8112.22.00 Copiado!
Cromo — Desperdícios e resíduos, e sucata
Código vigente, na versão da NCM aprovada pela Resolução Gecex nº 272/2021 (efeitos desde )
Nesta ficha 9 seções
O NCM 8112.22.00 identifica Cromo — Desperdícios e resíduos, e sucata, inserido na posição 81.12 (Berílio, cromo, háfnio (céltio), rênio, tálio, cádmio, germânio, vanádio, gálio, índio e nióbio (colômbio), e suas obras, incluindo os desperdícios e resíduos, e sucata), dentro do Capítulo 81 da Tabela NCM — outros metais comuns; cermets; obras dessas matérias. Com alíquota IPI de 0% (alíquota zero) na TIPI 2022 (ADE RFB nº 1/2026), o imposto incide formalmente sobre as operações, mas o valor a recolher é R$ 0,00 — diferente de NT, onde o IPI sequer incide. No Imposto de Importação (II) pela alíquota aplicada pelo Brasil (difere da TEC Mercosul quando há fundamentação nacional), este NCM tem alíquota de 0%. Fundamentação: Res. Gecex 391/2022. A hierarquia completa de classificação é: 81 Outros metais comuns; cermets; obras dessas matérias. 81.12 Berílio, cromo, háfnio (céltio), rênio, tálio, cádmio, germânio, vanádio, gálio, índio e nióbio (colômbio), e suas obras, incluindo os desperdícios e resíduos, e sucata. 8112.2 - Cromo: 8112.22.00 -- Desperdícios e resíduos, e sucata.
Caminho de Classificação
- 81 Outros metais comuns; cermets; obras dessas matérias.
- 8112.22.00 Cromo — Desperdícios e resíduos, e sucata
Alíquota IPI
0%TIPI 2022 · ADE 001/2026
II — Imp. Importação
0%Aplicada (Brasil)
Res. Gecex 391/2022
Capítulo
81Outros metais comuns; cermets; obras dessas matérias.
Posição
81.12Berílio, cromo, háfnio (céltio), rênio, tálio, cádmio, germânio, vanádio, gálio, índio e nióbio (colômbio), e suas obras, incluindo os desperdícios e resíduos, e sucata.
Checklist Fiscal
O NCM 8112.22.00 não consta nos anexos com listas por NCM da LC 214/2025 (alíquota zero, redução de 60% ou Imposto Seletivo) — vale o regime geral integral. Regimes específicos por operação — combustíveis, ZFM, bens de capital — podem se aplicar. Simular IBS/CBS por ano → · Guia da reforma →
O grupo IBSCBS na NF-e/NFC-e é obrigatório desde 03/08/2026 — não foi adiado. O que a NT 2025.002-RTC v1.51 suspendeu, sem nova data, é a rejeição: ela trocou a data da regra UB12-10 por “implementação futura para produção”, e a nota sem os campos não é barrada — mas segue em desacordo com a legislação. Simples e MEI: emitir a partir de 01/01/2027 (Ato Conjunto nº 4); rejeição por ausência, sem data em NT. Na operação interna tributada, a referência é CST 000 × cClassTrib 000001 (tributação integral). Em 2026: CBS 0,9% + IBS 0,1% destacados, sem recolhimento pra quem cumpre as obrigações acessórias. A rejeição 1115 fica suspensa enquanto valer o ato — NT 2025.002-RTC v1.51 (04/08/2026). Exportação, devolução, ZFM e imunidades mudam o CST/cClassTrib — confirme a operação caso a caso.
Gerar o trecho <IBSCBS> deste NCM pra colar no XML
CST 000 × cClassTrib 000001 · alíquotas de 2026 fixadas em lei (IBS 0,1% estadual + CBS 0,9%). Estrutura conforme os exemplos gerados e validados no motor oficial da Receita Federal/Serpro. Referência pra operação interna tributada — confira no seu ERP e no validador.
Rejeições que mais travam a emissão com este NCM
· 1115 — grupo IBS/CBS ausente no item (rejeição suspensa — o preenchimento segue obrigatório)
· 1023 / 1024 — cClassTrib inexistente ou incompatível com o CST
· 611 / 612 — GTIN (cEAN/cEANTrib) com dígito verificador inválido — valide o GTIN
· 891 / 895 — GTIN incompatível com o NCM no Cadastro Centralizado (CCG)
Todas as fichas trazem a regra de validação oficial que dispara o erro. Tabela completa de rejeições →
Simulador de Importação — NCM 8112.22.00
Estime a carga tributária na importação deste NCM: II, IPI, PIS/COFINS-Importação, AFRMM, SISCOMEX e ICMS (base por dentro).
Ajustes avançados (PIS/COFINS, AFRMM, SISCOMEX)
Simulação estimada. Os valores oficiais dependem de NCM específico, regime aduaneiro, tratamentos preferenciais (Mercosul, ACE), regime especial (Drawback, RECOF, ZFM) e enquadramentos particulares de PIS/COFINS. Não substitui parecer de despachante ou contador. A base do ICMS-Importação é calculada "por dentro" (art. 13, V, LC 87/96).
Unidade tributável na NF-e (tag uTrib)
KG Quilograma
Unidade que a Receita fixa para o NCM 8112.22.00 na tabela oficial NCM × uTrib do Portal da NF-e.
Informar outra devolve a rejeição 817 (uTrib incompatível com o NCM, em comércio exterior)
ou a 854 (incompatível com o produto). A qTrib tem que estar nessa unidade —
se você vende por caixa mas o NCM é tributado em KG, converta antes de emitir.
Enquadramento fiscal oficial (SPED)
Vai emitir NF-e com este NCM? Descubra o conjunto CFOP + CST ICMS/CSOSN + CST PIS/COFINS da sua operação no assistente de códigos da NF-e →
Atributos que a Duimp exige para o NCM 8112.22.00
Na Duimp a mercadoria não é descrita em texto livre: ela vem destes campos estruturados, preenchidos no Catálogo de Produtos do Portal Único Siscomex. Atributo obrigatório em falta invalida o produto no catálogo — e a declaração só puxa produto válido.
- opcional Código de Class. Tributária (cClassTrib) CONFAZRECEITA aceita mais de um valor lista com 58 valores
Tabela do Cadastro de Atributos do Portal Único Siscomex, versão 350, substituída pela Receita toda meia-noite. Os valores aceitos de cada atributo estão em atributos da Duimp.
Nota Explicativa (NESH) — Posição 8112
A posição 8112 — "Berílio, cromo, háfnio (céltio), rênio, tálio, cádmio, germânio, vanádio, gálio, índio e nióbio (colômbio), e suas obras, incluindo os desperdícios e resíduos, e sucata." — está definida na NESH (Notas Explicativas do Sistema Harmonizado) da seguinte forma:
81.12 - Berílio, cromo, háfnio (céltio), rênio, tálio, cádmio, germânio, vanádio, gálio, índio e nióbio
(colômbio), e suas obras, incluindo os desperdícios e resíduos, e sucata.
8112.1 - Berílio:
8112.12 -- Em formas brutas; pós
Ler nota completa
8112.13 -- Desperdícios e resíduos, e sucata
8112.19 -- Outros
8112.2 - Cromo:
8112.21 -- Em formas brutas; pós
8112.22 -- Desperdícios e resíduos, e sucata
8112.29 -- Outros
8112.3 - Háfnio (céltio):
8112.31 -- Em formas brutas; desperdícios e resíduos, e sucata; pós
8112.39 -- Outros
8112.4 - Rênio:
8112.41 -- Em formas brutas; desperdícios e resíduos, e sucata; pós
8112.49 -- Outros
8112.5 - Tálio:
8112.51 -- Em formas brutas; pós
8112.52 -- Desperdícios e resíduos, e sucata
8112.59 -- Outros
8112.6 - Cádmio:
8112.61 -- Desperdícios e resíduos, e sucata
8112.69 -- Outros
8112.9 - Outros:
8112.92 -- Em formas brutas; desperdícios e resíduos, e sucata; pós
8112.99 -- Outros
A.- BERÍLIO
A metalurgia do berílio utiliza quase exclusivamente o berilo, silicato duplo de berílio e alumínio que,
ressalvado o caso em que apresenta características de pedra preciosa ou semipreciosa (esmeralda
comum) (Capítulo 71), se inclui na posição 26.17.
A indústria emprega atualmente os dois métodos seguintes para a obtenção do metal:
1) Preparação por eletrólise. Faz-se eletrólise a alta temperatura num banho formado de oxifluoreto
de berílio (feito a partir do minério) e de outros fluoretos (do bário, de sódio, etc.). Utiliza-se como
ânodo um cadinho de grafita e o metal é recolhido sobre um cátodo central de ferro arrefecido pela
água.
2) Preparação por redução. A reação essencial consiste na redução do fluoreto de berílio pelo
magnésio.
*
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81.12
XV-8112-2
O berílio é um metal cinzento-aço, muito leve, muito duro, muito quebradiço, que não pode ser laminado
nem estirado senão em condições muito especiais.
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Quando puro, o berílio tem poucas aplicações. Todavia, dada a sua grande permeabilidade aos raios X
emprega-se na fabricação de dispositivos de janelas para tubos protetores de radiologia. Utiliza-se
também como elemento constitutivo de reatores nucleares, na indústria aeronáutica, espacial e de
armamento, na fabricação de dispositivos utilizados em cíclotrons, eletrodos de tubos de néon e ainda
como desoxidantes em certas operações metalúrgicas.
Por outro lado, entra na preparação de várias ligas, especialmente com o aço (aço para molas, etc.), com
o cobre (liga impropriamente denominada “bronze ao berílio”, utilizada na fabricação de molas, peças
para artigos de relojoaria, ferramentas, etc.) e com o níquel. Mas, em consequência da baixa percentagem
de berílio nelas contido, estas ligas classificam-se nos Capítulos 72, 74 ou 75.
Esta posição abrange o berílio em todas as suas formas: metal em forma bruta (massas, granalhas, cubos,
etc.), produtos semimanufaturados (barras, fios, folhas, etc.) e obras. Estas últimas não são todavia
classificadas nesta posição quando transformadas em peças ou órgãos de máquinas ou de aparelhos,
caso em que se incluem noutros Capítulos, especialmente nos Capítulos 85 e 90.
B.- CROMO
O minério do cromo que se beneficia é quase exclusivamente a cromita (ou ferro cromado), óxido de
cromo e de ferro. Converte-se primeiro em sesquióxido, que a seguir se reduz a cromo-metal.
Não polido, o cromo é metal cinzento-aço, mas o polimento torna-o branco e brilhante. É muito duro,
pouco maleável, pouco dúctil e não se oxida ao ar.
Quando puro, o cromo constitui, em numerosas fabricações, o revestimento (cromagem eletrolítica) de
peças de outros metais. A sua principal aplicação (geralmente como ferroligas do Capítulo 72) reside na
preparação de ligas de aço. Entra também na fabricação de ligas inoxidáveis com o níquel (nicromos)
ou com o cobalto, por exemplo; contudo, nestas ligas, a proporção de cromo é tal que a maior parte delas
são classificadas noutros Capítulos, conforme as disposições da Nota 5 da Seção XV.
Algumas outras ligas à base de cromo são utilizadas em motores de reação ou em certos tubos para
elementos térmicos.
C.- GERMÂNIO
O germânio é extraído industrialmente da germanita (germano-sulfeto de cobre), de certos resíduos da
metalurgia do zinco ou das poeiras de fumaças (fumos) das fábricas de gás.
É um metal cinzento-esbranquiçado que possui algumas propriedades físicas e químicas que o fazem
ser utilizado na fabricação de componentes eletrônicos (por exemplo, diodos, transistores, válvulas).
Emprega-se igualmente como elemento de liga com o estanho, o alumínio ou o ouro.
D.- VANÁDIO
O vanádio é extraído geralmente dos seus minérios, a patronita e a carnotita, na maior parte das vezes,
pela redução do respectivo óxido. Obtém-se igualmente como subproduto do tratamento dos minérios
radíferos, uraníferos e ferrosos. O vanádio pode obter-se quer como ferrovanádio (Capítulo 72) ou como
liga-mãe de cobrevanádio (Capítulo 74), quer como metal. Praticamente não se emprega no estado puro.
Pelo contrário, é utilizado sob a forma de ferroliga do Capítulo 72, na preparação de ligas de aço; entra
também como elemento de adição em determinadas ligas de cobre ou de alumínio.
81.12
XV-8112-3
E.- GÁLIO
O gálio é obtido por processos bastante complexos como subproduto da metalurgia do alumínio, do
zinco, do cobre ou do germânio, e também a partir das poeiras de fumaças (fumos) de fábricas de gás.
É um metal cinzento-esbranquiçado, macio, cujo ponto de fusão é de cerca de 30 °C e cujo ponto de
ebulição é muito alto, o que permite a sua aplicação como substituto do mercúrio, especialmente na
preparação de amálgamas dentários, na fabricação de espelhos especiais, de lâmpadas de vapores e de
termômetros para elevadas temperaturas.
F.- HÁFNIO (CÉLTIO)
O háfnio (céltio) é extraído dos mesmos minérios que o zircônio (zircão, etc.) e as propriedades destes
dois metais são muito semelhantes.
Dado o seu elevado poder de absorção de nêutrons lentos, é utilizado principalmente na fabricação de
barras móveis de regulação e de controle para reatores nucleares.
G.- ÍNDIO
O índio é obtido industrialmente quando se tratam certos resíduos da metalurgia do zinco.
É um metal macio, prateado, inalterável ao ar e à água.
Tem utilizações de certa importância, puro ou em ligas com outros metais, especialmente o zinco
(revestimentos protetores contra a corrosão), com o bismuto, o chumbo e o estanho (moldagens
cirúrgicas), com o cobre e o chumbo (mancais (chumaceiras) de motores de combustão interna), com
ouro (ligas dentárias, joalheria), etc.
H.- NIÓBIO (COLÔMBIO)
O nióbio (colômbio) é extraído por eletrólise ou por outros processos complexos, da niobita (colombita)
e da tantalita, transformando previamente estes minérios em fluoreto duplo de colômbio e de potássio.
É um metal cinzento-prateado, que possui a propriedade de absorver facilmente os gases, do que deriva
o seu emprego em composições absorventes (getters) para tubos eletrônicos.
Utiliza-se igualmente na preparação de ligas de aço (como ferronióbio (ferrocolômbio)) do Capítulo 72
ou de outras ligas.
IJ.- RÊNIO
Obtém-se o rênio principalmente como subproduto da metalurgia do molibdênio e do cobre.
O rênio é um metal pouco utilizado, mas para o qual se antevê possibilidades bastante importantes
especialmente no revestimento do cobre e das suas ligas ou como catalisador.
K.- TÁLIO
O tálio é obtido industrialmente a partir dos resíduos (poeiras, etc.) provenientes da ustulação de piritas
e de outros minérios.
O tálio é um metal branco-acinzentado, macio, que se assemelha ao chumbo. Entra como elemento de
adição em numerosas ligas de chumbo, às quais confere, segundo o caso, um ponto de fusão mais
elevado, mais resistência à corrosão e à deformação. A sua liga com a prata evita o enegrecimento desta
em contato com o ar.
L.- CÁDMIO
O cádmio é obtido, na prática, quase exclusivamente, como subproduto da metalurgia do zinco, do cobre
ou do chumbo, geralmente por destilação ou eletrólise.
O cádmio assemelha-se ao zinco, mas é mais macio do que este.
81.12
XV-8112-4
Quando puro, emprega-se como metal de revestimento dos outros metais (por depósito eletrolítico ou
por pulverização) e também como desoxidante do cobre, da prata ou do níquel.
É igualmente utilizado, dado o seu muito elevado poder de absorção de nêutrons lentos, na fabricação
de barras móveis de regulação e controle para reatores nucleares.
As principais ligas de cádmio classificadas nesta posição, conforme a Nota 5 da Seção XV, são as ligas
cadmiozinco utilizadas na cadmiagem por imersão e na soldadura.
É necessário sublinhar, todavia, que numerosas ligas dos mesmos metais, nas quais o cádmio não é preponderante em peso,
tais como certas ligas antifricção, estão excluídas.
81.13
XV-8113-1
Como usar o NCM 8112.22.00
Campo NCM/SH: informe 81122200 (8 dígitos, sem pontos).
Alíquota 0%: calcule normalmente, o valor será R$ 0,00.
Use 81122200 na DUIMP ou DU-E. Classificação incorreta gera diferença tarifária.
Nota rejeitada volta com um código cStat — confira a causa e a regra oficial na tabela de rejeições da NF-e (ex.: 778 — NCM inexistente). Na NFS-e (serviços), os erros E têm tabela própria com a solução oficial.