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CBO 2002 Família 8115 R$ 2.713 na admissão -42 postos em 12 meses 88 atividades

CBO 8115-10 — Operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo

O código 8115-10 identifica a ocupação operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo na CBO 2002, dentro da família 8115 — Operadores de equipamentos de produção e refino de petróleo e gás. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo

Operam processos de produção e refino de petróleo e gás e suas interfaces de controle, tais como sistemas digitais de controle distribuído (SDCD), painéis e instrumentos, de acordo com normas de segurança, meio ambiente e de saúde ocupacional. Utilizam ferramentas de qualidade para controlar produtos e efluentes. Preparam equipamentos para serviços de manutenção. Elaboram relatórios de ocorrência e participam de reuniões técnicas.

Descrição oficial da família 8115 — Operadores de equipamentos de produção e refino de petróleo e gás, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em indústrias de extração, produção e refino de petróleo e gás. O trabalhador é assalariado com carteira assinada, atuando em equipe, em horário variável, rodízio de turno, sob supervisão permanente de supervisores de primeira linha, técnicos e engenheiros. A execução de algumas atividades ocorre em ambientes de risco, com exposição a materiais tóxicos, altas temperaturas e vibrações.

Recursos de trabalho

Acionadores (turbinas, geradores, motores); Bombas; Caldeiras; Compressores; Controladores; Fornos; Torres; Trocadores de calor; Válvulas; Vasos de pressão.

Quanto ganha um operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.76310% ganham até R$ 2.713mediana R$ 4.07310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.275

Entrada × quem já está

R$ 2.713 ao ser admitido · R$ 4.275 para quem tem vínculo ativo +57,6%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo foi de R$ 2.713 — metade das 135 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.763 e os 10% de maior, acima de R$ 4.073.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.275, ou seja, 57,6% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 24 meses.

Considerando a jornada média de 42.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 15,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.713
Por ano (12 salários)R$ 32.556
Por semanaR$ 624
Por hora (42.7h/sem)R$ 15,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.754 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.275 100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte 4.031
  • Sudeste 2.664

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 37 -9 — R$ 2.247 —
AM 32 +22 — R$ 4.038 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

155

Desligamentos

197

Saldo

-42

Rotatividade

34,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+6) saldo negativo · pior: nov/25 (-30)

Em 12 meses houve 155 admissões e 197 desligamentos de operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo, o que significa que o mercado formal fechou 42 postos de trabalho no período, com rotatividade de 34,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 18,8% foram a pedido do próprio trabalhador e 67,5% por dispensa sem justa causa, além de 13,2% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 18,8%
  • Dispensa sem justa causa 67,5%
  • Fim de contrato 13,2%

Sobre 197 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 9,5%
  • 1 a 4 empregados 3,4%
  • 5 a 9 empregados 6,8%
  • 10 a 19 empregados 6,1%
  • 20 a 49 empregados 19,6%
  • 50 a 99 empregados 12,8%
  • 100 a 249 empregados 15,5%
  • 250 a 499 empregados 12,8%
  • 500 a 999 empregados 1,4%
  • 1.000 ou mais empregados 12,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de produtos do refino de petróleo 1921700 · 20% das admissões 31 44h — R$ 4.074 — 3% 3
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 12,9% das admissões 20 42.2h — R$ 2.248 — 3% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 10,3% das admissões 16 44h — R$ 2.200 — 2% 1
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 8299799 · 7,7% das admissões 12 44h — R$ 2.534 — 2% 2
Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos não especificados anteriormente 2399199 · 7,7% das admissões 12 44h — R$ 2.103 — 3% 3
Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns gerais e guarda móveis 5211799 · 6,5% das admissões 10 44h — R$ 2.816 — 3% 3
Produção de gás; processamento de gás natural 3520401 · 5,8% das admissões 9 — — — — 2% 3
Manutenção e reparação de máquinas motrizes não elétricas 3314701 · 5,2% das admissões 8 — — — — 1% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 571 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

24 meses

Em empresa do Simples

4,2%

Sexo

  • Homem 99,6%
  • Mulher 0,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,3h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Contrato intermitente0,5%

Sobre os 571 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 54,8%
  • Branca 36,5%
  • Preta 8,2%
  • Amarela 0,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto 0,2%
  • 5º ano completo 0,5%
  • 6º ao 9º ano 1,1%
  • Fundamental completo 3,2%
  • Médio incompleto 4,4%
  • Médio completo 80,9%
  • Superior incompleto 2,3%
  • Superior completo 7,4%
  • Mestrado 0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 0,6%
  • 5º ano completo 0,6%
  • Fundamental completo 6,5%
  • Médio incompleto 1,3%
  • Médio completo 76,1%
  • Superior incompleto 3,2%
  • Superior completo 9,7%
  • Pós-graduação 1,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,1%
  • 5 a 9 empregados 4,2%
  • 10 a 19 empregados 11,9%
  • 20 a 49 empregados 23,5%
  • 50 a 99 empregados 14%
  • 100 a 249 empregados 4%
  • 250 a 499 empregados 20,1%
  • 1.000 ou mais empregados 21,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com formação de ensino médio, com qualificação profissional em operação de produção e refino de petróleo, obtida em centros de treinamentos da própria empresa ou em convênio com instituições de formação profissional. O exercício pleno da atividade se dá após três ou quatro anos de experiência profissional, auxiliando um profissional titular. O desempenho das funções requer qualificação contínua, durante toda a vida profissional, dada as mudanças que ocorrem nos processos de produção, nos sistemas de controle e na organização do trabalho. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8115.

Qual especialização paga mais na família 8115

Todas as ocupações de operadores de equipamentos de produção e refino de petróleo e gás, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8115-05 Operador de painel de controle (refinação de petróleo) R$ 2.824 R$ 7.297 1.391
8115-10 Operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo (esta página) R$ 2.713 R$ 4.275 571

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8115-10.

A Operar processos de produção e refino de petróleo e gás (17)
  • •Verificar as condições operacionais dos equipamentos
  • •Seguir procedimentos e padrões operacionais
  • •Processar tratamento de água para fins potáveis, industriais e geração de vapor
  • •Realizar operações unitárias
  • •Controlar os processos de estocagem e movimentação de produtos
  • •Monitorar os processos químicos de conversão da indústria de produção e refino
  • •Monitorar equipamentos
  • •Ajustar os equipamamentos conforme os limites operacionais
  • •Realizar manobras operacionais
  • •Otimizar as variáveis do processo (vazão, pressão, temperatura, nível).
  • •Manter o fluxo de processo de produção e refino de petróleo e gás
  • •Tratar despejos indústriais (físico, químico, e biológico).
  • •Reutilizar águas residuais industriais
  • •Controlar estoques de produtos e insumos
  • •Utilizar recursos de informática para acompanhamento e controle do processo
  • •Manipular produtos químicos e petrolíferos para dosagem e preparo de soluções
  • •Preencher cadastros e planilhas
B Trabalhar de acordo com as normas de segurança, meio ambiente e saúde ocupacional (12)
  • •Obedecer as normas e procedimentos de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente
  • •Verificar as recomendações de segurança de acordo com as condições de trabalho
  • •Identificar os epis de cada atividade
  • •Utilizar epis (equipamentos de proteção individual)
  • •Identificar situações de risco
  • •Registrar situações de risco identificadas
  • •Cooperar na análise de riscos
  • •Identificar condições para prevenção de emanações para o meio ambiente
  • •Propor discussões sobre segurança, meio ambiente e saúde ocupacional
  • •Participar de simulados de emergência
  • •Combater princípios de incêndio
  • •Prestar primeiros socorros
C Operar interfaces de controle (sdcd, painéis, instrumentos de campo) (7)
  • •Identificar instrumentos e equipamentos críticos do processo de produção e refino
  • •Inspecionar as malhas de controle do processo
  • •Monitorar instrumentos de controle
  • •Interpretar tendências de variáveis (pressão, vazão e temperatura).
  • •Ajustar variáveis de processo (vazão, pressão...)
  • •Analisar a dinâmica do processo de produção e refino
  • •Corrigir desvios do processo de produção e refino
D Preparar equipamentos para serviços de manutenção (11)
  • •Identificar equipamentos para reparos
  • •Solicitar serviços de manutenção
  • •Realizar manobras para liberação de equipamentos
  • •Acionar mecanismos para desenergização equipamentos
  • •Condicionar equipamentos para manutenção
  • •Emitir permissão para o trabalho (formulário padrão).
  • •Acompanhar a retirada de equipamentos para manutenção
  • •Preencher formulários para recebimento de equipamentos da manutenção.
  • •Acionar mecanismo para energizar equipamentos
  • •Testar equipamentos após manutenção
  • •Aplicar procedimentos em emergências operacionais
E Comunicar-se (7)
  • •Consultar informações técnicas e gerenciais
  • •Passar e receber por escrito e oralmente informações de turno.
  • •Utilizar recursos de informática e meios de comunicação
  • •Utilizar linguagem inerente a função
  • •Transmitir informações com clareza
  • •Participar de reuniões emitindo opiniões sobre os temas abordados
  • •Emitir relatórios de ocorrências operacionais
F Utilizar conceitos e ferramentas da qualidade (7)
  • •Interpretar normas e procedimentos técnicos
  • •Identificar não conformidades (falhas) de acordo com os padrões pré-estabelecidos
  • •Propor açoes corretivas e preventivas
  • •Implementar melhorias dos procedimentos operacionais
  • •Monitorar indicadores de produção
  • •Propor alternativas para elaboração de procedimentos operacionais
  • •Auxiliar na revisão de procedimentos operacionais
G Controlar a qualidade dos produtos e efluentes (9)
  • •Coletar amostras de produtos
  • •Realizar análises de campo de acordo com a rotina operacional
  • •Interpretar resultados de análises químicas, físicas e biológicas
  • •Comparar resultados com padrões técnicos
  • •Identificar produtos não-conformes
  • •Armazenar produtos
  • •Redirecionar produtos não-conformes
  • •Compor e/ou dosar misturas de produtos
  • •Reprocessar produtos não-conformes (retornando ao início do processo de operação contínua)
Z Demonstrar competências pessoais (18)
  • •Demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo
  • •Demonstrar iniciativa
  • •Demonstrar criatividade
  • •Demonstrar atenção auditiva (saber ouvir)
  • •Buscar o auto-desenvolvimento
  • •Demonstrar comportamento pró-ativo
  • •Controlar emoções em situações de risco e anormalidades
  • •Trocar experiências com outros profissionais
  • •Demonstrar comprometimento com resultados
  • •Demonstrar capacidade de organização e planejamento
  • •Demonstrar senso de responsabilidade
  • •Trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita
  • •Tomar decisões
  • •Demonstrar prudência
  • •Atualizar-se profissionalmente
  • •Manter princípios éticos
  • •Demonstrar raciocínio lógico

Sinônimos oficiais (3)

Bombeador (refinação de petróleo)Operador de bomba (refinação de petróleo)Operador de processamento (transferência e estocagem de petróleo)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8115-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.713 por mês, considerando as 135 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 1.763 (10% menores) a R$ 4.073 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.275 (RAIS 2024), 57.6% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 155 admissões contra 197 desligamentos, saldo de -42 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de produtos do refino de petróleo (CNAE 1921700), com 20% das admissões e mediana de R$ 4.074. A ficha de operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo?

8115-10 (família 8115 — Operadores de equipamentos de produção e refino de petróleo e gás). A CBO reconhece também os títulos: Bombeador (refinação de petróleo), Operador de bomba (refinação de petróleo), Operador de processamento (transferência e estocagem de petróleo) — todos usam o mesmo código 8115-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de transferência e estocagem - na refinação do petróleo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8115: Essas ocupações são exercidas por trabalhadores com formação de ensino médio, com qualificação profissional em operação de produção e refino de petróleo, obtida em centros de treinamentos da própria empresa ou em convênio com instituições de formação profissional. O exercício pleno da atividade se dá após três ou quatro anos de experiência profissional, auxiliando um profissional titular. O desempenho das funções requer qualificação contínua, durante toda a vida profissional, dada as mudanças que ocorrem nos processos de produção, nos sistemas de controle e na organização do trabalho. Pode-se demandar aprendizagem profissional para a(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8115-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8115-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8115-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1921700), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (7 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8115:

  • •Centro de Pesquisas da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras-Cenpes)
  • •Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás - Exploração e Produção
  • •Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras - Refinaria Duque de Caxias
  • •Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás - Refinaria Landulpho Alves (BA)
  • •Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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