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CBO 2002 Família 8612 R$ 2.683 na admissão +30 postos em 12 meses 92 atividades

CBO 8612-05 — Operador de subestação

O código 8612-05 identifica a ocupação operador de subestação na CBO 2002, dentro da família 8612 — Operadores de instalações de distribuição de energia elétrica. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 12 seções

O que faz um operador de subestação

Operam instalações dos sistemas elétricos e controlam grandezas eletromecânicas e nucleares. Manobram equipamentos para manutenção e mantêm as instalações elétricas e nucleares em condições operacionais. Elaboram relatórios e documentos, tais como ocorrências de vandalismo, escala de revezamento, atualização de desenhos e diagramas, inspeção em equipamentos, entre outros. Implementam ações para preservação do meio ambiente e trabalham em conformidade com as normas e procedimentos de segurança e saúde ocupacional.

Descrição oficial da família 8612 — Operadores de instalações de distribuição de energia elétrica, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresa dos serviços de eletricidade, gás e água quente como empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipe, sob supervisão permanente de técnicos e engenheiros, em locais fechados ou abertos e no sistema de rodízio de turnos. Trabalham sob pressão, em grandes alturas, em posições desconfortáveis e em locais subterrâneos ou confinados. Podem permanecer expostos a materiais tóxicos, radiação, altas temperaturas e riscos de choque elétrico e explosão.

Recursos de trabalho

Conjunto de aterramento; Detector de radioatividade; Detector de tensão; Escada; Ex-plosímetro; Lanterna; Rádio; Telefone; Vara de manobra; Veículo.

Quanto ganha um operador de subestação

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.90410% ganham até R$ 2.683mediana R$ 4.35310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.946

Entrada × quem já está

R$ 2.683 ao ser admitido · R$ 5.946 para quem tem vínculo ativo +121,6%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de operador de subestação foi de R$ 2.683 — metade das 339 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.904 e os 10% de maior, acima de R$ 4.353.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.946, ou seja, 121,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 42 meses.

Considerando a jornada média de 42.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.683
Por ano (12 salários)R$ 32.196
Por semanaR$ 617
Por hora (42.7h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.677 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.991 95,8%
  • Mulheres — R$ 5.188 4,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 1.962
  • Nordeste 2.750
  • Sudeste 3.111

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (5 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 92 -46 — R$ 2.892 —
AM 67 +39 — R$ 1.957 —
SP 46 +11 — R$ 2.700 —
MG 45 +16 — R$ 3.147 —
CE 45 +20 — R$ 2.363 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

392

Desligamentos

362

Saldo

+30

Rotatividade

14,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+28) saldo negativo · pior: set/25 (-21)

Em 12 meses houve 392 admissões e 362 desligamentos de operador de subestação, o que significa que o mercado formal abriu 30 postos de trabalho no período, com rotatividade de 14,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 31,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 62,2% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 31,5%
  • Dispensa sem justa causa 62,2%
  • Fim de contrato 2,5%

Sobre 362 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,8% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 16,1%
  • 1 a 4 empregados 4,4%
  • 5 a 9 empregados 4,1%
  • 10 a 19 empregados 12,3%
  • 20 a 49 empregados 5,6%
  • 50 a 99 empregados 13,5%
  • 100 a 249 empregados 8,5%
  • 250 a 499 empregados 10,8%
  • 500 a 999 empregados 14%
  • 1.000 ou mais empregados 10,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de subestação

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Geração de energia elétrica 3511501 · 17,3% das admissões 68 43.9h R$ 1.929 R$ 1.965 R$ 2.210 — 3
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 15,1% das admissões 59 43.7h R$ 1.900 R$ 1.988 R$ 2.400 3% 3
Transmissão de energia elétrica 3512300 · 10,7% das admissões 42 42.9h — R$ 3.364 — 3% 3
Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 4221902 · 9,4% das admissões 37 44h — R$ 3.180 — 3% 4
Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica 4221903 · 7,4% das admissões 29 44h — R$ 2.682 — 3% 4
Construção de edifícios 4120400 · 5,4% das admissões 21 — — — — 3% 3
Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador 7739099 · 4,3% das admissões 17 44h — R$ 1.900 — 3% 1
Distribuição de energia elétrica 3514000 · 4,3% das admissões 17 41.8h — R$ 4.285 — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de subestação

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.517 vínculos

Idade mediana

41 anos

Tempo de casa

42 meses

No setor público

7,4%

Em empresa do Simples

0,8%

Sexo

  • Homem 95,9%
  • Mulher 4,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,8h/sem
  • Pessoas com deficiência1,3%
  • Jornada parcial0,2%
  • Em entidade sem fins lucrativos2%

Sobre os 2.517 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 45,9%
  • Branca 43%
  • Preta 10,1%
  • Amarela 0,8%
  • Indígena 0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 0,2%
  • Até o 5º ano incompleto 0,6%
  • 5º ano completo 0,7%
  • 6º ao 9º ano 2%
  • Fundamental completo 4,4%
  • Médio incompleto 3%
  • Médio completo 66,7%
  • Superior incompleto 6,2%
  • Superior completo 15,9%
  • Mestrado 0,5%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 0,3%
  • 5º ano completo 0,8%
  • 6º a 9º ano 3,1%
  • Fundamental completo 6,6%
  • Médio incompleto 2%
  • Médio completo 73%
  • Superior incompleto 3,3%
  • Superior completo 10,2%
  • Pós-graduação 0,5%
  • Mestrado 0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 2,8%
  • 5 a 9 empregados 6,6%
  • 10 a 19 empregados 5,8%
  • 20 a 49 empregados 10,8%
  • 50 a 99 empregados 10,7%
  • 100 a 249 empregados 11,7%
  • 250 a 499 empregados 12,5%
  • 500 a 999 empregados 14,8%
  • 1.000 ou mais empregados 24,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso básico de qualificação profissional em torno de quatrocentas horas/aula, ministrado em escolas especializadas. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8612.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8612-05.

A Operar instalação de sistema elétrico (23)
  • •Identificar equipamentos e instrumentos elétricos
  • •Utilizar ferramentas de informática
  • •Utilizar equipamentos de comunicação
  • •Operar estação de ar comprimido
  • •Inteirar-se das ocorrências da subestação e usina
  • •Utilizar princípios de eletricidade
  • •Analisar equipamento de telecomando
  • •Inspecionar equipamentos elétricos
  • •Operar gerador (diesel) de emergência
  • •Monitorar sistemas de telecomunicação
  • •Cumprir normas, instruções e procedimentos
  • •Operar estação de captação de água da usina e subestação
  • •Operar estação de tratamento de água da usina e subestação
  • •Operar estação de tratamento de esgoto da usina e subestação
  • •Operar instalação elétrica de clientes
  • •Operar equipamento de telecomando
  • •Identificar anomalias no sistema
  • •Operar turbo-gerador
  • •Operar hidrogeradores
  • •Interpretar sistemas de proteção elétrica
  • •Manobrar equipamentos e elétricos
  • •Definir prioridades para restabelecimento da subestação e usina
  • •Restabelecer sistemas elétricos
B Controlar grandezas eletromecânicas e nucleares (6)
  • •Controlar níveis de reservatório de água
  • •Aplicar princípios de física nuclear e hidráulica
  • •Interpretar grandezas eletromecânicas e nucleares
  • •Variar cargas ativas e ou reativas
  • •Controlar níveis de tensão do sistema elétrico
  • •Controlar reatividade nuclear e térmica
C Manobrar equipamentos para manutenção (13)
  • •Delimitar áreas de trabalho
  • •Transmitir informações para o turno seguinte
  • •Comprovar ausência de tensão
  • •Aterrar equipamento isolado
  • •Conferir o processo de liberação e normalização
  • •Elaborar seqüência de manobra
  • •Monitorar parâmetros de limites operacionais
  • •Identificar situações de risco
  • •Testar equipamentos após manutenção
  • •Normalizar equipamentos após manutenção
  • •Emitir documento de liberação de equipamento
  • •Coordenar desligamento de equipamentos elétricos
  • •Isolar equipamentos
D Manter as instalações elétricas e nucleares em condições operacionais (14)
  • •Coordenar turnos de equipes
  • •Substituir lâmpadas de sinalização de painéis e equipamentos
  • •Coletar amostras de óleo em equipamentos energizados
  • •Substituir sílica-gel ou resina
  • •Limpar filtros e crivos no sistema de resfriamento
  • •Substituir fusíveis
  • •Acionar equipe de emergência para manutenção
  • •Utilizar instrumento de termovisor
  • •Realizar manutenção no sistema de iluminação
  • •Substituir óleo isolante ou lubrificante no equipamento
  • •Completar nível de óleo lubrificante ou isolante nos equipamentos
  • •Realizar manutenção em bancos de baterias
  • •Comissionar equipamentos elétricos
  • •Testar funcionamento de equipamentos eletromecânicos e nucleares
E Elaborar relatórios e documentos (8)
  • •Fornecer dados para emissão de boletim de ocorrência policial
  • •Relatar ocorrências de vandalismo
  • •Elaborar escala de revezamento
  • •Participar da elaboração de manual técnico de operação
  • •Emitir relatórios de inspeção em equipamentos
  • •Atualizar desenhos e diagramas
  • •Emitir relatórios de defeito
  • •Emitir diário de ocorrência
F Implementar ações para preservação do meio ambiente (8)
  • •Emitir licença de rejeitos radioativos
  • •Embalar em cápsulas rejeitos sólidos
  • •Acionar a brigada de emergência
  • •Emitir corpo de prova de rejeitos radioativos
  • •Controlar espelho de água na escada de peixe
  • •Controlar a temperatura de refluxo da água do rio
  • •Verificar o uso de herbicida não-agrotóxico no pátio da subestação
  • •Comunicar a defesa civil quanto às vazões anormais dos rios
G Realizar o trabalho segundo normas de segurança (9)
  • •Prestar atendimentos de primeiros socorros
  • •Utilizar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • •Acompanhar empreiteiras em áreas de risco
  • •Participar na elaboração do mapa de risco
  • •Acompanhar visitantes nas instalações
  • •Utilizar equipamentos de combate a incêndio
  • •Inspecionar equipamentos de segurança
  • •Participar da brigada de incêndio
  • •Utilizar princípios de rádio-proteção
Z Demonstrar competências pessoais (11)
  • •Comunicar-se com clareza
  • •Demonstrar maturidade na função
  • •Conduzir veículos
  • •Demonstrar controle emocional
  • •Demonstrar iniciativa
  • •Buscar auto-verificação (parar, pensar, agir e avaliar)
  • •Treinar pessoas
  • •Relacionar-se com outras pessoas
  • •Demonstrar capacidade de concentração
  • •Demonstrar flexibilidade
  • •Desenvolver senso visual, auditivo, tátil e olfativo

Sinônimos oficiais (4)

Operador de eclusaOperador de usina hidroelétricaOperador de usina nuclearOperador de usina termoelétrica

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8612-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de subestação?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.683 por mês, considerando as 339 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.904 (10% menores) a R$ 4.353 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.946 (RAIS 2024), 121.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de subestação?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 392 admissões contra 362 desligamentos, saldo de +30 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de subestação?

A atividade econômica que mais contratou foi Geração de energia elétrica (CNAE 3511501), com 17,3% das admissões e mediana de R$ 1.965. A ficha de operador de subestação no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de subestação?

8612-05 (família 8612 — Operadores de instalações de distribuição de energia elétrica). A CBO reconhece também os títulos: Operador de eclusa, Operador de usina hidroelétrica, Operador de usina nuclear, Operador de usina termoelétrica — todos usam o mesmo código 8612-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de subestação?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8612: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio concluído e curso básico de qualificação profissional em torno de quatrocentas horas/aula, ministrado em escolas especializadas. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8612-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8612-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8612-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8612:

  • •Bandeirantes Energia S.A.
  • •Caiua Serviços de Eletricidade S.A.
  • •Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista - Cte
  • •Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL
  • •Duke Energy International
  • •Elektro Eletricidade e Serviços S.A.
  • •Eletrobrás Termonuclear S.A. (Eletronuclear)
  • •Eletropaulo Metropolitana Eletricidade São Paulo S.A.
  • •Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.
  • •Furnas Centrais Elétricas S.A.
  • •Rede Empresas de Energia Elétrica
  • •Sindicato dos Eletricitários de Campinas - Stieec
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • •GLOSSÁRIO
  • •Rejeito nuclear: resíduo de uma combustão nuclear que não tem utilidade e, por ser radioativo, exige precauções na sua manipulação.
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