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CBO 2002 Família 2124 R$ 5.007 na admissão +275 postos em 12 meses 89 atividades

CBO 2124-15 — Analista de sistemas de automação

O código 2124-15 identifica a ocupação analista de sistemas de automação na CBO 2002, dentro da família 2124 — Analistas de tecnologia da informação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um analista de sistemas de automação

Desenvolvem e implantam sistemas informatizados dimensionando requisitos e funcionalidade dos sistemas, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos. Administram ambiente informatizado, prestam suporte técnico ao cliente, elaboram documentação técnica. Estabelecem padrões, coordenam projetos, oferecem soluções para ambientes informatizados e pesquisam tecnologias em informática.

Descrição oficial da família 2124 — Analistas de tecnologia da informação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Exercem suas atividades em qualquer setor da atividade econômica, tais como a indústria, o comércio, os serviços, a agropecuária ou a administração pública. Podem trabalhar em empresas públicas ou privadas, em geral de médio e grande portes. Seu trabalho se desenvolve, majoritariamente em equipe, de forma cooperativa, com supervisão ocasional. Não há predominância de um tipo de vínculo de trabalho: os profissionais podem ser assalariados ou trabalhador por conta própria e trabalham em período diurno.

Recursos de trabalho

Acesso à rede e internet e e-mail; acesso ao Sgbd; Ambiente de Desenvolvimento (conjunto de Software); Ar-condicionado; Dispositivos de armazenamento de dados; Equipamento multimídia; Estação de trabalho; Linha telefônica; Mobiliário ergonômico; Periféricos

Quanto ganha um analista de sistemas de automação

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.15810% ganham atéR$ 5.007medianaR$ 10.95810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.580

Entrada × quem já está

R$ 5.007 ao ser admitido · R$ 6.580 para quem tem vínculo ativo +31,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de sistemas de automação foi de R$ 5.007 — metade das 3.298 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.158 e os 10% de maior, acima de R$ 10.958.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.580, ou seja, 31,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 28 meses.

Considerando a jornada média de 42 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 26,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 5.007
Por ano (12 salários)R$ 60.084
Por semanaR$ 1.152
Por hora (42h/sem)R$ 26,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 5.00883,4%
  • Mulheres — R$ 5.00116,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.82082,3%
  • Mulheres — R$ 5.79017,7%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte4.625
  • Nordeste3.098
  • Sudeste5.574
  • Sul4.532
  • Centro-Oeste4.413

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.299 +74 R$ 5.551
MG 497 +56 R$ 5.030
RJ 329 +72 R$ 7.015
PR 254 +40 R$ 4.775
SC 247 +16 R$ 3.850
RS 213 +58 R$ 5.036
DF 75 +24 R$ 6.900
PE 68 +13 R$ 3.600
GO 61 -29 R$ 3.200
CE 57 -53 R$ 2.833

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

3.407

Desligamentos

3.132

Saldo

+275

Rotatividade

28,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+82) saldo negativo · pior: abr/26 (-31)

Em 12 meses houve 3.407 admissões e 3.132 desligamentos de analista de sistemas de automação, o que significa que o mercado formal abriu 275 postos de trabalho no período, com rotatividade de 28,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 49,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 42,8% por dispensa sem justa causa, além de 4,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador49,6%
  • Dispensa sem justa causa42,8%
  • Fim de contrato4,7%

Sobre 3.132 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente2,4%
  • Pessoa com deficiência1%
  • Jovem aprendiz0,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4,7%
  • 1 a 4 empregados5,7%
  • 5 a 9 empregados5,8%
  • 10 a 19 empregados9,8%
  • 20 a 49 empregados12,8%
  • 50 a 99 empregados12,6%
  • 100 a 249 empregados14,4%
  • 250 a 499 empregados10,6%
  • 500 a 999 empregados9,5%
  • 1.000 ou mais empregados14,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de sistemas de automação

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda 6201501 · 12,2% das admissões 417 41h R$ 3.400 R$ 6.533 R$ 9.509 2
Serviços de engenharia 7112000 · 7,5% das admissões 254 42.1h R$ 3.733 R$ 5.010 R$ 7.333 3% 1
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação 6209100 · 6,5% das admissões 222 41.3h R$ 2.796 R$ 4.520 R$ 8.731 2% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 5,3% das admissões 179 41.2h R$ 2.438 R$ 3.093 R$ 5.565 2% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis 6203100 · 5% das admissões 170 41.5h R$ 4.014 R$ 6.500 R$ 10.251 1% 2
Consultoria em tecnologia da informação 6204000 · 2,8% das admissões 97 41.6h R$ 3.072 R$ 4.013 R$ 7.088 2% 2
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 2,5% das admissões 85 42.2h R$ 2.788 R$ 4.225 R$ 5.070 3% 3
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,1% das admissões 71 43.2h R$ 2.098 R$ 3.125 R$ 6.156 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de sistemas de automação

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 11.062 vínculos

Idade mediana

33 anos

Tempo de casa

28 meses

No setor público

3,8%

Em empresa do Simples

14%

Sexo

  • Mulher17,7%
  • Homem82,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,8h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos3,4%

Sobre os 11.062 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca62,6%
  • Parda30,3%
  • Preta5,3%
  • Amarela1,5%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo98,3%
  • Mestrado1,5%
  • Doutorado0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • 6º a 9º ano0,1%
  • Fundamental completo0,2%
  • Médio incompleto0,8%
  • Médio completo22,6%
  • Superior incompleto19%
  • Superior completo45,8%
  • Pós-graduação9,4%
  • Mestrado1,4%
  • Doutorado0,6%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados4%
  • 5 a 9 empregados4,4%
  • 10 a 19 empregados6,8%
  • 20 a 49 empregados10,9%
  • 50 a 99 empregados11,5%
  • 100 a 249 empregados14,5%
  • 250 a 499 empregados11%
  • 500 a 999 empregados14,1%
  • 1.000 ou mais empregados22,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de analista de sistemas de automação

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

5,8

CAT no período

54

Idade média no acidente

35 anos

Foram 54 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo analista de sistemas de automação nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 5,8 por mil vínculos ao ano — abaixo da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 29,6% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 53,7% de trajeto (no deslocamento) e 16,7% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto53,7%
  • Típico29,6%
  • Doença16,7%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas9,3%
  • Cabeça, NIC9,3%
  • Dedo7,4%
  • Membros superiores, NIC7,4%
  • Joelho5,6%

Natureza da lesão

  • Fratura24,1%
  • Lesão imediata13%
  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)13%
  • Doença, NIC11,1%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)9,3%

Agente causador

  • Veículo rodoviário motorizado21,2%
  • Motocicleta, motoneta13,5%
  • Veículo, NIC9,6%
  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas7,7%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas5,8%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
T07 — Traumatismos múltiplos não especificados 4 7,4% 1.358
Z73.0 — Esgotamento 3 5,6% 1.184
S83.6 — Entorse e distensão de outras partes e das não especificadas do joelho 2 3,7% 4.678
S62.6 — Fratura de outros dedos 2 3,7% 24.580
Z47.8 — Outros seguimentos ortopédicos especificados 2 3,7% 225
S81.0 — Ferimento do joelho 1 1,9% 644

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Para o exercício profissional dessas ocupações, requer-se curso superior completo, em nível de bacharelado ou tecnologia. Podem, também, obter formação específica por meio de cursos de qualificação, com carga horária entre duzentas e quatrocentas horas. A experiência profissional prévia requerida dos titulares para o exercício pleno das atividades é de um a dois anos, incluindo o tempo de estágio. Em função da inovação tecnológica, a permanência no mercado de trabalho requer atualização contínua dos profissionais.

Texto oficial do MTE para a família 2124.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Sistemas de informação 1,92× 420.479 61.827 62,5% 15,1%
Ciência da computação 2,74× 127.190 10.607 29% 29,4%
Engenharia de software 1,92× 69.832 3.081 62,4% 9,7%
Sistemas para internet 1,56× 15.718 2.325 51,9% 52,5%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 77.840 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 275 postos líquidos em 12 meses — cerca de 283,1 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2124

Todas as ocupações de analistas de tecnologia da informação, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2124-25 Arquiteto de soluções de tecnologia da informação R$ 14.175 R$ 15.604 6.402
2124-05 Analista de desenvolvimento de sistemas R$ 7.501 R$ 9.350 282.365
2124-15 Analista de sistemas de automação (esta página) R$ 5.007 R$ 6.580 11.062
2124-30 Analista de testes de tecnologia da informação R$ 6.014 R$ 6.314 14.267
2124-10 Analista de redes e de comunicação de dados R$ 4.255 R$ 5.809 50.607
2124-20 Analista de suporte computacional R$ 3.008 R$ 4.090 107.789

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2124-15.

A Desenvolver sistemas de tecnologia da informação (12)
  • Levantar necessidades do cliente/usuário
  • Dimensionar requisitos e funcionalidade dos sistemas
  • Levantar fontes de dados
  • Definir alternativas físicas de implantação
  • Participar da aprovação de infraestrutura, software e rede
  • Especificar a arquitetura dos sistemas
  • Escolher ferramentas de desenvolvimento e/ou de testes
  • Modelar dados
  • Especificar aplicativos e sistemas
  • Montar protótipo dos sistemas
  • Codificar programas
  • Implantar sistemas
B Administrar ambiente de tecnologia da informação (11)
  • Monitorar performance dos sistemas
  • Administrar recursos de rede
  • Administrar banco de dados
  • Administrar ambiente operacional
  • Executar procedimentos para melhoria de performance dos sistemas
  • Identificar falhas nos sistemas
  • Corrigir falhas nos sistemas
  • Controlar acesso aos dados e recursos
  • Administrar perfil de acesso às informações
  • Realizar auditoria de sistemas
  • Realizar revisões técnicas
C Prestar suporte técnico ao cliente/usuário (6)
  • Consultar documentação técnica
  • Consultar fontes alternativas de informações
  • Realizar simulações em ambiente controlado
  • Acionar suporte de terceiros
  • Instalar software e aplicativos e/ou drivers
  • Configurar software e/ou sistemas operacionais
D Elaborar documentação de sistemas de tecnologia da informação (11)
  • Descrever processos (fluxo de atividades)
  • Elaborar diagramas (caso de uso, fluxo de dados, mapa de site etc.)
  • Elaborar dicionário de dados
  • Elaborar manuais do sistema
  • Inventariar software e hardware
  • Documentar estrutura da rede
  • Documentar acordo de níveis de serviço (sla)
  • Documentar capacidade e performance
  • Documentar soluções disponíveis
  • Elaborar especificação técnica
  • Documentar níveis de serviços
E Estabelecer padrões para ambiente de tecnologia da informação (7)
  • Estabelecer padrões de software
  • Participar da definição de níveis de segurança de tecnologia da informação
  • Definir requisitos técnicos para contratação de produtos e serviços
  • Definir nomenclatura padrão
  • Definir padrões de interface com cliente/usuário
  • Definir metodologias a serem adotadas
  • Especificar procedimentos para recuperação de ambiente operacional
F Projetar soluções de tecnologia da informação (8)
  • Identificar necessidade do cliente
  • Negociar alternativas com clientes ou fornecedores
  • Adequar soluções a necessidade do cliente
  • Apresentar alternativas de solução
  • Propor mudanças de processos e metodologias
  • Elaborar propostas técnicas
  • Divulgar solução
  • Avaliar proposta de fornecedores
G Pesquisar inovações em tecnologia da informação (6)
  • Pesquisar padrões, técnicas e ferramentas disponíveis no mercado
  • Avaliar novas tecnologias
  • Construir ambiente de teste
  • Analisar funcionalidade do produto
  • Comparar alternativas tecnológicas
  • Avaliar desempenho do produto
H Elaborar planejamento e execução de testes (2)
  • Elaborar caso de testes
  • Testar sistemas
Y Comunicar-se (10)
  • Registrar ocorrências
  • Elaborar relátorios técnicos
  • Emitir pareceres técnicos
  • Elaborar estudos de viabilidade técnica e/ou econômica
  • Divulgar documentação
  • Divulgar utilização de novos padrões
  • Participar de fóruns de discussão
  • Prestar consultoria técnica
  • Interagir com áreas afins
  • Disseminar conhecimento
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Demonstrar capacidade de raciocínio abstrato
  • Demonstrar capacidade de criatividade
  • Demonstrar capacidade de raciocínio lógico
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar capacidade de senso analítico
  • Demonstrar capacidade de concentração
  • Demonstrar capacidade de flexibilidade
  • Demonstrar capacidade de antecipar cenário futuro
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar capacidade de memorização
  • Demonstrar empatia com público-alvo
  • Demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar capacidade de proatividade
  • Demonstrar capacidade de resiliência

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de sistemas de automação?

A mediana do salário de admissão é R$ 5.007 por mês, considerando as 3.298 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.158 (10% menores) a R$ 10.958 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.580 (RAIS 2024), 31.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de sistemas de automação?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 3.407 admissões contra 3.132 desligamentos, saldo de +275 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de sistemas de automação?

A atividade econômica que mais contratou foi Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda (CNAE 6201501), com 12,2% das admissões e mediana de R$ 6.533. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de sistemas de automação?

2124-15 (família 2124 — Analistas de tecnologia da informação). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser analista de sistemas de automação?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2124: Para o exercício profissional dessas ocupações, requer-se curso superior completo, em nível de bacharelado ou tecnologia. Podem, também, obter formação específica por meio de cursos de qualificação, com carga horária entre duzentas e quatrocentas horas. A experiência profissional prévia requerida dos titulares para o exercício pleno das atividades é de um a dois anos, incluindo o tempo de estágio. Em função da inovação tecnológica, a permanência no mercado de trabalho requer atualização contínua dos profissionais. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Sistemas de informação, com 1,92 candidatos por vaga no presencial.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de analista de sistemas de automação?

A taxa é de 5,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (9,3% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é T07 — traumatismos múltiplos não especificados. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2124-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2124-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2124-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (24 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2124:

  • Banco Santander do Brasil
  • Banco Sudameris Brasil S.A.
  • Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa)
  • Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig)
  • Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg)
  • Ibm Brasil Indústria de Máquinas E Serviços Ltda.
  • S.A. Estado de Minas
  • Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro)
  • Sociedade Educacional de Santa Catarina
  • Tba Informática
  • Terra Networks S.A.
  • Tivit Tecnologia da Informação S.a.
  • Totvs S. A.
  • Unicid - Universidade Cidade de São Paulo
  • 182 Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP glossário
  • Plataforma: infraestrutura de hardware e software.
  • Sistema: linguagem, ferramentas, etc. Conjunto que manipula as informações.
  • SGBD: Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados.
  • CPD: Centro de Processamento de Dados.
  • Ambiente: software + hardware + rede + sistema operacional.
  • Codificar: transformar linguagem usual em linguagem computacional.
  • Arquitetura do sistema: estrutura/escopo do sistema.
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