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CBO 2002 Família 2124 R$ 6.014 na admissão +12 postos em 12 meses 44 atividades

CBO 2124-30 — Analista de testes de tecnologia da informação

O código 2124-30 identifica a ocupação analista de testes de tecnologia da informação na CBO 2002, dentro da família 2124 — Analistas de tecnologia da informação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um analista de testes de tecnologia da informação

Desenvolvem e implantam sistemas informatizados dimensionando requisitos e funcionalidade dos sistemas, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos. Administram ambiente informatizado, prestam suporte técnico ao cliente, elaboram documentação técnica. Estabelecem padrões, coordenam projetos, oferecem soluções para ambientes informatizados e pesquisam tecnologias em informática.

Descrição oficial da família 2124 — Analistas de tecnologia da informação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Exercem suas atividades em qualquer setor da atividade econômica, tais como a indústria, o comércio, os serviços, a agropecuária ou a administração pública. Podem trabalhar em empresas públicas ou privadas, em geral de médio e grande portes. Seu trabalho se desenvolve, majoritariamente em equipe, de forma cooperativa, com supervisão ocasional. Não há predominância de um tipo de vínculo de trabalho: os profissionais podem ser assalariados ou trabalhador por conta própria e trabalham em período diurno.

Recursos de trabalho

Acesso à rede e internet e e-mail; acesso ao Sgbd; Ambiente de Desenvolvimento (conjunto de Software); Ar-condicionado; Dispositivos de armazenamento de dados; Equipamento multimídia; Estação de trabalho; Linha telefônica; Mobiliário ergonômico; Periféricos

Quanto ganha um analista de testes de tecnologia da informação

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.70210% ganham atéR$ 6.014medianaR$ 10.17310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.314

Entrada × quem já está

R$ 6.014 ao ser admitido · R$ 6.314 para quem tem vínculo ativo +5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de analista de testes de tecnologia da informação foi de R$ 6.014 — metade das 3.971 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.702 e os 10% de maior, acima de R$ 10.173.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.314, ou seja, 5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 29 meses.

Considerando a jornada média de 41.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 33,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.014
Por ano (12 salários)R$ 72.168
Por semanaR$ 1.384
Por hora (41.4h/sem)R$ 33,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 6.02468%
  • Mulheres — R$ 5.80732%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.51665,6%
  • Mulheres — R$ 5.99534,4%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte4.025
  • Nordeste4.875
  • Sudeste6.087
  • Sul5.029
  • Centro-Oeste7.581

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.758 -240 R$ 6.303
DF 515 +136 R$ 8.097
RS 400 +124 R$ 6.091
MG 335 -50 R$ 5.913
SC 282 +44 R$ 4.550
PR 180 -7 R$ 3.625
RJ 169 +11 R$ 5.475
PE 118 +6 R$ 5.531
GO 43 -23 R$ 4.038
CE 42 +16 R$ 7.650

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

4.021

Desligamentos

4.009

Saldo

+12

Rotatividade

28,1%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+82) saldo negativo · pior: dez/25 (-82)

Em 12 meses houve 4.021 admissões e 4.009 desligamentos de analista de testes de tecnologia da informação, o que significa que o mercado formal abriu 12 postos de trabalho no período, com rotatividade de 28,1% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 48,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 47,5% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador48,2%
  • Dispensa sem justa causa47,5%
  • Fim de contrato2,8%

Sobre 4.009 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente0,1%
  • Pessoa com deficiência1,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro4%
  • 1 a 4 empregados1,9%
  • 5 a 9 empregados2,1%
  • 10 a 19 empregados4,8%
  • 20 a 49 empregados9%
  • 50 a 99 empregados10,4%
  • 100 a 249 empregados15,6%
  • 250 a 499 empregados11,7%
  • 500 a 999 empregados13,9%
  • 1.000 ou mais empregados26,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata analista de testes de tecnologia da informação

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda 6201501 · 28% das admissões 1.125 41h R$ 4.200 R$ 6.090 R$ 8.090 2
Consultoria em tecnologia da informação 6204000 · 12,1% das admissões 485 42h R$ 4.305 R$ 6.052 R$ 8.025 2% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis 6203100 · 11,5% das admissões 463 41.6h R$ 5.021 R$ 7.050 R$ 8.275 1% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 9,5% das admissões 381 41.1h R$ 3.122 R$ 4.364 R$ 6.231 2% 2
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação 6209100 · 4,9% das admissões 198 40.9h R$ 3.019 R$ 4.200 R$ 7.067 2% 2
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 3,1% das admissões 126 42.1h R$ 4.579 R$ 7.533 R$ 10.012 2% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 2,5% das admissões 100 41.7h R$ 4.042 R$ 6.550 R$ 8.388 2% 1
Atividades de apoio à gestão de saúde 8660700 · 2,3% das admissões 94 40.2h R$ 9.822 R$ 9.849 R$ 9.876 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como analista de testes de tecnologia da informação

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 14.267 vínculos

Idade mediana

32 anos

Tempo de casa

29 meses

No setor público

0,2%

Em empresa do Simples

3,8%

Sexo

  • Mulher34,5%
  • Homem65,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41,6h/sem
  • Pessoas com deficiência2,4%
  • Jornada parcial0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos3,8%

Sobre os 14.267 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca62,2%
  • Parda29%
  • Preta6,7%
  • Amarela1,9%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo99%
  • Mestrado0,9%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio incompleto0,4%
  • Médio completo11,8%
  • Superior incompleto19,7%
  • Superior completo53,8%
  • Pós-graduação13,6%
  • Mestrado0,5%
  • Doutorado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,6%
  • 5 a 9 empregados1,3%
  • 10 a 19 empregados2,7%
  • 20 a 49 empregados6,8%
  • 50 a 99 empregados8,6%
  • 100 a 249 empregados14,1%
  • 250 a 499 empregados15,8%
  • 500 a 999 empregados13,2%
  • 1.000 ou mais empregados37%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de analista de testes de tecnologia da informação

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

CAT no período

33

Idade média no acidente

36 anos

Tipo de acidente

  • Doença24,2%
  • Trajeto54,5%
  • Típico21,2%

Parte do corpo atingida

  • Articulação do tornozelo21,2%
  • Sistema nervoso12,1%
  • Partes múltiplas9,1%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)9,1%
  • Braço (entre o punho e o ombro)6,1%

Natureza da lesão

  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)18,2%
  • Distensão, torção15,2%
  • Fratura15,2%
  • Doença, NIC12,1%
  • Lesão imediata9,1%

Agente causador

  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas21,4%
  • Veículo, NIC14,3%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas10,7%
  • Área ou ambiente de trabalho (o agente do acidente ocorrido em consequência de fenômeno atmosférico, meteoro, etc., assim como da ação da radiação solar, deverá ser incluído neste item)7,1%
  • Motocicleta, motoneta7,1%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 5 15,2% 5.476
Z73.0 — Esgotamento 3 9,1% 1.184
G56 — Mononeuropatias dos membros superiores 2 6,1% 3.150
Y96 — Circunstância relativa às condições de trabalho 2 6,1% 29
F43.2 — Transtornos de adaptação 1 3% 2.557
T00 — Traumatismos superficiais envolvendo múltiplas regiões do corpo 1 3% 89

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

Para o exercício profissional dessas ocupações, requer-se curso superior completo, em nível de bacharelado ou tecnologia. Podem, também, obter formação específica por meio de cursos de qualificação, com carga horária entre duzentas e quatrocentas horas. A experiência profissional prévia requerida dos titulares para o exercício pleno das atividades é de um a dois anos, incluindo o tempo de estágio. Em função da inovação tecnológica, a permanência no mercado de trabalho requer atualização contínua dos profissionais.

Texto oficial do MTE para a família 2124.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Sistemas de informação 1,92× 420.479 61.827 62,5% 15,1%
Ciência da computação 2,74× 127.190 10.607 29% 29,4%
Engenharia de software 1,92× 69.832 3.081 62,4% 9,7%
Sistemas para internet 1,56× 15.718 2.325 51,9% 52,5%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 77.840 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 12 postos líquidos em 12 meses — cerca de 6.486,7 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

Qual especialização paga mais na família 2124

Todas as ocupações de analistas de tecnologia da informação, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2124-25 Arquiteto de soluções de tecnologia da informação R$ 14.175 R$ 15.604 6.402
2124-05 Analista de desenvolvimento de sistemas R$ 7.501 R$ 9.350 282.365
2124-15 Analista de sistemas de automação R$ 5.007 R$ 6.580 11.062
2124-30 Analista de testes de tecnologia da informação (esta página) R$ 6.014 R$ 6.314 14.267
2124-10 Analista de redes e de comunicação de dados R$ 4.255 R$ 5.809 50.607
2124-20 Analista de suporte computacional R$ 3.008 R$ 4.090 107.789

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2124-30.

A Desenvolver sistemas de tecnologia da informação (1)
  • Escolher ferramentas de desenvolvimento e/ou de testes
B Administrar ambiente de tecnologia da informação (1)
  • Identificar falhas nos sistemas
C Prestar suporte técnico ao cliente/usuário (3)
  • Consultar documentação técnica
  • Consultar fontes alternativas de informações
  • Realizar simulações em ambiente controlado
G Pesquisar inovações em tecnologia da informação (4)
  • Pesquisar padrões, técnicas e ferramentas disponíveis no mercado
  • Avaliar novas tecnologias
  • Analisar funcionalidade do produto
  • Avaliar desempenho do produto
H Elaborar planejamento e execução de testes (9)
  • Analisar requisitos/escopo
  • Elaborar cenários de testes
  • Definir matriz de rastreabilidade
  • Elaborar caso de testes
  • Preparar massa de dados
  • Testar sistemas
  • Registrar defeitos
  • Documentar evidência de testes
  • Preparar ambiente de testes
Y Comunicar-se (10)
  • Registrar ocorrências
  • Elaborar relátorios técnicos
  • Emitir pareceres técnicos
  • Divulgar documentação
  • Divulgar utilização de novos padrões
  • Participar de fóruns de discussão
  • Prestar consultoria técnica
  • Interagir com áreas afins
  • Fornecer subsídios para recursos humanos
  • Disseminar conhecimento
Z Demonstrar competências pessoais (16)
  • Demonstrar capacidade de raciocínio abstrato
  • Demonstrar capacidade de criatividade
  • Demonstrar capacidade de raciocínio lógico
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar capacidade de senso analítico
  • Demonstrar capacidade de concentração
  • Demonstrar capacidade de flexibilidade
  • Demonstrar capacidade de antecipar cenário futuro
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de iniciativa
  • Demonstrar capacidade de memorização
  • Demonstrar empatia com público-alvo
  • Demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar capacidade de proatividade
  • Demonstrar capacidade de resiliência

Sinônimos oficiais (2)

Analista de qualidade de tiAnalista de testes automatizados de ti

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2124-30 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de testes de tecnologia da informação?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.014 por mês, considerando as 3.971 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.702 (10% menores) a R$ 10.173 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.314 (RAIS 2024), 5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando analista de testes de tecnologia da informação?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 4.021 admissões contra 4.009 desligamentos, saldo de +12 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata analista de testes de tecnologia da informação?

A atividade econômica que mais contratou foi Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda (CNAE 6201501), com 28% das admissões e mediana de R$ 6.090. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de analista de testes de tecnologia da informação?

2124-30 (família 2124 — Analistas de tecnologia da informação). A CBO reconhece também os títulos: Analista de qualidade de ti, Analista de testes automatizados de ti — todos usam o mesmo código 2124-30. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser analista de testes de tecnologia da informação?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2124: Para o exercício profissional dessas ocupações, requer-se curso superior completo, em nível de bacharelado ou tecnologia. Podem, também, obter formação específica por meio de cursos de qualificação, com carga horária entre duzentas e quatrocentas horas. A experiência profissional prévia requerida dos titulares para o exercício pleno das atividades é de um a dois anos, incluindo o tempo de estágio. Em função da inovação tecnológica, a permanência no mercado de trabalho requer atualização contínua dos profissionais. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Sistemas de informação, com 1,92 candidatos por vaga no presencial.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2124-30?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2124-30 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2124-30 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (24 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2124:

  • Banco Santander do Brasil
  • Banco Sudameris Brasil S.A.
  • Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa)
  • Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig)
  • Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg)
  • Ibm Brasil Indústria de Máquinas E Serviços Ltda.
  • S.A. Estado de Minas
  • Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro)
  • Sociedade Educacional de Santa Catarina
  • Tba Informática
  • Terra Networks S.A.
  • Tivit Tecnologia da Informação S.a.
  • Totvs S. A.
  • Unicid - Universidade Cidade de São Paulo
  • 182 Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP glossário
  • Plataforma: infraestrutura de hardware e software.
  • Sistema: linguagem, ferramentas, etc. Conjunto que manipula as informações.
  • SGBD: Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados.
  • CPD: Centro de Processamento de Dados.
  • Ambiente: software + hardware + rede + sistema operacional.
  • Codificar: transformar linguagem usual em linguagem computacional.
  • Arquitetura do sistema: estrutura/escopo do sistema.
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