
  • •Demonstrar capacidade de manter sigilo
  • •Demonstrar capacidade de precisão
  • •Demonstrar capacidade de resolução de problemas

Sinônimos oficiais (1)

Tecnólogo em oftalmologia

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3241-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um tecnólogo oftálmico?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.875 por mês, considerando as 224 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.618 (10% menores) a R$ 2.880 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.355 (RAIS 2024), 25.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando tecnólogo oftálmico?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 232 admissões contra 257 desligamentos, saldo de -25 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata tecnólogo oftálmico?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades para atendimento a urgências (CNAE 8610101), com 28,9% das admissões e mediana de R$ 1.920. A ficha de tecnólogo oftálmico no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de tecnólogo oftálmico?

3241-25 (família 3241 — Tecnólogos e técnicos em métodos de diagnósticos e terapêutica). A CBO reconhece também os títulos: Tecnólogo em oftalmologia — todos usam o mesmo código 3241-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser tecnólogo oftálmico?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3241: O exercício dessas ocupações requer formação técnica de nível médio em operação de equipamentos médicos e odontológicos, oferecidos por instituições de formação profissional e escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre após experiência comprovada de um a dois anos na área. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (administração pública, educação, saúde e serviços sociais), 9,6% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3241-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3241-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3241-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8610101), o RAT é 2%.

A profissão de tecnólogo oftálmico é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 3241 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 - regula o exercício da profissão de técnico em radiologia e dá outras providências Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986 -regulamenta a Lei nº 7.394/85

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3241:

  • •Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais
  • •Clínica Carlos Bacelar
  • •Clínica de Ortopedia de Campinas
  • •Conselho Regional de Técnicos em Radiologia-MG
  • •Fundação das Pioneiras Sociais (Sarah Kubistcheck)
  • •Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Hc-fmusp)
  • •Hospital e Maternidade São Cristóvão
  • •Hospital Geral V. Penteado
  • •Universidade Federal Fluminense (Uff)
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • •GLOSSÁRIO
  • •Imagenologia ou diagnóstico por imagem: conjunto de métodos que usa a imagem como meio de diagnóstico (rádiodiagnóstico, medicina nuclear, ultrassonografia, tomo- grafia computadorizada, ressonância magnética, etc.).
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